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31 de julho de 2026

Sustentabilidade

Cummins inicia produção do QSF 2.8 no Brasil, estreia em tratores e amplia soluções integradas para o novo agro – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

O avanço do agronegócio brasileiro elevou o nível de exigência da operação no campo. Produtividade contínua, eficiência energética e alta disponibilidade definem hoje a base da operação, enquanto a tecnologia assume papel central na sustentação do desempenho. A partir dessa realidade, a Cummins Brasil chega à Agrishow 2026, apresentando uma visão integrada para o setor, que conecta motores, soluções de emissões, geração de energia e uma estrutura de suporte ao cliente orientada por dados. O objetivo é responder de forma prática às transformações do chamado “novo agro”, marcado por maior mecanização, exigência ambiental e crescente dependência de energia e conectividade.

A Cummins Brasil amplia sua atuação no agronegócio com dois movimentos estratégicos que marcam a Agrishow 2026: o início da produção nacional do motor QSF 2.8 e a estreia da companhia no segmento de tratores.

“Nosso papel é viabilizar a evolução da mecanização no campo com soluções desenvolvidas para entregar resultado no presente e preparadas para o futuro. A produção nacional e a ampliação da aplicação da nossa engenharia, agora também em novo segmento, refletem essa estratégia de integrar tecnologia, eficiência e confiabilidade em operação”, afirma Maurício Biadola, diretor de Vendas Off-Highway da Cummins Brasil

Nova faixa de potência e produção nacional

Um dos principais destaques da líder em tecnologia na Agrishow 2026 é o início da produção nacional do motor QSF 2.8, que marca a entrada da Cummins em uma nova faixa de potência no Brasil e amplia sua atuação no segmento de equipamentos agrícolas compactos.

Com potência entre 49 e 74 hp e torque de até 300 Nm, o motor combina alta densidade de potência, dimensões reduzidas e eficiência operacional, atendendo aplicações que exigem robustez e flexibilidade em projetos mais compactos.

O motor estreia no mercado brasileiro com arquitetura de emissões adaptável aos diferentes níveis regulatórios.

Nas aplicações MAR I, opera sem sistemas de pós-tratamento, priorizando simplicidade e robustez. Já preparado para futuros regulamentos, como MAR II ou equivalentes ao Tier 4 Final, pode incorporar soluções como EGR e DOC para redução de emissões, sem a necessidade de sistemas mais complexos, como o uso de Arla 32, nessa configuração.

A produção em Guarulhos (SP) reforça a base industrial da Cummins no País e amplia a integração entre engenharia, manufatura e fabricantes, com desenvolvimento de calibrações específicas para as condições reais de operação no campo.

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Engenharia brasileira na estreia em tratores

A Cummins avança na integração entre motor e equipamento, levando engenharia aplicada diretamente à arquitetura das máquinas agrícolas. Um dos principais exemplos é o cárter estrutural nos motores de 4.5 litros, solução que permite ao motor atuar como parte integrante da estrutura do equipamento.

Esse avanço se materializa na estreia da Cummins em tratores, com a aplicação da tecnologia em uma nova arquitetura de máquina, iniciativa que envolveu simulações estruturais e análises virtuais realizadas na sede da Cummins, em Guarulhos (SP), para assegurar robustez e a viabilidade técnica da solução.

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Motores, emissões e preparação para o futuro regulatório

No campo da motorização, a Cummins atua com soluções que atendem diferentes aplicações agrícolas, com destaque para plataformas como o motor de 4.5 litros, disponível em versões eletrônica e mecânica, e o B6.7, que evolui em desempenho, alcançando até 295 hp com ganhos relevantes de eficiência de combustível.

Além disso, a líder em tecnologia de energia antecipa a evolução das emissões em máquinas fora de estrada, já consolidada nos principais mercados globais, com soluções preparadas para padrões mais exigentes.

Entre os destaques está o sistema de pós-tratamento Single Module, desenvolvido para atender níveis equivalentes ao Tier 4 Final e Stage V. A tecnologia dialoga diretamente com os próximos ciclos regulatórios esperados para o Brasil, incluindo as discussões relacionadas ao MAR-II. A solução possui arquitetura até 60% menor e 40% mais leve que sistemas convencionais, além de reduzir em até 80% o material particulado e em até 70% os óxidos de nitrogênio (NOx).

“Um avanço regulatório conduzido com previsibilidade e base técnica contribui para reduzir distorções no mercado, fortalecer a competitividade da indústria nacional e ampliar a inserção do Brasil em mercados mais exigentes”, afirma Daniel Malaman, gerente geral da Cummins Emission Solutions. “A convergência com padrões internacionais também abre espaço para ganhos em exportação, reduz barreiras comerciais e impulsiona a inovação no desenvolvimento e na integração das máquinas agrícolas”.

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Energia como infraestrutura estratégica do agro

A geração de energia ganha protagonismo na operação agrícola, impulsionada pelo avanço da agricultura de precisão e pela crescente demanda por eletrificação no campo. Nesse movimento, a Cummins apresenta uma nova etapa em seus grupos geradores, com motores eletrônicos, maior eficiência energética e compatibilidade com misturas de biodiesel de até 20% (B20).

