Sustentabilidade
Cummins inicia produção do QSF 2.8 no Brasil, estreia em tratores e amplia soluções integradas para o novo agro – MAIS SOJA

Foto de capa: Assessoria
O avanço do agronegócio brasileiro elevou o nível de exigência da operação no campo. Produtividade contínua, eficiência energética e alta disponibilidade definem hoje a base da operação, enquanto a tecnologia assume papel central na sustentação do desempenho. A partir dessa realidade, a Cummins Brasil chega à Agrishow 2026, apresentando uma visão integrada para o setor, que conecta motores, soluções de emissões, geração de energia e uma estrutura de suporte ao cliente orientada por dados. O objetivo é responder de forma prática às transformações do chamado “novo agro”, marcado por maior mecanização, exigência ambiental e crescente dependência de energia e conectividade.
A Cummins Brasil amplia sua atuação no agronegócio com dois movimentos estratégicos que marcam a Agrishow 2026: o início da produção nacional do motor QSF 2.8 e a estreia da companhia no segmento de tratores.
“Nosso papel é viabilizar a evolução da mecanização no campo com soluções desenvolvidas para entregar resultado no presente e preparadas para o futuro. A produção nacional e a ampliação da aplicação da nossa engenharia, agora também em novo segmento, refletem essa estratégia de integrar tecnologia, eficiência e confiabilidade em operação”, afirma Maurício Biadola, diretor de Vendas Off-Highway da Cummins Brasil
Nova faixa de potência e produção nacional
Um dos principais destaques da líder em tecnologia na Agrishow 2026 é o início da produção nacional do motor QSF 2.8, que marca a entrada da Cummins em uma nova faixa de potência no Brasil e amplia sua atuação no segmento de equipamentos agrícolas compactos.
Com potência entre 49 e 74 hp e torque de até 300 Nm, o motor combina alta densidade de potência, dimensões reduzidas e eficiência operacional, atendendo aplicações que exigem robustez e flexibilidade em projetos mais compactos.
O motor estreia no mercado brasileiro com arquitetura de emissões adaptável aos diferentes níveis regulatórios.
Nas aplicações MAR I, opera sem sistemas de pós-tratamento, priorizando simplicidade e robustez. Já preparado para futuros regulamentos, como MAR II ou equivalentes ao Tier 4 Final, pode incorporar soluções como EGR e DOC para redução de emissões, sem a necessidade de sistemas mais complexos, como o uso de Arla 32, nessa configuração.
A produção em Guarulhos (SP) reforça a base industrial da Cummins no País e amplia a integração entre engenharia, manufatura e fabricantes, com desenvolvimento de calibrações específicas para as condições reais de operação no campo.
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Engenharia brasileira na estreia em tratores
A Cummins avança na integração entre motor e equipamento, levando engenharia aplicada diretamente à arquitetura das máquinas agrícolas. Um dos principais exemplos é o cárter estrutural nos motores de 4.5 litros, solução que permite ao motor atuar como parte integrante da estrutura do equipamento.
Esse avanço se materializa na estreia da Cummins em tratores, com a aplicação da tecnologia em uma nova arquitetura de máquina, iniciativa que envolveu simulações estruturais e análises virtuais realizadas na sede da Cummins, em Guarulhos (SP), para assegurar robustez e a viabilidade técnica da solução.
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Motores, emissões e preparação para o futuro regulatório
No campo da motorização, a Cummins atua com soluções que atendem diferentes aplicações agrícolas, com destaque para plataformas como o motor de 4.5 litros, disponível em versões eletrônica e mecânica, e o B6.7, que evolui em desempenho, alcançando até 295 hp com ganhos relevantes de eficiência de combustível.
Além disso, a líder em tecnologia de energia antecipa a evolução das emissões em máquinas fora de estrada, já consolidada nos principais mercados globais, com soluções preparadas para padrões mais exigentes.
