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Wilson Santos oficializa candidatura à reeleição com foco em habitação, inclusão social e defesa dos servidores

Deputado estadual teve candidatura homologada pelo PSD e afirma que pretende manter atuação em pautas sociais, ambientais e de valorização do funcionalismo público
Com trajetória consolidada na política mato-grossense, o deputado estadual Wilson Santos teve a candidatura à reeleição homologada pelo Partido Social Democrático (PSD), nesta quinta-feira (30), durante a Convenção Estadual da legenda, realizada no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. Ao colocar novamente o nome à disposição para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa, o parlamentar defendeu a continuidade de pautas correlacionadas às áreas sociais e ambientais que têm marcado a sua atuação.
Entre as prioridades estão a ampliação das políticas habitacionais, a defesa dos servidores públicos, a inclusão social, a preservação do Rio Cuiabá e do Pantanal, o fortalecimento da pesca artesanal profissional, o apoio ao esporte e à cultura, além da industrialização de Mato Grosso e da chegada da ferrovia à Baixada Cuiabana.
Wilson Santos salienta que pretende continuar trabalhando principalmente por segmentos que dependem de maior atenção do poder público. Na habitação, defende a ampliação de programas voltados às famílias de baixa renda diante do déficit habitacional existente no estado. A pauta ganhou força, em 2025, foi com a inclusão de R$ 100 milhões no orçamento estadual para incentivar a implantação de loteamentos populares nos 142 municípios.
Outra frente de atuação é a defesa dos servidores públicos, especialmente diante das denúncias e investigações relacionadas aos empréstimos consignados. Para o candidato, o superendividamento deixou de ser apenas uma questão financeira e passou a comprometer a própria dignidade de servidores ativos, aposentados e pensionistas, muitos deles com dificuldades para manter o mínimo necessário para a sobrevivência das famílias.
Na área ambiental, Wilson Santos pretende continuar defendendo ações de preservação dos rios e do Pantanal, com atenção à poluição dos cursos d’água, falta de investimentos para o saneamento básico e aos impactos de empreendimentos hidrelétricos sobre a bacia do Rio Cuiabá. A situação dos pescadores artesanais profissionais também permanece entre as suas prioridades, principalmente após os impactos provocados pela legislação do Transporte Zero, em vigor há três anos, que gerou muitas dificuldades enfrentadas pela categoria.
A inclusão social é outra bandeira que o candidato pretende manter em um novo mandato. Ao longo de sua atuação, ele apresentou e apoiou iniciativas voltadas às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), pessoas com deficiência, surdos, disléxicos e outros públicos que ainda enfrentam dificuldades para acessar direitos e serviços públicos.
O deputado também mantém o seu posicionamento na valorização das tradições culturais de Mato Grosso e no incentivo ao esporte, com apoio a projetos sociais destinados a crianças e jovens e a competições tradicionais do futebol como o Peladão que é considerado um dos maiores campeonatos futebolísticos campo amador no país.
Ao oficializar a candidatura à reeleição, Wilson Santos destacou que pretende transformar a experiência acumulada na vida pública em continuidade de trabalho e enfrentamento de novos desafios. “Política é o ato de servir. Quero continuar trabalhando por Mato Grosso, ouvindo as pessoas, dar voz aqueles que não são escutados, defendendo quem precisa da presença do poder público e buscando soluções para os problemas que ainda fazem parte da realidade da nossa população”, disse.
Candidato – Nascido em Dracena (SP), Wilson Santos chegou a Cuiabá ainda criança, em 1965, e construiu a sua história no bairro do Baú. Professor de carreira e formado em Ciências e Direito pela UFMT, iniciou a vida política como vereador da capital, em 1988. Desde então, exerceu os cargos de deputado estadual e federal, prefeito de Cuiabá, secretário municipal de Obras e secretário de Estado de Agricultura e Assuntos Fundiários e das Cidades. Atualmente, busca a reeleição para dar continuidade à sua atuação na Assembleia Legislativa – em uma trajetória que começou no Baú e se estendeu por todo Mato Grosso.