Os equipamentos incorporam soluções antes restritas à linha Rental, voltadas a aplicações severas, como base com contenção de 110% dos fluidos, estrutura reforçada e melhorias que ampliam durabilidade, segurança ambiental e previsibilidade operacional.

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Pós-venda estruturado e orientado por dados

A estratégia da Cummins para o agronegócio é sustentada por uma estrutura nacional de pós-venda, baseada em capilaridade, inteligência de dados e padronização técnica.

A líder em tecnologia de energia utiliza análises estatísticas para mapear a base instalada e direcionar investimentos em regiões com maior concentração de máquinas, garantindo disponibilidade de peças, capacitação técnica e agilidade no atendimento.

Esse modelo é complementado por um programa nacional de excelência, que acompanha a performance da rede de distribuidores e transforma dados em ações práticas para elevar o nível de serviço ao cliente.

Além disso, a linha de produtos remanufaturados ReCon reforça a estratégia de economia circular, com desempenho equivalente ao de componentes novos, redução de impacto ambiental e ganhos econômicos ao cliente.

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Visão integrada para o futuro do agro

Com presença consolidada em aplicações agrícolas, como o segmento de pulverizadores, a Cummins avança no campo com uma abordagem integrada, que conecta produto, tecnologia e uma estrutura de suporte orientada à disponibilidade. A empresa está presente na rotina do agronegócio brasileiro, apoiando operações que exigem desempenho contínuo, eficiência e confiança para entregar resultado.

Ao integrar soluções que vão do motor à geração de energia, passando por emissões e serviços, a Cummins reforça seu papel como parceira estratégica do setor, contribuindo para uma operação mais eficiente, sustentável e preparada para o futuro.

Uma atuação feita para quem carrega a safra, vive do que produz e faz o agro acontecer todos os dias.

Cummins Brasil

Líder global em energia, possui unidades de negócios complementares que projetam, fabricam e distribuem motores, serviços e tecnologias relacionadas para a um amplo portfólio de soluções de energia. Seu portfólio inclui também sistemas de combustível, turbos, soluções para emissões, eixos, cardans, componentes e sistemas de geração de energia elétrica.

Presente no país há mais de cinco décadas, produz uma variada gama de motores para diversos segmentos do mercado, entre caminhões de todos os portes, pick-ups, ônibus, aplicações estacionárias, máquinas de construção, equipamentos agrícolas, máquinas para mineração e aplicações marítimas. Possui duas unidades fabris: no município de Guarulhos (SP), onde estão as áreas de motores, geradores, turbos e soluções de emissões.

Já em Osasco (SP), a Cummins Drivetrain and Braking Systems (CDBS) produz eixos, cardans e componentes para veículos comerciais e fora-de-estrada. Para mais informações, acesse ao nosso site www.cummins.com.br

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

“Você investe na adubação e depois perde a eficiência porque economizou no mais barato, o calcário?” – MAIS SOJA

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A questão da eficiência no plantio ganhou força nos últimos anos, com a busca dos agricultores pela redução de custos operacionais, em um cenário os valores mais ajustados no mercado mundial dos principais produtos agrícolas cultivados no Brasil.

Nessa disputa, ganhou força nos últimos dias o debate sobre a prática de investir recursos na adubação, sem a devida correção da acidez do solo feita antecipadamente.

A participação do Jorge Martelli, empresário da indústria de calcário e fertilizantes no estado do Paraná, em um podcast e o comentário sobre uma de suas falas viralizaram no Instagram.

“Não vou usar o calcário”, que é a matéria-prima mais barata. Pô, mas se você não fizer a correção do pH, você vai perder 30%, 40% das vezes do fósforo que tá lá. Quanto tá custando esse fósforo? É a matéria-prima mais econômica que a gente tem e com resultado mais efetivo. Então assim, é o ano do cara… o cara não pode jamais falar um negócio desse: “esse ano eu não vou usar [calcário].”

A influencer Kerolém Cardoso, do perfil AgroMapa Mentais, fez um react disparando:

– “Presta atenção aqui, tá? Não adianta você investir em fósforo se o teu solo não permite que a tua planta aproveite esse nutriente da melhor forma. Ponto, é isso!”, afirma.

Engenheira agrônoma com doutorado na área, Kérolem tem 126 mil seguidores. Ela completa a análise:

– “Quando o pH tá muito baixo, ele aumenta a presença aqui de alumínio e ferro livres no solo. Esse fósforo então vai reagir com esses elementos e vai formar compostos de baixa solubilidade, ou seja, o fósforo continua no solo, mas uma parte dele aqui vai deixar de tá disponível pra planta, entendeu? Então pensa comigo: você investe numa adubação fosfatada e depois perde a eficiência porque economizou justamente no insumo mais barato da correção, que é o calcário, entendeu?”

Clique aqui e veja a postagem que viralizou no Instagram.