Entre os destaques está o sistema de pós-tratamento Single Module, desenvolvido para atender níveis equivalentes ao Tier 4 Final e Stage V. A tecnologia dialoga diretamente com os próximos ciclos regulatórios esperados para o Brasil, incluindo as discussões relacionadas ao MAR-II. A solução possui arquitetura até 60% menor e 40% mais leve que sistemas convencionais, além de reduzir em até 80% o material particulado e em até 70% os óxidos de nitrogênio (NOx).
“Um avanço regulatório conduzido com previsibilidade e base técnica contribui para reduzir distorções no mercado, fortalecer a competitividade da indústria nacional e ampliar a inserção do Brasil em mercados mais exigentes”, afirma Daniel Malaman, gerente geral da Cummins Emission Solutions. “A convergência com padrões internacionais também abre espaço para ganhos em exportação, reduz barreiras comerciais e impulsiona a inovação no desenvolvimento e na integração das máquinas agrícolas”.
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Energia como infraestrutura estratégica do agro
A geração de energia ganha protagonismo na operação agrícola, impulsionada pelo avanço da agricultura de precisão e pela crescente demanda por eletrificação no campo. Nesse movimento, a Cummins apresenta uma nova etapa em seus grupos geradores, com motores eletrônicos, maior eficiência energética e compatibilidade com misturas de biodiesel de até 20% (B20).
Os equipamentos incorporam soluções antes restritas à linha Rental, voltadas a aplicações severas, como base com contenção de 110% dos fluidos, estrutura reforçada e melhorias que ampliam durabilidade, segurança ambiental e previsibilidade operacional.
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Pós-venda estruturado e orientado por dados
A estratégia da Cummins para o agronegócio é sustentada por uma estrutura nacional de pós-venda, baseada em capilaridade, inteligência de dados e padronização técnica.
A líder em tecnologia de energia utiliza análises estatísticas para mapear a base instalada e direcionar investimentos em regiões com maior concentração de máquinas, garantindo disponibilidade de peças, capacitação técnica e agilidade no atendimento.
Esse modelo é complementado por um programa nacional de excelência, que acompanha a performance da rede de distribuidores e transforma dados em ações práticas para elevar o nível de serviço ao cliente.
Além disso, a linha de produtos remanufaturados ReCon reforça a estratégia de economia circular, com desempenho equivalente ao de componentes novos, redução de impacto ambiental e ganhos econômicos ao cliente.
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Visão integrada para o futuro do agro
Com presença consolidada em aplicações agrícolas, como o segmento de pulverizadores, a Cummins avança no campo com uma abordagem integrada, que conecta produto, tecnologia e uma estrutura de suporte orientada à disponibilidade. A empresa está presente na rotina do agronegócio brasileiro, apoiando operações que exigem desempenho contínuo, eficiência e confiança para entregar resultado.
Ao integrar soluções que vão do motor à geração de energia, passando por emissões e serviços, a Cummins reforça seu papel como parceira estratégica do setor, contribuindo para uma operação mais eficiente, sustentável e preparada para o futuro.
Uma atuação feita para quem carrega a safra, vive do que produz e faz o agro acontecer todos os dias.
Cummins Brasil
Líder global em energia, possui unidades de negócios complementares que projetam, fabricam e distribuem motores, serviços e tecnologias relacionadas para a um amplo portfólio de soluções de energia. Seu portfólio inclui também sistemas de combustível, turbos, soluções para emissões, eixos, cardans, componentes e sistemas de geração de energia elétrica.
Presente no país há mais de cinco décadas, produz uma variada gama de motores para diversos segmentos do mercado, entre caminhões de todos os portes, pick-ups, ônibus, aplicações estacionárias, máquinas de construção, equipamentos agrícolas, máquinas para mineração e aplicações marítimas. Possui duas unidades fabris: no município de Guarulhos (SP), onde estão as áreas de motores, geradores, turbos e soluções de emissões.
