Agro Mato Grosso
Syngenta Biologicals vem se tornando referência no mercado de biológicos MT

Em todo planejamento de safra, o produtor olha para os custos de insumos, revisa o histórico de pragas e doenças e confere a previsão climática que já sinaliza outro período de estresse hídrico. Em algum momento dessa análise, uma pergunta começa a se impor: o que mais posso fazer para proteger o que eu plantei e melhorar a produtividade e qualidade?
Essa pergunta é a mesma que milhares de produtores no Brasil têm respondido com o uso de biológicos. O uso de bioinsumos no Brasil vem crescendo safra após safra e atingiu 194 milhões de hectares na safra 2025/26, um crescimento de 28% segundo o último levantamento da CropLife.
Quando integrados com estratégia, os produtos biológicos protegem a produtividade e qualidade da safra, controlam pragas, doenças e nematoides e tornam a lavoura mais resiliente ao longo dos ciclos. A questão, então, deixou de ser se vale a pena usar biológicos. Virou outra: quem tem, de fato, o portfólio para cobrir todos os desafios do campo?
Neste conteúdo você vai entender o que diferencia a Syngenta Biologicals no mercado de biológicos: a base científica construída sobre décadas de pesquisa e as quatro categorias de produtos biológicos que transformam os resultados da safra. Continue lendo e descubra por que, quando o assunto é biológico, a escolha mais lógica é também a mais completa!
A ciência traz para o produtor o que a natureza levou milênios para desenvolver
Para compreender por que os biológicos funcionam, é preciso olhar para o que o manejo convencional não consegue replicar: o funcionamento de um agroecossistema vivo.
Um solo em equilíbrio microbiológico disponibiliza nutrientes, controla agentes patogênicos e cria as condições para que a raiz se desenvolva. Uma planta que responde ao estresse climático sem perder produtividade. Uma lavoura com inimigos naturais que controlam pragas, doenças e nematoides. Isso é o campo funcionando como um sistema vivo, e os biológicos são a base que apoia essa fundação.
Porém, o desafio histórico foi transformar esses mecanismos naturais em soluções previsíveis, com desempenho consistente, modo de ação compreendido e replicabilidade. Resolver esse desafio exigiu décadas de pesquisa e foi exatamente sobre essa base científica que a Syngenta Biologicals foi construída.

Syngenta Biologicals: uma empresa construída sobre décadas de ciência
A Syngenta Biologicals foi estruturada em 2024, mas sua trajetória de sucesso no mercado de biológicos começa muito antes. A empresa estruturou suas bases em referências globais do segmento para criar algo que o mercado de biológicos brasileiro ainda não havia visto: um portfólio com profundidade técnica real em cada categoria.
O ponto central dessa construção é a plataforma de tecnologia exclusiva GeaPower®, para selecionar e combinar as melhores matérias-primas que a natureza oferece.
O resultado são produtos biológicos com modo de ação definido, janela de aplicação precisa e desempenho validado em condições reais de lavoura.

Um portfólio completo para todos os desafios do campo
A Syngenta Biologicals tem o portfólio de biológicos mais completo, confiável e inovadores mercado, com presença nas quatro categorias que formam um manejo biológico integral: biocontrole, bioativação, uso eficiente dos nutrientes e nutrição.
Cada categoria responde a um tipo específico de desafio encontrado no campo, e é a combinação delas em um único portfólio, desenvolvido sob a mesma plataforma tecnológica e com o mesmo rigor científico, que torna o manejo do produtor verdadeiramente completo e integrado.
Biocontrole
A linha de biocontrole da Syngenta Biologicals atua na proteção da lavoura contra pragas, doenças e nematoides, a partir da ação de microrganismos benéficos, compostos bioquímicos e semioquímicos.
Eles promovem e contribuem para a resistência sistêmica das plantas e reduzem a pressão de pragas, doenças e nematoides de maneira sustentável.
Bioativadores
A linha de bioativadores da Syngenta Biologicals ativam o metabolismo vegetal, fortalecem o crescimento, melhoram a eficiência da planta e ampliam a tolerância a condições adversas, preparando a planta antes que o estresse aconteça e acelerando sua recuperação quando ele já ocorreu.
Em safras marcadas pela imprevisibilidade climática, são eles que sustentam a consistência produtiva quando o ambiente não coopera.
Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE)
A linha de produtos biológicos com foco na Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE) da Syngenta Biologicals tem como foco a melhoria disponibilidade e a absorção de macro e micronutrientes pelas plantas, ampliando o aproveitamento dos fertilizantes já aplicados.
Antes de colocar mais no solo, é preciso aproveitar o que já está lá e em todo o ambiente, como capturar o nitrogênio que está no ar: essa é a lógica da categoria.
Nutrição
A linha de nutrição da Syngenta Biologicals reúne produtos biológicos voltados para a saúde do solo que estimulam a fixação biológica de nitrogênio, a solubilização e mobilização de nutrientes, como também contribuem para própria atividade dos microrganismos benéficos do solo.
Assim, eles elevam o aproveitamento de todos os investimentos em fertilizantes e insumos ao longo da safra.
A escolha é uma só. É Syngenta Bio. Lógico!
Biocontrole, bioativação, eficiência nutricional e nutrição em um único portfólio, com uma plataforma tecnológica inovadora validada em campo e com suporte especializado em cada fase do ciclo: isso é o que o campo exige. Isso é o que a Syngenta Biologicals entrega, com a confiança Syngenta que todo produtor já conhece.
A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.
Agro Mato Grosso
Por que cânion paradísiaco atrai turistas mesmo durante a seca em MT?

