Sustentabilidade
Arroz/BR: Semeadura atinge 50,9% no país com avanço no RS e progresso nas demais regiões – MAIS SOJA

Arroz/BR: 50,9% semeado. No RS, o clima foi mais estável e permitiu bom avanço do plantio. Ao todo, cerca de 60% da área estadual está semeada, com bom desenvolvimento geral da cultura. No TO, as chuvas recentes permitiram o preparo e a sistematização das áreas de várzea, iniciando o plantio do arroz irrigado.
Em SC, mesmo com a baixa luminosidade, as temperaturas amenas e o excesso hídrico, o plantio avança e se aproxima do final. As lavouras apresentam danos pontuais por conta desse cenário climático.
No MA, a semeadura do arroz irrigado foi finalizada, restando as áreas tardias de arroz sequeiro. No PR, o clima foi mais favorável e permitiu a retomada do plantio. As condições das lavouras são consideradas boas.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Soja despenca ao menor preço em 11 semanas em Chicago

Os preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) recuam nesta quarta-feira (4), acumulando a oitava sessão consecutiva de perdas e atingindo o menor patamar em 11 semanas. O movimento é influenciado pelo avanço da colheita nos Estados Unidos, pela maior oferta global e pela competitividade da soja brasileira no mercado internacional.
Os contratos futuros com vencimento em janeiro eram negociados a US$ 12,02 por bushel na sessão eletrônica desta manhã, com desvalorização de 0,94%, equivalente a 11,50 centavos de dólar em relação ao fechamento anterior.
A proximidade do encerramento da colheita norte-americana mantém a pressão sobre as cotações, diante da ampla disponibilidade do grão. Ao mesmo tempo, o mercado acompanha a possibilidade de aumento da concorrência brasileira nas exportações, especialmente nos destinos internacionais fora da China.
Outro fator que pesa sobre os preços é o desempenho das compras chinesas, que seguem abaixo das expectativas dos operadores, mesmo após o anúncio de uma nova venda por exportadores privados.
Soja já havia fechado em queda na terça-feira
Na sessão de terça-feira (3), os contratos futuros da soja encerraram o dia em baixa, acompanhando a desvalorização do petróleo e os fundamentos de oferta e demanda.
O contrato com vencimento em janeiro fechou cotado a US$ 12,14 por bushel, com recuo de 0,22%, equivalente a 2,75 centavos de dólar.
Já a posição março terminou o pregão a US$ 12,20 por bushel, registrando queda de 0,46%, ou 5,75 centavos de dólar.
O comportamento do mercado reflete a combinação entre o aumento da disponibilidade de soja nos Estados Unidos, a concorrência brasileira e as incertezas sobre o ritmo da demanda internacional.
Sustentabilidade
Trigo fecha em baixa em Chicago com negociações de paz e avanço das safras no Hemisfério Sul – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (3) em baixa. O mercado foi pressionado pelas expectativas em torno das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, que podem facilitar os embarques de grãos pelo Mar Negro, e pelo avanço das safras de trigo no Hemisfério Sul, ampliando as perspectivas de oferta global.
O Kremlin confirmou nesta terça-feira que a Rússia participará de negociações trilaterais com Ucrânia e Estados Unidos em Abu Dhabi, nos dias 10 e 11 de novembro. O encontro havia sido anunciado na segunda-feira pelo enviado norte-americano Steve Witkoff. Os esforços diplomáticos para encerrar o conflito, aliados ao aumento das exportações russas pelo Mar Báltico, reduziram as preocupações com as interrupções nos embarques pelo Mar Negro.
No cenário de oferta, a consultoria russa IKAR reduziu nesta terça-feira sua projeção para o potencial de exportação de trigo da Rússia na temporada comercial 2026/27, de 42 milhões para 39,5 milhões de toneladas. Na Ucrânia, a colheita de grãos alcançou 44,6 milhões de toneladas em 8,7 milhões de hectares até 3 de novembro, o equivalente a aproximadamente 75% da área semeada, segundo o Ministério da Agricultura do país.
Segundo a Dow Jones, a diferença entre as incertezas geopolíticas e a queda dos preços do trigo evidencia a necessidade de distinguir os riscos potenciais de oferta das condições imediatas de abastecimento. Os especialistas destacam que a Bolsa de Rosário elevou recentemente sua estimativa para a safra argentina de trigo, enquanto a colheita australiana ganha ritmo.
Ainda de acordo com os comentários, o avanço da colheita no Hemisfério Sul e os desdobramentos no Mar Negro serão determinantes para o comportamento das cotações. A demanda pelo trigo norte-americano também dependerá, em parte, da competitividade dos preços do produto dos Estados Unidos, considerando os custos de entrega em relação aos de outras origens.
Os contratos com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 5,99 3/4 por bushel, com baixa de 6,75 centavos de dólar, ou 1,11%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em março encerraram a US$ 6,10 3/4 por bushel, com recuo de 8,75 centavos de dólar, ou 1,41%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Complexo de fungos causadores de doenças de solo desafia produtividade do algodão – MAIS SOJA