Quer assistir ao podcast na íntegra com a participação do Jorge? Clique aqui.

Fonte: Abracal



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Sustentabilidade

Trigo fecha em alta em Chicago com ataques a terminal de exportação da Rússia – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (30) em alta. O mercado foi impulsionado pelo agravamento das tensões na região do Mar Negro, após ataques ucranianos provocarem danos a um importante terminal russo de exportação de grãos, renovando as preocupações com a oferta global.

Segundo a Reuters, drones ucranianos atingiram um terminal de exportação de grãos no porto de Taman, na região russa de Krasnodar, causando danos significativos à estrutura. O terminal pertence à Demetra, uma das maiores empresas agrícolas da Rússia, com capacidade para movimentar 5 milhões de toneladas de grãos. Fontes também informaram que uma instalação de exportação de óleo de girassol no porto foi atingida, embora os danos tenham sido considerados limitados.

A escalada do conflito também manteve interrompida a navegação no Mar de Azov e no Estreito de Kerch, obrigando a Rússia a redirecionar os embarques para portos no Mar Negro. Analistas internacionais avaliaram que o trigo foi a commodity agrícola que mais reagiu a essa nova rodada de tensão, diante do impacto sobre a logística de exportação russa, embora os reflexos também possam atingir milho, óleos vegetais e outros grãos.

O mercado ainda repercutiu os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas líquidas de trigo da safra 2026/27 somaram 285.200 toneladas na semana encerrada em 23 de julho, com destaque para a comercialização de 70 mil toneladas ao México. O volume ficou dentro da expectativa dos analistas, que variava entre 200 mil e 500 mil toneladas.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,63 1/2 por bushel, com alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,41%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,81 1/2 por bushel, com avanço de 3,75 centavos de dólar, ou 0,55%.

Autor/Fonte: Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Mercado de defensivos para arroz irrigado movimenta R$ 262 milhões, com ligeira queda frente à safra anterior – MAIS SOJA

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Principal empresa de pesquisas para o agronegócio, a Kynetec Brasil acaba de divulgar o estudo FarmTrak Arroz Irrigado da safra 2025-26. Conforme o levantamento, o mercado de defensivos agrícolas da cultura caiu 2%, para US$ 262 milhões, contra US$ 267 milhões do período anterior. Segundo o especialista em pesquisas da consultoria, Gabriel Baracat Pedroso, o ligeiro recuo veio associado, principalmente, a reduções de 6% na área cultivada (1,146 milhão de hectares) e de 7% nos custos de aplicação.

De acordo com o executivo, a variação negativa nas transações só não foi mais representativa face ao progressivo aumento do número médio de tratamentos adotado pelos produtores. “Eram 16 em 2023-2024 e subiram para 19 em 2025-26, alta de 10% ante 2024-25, compensando demais fatores desfavoráveis”, adianta Pedroso.

O indicador PAT ou área potencial tratada – totaliza as aplicações de produtos realizadas na safra – cresceu 4%, para 21,967 milhões de hectares.Conforme o especialista, dessecação de plantio, controle das doenças brusone e manchas foliares, além de lagartas, compreenderam os manejos que mais influenciaram no resultado do mercado de defensivos para arroz irrigado em 2025-26.

Aplicações contra manchas foliares alcançaram 1/3 da área cultivada, enquanto o emprego de lagarticidas cobriu 60% do total plantado. Neste caso, o número médio de tratamentos saltou de 1,9 para 2,4 em apenas um ano, variação atribuída pelo FarmTrak, em parte, a dificuldades para o produtor manter a chamada ‘lâmina d´água’ em algumas regiões do país.

“Ano após ano, os desafios à produção se intensificam”, continua Pedroso. “Manejos se tornam mais complexos, robustos e onerosos ao agricultor, frente a pressões crescentes de pragas, doenças, plantas daninhas e da perda de eficácia de ativos químicos e biotecnologias”, ele explica. “As margens do produtor estão apertadas, pois, concomitantemente, o preço da ‘commodity’ passa pelos mais baixos valores desde 2020.”

Ranking de produtos

Por mais uma safra, os herbicidas aparecem no levantamento da Kynetec na primeira posição entre os defensivos mais demandados pelo produtor. Corresponderam a 65% do mercado ou US$ 170 milhões, comparados a US$ 175 milhões do período 2024-25. Os fungicidas vêm a seguir, com vendas de US$ 43 milhões ou 16%, ante US$ 46 milhões da temporada passada.

Inseticidas e produtos para tratamento de sementes ocupam a terceira e a quarta posições: US$ 19 milhões e US$ 15 milhões, com 7% e 6% do mercado, respectivamente, valores praticamente estáveis em relação a 2024-25. Outros produtos fecham o levantamento da Kynetec: 5% ou US$ 15 milhões.

Ainda de acordo com Gabriel Pedroso, o FarmTrak Arroz Irrigado resultou de quase 380 entrevistas, realizadas pessoalmente com rizicultores das principais regiões produtoras do país: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

Sobre a Kynetec

A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Mais informações  clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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