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Eleitorado deu recado sobre segurança e custo de vida nas urnas, avalia cientista político da UnB

Professor Jeferson Ramos aponta avanço conservador no Congresso, pressão por mudanças no STF e indefinição no 2º turno presidencial
Nas eleições de 2026, o crescimento da participação de partidos mais conservadores no Congresso Nacional e no governo dos estados foi interpretado como uma resposta do eleitorado sobre pautas do dia a dia. A avaliação é do economista, doutor em ciência política e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jeferson Ramos dos Santos.
Ele explica que as campanhas regionais priorizaram temas como segurança pública, custo de vida, valores e família, que se consolidaram como pautas dominantes nas regiões onde foram eleitos senadores, deputados estaduais e federais e governadores.
“Os temas foram bastante relevantes. É um recado muito claro do eleitorado, mas as temáticas não foram abordadas de forma adequada pelo governo federal”, avaliou o especialista ouvido pelo jornalismo da Rádio Nacional.
Críticas ao STF
Para o economista, a recente crise no Supremo Tribunal Federal (STF) pesou menos na hora do voto, ficando mais de lado nas disputas eleitorais.
“Embora tenha sido uma temática relevante, que saiu na mídia e deixou a imagem do Supremo um pouco comprometida, o STF não vai às urnas. Por isso, o impacto eleitoral direto foi menor”, disse o analista.
Apesar disso, o STF deve ser alvo das discussões legislativas no Senado Federal, com a nova configuração de maioria conservadora, segundo Jeferson. “Nos próximos quatro anos, veremos o desenho institucional do Supremo sofrer algumas alterações, a extensão do poder individual de cada ministro e, eventualmente, até a limitação do mandato [dos ministros da Suprema Corte].”
Fim da escala 6×1
No Brasil, a pauta trabalhista mais discutida neste ano é o fim da escala 6×1, que tem votação prevista para esta semana, como confirmado pelo presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Porém, com a alteração expressiva na composição da Câmara e do Senado, o professor Jeferson Ramos dos Santos acredita que o ritmo de votação e o perfil das propostas tendem a mudar.
“O quadro político mudou sensivelmente. Geralmente, quando há incertezas, vemos nas casas legislativas uma postergação até que o quadro fique mais claro e os atores [blocos e lideranças parlamentares] se posicionarem. Então, não acho incomum se o fim da 6×1 tomasse um pouquinho mais de tempo para ir a plenário”, disse.
Disputa presidencial
De acordo com resultados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os candidatos Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) vão para o segundo turno da disputa pela vaga presidencial com a menor diferença já registrada em um primeiro turno eleitoral.
São cerca de 2,22 milhões de votos (1,87 ponto percentual) favoráveis ao candidato Flávio.
O professor universitário percebe que o cenário permanece aberto e competitivo para 25 de outubro, data em que os brasileiros voltam às urnas para decidir quem vai comandar o Brasil entre 2027 e 2030.
“Temos 2% de diferença entre os candidatos e uma abstenção recorde. São algumas dezenas de milhões de eleitores que não se posicionaram. Então, a campanha está aberta e, a partir desta semana, uma nova eleição se colocada na praça.”
Agendas legislativas
O resultado final da disputa presidencial pode ter impacto na agenda da nova legislatura da Câmara e do Senado Federal, a partir de 1º de fevereiro de 2027, prevê o especialista.
“A agenda, se mais conservadora, pode caminhar menos para temas trabalhistas e, talvez, para uma agenda de valores e mais focada em segurança pública. Mas o resultado da eleição presidencial vai ter impacto para reequilibrar um pouco essas pautas legislativas ou para empurrá-las ainda mais à direita”, estima o professor Jeferson Ramos dos Santos.
O horário eleitoral para o segundo turno voltará nesta sexta-feira (9). Os candidatos à Presidência da República e aos governos de seis estados mais o Distrito Federal poderão fazer propaganda até 23 de outubro, dois dias antes do pleito final.
