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10 de junho de 2026

Agro Mato Grosso

Tratores Valtra são os mais desejados entre os produtores rurais MT

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Modelos das linhas A2R, BM, BH, T CVT e Série S6 conquistam agricultores em todas as regiões do país e simbolizam a trajetória da marca no agro brasileiro

Com a autoridade de quem atua há 65 anos no mercado brasileiro, a Valtra reforça seu protagonismo no agronegócio nacional ao destacar os modelos mais vendidos e adorados por produtores em todo o território: as linhas A2R, BM, BH e T CVT. Consideradas as “queridinhas da marca”, conquistaram o campo brasileiro por sua versatilidade, eficiência, robustez, economia de combustível, conforto, design e alto desempenho.

“Essa diversidade de produtos acompanha a complexidade do agronegócio nacional, com soluções específicas para culturas como grãos, cana-de-açúcar, frutas cítricas e café. A Valtra fornece tratores potentes, eficientes e com menor impacto ambiental. Tudo para melhor atender aos mais diversos perfis de produtores do nosso país”, afirma Fabio De Biase, Gerente de Vendas Valtra.

A série A2R, uma das linhas mais antigas do portfólio da Valtra, oferece mais economia, sendo um grande atrativo para o produtor. Seu motor trabalha com alto torque e baixa rotação, reduzindo o consumo do combustível em até 10% durante as atividades diárias. Sua capacidade de levante é 6% superior às opções do mercado, o que permite trabalhar com implementos maiores e mais pesados, aumentando a possibilidade de operações.

Em relação às transmissões, essa é uma máquina multiuso no campo, disponível em quatro versões: standard, para transmissão de simples operação; multiplicador, para quem busca precisão na velocidade de trabalho; redutor, para aqueles que precisam de alto torque em baixas velocidades de deslocamento; e reversão mecânica, para mais agilidade nas manobras. “Além da versão plataformada, todos os modelos da Série A2R da Valtra estão disponíveis com cabine de fábrica, uma característica que traz mais conforto no trabalho diário”, explica Biase

A tecnologia é um dos fatores atrativos dos tratores para entrarem na lista de preferidos dos produtores, como a Série T CVT. Para os produtores que demandam alta potência e precisão, o Trator T CVT se apresenta como a solução ideal, com transmissão contínua variável e faixas de potência de 195 cv a 250 cv. Em conjunto com a Plantadeira Valtra Momentum, o modelo entrega alto rendimento, robustez e economia.

Linha Série S6: família de tratores de maior potência da Valtra

Com potência excepcional, tecnologia inteligente integrada e design focado em eficiência e conforto, a Série S6 foi projetada e fabricada na Finlândia e chega ao Brasil para atender às demandas de produtores que buscam alto desempenho em operações pesadas, como na produção de grãos e sucroenergética.

A nova Série S6 é a família de tratores de maior potência da Valtra. Foi criada para operadores experientes que valorizam alto desempenho e precisam de um torque responsivo, eficiente e confiável, com baixo custo de operação. Conta com três modelos, S346, S376 e S416, com potências máximas de 345 cv, 375 cv e podendo chegar até 425 cv e torque de até 1.750 Nm.

Linha BM: 25 anos de tradição e robustez no campo

A tradicional linha BM é uma referência entre os produtores brasileiros, reconhecida pela durabilidade, confiança e baixo custo operacional. É a primeira opção dentro da sua faixa de potência e tem o maior índice de satisfação entre os clientes da Valtra. Com mais de duas décadas de mercado, os modelos BM115 e BM135 — com até 135 cv — São tratores versáteis, utilizados em diversas operações rurais.

Os tratores dessa linha contam com motor AGCO Power de 4 cilindros, com injeção mecânica e transmissão sincronizada Multitorque, que garante até 15% de economia de combustível. Além disso, a linha BM oferece versões plataformada e cabinada, com opções como ar-condicionado e assentos ajustáveis, assegurando produtividade com conforto.

BH HiTech: Força de trabalho aliada à alta tecnologia agrícola

Os tratores BH HiTech maximizam o rendimento com maior aproveitamento da área de plantio. A linha é sinônimo de robustez para atividades pesadas sem perder a eficiência na lavoura. Com a transmissão inteligente HiTech3 PowerShift, o BH HiTech aumenta em até 8% o número de hectares trabalhados por hora. Em conjunto com o Motor AGCO Power, é possível, ainda, economizar 10% em combustível.

