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14 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Cummins inicia produção do QSF 2.8 no Brasil, estreia em tratores e amplia soluções integradas para o novo agro – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

O avanço do agronegócio brasileiro elevou o nível de exigência da operação no campo. Produtividade contínua, eficiência energética e alta disponibilidade definem hoje a base da operação, enquanto a tecnologia assume papel central na sustentação do desempenho. A partir dessa realidade, a Cummins Brasil chega à Agrishow 2026, apresentando uma visão integrada para o setor, que conecta motores, soluções de emissões, geração de energia e uma estrutura de suporte ao cliente orientada por dados. O objetivo é responder de forma prática às transformações do chamado “novo agro”, marcado por maior mecanização, exigência ambiental e crescente dependência de energia e conectividade.

A Cummins Brasil amplia sua atuação no agronegócio com dois movimentos estratégicos que marcam a Agrishow 2026: o início da produção nacional do motor QSF 2.8 e a estreia da companhia no segmento de tratores.

“Nosso papel é viabilizar a evolução da mecanização no campo com soluções desenvolvidas para entregar resultado no presente e preparadas para o futuro. A produção nacional e a ampliação da aplicação da nossa engenharia, agora também em novo segmento, refletem essa estratégia de integrar tecnologia, eficiência e confiabilidade em operação”, afirma Maurício Biadola, diretor de Vendas Off-Highway da Cummins Brasil

Nova faixa de potência e produção nacional

Um dos principais destaques da líder em tecnologia na Agrishow 2026 é o início da produção nacional do motor QSF 2.8, que marca a entrada da Cummins em uma nova faixa de potência no Brasil e amplia sua atuação no segmento de equipamentos agrícolas compactos.

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Com potência entre 49 e 74 hp e torque de até 300 Nm, o motor combina alta densidade de potência, dimensões reduzidas e eficiência operacional, atendendo aplicações que exigem robustez e flexibilidade em projetos mais compactos.

O motor estreia no mercado brasileiro com arquitetura de emissões adaptável aos diferentes níveis regulatórios.

Nas aplicações MAR I, opera sem sistemas de pós-tratamento, priorizando simplicidade e robustez. Já preparado para futuros regulamentos, como MAR II ou equivalentes ao Tier 4 Final, pode incorporar soluções como EGR e DOC para redução de emissões, sem a necessidade de sistemas mais complexos, como o uso de Arla 32, nessa configuração.

A produção em Guarulhos (SP) reforça a base industrial da Cummins no País e amplia a integração entre engenharia, manufatura e fabricantes, com desenvolvimento de calibrações específicas para as condições reais de operação no campo.

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Engenharia brasileira na estreia em tratores

A Cummins avança na integração entre motor e equipamento, levando engenharia aplicada diretamente à arquitetura das máquinas agrícolas. Um dos principais exemplos é o cárter estrutural nos motores de 4.5 litros, solução que permite ao motor atuar como parte integrante da estrutura do equipamento.

Esse avanço se materializa na estreia da Cummins em tratores, com a aplicação da tecnologia em uma nova arquitetura de máquina, iniciativa que envolveu simulações estruturais e análises virtuais realizadas na sede da Cummins, em Guarulhos (SP), para assegurar robustez e a viabilidade técnica da solução.

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Motores, emissões e preparação para o futuro regulatório

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No campo da motorização, a Cummins atua com soluções que atendem diferentes aplicações agrícolas, com destaque para plataformas como o motor de 4.5 litros, disponível em versões eletrônica e mecânica, e o B6.7, que evolui em desempenho, alcançando até 295 hp com ganhos relevantes de eficiência de combustível.

Além disso, a líder em tecnologia de energia antecipa a evolução das emissões em máquinas fora de estrada, já consolidada nos principais mercados globais, com soluções preparadas para padrões mais exigentes.

Entre os destaques está o sistema de pós-tratamento Single Module, desenvolvido para atender níveis equivalentes ao Tier 4 Final e Stage V. A tecnologia dialoga diretamente com os próximos ciclos regulatórios esperados para o Brasil, incluindo as discussões relacionadas ao MAR-II. A solução possui arquitetura até 60% menor e 40% mais leve que sistemas convencionais, além de reduzir em até 80% o material particulado e em até 70% os óxidos de nitrogênio (NOx).

