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31 de julho de 2026

Sustentabilidade

Rede Zarc comemora 30 anos de colaboração na mitigação em perdas agrícolas

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No dia 28 de abril, primeiro dia da 9ª Reunião da Rede Zarc Embrapa, em Brasília/DF, equipes de 34 Unidades da Embrapa e de outras instituições de pesquisa, representantes de seguradoras, do Mapa, do Banco Central e de organizações do setor produtivo reuniram-se em reunião nacional para comemorar os 30 anos do Programa Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) no País. A tecnologia contribui com a mitigação de perdas agrícolas com gestão integrada a políticas públicas.

Na abertura, os parceiros do Programa – Embrapa, Ministério da Agricultura e Pecuária, Banco Central e Sistema OCB – deram às boas-vindas aos presentes. A presidente Silvia Massruhá parabenizou todos os parceiros pelos 30 anos do Zarc e lembrou que houve um trabalho conjunto para revitalizar o Programa há 11 anos como politica pública estratégica para o Brasil. “O Zarc é um modelo institucional de política pública de inteligência estratégica para o País e traz hoje uma dimensão como base para a política da Jornada Verde, pensando como os produtores rurais podem se beneficiar de créditos de carbono e serviços ambientais”, disse.

A presidente lembrou que a Embrapa lançou o Balanço Social 2025 nos 53 anos da Empresa neste ano, sendo o Zarc uma das 200 tecnologias que colaborou para que a cada R$ 1 investido na Embrapa a instituição tenha retornado R$ 27 à sociedade brasileira. “O PIB Agrícola brasileiro foi de R$ 725 bilhões e o impacto da Embrapa foi cerca de 17% no PIB. O maior beneficiário é o produto rural, que traz as demandas e ajuda a validar a tecnologia, uma parceria muito importante”, concluiu.

Claudio Filgueiras Pacheco Moreira, chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro (Derop) no Banco Central do Brasil, se diz satisfeito pelo Zarc ter se tornado uma política pública consolidada. “Isso mostra o quanto a tecnologia é importante e faz de nossa agricultura mais pujante. Queremos que o Zarc evolua e se consolide cada vez mais. Se o Banco Central evoluiu muito na prática de crédito rural, isso se deve à Embrapa. Parabenizamos a Embrapa pela grande evolução tecnológica, pelo brilhante programa”.

O coordenador do Ramo Agropecuário do Sistema OCB, Rodolfo Jordão da Silva Filho, afirmou que a entidade trata o Zarc como ferramenta como política pública casada com um modelo de negócio “para dar retorno para a ponta da cadeia produtiva, não somente para as obrigações do crédito e seguro rurais”. Segundo ele, o corpo técnico de mais de 9 mil profissionais da OCB participa dos projetos. “O Zarc como instrumento deve ter cada vez mais protagonismo”, disse.

Para finalizar a mesa de abertura, Guilherme Campos, secretário de Política Agrícola do Mapa, falou que é necessário fornecer mais condições para que o trabalho no campo seja menos arriscado e mais produtivo para o produtor rural. “Tudo que é feito de protagonismo agrícola no mundo é graças a iniciativas como essas da Embrapa. Que esse seja o primeiro ciclo de 30 anos de outros que virão”. Campos também salientou a necessidade de mais divulgação do Zarc para a sociedade brasileira. “Precisamos dar publicidade, cada vez maior, também para o cidadão comum” e agradeceu: “Obrigado a todos pelo trabalho, talento e qualidade do que é entregue”.

Trajetória de 30 anos

Em seguida, os participantes assistiram à palestra “A trajetória dos 30 anos do Zarc”, ministrada pelo coordenador da Rede Zarc Embrapa, pesquisador Eduardo Monteiro. Ele mostrou que as primeiras avaliações de risco nas culturas começaram antes de 1996. Na década de 1990, o ministro da agricultura da época conheceu as primeiras avaliações de risco em culturas na Embrapa Arroz e Feijão, vendo a importância do projeto de redução de riscos climáticos em 1995/1996 realizado pela Embrapa e instituições parceiras.

Com a introdução do Zoneamento Agrícola, houve um impacto significativo, mostrando redução de 70% no índice médio de perdas no conjunto de contratos que seguiam o Zarc em comparação ao total de contratos. “Qualquer redução de 20% de perdas já representa uma economia na casa dos bilhões de reais”, de acordo com o pesquisador.