Para ganhar ainda mais precisão e autonomia, há um sistema de piloto automático Valtra Guide que, quando utilizado com nível de precisão centimétrico.

Série T CVT: alta performance e eficiência para rentabilidade no campo

A Série T chegou no portfólio da Valtra há menos de 10 anos, mas já se tornou o queridinho da marca pela tecnologia da CVT, que tem como marca o baixo consumo e a robustez. A Série T CVT, é reconhecida pela melhor performance, eficiência e economia de combustível. Tem grande apelo com o produtor, devido a rentabilidade que proporciona. Agrega tudo de mais moderno e tecnológico que existe nos dias de hoje. As máquinas são ideais também para o trabalho no segmento de cana-de-açúcar, uma das principais culturas do Brasil, que exige máquinas robustas e potentes.

Os modelos são equipados com transmissão CVT, tecnologia pioneira no Brasil, que proporciona aumento de até 30% no rendimento das operações, sem elevação nos custos. A eficiência é tamanha que, em apenas um ano, é possível ter o retorno obtido no investimento em um novo sistema de piloto automático. O motor eletrônico com sistema AGCO Power garante maior controle de potência e velocidade, resultando em até 25% de economia no consumo de combustível.

Sobre a Valtra

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 290 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais cerca de 170 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.

Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global no design, fabricação e distribuição de maquinário agrícola e tecnologia agrícola de precisão. A AGCO entrega valor aos agricultores e clientes OEM por meio de seu portfólio diferenciado de marcas, incluindo as líderes Fendt®, Massey Ferguson®, PTx e Valtra®. A linha completa de equipamentos, soluções de agricultura inteligente e serviços da AGCO possibilita aos agricultores alimentarem o mundo de forma sustentável. Fundada em 1990 e sediada em Duluth, na Georgia, EUA, a AGCO registrou vendas líquidas de aproximadamente US$11,7 bilhões em 2024. Visite o site www.agcocorp.com.

AGCO – Imprensa

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Agro Mato Grosso

Carreta invade a contramão e mata motorista na BR-163 I Mato Grosso

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Segundo motorista da carreta, colisão ocorreu após uma frenagem brusca para impedir outro acidente

O motorista Wilson Honório dos Reis, de 59 anos, morreu após a picape que dirigia ser atingida de frente por um caminhão na noite desta segunda-feira (8), na BR-163, em Sinop (a 478 quilômetros de Cuiabá).

De acordo com o boletim de ocorrência, Wilson conduzia uma Fiat Strada quando foi atingido por um caminhão-trator que seguia no sentido Sinop-Itaúba.

Em depoimento aos policiais, o motorista do caminhão, de 54 anos, relatou que seguia pela rodovia quando, ao subir um viaduto, se deparou com outro caminhão seguindo à sua frente em baixa velocidade e sem sinalização luminosa adequada.

Para evitar uma colisão traseira, ele afirmou que realizou uma frenagem brusca. Durante a manobra perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e bateu de frente contra a Fiat Strada conduzida por Wilson.

Com a força do impacto, o motorista da picape sofreu ferimentos graves e morreu ainda no local.

O condutor do caminhão realizou o teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para consumo de bebida alcoólica.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), e o caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor.

 

A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente.

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Agro Mato Grosso

Agricultores de MT unem produção de alimentos e conservação do meio ambiente

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Aprosoja MT destaca ações de preservação ambiental adotada por produtores no Dia Mundial do Meio Ambiente

O produtor rural tem um papel importante na sociedade. Além de assegurar a produção de alimentos, ele também é um agente fundamental na preservação do meio ambiente e dos recursos naturais. Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) ressalta a relevância das ações e dos cuidados adotados pelos agricultores para garantir um futuro melhor às novas gerações.

Garantir recursos naturais para as próximas gerações depende das ações tomadas no presente e, para isso, é necessário que toda a sociedade contribua para a preservação dos recursos que sustentam a vida na Terra. Um dos principais projetos incentivados pela Aprosoja MT entre os associados é o Sistema Campo Limpo (SCL). O programa busca promover a preservação ambiental por meio da devolução de embalagens vazias de defensivos agrícolas, como explicou o diretor financeiro Aprosoja MT, Nathan Belusso.