“Um avanço regulatório conduzido com previsibilidade e base técnica contribui para reduzir distorções no mercado, fortalecer a competitividade da indústria nacional e ampliar a inserção do Brasil em mercados mais exigentes”, afirma Daniel Malaman, gerente geral da Cummins Emission Solutions. “A convergência com padrões internacionais também abre espaço para ganhos em exportação, reduz barreiras comerciais e impulsiona a inovação no desenvolvimento e na integração das máquinas agrícolas”.

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Energia como infraestrutura estratégica do agro

A geração de energia ganha protagonismo na operação agrícola, impulsionada pelo avanço da agricultura de precisão e pela crescente demanda por eletrificação no campo. Nesse movimento, a Cummins apresenta uma nova etapa em seus grupos geradores, com motores eletrônicos, maior eficiência energética e compatibilidade com misturas de biodiesel de até 20% (B20).

Os equipamentos incorporam soluções antes restritas à linha Rental, voltadas a aplicações severas, como base com contenção de 110% dos fluidos, estrutura reforçada e melhorias que ampliam durabilidade, segurança ambiental e previsibilidade operacional.

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Pós-venda estruturado e orientado por dados

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A estratégia da Cummins para o agronegócio é sustentada por uma estrutura nacional de pós-venda, baseada em capilaridade, inteligência de dados e padronização técnica.

A líder em tecnologia de energia utiliza análises estatísticas para mapear a base instalada e direcionar investimentos em regiões com maior concentração de máquinas, garantindo disponibilidade de peças, capacitação técnica e agilidade no atendimento.

Esse modelo é complementado por um programa nacional de excelência, que acompanha a performance da rede de distribuidores e transforma dados em ações práticas para elevar o nível de serviço ao cliente.

Além disso, a linha de produtos remanufaturados ReCon reforça a estratégia de economia circular, com desempenho equivalente ao de componentes novos, redução de impacto ambiental e ganhos econômicos ao cliente.

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Visão integrada para o futuro do agro

Com presença consolidada em aplicações agrícolas, como o segmento de pulverizadores, a Cummins avança no campo com uma abordagem integrada, que conecta produto, tecnologia e uma estrutura de suporte orientada à disponibilidade. A empresa está presente na rotina do agronegócio brasileiro, apoiando operações que exigem desempenho contínuo, eficiência e confiança para entregar resultado.

Ao integrar soluções que vão do motor à geração de energia, passando por emissões e serviços, a Cummins reforça seu papel como parceira estratégica do setor, contribuindo para uma operação mais eficiente, sustentável e preparada para o futuro.

Uma atuação feita para quem carrega a safra, vive do que produz e faz o agro acontecer todos os dias.

Cummins Brasil

Líder global em energia, possui unidades de negócios complementares que projetam, fabricam e distribuem motores, serviços e tecnologias relacionadas para a um amplo portfólio de soluções de energia. Seu portfólio inclui também sistemas de combustível, turbos, soluções para emissões, eixos, cardans, componentes e sistemas de geração de energia elétrica.

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Presente no país há mais de cinco décadas, produz uma variada gama de motores para diversos segmentos do mercado, entre caminhões de todos os portes, pick-ups, ônibus, aplicações estacionárias, máquinas de construção, equipamentos agrícolas, máquinas para mineração e aplicações marítimas. Possui duas unidades fabris: no município de Guarulhos (SP), onde estão as áreas de motores, geradores, turbos e soluções de emissões.

Já em Osasco (SP), a Cummins Drivetrain and Braking Systems (CDBS) produz eixos, cardans e componentes para veículos comerciais e fora-de-estrada. Para mais informações, acesse ao nosso site www.cummins.com.br

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Exportações de soja avançam e milho ganha espaço no mercado interno – MAIS SOJA

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As exportações de soja de Mato Grosso do Sul mantiveram desempenho positivo em agosto de 2026. O Estado embarcou 530,5 mil toneladas, volume 36,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em valores, as vendas externas chegaram a US$ 239,1 milhões, alta de 48,9% na comparação anual. O resultado ficou acima do desempenho nacional, que registrou queda de 3,2% no volume exportado e crescimento de 5% em valores no mesmo período.