O pesquisador recordou que o Zarc ficou por alguns anos apartados da Embrapa, de 2003 a 2015. Em 2015, o operacional retornou para Embrapa, com trabalhos de atualização partindo praticamente do zero. Na época, a então chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária (hoje, Agricultura Digital), Silvia Massruhá, “deu apoio necessário e graças a isso estamos aqui hoje. E o passivo já foi praticamente todo superado”, garantiu.

Monteiro refere-se à Rede Zarc como “todo o ambiente de relacionamento, interação e colaboração, em que o corpo técnico de P&D se aproxima dos desafios do Proagro, do seguro rural, do PCR do Mapa, em um ambiente propício para inovação. Com isso, para cada demanda identificada e priorizada, entregamos um resultado concreto de 18 a 24 meses para ser operacionalizado no programa agrícola, a exemplo do Zarc Pecuário, Zarc produtividade e Zarc Níveis de Manejo”, explicou.

ZarcNM

Atualmente, o Programa Zarc está operacionalizando em 49 culturas no Proagro, crédito e seguro rural. “Esta é uma oportunidade de evoluir para o Zarc de segunda geração, mais exigente, o ZarcNM”, disse Monteiro.

Segundo o pesquisador, o Zarc Níves de Manejo (ZarcNM) marca o início de um processo de transição do Zarc tradicional para uma estratégia em que se possa ter produtividade, apesar do risco. Enquanto o Zarc tradicional avalia o risco com base no clima, solo e ciclo da cultura, o ZarcNM incorpora a análise da qualidade do manejo do solo como um dos fatores que colaboram para reduzir os danos por riscos climáticos.

O ZarcNM é uma maneira objetiva de quantificar a redução de risco a partir do aprimoramento do manejo. Ele proporciona uma quantificação individualizada por gleba e talhão. “É um mecanismo de indução da sustentabilidade, porque evidencia como alcançar a estabilidade da produção, do carbono do solo e da manutenção de água no solo e, com isso, procura premiar mais áreas com menos risco”, disse Eduardo Monteiro.

O pesquisador exemplificou como funciona a análise dos níveis de manejo dentro do Zarc com  a grande seca que ocorreu em 2022, considerada a pior dos últimos anos, com recordes de perdas na agricultura e de acionamento do Proagro.  “A equipe de pesquisa da Embrapa Agropecuária Oeste [Dourados, MS] monitorou áreas de Níveis de Manejo 1 (NM1) e as perdas chegaram a 90%, e em áreas vizinhas com NM4 a perda chegou a 20%. No Sul do País, a Embrapa Soja verificou que em áreas com bons níveis de manejo, a produtividade foi 43% superior a áreas com deficiência de manejo”, relatou.

O ZarcNM está em fase de testes com a cultura da soja no Paraná, e o projeto piloto expandiu para o Sul do Brasil e para o estado de Mato Gross do Sul. “Vamos ter que treinar e capacitar o setor produtivo, validação no campo em todo o Brasil. Depois vamos levar para o milho, trigo e assim por diante. Enquanto isso, o Zarc tradicional tem que existir enquanto se faz a transição. Precisamos fazer isso de forma planejada e calculada para que dê certo”, alertou.

O pesquisador finalizou a palestra dizendo que para seguirem com a expansão do Zarc, “é preciso, em primeiro lugar, encontrar modelo de financiamento compatível para que essa inovação atenda aos requisitos do Proagro, crédito rural e seguro rural. E, em segundo lugar, precisamos mudar como fazemos parcerias com outras instituições. E, assim, consolidar e seguir na trilha de desenvolvimento”.

Homenagens

Profissionais que fizeram e fazem parte do desenvolvimento do Programa Zarc foram homenageados pela Embrapa por seus trabalhos dedicados à evolução contínua da tecnologia. Da equipe da Embrapa foram homenageados Aderson Soares de Andrade Junior (pesquisador da Embrapa Meio-Norte), Aldemir Pazinatto (analista da Embrapa Trigo), Balbino Evangelista (analista da Embrapa Cerrados), Fernando Antonio Macena da Silva (pesquisador Embrapa Cerrados), Ivan Rodrigues de Almeida (pesquisador Embrapa Agricultura Digital), José Renato Bolças Farias (pesquisador Embrapa Soja), Silvando Carlos da Silva (pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão), Silvio Steinmetz (pesquisador aposentado da Embrapa Clima Temperado) e Gilberto Rocca da Cunha (pesquisador da Embrapa Trigo).