Já em Osasco (SP), a Cummins Drivetrain and Braking Systems (CDBS) produz eixos, cardans e componentes para veículos comerciais e fora-de-estrada. Para mais informações, acesse ao nosso site www.cummins.com.br
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Soja/RS: Clima firme impulsiona plantio, mas produtores monitoram umidade do solo – MAIS SOJA

A semeadura de soja avançou com maior intensidade no período, alcançando 23% da área estadual projetada. A sequência de dias sem precipitação, a redução da umidade excessiva na camada superficial do solo e a elevação das temperaturas diurnas favoreceram a retomada das operações, permitindo ampliar as áreas implantadas para o plantio em talhões anteriormente ocupados por culturas de inverno.
O avanço dos trabalhos ocorre em ritmos distintos entre as regiões, conforme a disponibilidade de máquinas e a conclusão da colheita de inverno. Em áreas anteriormente encharcadas, a melhoria do balanço hídrico também permitiu retomar as operações de dessecação pré-semeadura.
As lavouras apresentam emergência uniforme e estandes satisfatórios. O estabelecimento inicial está adequado, embora a disponibilidade de umidade na camada superficial já estivesse limitada em algumas áreas em 01/11, especialmente na Fronteira Oeste. A Emater/RS-Ascar estima o plantio de 6.645.384 hectares e produtividade de 3.183 kg/ha.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a redução da umidade do solo e o tempo seco favoreceram a colheita das lavouras de inverno e a implantação sequencial de soja. Em Itacurubi, a semeadura alcança 64% dos 12.700 hectares previstos; em Maçambará 45% dos 55.000 hectares; e, em São Borja, 20% dos 105 mil hectares projetados. Em São Gabriel, parte dos produtores substituiu as sementes próprias da safra anterior por sementes adquiridas, após identificar baixo vigor e germinação no material reservado.
Na Campanha, o plantio ainda está em fase inicial: em Dom Pedrito, foram semeados 5% dos 170.000 hectares previstos. A germinação e o estabelecimento das primeiras lavouras estão satisfatórios. Em Hulha Negra, as áreas anteriormente utilizadas para o pastoreio apresentam compactação e baixa cobertura vegetal, exigindo operações de lavra do solo. Os produtores estão realizando o plantio escalonado, visando à minimização de riscos. A escassez de umidade nos primeiros centímetros do perfil do solo e a expectativa de chuvas intensas deixam os produtores cautelosos em relação à continuidade da semeadura.
Na de Caxias do Sul, a sequência de dias sem chuva e a manutenção de umidade adequada no solo permitiram avanço expressivo da semeadura. As primeiras lavouras implantadas se encontram em emergência, com boa uniformidade de estabelecimento. Nas regiões de Frederico Westphalen, Passo Fundo e Santa Maria, a semeadura alcança 12%, 40% e 25% das áreas previstas respectivamente.
Na de Ijuí, a semeadura avançou para 22% da área. As primeiras lavouras apresentam emergência satisfatória, estandes bem estabelecidos e bom estado fitossanitário. Prosseguem as operações de implantação, dessecação e controle de plantas daninhas, além de aplicações de fungicidas em algumas áreas.
Na de Pelotas, a semeadura corresponde a 10% da área projetada. As condições estão favoráveis à implantação. O mês de novembro constitui o período preferencial de semeadura na região, concentrando a maior parte dos trabalhos.
Na de Santa Maria, o plantio ultrapassa 15% da área prevista. Porém, a continuidade dos trabalhos dependerá da manutenção de uma sequência de dias sem chuva. Na de Santa Rosa, o plantio alcança 29% da área projetada. As lavouras implantadas apresentam boa emergência e estabelecimento. A liberação de áreas após a colheita do trigo também contribuiu para o avanço do plantio. Nas áreas em sucessão à canola, a semeadura ocorre de forma mais gradual em razão do intervalo entre culturas adotado pelos produtores.