O desempenho confirma a importância da soja para o comércio exterior sul-mato-grossense. A China permanece como principal destino, concentrando 81,2% das exportações do produto, seguida por Vietnã e Paquistão.

Embora agosto tenha apresentado redução de 43,1% no volume embarcado em relação a julho, o resultado anual permanece positivo e coloca a soja entre os principais produtos da pauta exportadora do Estado.

“A soja continua apresentando um desempenho bastante relevante nas exportações de Mato Grosso do Sul, com crescimento superior ao observado no cenário nacional”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho.

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Milho muda de destino e fortalece o processamento dentro de MS

Em agosto, Mato Grosso do Sul exportou 100,1 mil toneladas de milho, ante 498 mil toneladas no mesmo período de 2025. Em valores, os embarques passaram de US$ 99 milhões para US$ 21,7 milhões.

Apesar da redução nas exportações, o movimento revela uma transformação na dinâmica do cereal dentro da economia estadual. O boletim econômico da Aprosoja/MS aponta que o milho está apresentando atraso no período de exportação, mas também destaca uma mudança: o grão passa a ser direcionado como matéria-prima para transformação dentro do Estado.

Na avaliação de Linneu, esse processo representa uma oportunidade de agregação de valor à produção sul-mato-grossense.

“Parte da produção que antes poderia seguir diretamente para outros países passa a encontrar demanda em Mato Grosso do Sul, como matéria-prima para processos de transformação. Isso fortalece o mercado interno, movimenta a indústria e agrega valor à produção estadual”.

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O cenário também ajuda a explicar por que os números de exportação precisam ser analisados em conjunto com a evolução da atividade industrial.

“O milho está deixando de ser visto somente como um produto para exportação e passa a ocupar uma posição importante como insumo para a indústria. É um movimento positivo porque cria novas possibilidades de mercado para o produtor e aproxima a produção agrícola das cadeias de transformação que estão se desenvolvendo no Estado”, destaca o analista.

Celulose assume liderança nas exportações

A mudança na dinâmica dos grãos ocorre em um cenário de diversificação da pauta exportadora de Mato Grosso do Sul. Em agosto, a celulose assumiu pela primeira vez a liderança entre os produtos exportados pelo Estado, com participação de 32,3% do total. Soja e resíduos ficaram em segundo lugar, com 28%, seguidos pela carne bovina, com 15,5%.

Balança comercial mantém superávit

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O desempenho das exportações contribuiu para que Mato Grosso do Sul mantivesse um saldo positivo na balança comercial. Em agosto, o Estado registrou superávit de US$ 801 milhões, resultado de US$ 978 milhões em exportações ante US$ 176 milhões em importações.

Entre os produtos importados, o gás natural liderou, seguido por cobre e equipamentos industriais. A ureia apareceu na quarta posição, representando 3,2% das importações. O boletim destaca que a presença do fertilizante entre os principais produtos importados sinaliza a busca do Estado por atender à demanda de insumos necessária à produção agrícola.

Os dados integram os boletins de Exportações e Balança Comercial de Mato Grosso do Sul, elaborados pela equipe econômica da Aprosoja/MS com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e do ComexStat.

Acesse os boletins clicando aqui e depois aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Falta de lotes de qualidade de trigo sustenta preços no Paraná e no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo atravessou a semana sob negociações pontuais e preços pouco homogêneos. A dificuldade para encontrar lotes aumentou, especialmente de qualidade adequada à moagem.

No Paraná, o mercado permaneceu praticamente travado ao longo da semana, com poucas ofertas e compradores em busca de trigo. O tempo abriu na segunda e na terça-feira, mas a previsão de novas chuvas até domingo manteve as incertezas sobre a qualidade dos próximos lotes, parte do cereal já colhido apresentou problemas associados a doenças como a brusone.