Das instituições, foram laureadas as alianças estratégicas pilares para modernização, aprimoramento e expansão do Zarc nas pessoas de Claudio Filgueiras Pacheco Moreira, chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro (Derop) no Banco Central do Brasil; Pedro Loyola, coordenador do Observatório do Seguro Rural; Hugo Borges Rodrigues, coordenador-geral de Risco Agropecuário do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Programação técnica

Durante os três dias, de 28 a 30 de abril, os mais de cem profissionais das equipes da Embrapa discutirão a gestão de risco climático a partir da experiência de diferentes atores sobre desafios institucionais, desafios técnicos e científicos, ações da Embrapa no Programa Zarc e projetos de pesquisa. Os temas estão sendo apresentados por representantes do Banco Central, Mapa, Federação das Seguradoras (Fenseg), CNA, Observatório do Crédito e Seguro Rural/FGV, OCB, Emater-RS e Associação Paranaense das Empresas de Planejamento Agropecuário (Apepa).

O que se espera com a reunião técnica é fomentar a adaptação e resiliência da agricultura brasileira em larga escala.

Fonte: Embrapa


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Sustentabilidade

“Você investe na adubação e depois perde a eficiência porque economizou no mais barato, o calcário?” – MAIS SOJA

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A questão da eficiência no plantio ganhou força nos últimos anos, com a busca dos agricultores pela redução de custos operacionais, em um cenário os valores mais ajustados no mercado mundial dos principais produtos agrícolas cultivados no Brasil.

Nessa disputa, ganhou força nos últimos dias o debate sobre a prática de investir recursos na adubação, sem a devida correção da acidez do solo feita antecipadamente.

A participação do Jorge Martelli, empresário da indústria de calcário e fertilizantes no estado do Paraná, em um podcast e o comentário sobre uma de suas falas viralizaram no Instagram.

“Não vou usar o calcário”, que é a matéria-prima mais barata. Pô, mas se você não fizer a correção do pH, você vai perder 30%, 40% das vezes do fósforo que tá lá. Quanto tá custando esse fósforo? É a matéria-prima mais econômica que a gente tem e com resultado mais efetivo. Então assim, é o ano do cara… o cara não pode jamais falar um negócio desse: “esse ano eu não vou usar [calcário].”

A influencer Kerolém Cardoso, do perfil AgroMapa Mentais, fez um react disparando:

– “Presta atenção aqui, tá? Não adianta você investir em fósforo se o teu solo não permite que a tua planta aproveite esse nutriente da melhor forma. Ponto, é isso!”, afirma.

Engenheira agrônoma com doutorado na área, Kérolem tem 126 mil seguidores. Ela completa a análise:

– “Quando o pH tá muito baixo, ele aumenta a presença aqui de alumínio e ferro livres no solo. Esse fósforo então vai reagir com esses elementos e vai formar compostos de baixa solubilidade, ou seja, o fósforo continua no solo, mas uma parte dele aqui vai deixar de tá disponível pra planta, entendeu? Então pensa comigo: você investe numa adubação fosfatada e depois perde a eficiência porque economizou justamente no insumo mais barato da correção, que é o calcário, entendeu?”

Clique aqui e veja a postagem que viralizou no Instagram.

Quer assistir ao podcast na íntegra com a participação do Jorge? Clique aqui.

Fonte: Abracal



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Sustentabilidade

Trigo fecha em alta em Chicago com ataques a terminal de exportação da Rússia – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (30) em alta. O mercado foi impulsionado pelo agravamento das tensões na região do Mar Negro, após ataques ucranianos provocarem danos a um importante terminal russo de exportação de grãos, renovando as preocupações com a oferta global.

Segundo a Reuters, drones ucranianos atingiram um terminal de exportação de grãos no porto de Taman, na região russa de Krasnodar, causando danos significativos à estrutura. O terminal pertence à Demetra, uma das maiores empresas agrícolas da Rússia, com capacidade para movimentar 5 milhões de toneladas de grãos. Fontes também informaram que uma instalação de exportação de óleo de girassol no porto foi atingida, embora os danos tenham sido considerados limitados.