O Brasil é o maior exportador e o terceiro maior produtor mundial de algodão. Para que a safra brasileira continue em ascensão, é fundamental que o produtor esteja atento aos diversos desafios fitossanitários. “Em sistemas de cultivo contínuo, o acúmulo de patógenos de plantas transmitidos pelo solo, como os causadores da podridão de carvão e da podridão radicular seca, aumenta a pressão dessas doenças e compromete severamente a produtividade dessa importante cultura”, alerta Thalles Cardoso Mattoso, engenheiro agrônomo e especialista em desenvolvimento de mercado da Biotrop, empresa líder em soluções naturais e biológicas para a agricultura.
A podridão de carvão, causada por Macrophomina phaseolina, destrói os tecidos subterrâneos, provocando necrose, escurecimento e apodrecimento das raízes, o que bloqueia o fluxo de água e nutrientes para o resto da planta, entre outros danos, enquanto a podridão seca, causada pelo Fusarium solani, apodrece e resseca as raízes. Com menos raiz funcional, a planta absorve menos água e nutrientes, murcha, cresce menos e pode tombar e morrer, principalmente na germinação e emergência.
“Não podemos nos esquecer da ação devastadora do Rhizoctonia solani, um dos patógenos mais agressivos do algodão no Brasil, que provoca lesões e estrangulamento na região do colo da plântula, promovendo tombamento e morte da planta”, reforça o engenheiro agrônomo.
A saída para combater estas doenças está em realizar um rígido manejo preventivo da lavoura para proteger as plantas do algodão da ação destes e de outros fungos logo no início. “A recomendação, para estes e outros desafios que podem ocorrer na lavoura, é fazer bom planejamento pré-cultivo, com rotação de culturas, uso de cultivares resistentes e preparo do solo, além do tratamento de sementes e uso do sulco de semeadura com soluções fungicidas, nematicidas e inseticidas”, orienta Thalles Mattoso. “São em situações como estas, onde é exigido um manejo eficiente para atacar os patógenos, que os biológicos se destacam como ferramentas estratégicas.”
Entre as soluções biológicas disponíveis no mercado, o Biomagno, bionematicida e biofungicida desenvolvido pela Biotrop, se destaca por promover amplo espectro de ação contra os fungos causadores da podridão seca, podridão de carvão e tombamento. As bactérias presentes em sua formulação protegem as raízes disputando espaço e liberando lipopeptídeos antimicrobianos, o que impede as doenças de se instalarem.
“Quando incluído no tratamento de sementes ou no sulco de plantio, Biomagno entra em contato com o sistema radicular inicial da plântula do algodão e começa a se multiplicar e a colonizar seu sistema, com efeito que perdura durante todo o ciclo da cultura”, detalha o especialista da Biotrop. “O Biomagno é a única solução biológica que contém uma cepa de Bacillus thuringiensis, cujas toxinas promovem a morte de juvenis e ovos de nematoides”, conta o profissional.
“O manejo biológico é estratégico para a proteção das plantas contra os fungos. Além de contribuir para o desenvolvimento esperado da lavoura, os biológicos têm mínimo impacto ambiental. Ao incluir biológicos no manejo, estamos falando em maior rentabilidade por hectare ao final do ciclo”, conclui Thalles Mattoso.
Sobre a Biotrop
De origem brasileira e com atuação integralmente voltada a soluções biológicas e naturais para o agronegócio, a BIOTROP é reconhecida entre as líderes do segmento. Guiada por um forte DNA de inovação, conta com Centros de pesquisa no Brasil e no exterior, além de modernos Centros Avançados de Multiplicação de Microrganismos em Curitiba (PR) e Jaguariúna (SP). Com uma ampla rede de distribuidores parceiros no Brasil e em forte expansão internacional, oferece aos agricultores de diferentes países tecnologias que impulsionam uma agricultura sustentável, produtiva e rentável. Desde 2023, integra o Grupo BioFirst, líder global em tecnologias biológicas e naturais, presente em mais de 70 países. Mais informações: clique aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa
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