“Hoje, mais de 90% das embalagens de defensivos agrícolas utilizadas no campo são recicladas. O produtor tem que fazer a destinação correta dessas embalagens, realizar o armazenamento, a lavagem e a limpeza, e depois encaminhá-las aos centros de coleta, que serão responsáveis pela reciclagem e reutilização para fins específicos, principalmente na fabricação de tubos utilizados em sistemas de esgoto. São toneladas de embalagens recicladas todos os anos que poderiam estar na natureza. Com esse projeto de destinação correta, essas embalagens são reutilizadas e recicladas, ajudando não somente o meio ambiente, mas também a economia do nosso estado e, consequentemente, do nosso país”, explicou.

Em 2025, mais de 75 mil toneladas de embalagens foram recolhidas e, desse total, 92% foram recicladas. Segundo dados do Sistema Campo Limpo e do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV), desde a criação do programa, em 2002, mais de 900 mil toneladas de embalagens vazias receberam destinação adequada.

Mato Grosso é o estado que mais utiliza o Sistema Campo Limpo, representando cerca de 30% do volume devolvido em 2025, o equivalente a 22 mil toneladas de embalagens vazias. Após a limpeza, coleta e separação, essas embalagens são transformadas em tubulações de esgoto, dutos, conduítes e outros 35 produtos. O destaque do estado na reciclagem de embalagens é resultado da adesão dos produtores rurais, como explicou o delegado coordenador do núcleo de Nova Ubiratã, Edgard Gomes. Ele relatou que realiza a separação e a limpeza das embalagens e, pelo menos duas vezes por ano, encaminha o material aos centros de coleta.

“Duas vezes por ano eu faço o agendamento, uma entrega ocorre em dezembro e a outra em abril, após metade do uso dos produtos na soja e depois de todos os produtos utilizados no milho. O principal benefício é não ter embalagens acumuladas na fazenda. A gente promove a tríplice lavagem, garante que tudo seja reciclado e evita a poluição do meio ambiente”, disse.

Edgard também relata que, além do Sistema Campo Limpo, outras medidas são adotadas em sua propriedade para preservar o meio ambiente, como a adesão ao programa Guardião das Águas, que mapeia e incentiva a preservação das nascentes dentro das propriedades rurais. Ele explica que um dos períodos mais desafiadores é a seca, quando, além de cuidar da lavoura, precisa proteger as áreas de vegetação nativa, realizando aceiros para reduzir o risco de incêndios.

As medidas visam conciliar produção e preservação, assegurando qualidade de vida para quem virá depois. Por isso, o delegado coordenador do núcleo de Itanhangá, Ivam Franceschet, afirma que, além de preservar a propriedade, também busca transmitir esse legado aos filhos.

“Hoje, o produtor rural é um dos principais defensores do meio ambiente e tem um papel muito importante na preservação dos mananciais, lençóis freáticos, reservas legais, áreas de preservação permanente, da fauna e da flora. Com ações de combate aos incêndios e outras iniciativas adotadas no dia a dia, colaboramos para a preservação ambiental. Esse é um legado de compromisso e cuidado com o meio ambiente que quero deixar para os meus filhos. Mais do que deixar um ambiente preservado, quero transmitir a responsabilidade que nós, produtores rurais, temos de manter e proteger esses recursos”, afirmou.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, exemplos como esses mostram que a preservação ambiental também faz parte da rotina do campo. Por meio de ações concretas, os produtores rurais contribuem para garantir a produção de alimentos sem abrir mão da conservação dos recursos naturais.

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Estudo avalia herbicidas e bionematicidas na soja MT

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Pesquisa testou imazethapyr e S-metolachlor no manejo de Meloidogyne javanica em sucessão com braquiária

Herbicidas pré-emergentes usados em soja não comprometeram a eficiência dos nematicidas biológicos Pochonia chlamydosporia e Bacillus firmus no manejo de Meloidogyne javanica. A conclusão consta de estudo conduzido em casa de vegetação, em sistema de sucessão entre Urochloa brizantha e soja. A pesquisa avaliou os efeitos de imazethapyr e S-metolachlor sobre agentes biológicos aplicados via tratamento de sementes.