Na de Soledade, a semeadura chega a 37% da área prevista, com intensificação dos trabalhos na segunda metade do período. As lavouras implantadas apresentam germinação, emergência e estabelecimento inicial satisfatórios.
Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,85% passando de R$ 138,00 para R$ 139,17. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, o preço da saca é de R$ 147,00 para produto disponível.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Plantio do milho chega a 82% no RS com boa evolução favorecida pelo sol e calor – MAIS SOJA

A cultura do milho apresenta evolução satisfatória na maior parte das regiões produtoras, beneficiada pela elevação das temperaturas e pela maior disponibilidade de radiação solar ao longo do período.
As áreas semeadas cresceram apenas 2%, totalizando 82% do previsto, em decorrência do escalonamento do plantio e da priorização das operações de colheita das lavouras de inverno e do plantio de soja ou arroz.
Nas lavouras, predomina o desenvolvimento vegetativo (90%), e as mais precoces estão em fase reprodutiva (10%). Após períodos de baixa luminosidade e temperaturas reduzidas, as condições climáticas no período favoreceram a expansão foliar e o crescimento das plantas. O dossel e a sanidade das plantas têm sustentado, neste momento, expectativas produtivas favoráveis, cuja consolidação dependerá da regularidade das precipitações durante o desenvolvimento reprodutivo.
Em relação ao aspecto fitossanitário, a cigarrinha-do-milho continua sob monitoramento, embora as capturas nas armadilhas estejam reduzidas em algumas regiões. Também há registros de bacterioses e doenças fúngicas, especialmente em lavouras submetidas a condições de elevada umidade. A Emater/RS-Ascar estima o plantio de 896.401 hectares e produtividade projetada de 7.711 kg/ha.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as lavouras apresentam boa resposta ao aumento das temperaturas e da incidência de radiação solar. É realizado o manejo de plantas daninhas e a adubação em cobertura. O monitoramento em São Borja, Maçambará e Santa Margarida do Sul registrou presença de cigarrinha-do-milho, especialmente nas lavouras que ainda não atingiram dez folhas expandidas. Na Campanha, a semeadura deverá começar nos próximos dias, seguindo o calendário regional mais tardio.
Na de Caxias do Sul, as lavouras apresentam bom estabelecimento inicial e estão predominantemente em germinação e desenvolvimento vegetativo. Apesar das condições favoráveis de implantação, a baixa soma térmica e a menor atividade fotossintética, decorrentes das temperaturas baixas e da luminosidade limitada em parte do período, retardaram o crescimento.
Na de Frederico Westphalen, a semeadura foi finalizada. Estão 97% das lavouras em estádios vegetativos, e 3% em florescimento. O excesso de chuvas comprometeu a eficiência da adubação nitrogenada. A bacteriose constitui a principal preocupação fitossanitária, e o monitoramento indica baixa infestação de percevejos e cigarrinha. Prosseguiram as aplicações de fungicidas para o controle de doenças e a adubação em cobertura.
Na de Ijuí, o plantio alcança 95% da área prevista. As lavouras apresentam evolução vegetativa satisfatória, que estimulou a emissão de novas folhas e o alongamento dos entrenós. Foram realizados tratamentos fitossanitários, com destaque para as aplicações aéreas de fungicidas preventivos. Na de Passo Fundo, a semeadura atinge 95% da área projetada. As lavouras estão predominantemente em germinação e em início do desenvolvimento vegetativo, e as áreas mais precoces receberam adubação nitrogenada em cobertura.
Nas regiões de Pelotas e Santa Maria, o plantio atinge 12% e 50% das áreas previstas respectivamente. As lavouras apresentam bom estabelecimento, com estandes adequados e plantas bem formadas.
Na de Santa Rosa, 90% foram semeados. Entre as lavouras implantadas, 87% estão em desenvolvimento vegetativo, 12% na fase reprodutiva e 1% em enchimento de grãos. A adubação nitrogenada de cobertura está praticamente concluída, assim como o controle de plantas daninhas em pós-emergência. As primeiras lavouras avançam para a fase de formação de espigas. O quadro fitotécnico está favorável, mas as ocorrências localizadas de bacterioses e sintomas de doenças foliares têm motivado as aplicações de fungicidas e o acompanhamento fitossanitário.