A escalada do conflito também manteve interrompida a navegação no Mar de Azov e no Estreito de Kerch, obrigando a Rússia a redirecionar os embarques para portos no Mar Negro. Analistas internacionais avaliaram que o trigo foi a commodity agrícola que mais reagiu a essa nova rodada de tensão, diante do impacto sobre a logística de exportação russa, embora os reflexos também possam atingir milho, óleos vegetais e outros grãos.

O mercado ainda repercutiu os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas líquidas de trigo da safra 2026/27 somaram 285.200 toneladas na semana encerrada em 23 de julho, com destaque para a comercialização de 70 mil toneladas ao México. O volume ficou dentro da expectativa dos analistas, que variava entre 200 mil e 500 mil toneladas.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,63 1/2 por bushel, com alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,41%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,81 1/2 por bushel, com avanço de 3,75 centavos de dólar, ou 0,55%.

Autor/Fonte: Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Agência Safras)

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Mercado de defensivos para arroz irrigado movimenta R$ 262 milhões, com ligeira queda frente à safra anterior – MAIS SOJA

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Principal empresa de pesquisas para o agronegócio, a Kynetec Brasil acaba de divulgar o estudo FarmTrak Arroz Irrigado da safra 2025-26. Conforme o levantamento, o mercado de defensivos agrícolas da cultura caiu 2%, para US$ 262 milhões, contra US$ 267 milhões do período anterior. Segundo o especialista em pesquisas da consultoria, Gabriel Baracat Pedroso, o ligeiro recuo veio associado, principalmente, a reduções de 6% na área cultivada (1,146 milhão de hectares) e de 7% nos custos de aplicação.

De acordo com o executivo, a variação negativa nas transações só não foi mais representativa face ao progressivo aumento do número médio de tratamentos adotado pelos produtores. “Eram 16 em 2023-2024 e subiram para 19 em 2025-26, alta de 10% ante 2024-25, compensando demais fatores desfavoráveis”, adianta Pedroso.

O indicador PAT ou área potencial tratada – totaliza as aplicações de produtos realizadas na safra – cresceu 4%, para 21,967 milhões de hectares.Conforme o especialista, dessecação de plantio, controle das doenças brusone e manchas foliares, além de lagartas, compreenderam os manejos que mais influenciaram no resultado do mercado de defensivos para arroz irrigado em 2025-26.

Aplicações contra manchas foliares alcançaram 1/3 da área cultivada, enquanto o emprego de lagarticidas cobriu 60% do total plantado. Neste caso, o número médio de tratamentos saltou de 1,9 para 2,4 em apenas um ano, variação atribuída pelo FarmTrak, em parte, a dificuldades para o produtor manter a chamada ‘lâmina d´água’ em algumas regiões do país.

“Ano após ano, os desafios à produção se intensificam”, continua Pedroso. “Manejos se tornam mais complexos, robustos e onerosos ao agricultor, frente a pressões crescentes de pragas, doenças, plantas daninhas e da perda de eficácia de ativos químicos e biotecnologias”, ele explica. “As margens do produtor estão apertadas, pois, concomitantemente, o preço da ‘commodity’ passa pelos mais baixos valores desde 2020.”

Ranking de produtos

Por mais uma safra, os herbicidas aparecem no levantamento da Kynetec na primeira posição entre os defensivos mais demandados pelo produtor. Corresponderam a 65% do mercado ou US$ 170 milhões, comparados a US$ 175 milhões do período 2024-25. Os fungicidas vêm a seguir, com vendas de US$ 43 milhões ou 16%, ante US$ 46 milhões da temporada passada.

Inseticidas e produtos para tratamento de sementes ocupam a terceira e a quarta posições: US$ 19 milhões e US$ 15 milhões, com 7% e 6% do mercado, respectivamente, valores praticamente estáveis em relação a 2024-25. Outros produtos fecham o levantamento da Kynetec: 5% ou US$ 15 milhões.

Ainda de acordo com Gabriel Pedroso, o FarmTrak Arroz Irrigado resultou de quase 380 entrevistas, realizadas pessoalmente com rizicultores das principais regiões produtoras do país: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

Sobre a Kynetec

A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Mais informações  clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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