O trabalho partiu de uma demanda frequente em sistemas agrícolas. O uso de nematicidas biológicos cresceu no Brasil e passou a integrar programas de manejo de nematoides em culturas como soja e algodão. Porém, a compatibilidade desses produtos com herbicidas ainda exige avaliação em condições mais próximas do cultivo agrícola.

Produtos testados

Os cientistas testaram produtos à base de Pochonia chlamydosporia e à base de Bacillus firmus. Os tratamentos envolveram aplicação em sementes de braquiária, em sementes de soja ou em ambas as culturas. A soja utilizada no ensaio pertencia à cultivar BMX Potência RR, suscetível a Meloidogyne javanica.

O experimento ocorreu em Bandeirantes, no Paraná. O delineamento adotado envolveu oito repetições e esquema fatorial com 24 combinações. Os fatores incluíram estratégia de uso do nematicida, método de manejo da braquiária e herbicida pré-emergente aplicado na soja.

A braquiária cultivar Marandu cresceu em vasos de 1,8 litro com mistura esterilizada de solo e areia. Cinco dias após o transplantio, cada planta recebeu mil ovos e juvenis de segundo estádio de Meloidogyne javanica. As plantas permaneceram no sistema por 90 dias. Depois, receberam manejo mecânico, por corte manual, ou químico, por dessecação com glyphosate.

Após o manejo da braquiária, os vasos ficaram 30 dias em pousio. Os pesquisadores colocaram dez gramas de palha seca de braquiária sobre o solo para simular cobertura. A soja foi semeada em seguida. Um dia após a semeadura, os herbicidas pré-emergentes foram aplicados. O imazethapyr entrou na dose de 106 gramas de ingrediente ativo por hectare. O S-metolachlor entrou na dose de 1.440 gramas de ingrediente ativo por hectare.

Foto: Jonathan D. Eisenback - Virginia Polytechnic Institute and State University

Foto: Jonathan D. Eisenback – Virginia Polytechnic Institute and State University

Momento da avaliação

A avaliação ocorreu aos 75 dias após a emergência da soja. Os cientistas quantificaram a população final do nematoide, formada por ovos e juvenis de segundo estádio extraídos das raízes.

Resultados da pesquisa

Os resultados indicaram interação entre o manejo da braquiária e a estratégia de uso dos nematicidas. No manejo mecânico, o tratamento com Bacillus firmus aplicado apenas na soja resultou na maior população de Meloidogyne javanica. No manejo químico da braquiária, as estratégias de uso dos nematicidas não diferiram.

A diferença entre manejo mecânico e químico apareceu apenas quando Bacillus firmus foi aplicado exclusivamente na soja. Nesse caso, a população do nematoide ficou maior sob manejo mecânico. Nos demais tratamentos, o método de manejo da braquiária não alterou a população final do nematoide.

O S-metolachlor reduziu a população de Meloidogyne javanica em duas situações. A primeira ocorreu quando Pochonia chlamydosporia foi aplicado na braquiária e na soja. A segunda ocorreu quando Bacillus firmus foi aplicado apenas na soja. Nos demais tratamentos, os herbicidas não diferiram.

O imazethapyr não prejudicou a ação dos nematicidas biológicos nas condições avaliadas. O S-metolachlor também não comprometeu a eficiência dos agentes biológicos. Os dados indicam compatibilidade entre os herbicidas avaliados e as estratégias biológicas de manejo do nematoide em sucessão Urochloa brizantha – soja.

Laboratório e casa de vegetação

O estudo também mostra diferenças entre resultados de laboratório e respostas em casa de vegetação. Pesquisas anteriores haviam relatado efeitos inibitórios de herbicidas sobre microrganismos de controle biológico em condições in vitro. No sistema solo-planta, fatores como adsorção no solo, atividade microbiana e degradação dos herbicidas podem reduzir a exposição direta dos agentes biológicos aos ingredientes ativos.

O estudo foi realizado por Paula Fernanda de Azevedo Ribeiro, Andressa Cristina Zamboni Machado, Santino Aleandro da Silva, Jethro Barros Osipe e Marcelo Giovanetti Canteri.

Outras informações em doi.org/10.1007/s40858-026-00809-5

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