Na de Soledade, a área semeada corresponde a 66% da área prevista. Foram concluídos os plantios mais precoces e a implantação pontual de áreas intermediárias. Prosseguem as aplicações de nitrogênio em cobertura, inclusive a segunda aplicação em parte das lavouras, e os tratamentos para controle de cigarrinha-do-milho.
Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,53%, passando de R$ 62,50 para R$ 62,83. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, o valor da saca é de R$ 75,00 para produto disponível.
Fonte: Emater/RS

Sustentabilidade
Com reservatórios cheios e sol forte, semeadura do arroz avança expressivamente no RS – MAIS SOJA

A semeadura do arroz apresentou avanço expressivo após a sequência de dias sem precipitações e a elevação das temperaturas, que favoreceram a entrada de máquinas nos talhões ainda não cultivados, superando 70% da área projetada. Contudo, há tanto áreas próximas da conclusão quanto em fase menos avançada de implantação.
Nas lavouras mais precoces, foram realizadas adubação nitrogenada em cobertura e o estabelecimento da irrigação, procedimentos favorecidos pelas condições de tempo firme. A
maior disponibilidade de radiação solar e o aquecimento durante o dia também aceleraram o desenvolvimento vegetativo, que vinha sendo limitado pelas baixas temperaturas e pela nebulosidade das semanas anteriores.
A disponibilidade de água para a irrigação apresenta condições favoráveis em decorrência da recuperação dos níveis de reservação dos mananciais. A área projetada de cultivo pelo IRGA para a Safra 2026/2027 alcança 861.779 hectares, e a produtividade inicial estimada pela Emater/RS-Ascar é de 8.741 kg/ha.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período seco e a elevação das temperaturas favoreceram o avanço da semeadura e o desenvolvimento das lavouras implantadas. Em Dom Pedrito, o plantio alcança 90% dos 34 mil hectares previstos. Em São Gabriel, a semeadura atinge 55% da área projetada. Nas lavouras mais precoces, iniciaram-se as aplicações de herbicidas pós-emergentes e de nitrogênio em cobertura, seguidas pelo início da irrigação, visando ao melhor aproveitamento do fertilizante e à eficiência dos tratamentos herbicidas. Parte dos produtores também está realizando tratamento de sementes para a proteção das plântulas contra efeitos fitotóxicos de herbicidas pré-emergentes.
Na de Pelotas, a semeadura alcança 85% da área projetada. As lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, com crescimento acelerado em resposta aos dias ensolarados e à elevação das temperaturas diurnas. O preparo antecipado das áreas, realizado entre março e julho, contribuiu para o avanço expressivo da implantação durante outubro e início de novembro.
Na de Santa Maria, a semeadura ultrapassou 50% da área prevista. As primeiras lavouras implantadas estão recebendo adubação nitrogenada em cobertura com ureia. Na de Santa Rosa, o tempo seco permitiu a continuidade da semeadura. Os rizicultores também acompanham o manejo da água nas lavouras, considerando a possibilidade de precipitações em alto volume, que podem comprometer as taipas. Em Santo Antônio das Missões, foram semeados 52% da área projetada; em Garruchos, 25%; e, em Caibaté, 20%.
Na de Soledade, a semeadura alcança 45% da área prevista, e houve avanço tanto nos sistemas pré-germinados quanto na implantação em solo seco. O predomínio de tempo firme nas duas últimas semanas permitiu recuperar parte do atraso provocado pelo excesso de chuvas. As lavouras implantadas apresentam estande e desenvolvimento inicial satisfatórios.
Comercialização (saca de 50 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,52%, passando de R$ 80,17 para R$ 80,67.
Fonte: Emater/RS
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