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3 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Plantio de verão 26/27 de milho no Centro-Sul atinge 75,2% – Safras – MAIS SOJA

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O plantio de milho da safra de verão 2026/27 no Centro-Sul do Brasil atingia 75,2% da área estimada de 3,561 milhões de hectares até sexta-feira (30), segundo levantamento de Safras & Mercado.

O cultivo de milho chegou a 97,8% da área prevista de 940 mil hectares no Rio Grande do Sul, a 96,3% dos 597 mil hectares estimados em Santa Catarina e a 92,9% dos 537 mil hectares projetados no Paraná. A semeadura atinge 56,8% da área prevista de 293 mil hectares em São Paulo, a 40,5% dos 24 mil hectares projetados em Mato Grosso do Sul, a 30,2% dos 282 mil hectares previstos em Goiás/Distrito Federal e a 49,5% dos 847 mil hectares projetados em Minas Gerais. No estado de Mato Grosso o plantio atinge 39% dos 10 mil hectares previstos.

No mesmo período do ano passado, o plantio estava concluído em 68,4% da área estimada de 3,608 milhões de hectares. Já a média de plantio dos últimos cinco anos é de 71,8%.

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Semana terá frio, temporais de 150 mm e calorão de 36°C; veja o que vem por aí em novembro

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Novembro começa com contrastes nas condições do tempo pelo Brasil. Nos próximos dias, enquanto parte do país enfrenta temporais, chuva volumosa e uma nova queda nas temperaturas, outras regiões produtoras de soja continuam sob calor intenso, com máximas que podem chegar a 36°C. A previsão também exige atenção para os impactos da chuva nas cidades e nas atividades agrícolas.

Sudeste terá temporais e granizo

Atenção especial para a região Sudeste: São Paulo e o sul de Minas Gerais devem registrar temporais até quinta-feira (5), acompanhados de rajadas de vento e possibilidade de queda de granizo.

Em São Paulo, os volumes de chuva podem chegar a 40 milímetros. A partir de quinta-feira, a atuação de um ciclone extratropical deve favorecer a ocorrência de precipitações no norte de Minas Gerais e no Espírito Santo.

Durante o fim de semana, a passagem de uma frente fria deve ampliar as áreas de instabilidade, levando chuva a outras localidades desses estados. No Espírito Santo, os acumulados podem alcançar 50 milímetros em cinco dias.

Além das tempestades, o calor e a sensação de abafamento marcam o início da semana. Nos próximos cinco dias, as temperaturas máximas podem chegar a 36°C em algumas áreas do Sudeste. A mudança ocorre no fim de semana, quando a entrada de ar frio deve provocar uma queda mais acentuada nos termômetros em São Paulo e no sul de Minas Gerais.

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Tempo no Sul

Na Região Sul, a atenção se volta para o excesso de chuva. Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul podem acumular até 150 milímetros de precipitação nos próximos cinco dias.

O volume elevado pode provocar transtornos nas cidades, com risco de alagamentos e deslizamentos de terra. No campo, a chuva persistente também pode dificultar os trabalhos nas lavouras e comprometer o andamento das atividades agrícolas.

Depois dos temporais, a previsão aponta uma mudança importante nas temperaturas. No fim de semana, uma massa de ar frio deve avançar sobre a região, com mínimas abaixo de 5°C. Em pontos de maior altitude, os termômetros podem se aproximar de 0°C.

Chuva ganha força no Centro-Sul

Entre os dias 9 e 13 de novembro, a atuação de uma área de alta pressão deve favorecer mudanças nas condições do tempo em parte do Centro-Sul. A tendência é de melhora nas condições para as atividades agrícolas, especialmente nas áreas produtoras de soja.

Na Bahia e no norte de Minas Gerais, a previsão também indica retorno das precipitações, com acumulados entre 40 e 50 milímetros.

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Matopiba pode receber até 100 mm de chuvas

A previsão fica mais otimista para áreas produtoras do Matopiba na virada para a segunda quinzena de novembro. Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e o oeste da Bahia devem receber chuvas mais expressivas, com acumulados de pelo menos 100 milímetros em cinco dias.

Até lá, o calorão continua predominando em áreas de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e Tocantins. As temperaturas elevadas devem marcar os próximos dias, especialmente nas localidades com menor frequência de chuva.

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Alta do dólar impulsiona preços no Brasil – MAIS SOJA

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A forte valorização do dólar frente ao Real na última semana aumentou a competitividade da soja brasileira no mercado internacional, estimulando o interesse de compradores estrangeiros. Segundo o Cepea, esse movimento elevou a liquidez no mercado doméstico e impulsionou os preços, que voltaram aos patamares do início de outubro.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o interesse por negócios no spot foi reforçado pelas incertezas quanto ao frete nos próximos meses, sobretudo diante das perspectivas de aumento nos preços do diesel.

O Centro de Pesquisas ressalta que, em contrapartida, agentes brasileiros têm demonstrado menor interesse em contratos a termo, sobretudo para embarques em 2027. Além das incertezas sobre o frete rodoviário, as discussões relacionadas à reforma tributária têm reforçado a cautela. Por isso, parte desses agentes tem preferido manter os estoques remanescentes da safra anterior a comprometer antecipadamente volumes para entrega nos próximos meses.

Os preços dos derivados também subiram nos últimos dias, conforme apontamento do Cepea. No caso do óleo de soja, a demanda aquecida elevou os prêmios de exportação ao maior patamar desde março deste ano, embora a queda no preço FOB tenha limitado a valorização no mercado nacional.

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Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preços reagem; negociações seguem lentas – MAIS SOJA

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As cotações do milho voltaram a subir no mercado brasileiro, favorecidas pela valorização do dólar e pelo avanço dos preços nos portos. Segundo o Cepea, a retração de parte dos vendedores também contribuiu para esse movimento, embora as negociações tenham permanecido lentas.

De acordo com pesquisadores do Cepea, parte dos vendedores está atenta às incertezas quanto à reforma tributária, enquanto compradores negociaram apenas lotes pontuais, conforme as necessidades de abastecimento, à espera de oportunidades mais atrativas.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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