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Prefeitura de Cuiabá realiza mutirão do Outubro Rosa com mamografias e exames gratuitos no CER Pascoal Ramos

Ação “Mulheres em foco, saúde em ação” oferta Papanicolau, testes rápidos de ISTs, vacinação e terapias de bem-estar; veja como participar
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realiza neste sábado (10) uma ação especial em alusão ao Outubro Rosa, com serviços gratuitos de prevenção, exames e atendimentos no Centro Especializado em Reabilitação (CER) Pascoal Ramos. A programação será realizada das 7h às 15h e é aberta à comunidade.
Com o tema “Mulheres em foco, saúde em ação”, a iniciativa busca ampliar o acesso da população aos cuidados preventivos e reforçar a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama e de outras doenças que afetam a saúde da mulher.
Durante a ação, serão oferecidos serviços de solicitação de mamografia, coleta e/ou agendamento de exame preventivo do colo do útero (Papanicolau), além de aferição de pressão arterial, verificação de glicemia e saturação de oxigênio e atualização da caderneta de vacinação.
A programação também inclui testagem rápida para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), orientações sobre alimentação saudável, atividade física, vacinação e exames preventivos, além de serviços de relaxamento e bem-estar, como massagem miofascial e relaxamento terapêutico com aplicação de luz infravermelha.
A ação será realizada em parceria pelas equipes do CER II Pascoal Ramos, UDR Coxipó, IST e Atenção Básica de Saúde, reunindo diferentes áreas da rede municipal para levar informação, prevenção e atendimento à população.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o Outubro Rosa é um período de mobilização para incentivar as mulheres a manterem os cuidados com a própria saúde e não deixarem os exames preventivos para depois.
SERVIÇO
Data: 10 de outubro de 2026 (sábado)
Horário: 7h às 15h
Local: CER II Pascoal Ramos
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Governador defende modelo de gestão de MT para o Brasil: “É isso que nós fazemos aqui e queremos para o país”

Otaviano Pivetta afirma que responsabilidade fiscal e redução do custo da máquina pública são caminhos para diminuir o peso do Estado sobre o trabalhador
O governador Otaviano Pivetta afirmou, em entrevista à CNN Brasil, nesta terça-feira (6.10), que o modelo de gestão adotado em Mato Grosso, desde 2019, pode servir de referência para o Brasil. Segundo ele, a responsabilidade fiscal, a redução do custo da máquina pública e a busca por maior eficiência do Estado são caminhos para diminuir o peso da estrutura pública sobre o trabalhador e criar condições para o país avançar.
“É isso que nós fazemos aqui em Mato Grosso e o que queremos para o Brasil. Precisamos de um Governo Federal que tenha responsabilidade fiscal, que não gaste de forma irresponsável e que tenha coragem para fazer as reformas de que o país precisa”, afirmou Otaviano Pivetta.
Entre as medidas adotadas em Mato Grosso estão o fortalecimento das regras de responsabilidade fiscal, a revisão dos incentivos fiscais, a reedição do Fundo de Transporte e Habitação (Fethab) e a reforma administrativa.
Para o governador, esse conjunto de ações representa um modelo de gestão baseado no equilíbrio das contas, na eficiência e em resultados. “É preciso diminuir o tamanho da máquina pública, fazer o Estado custar e pesar menos sobre o trabalhador. Em Mato Grosso, nós fazemos isso com responsabilidade e foco em resultados. Eu represento um modelo de gestão de resultados e é isso que queremos para o Brasil”, disse.
Otaviano Pivetta também defendeu que a estrutura pública esteja voltada para a prestação de serviços e a realização de obras necessárias ao desenvolvimento.
“A máquina pública tem que servir para prestar os serviços e fazer as obras necessárias para o país prosperar, e não para ficar segurando, travando o desenvolvimento. O Estado precisa estar a serviço da população e do desenvolvimento”, concluiu.
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