No início da semana, a pressão de curto prazo no Norte do estado estava ligada à falta de espaço para armazenagem, depois que a safra recorde de milho safrinha ocupou parte relevante da capacidade disponível. “Produtores com necessidade de liberar estruturas encontram menor poder de negociação, enquanto moinhos capazes de receber trigo diretamente da lavoura pressionam por melhores condições de compra”, explicou o analista de Safras & Mercado Elcio Bento.

Ao longo da semana, porém, essa leitura foi cedendo lugar a um discurso diferente: a pressão pela necessidade de armazenagem foi tratada como pontual, e o principal entrave passou a ser a falta de oferta, sobretudo de trigo com qualidade. “A avaliação é de que os moinhos poderão precisar elevar as ofertas para atrair vendedores”, disse o analista Thiago Oleto na quinta-feira (10).

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Nos preços, negócios no Norte do Paraná foram fechados próximos de R$ 1.500/t FOB, com vendedores pedindo valores acima desse patamar. Nos Campos Gerais, moinhos indicaram R$ 1.550/t CIF, equivalente a cerca de R$ 1.480 a R$ 1.500/t FOB. Para entrega imediata, as indicações giravam em torno de R$ 1.500/t CIF, recuando para R$ 1.450/t em outubro e R$ 1.400/t em novembro nos negócios futuros – patamares nos quais, segundo Bento, “praticamente não há interesse dos produtores nas vendas futuras”.

No Rio Grande do Sul, a liquidez seguiu reduzida diante do distanciamento entre compradores e vendedores. Moinhos sinalizaram interesse próximo de R$ 1.400/t, enquanto vendedores pediram R$ 1.500/t. “Um eventual equilíbrio poderia ocorrer ao redor de R$ 1.450 por tonelada, mas, por enquanto, não há disposição efetiva de compradores ou vendedores nesse nível”, observou Oleto.

A referência FOB interior, ainda vinculada à safra velha, avançou 5,7% na semana e 9,1% no mês, acumulando alta de 39,0% em 2026 e de 14,3% frente ao mesmo período do ano passado, reflexo, segundo os analistas, da menor disponibilidade de trigo no estado. A influência da safra nova só deve aumentar a partir de outubro, com a aproximação da colheita.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de arroz mantém firmeza, mas valorização perde intensidade com menor procura – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz manteve a trajetória altista nesta semana, porém com perda de velocidade, sinalizando transição de uma fase de valorização para acomodação em patamar elevado. A afirmação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

“Na origem, produtores capitalizados permanecem firmes, restringindo ofertas e aguardando melhores condições”, explica o analista. A necessidade financeira continua sendo o principal mecanismo de abertura de lotes, fazendo surgir negócios pontuais sem caracterizar aumento estrutural da disponibilidade.

Assim, pondera o consultor, a retenção na fonte segue limitando o potencial de correção baixista. “Na ponta compradora, parte das indústrias reduziu a procura após recompor estoques nas últimas semanas”, acrescenta.

Essa postura diminui a pressão de compra e explica a desaceleração dos reajustes, mas não configura excesso de matéria-prima. “A queda de braço permanece concentrada na diferença entre as pedidas dos vendedores e a capacidade de pagamento por parte das unidades de beneficiamento”, destaca Oliveira.

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A entrada de indústrias do Centro-Oeste, por sua vez, adiciona concorrência regional e pode elevar a disputa por lotes disponíveis, especialmente onde a oferta já é restrita.

O vetor baixista está concentrado na menor necessidade industrial de reposição, enquanto os altistas permanecem na oferta restrita, retenção e concorrência interestadual. Para o analista, o ponto decisivo será a duração dessa combinação: se a indústria retornar antes de o produtor ampliar vendas, a valorização pode recuperar intensidade; se a procura permanecer contida e compromissos financeiros aumentarem a oferta, o mercado tende à estabilidade ou correção moderada.

O Indicador Safras do arroz em casca no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotado a R$ 81,56, alta de 1,22% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço foi de 11,95%. Em relação a 2025, a valorização atingiu 22,46%.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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