Fenômeno ocorre durante o período de estiagem e transforma a paisagem de um dos principais atrativos turísticos de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT).
Um vídeo que mostra o Cânion do Jatobá, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562 km de Cuiabá, completamente seco voltou a chamar a atenção nas redes sociais no últimos dias. Segundo especialistas, o baixo volume de água ocorre todos os anos durante a estiagem e transforma o visual de águas cristalinas conhecido pelos turistas, mas não impede totalmente a visitação.
A cada temporada, o cânion recebe cerca de 7 mil a 8 mil visitantes. Durante a seca, as visitas ocorrem normalmente pelas formações rochosas, que permitem conhecer o ponto turístico sem as tradicionais piscinas geradas no período chuvoso.
O guia de turismo Victor Couto destacou que as visitas ao Cânion do Jatobá não são comprometidas pela transformação na paisagem e disse que há visitantes que vão ao local justamente para conhecer o cânion seco.
“Eles ficam muito impressionados com a rapidez com que ele seca. Tem muita gente que fica curiosa e aí vem só para conhecer ele pessoalmente”, relatou.
O Cânion do Jatobá é um dos últimos atrativos da região a perder a água. No entanto, Victor acrescentou que quando o processo inicia, a mudança pode ocorrer rapidamente.
“A partir de maio, os atrativos começam a secar, e o Cânion é o que demora mais para começar a perder água. Às vezes, ele consegue ficar com água até agosto. Só que, quando começa a secar, o processo é muito rápido. Você vai em um dia e ele está com água; dois ou três dias depois, volta e ele já está totalmente seco”, detalhou.
O “sumiço” da água na superfície do cânion é um evento anual. O Cânion do Jatobá é alimentado pela Cachoeira do Jatobá e, durante a estiagem, o fluxo de água deixa de correr pela superfície e passa a seguir inteiramente por baixo das rochas.
Ao contrário do que se possa imaginar, a redução do volume de água durante a seca também pode favorecer a visitação. Para Alcindo Chaves, outro guia de turismo da região, a vazão temporária no cânion permite a exploração turística do local, já que, durante as cheias, o grande volume de água dificulta o acesso e a visitação com segurança.
“Eu acho que, para nós aqui, [a seca] também favorece, né? E eu falo isso porque o turismo aqui em Vila Bela funciona o ano todo. Porque, se a água corresse só por cima [das pedras], durante a cheia a gente não teria condições de fazer a visitação”, concluiu.
O professor de geologia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Caiubi Kuhn, explicou que o cânion está associado a um tipo de aquífero, formado por rochas subterrâneas capazes de armazenar e transmitir água. Segundo ele, esse aquífero tem menor capacidade de armazenamento do que outros, como o Aquífero Guarani, presente em outras partes do estado.
“Não é um aquífero com uma capacidade tão boa quanto a de outros locais, como na região de Chapada dos Guimarães e no Vale do Rio Claro, onde os cursos d’água vêm do Aquífero Guarani. Quando há uma estiagem mais forte, o curso de água pode chegar a secar, situação que se agrava quando temos vários anos seguidos com chuvas abaixo da média”, destacou.
Segundo ele, o processo do cânion secar e encher todos os anos é natural e está associado às estações climáticas.
“Esse processo é normal e se relaciona com as estações do ano. As rochas daquela região não permitem ter uma armazenagem de grandes quantidades de água. […] Então, quando se tem uma estação de seca um pouco mais forte, esse aquífero é mais afetado e pode levar a secar completamente o curso de água”, esclareceu.
O professor ainda alertou que, embora seja comum que o cânion fique seco todos os anos, as mudanças climáticas podem intensificar o processo. Para ele, a ação humana também pode contribuir para o agravamento desses períodos.
“As mudanças climáticas podem fazer com que tenhamos secas mais severas ou, em outras regiões, chuvas mais intensas, com eventos extremos que impactam o ciclo hídrico de uma região. Então, mesmo sendo um fenômeno que, de certa forma, é natural, ele pode ser agravado pelas mudanças climáticas que tem uma influência humana”, completou.
🌄O Cânion
O Cânion do Jatobá foi moldado ao longo de milhões de anos pela força das águas da Cachoeira do Jatobá, localizada na Serra de Ricardo Franco. O percurso da trilha tem cerca de 5 km no total e é considerado de nível fácil.
O local é conhecido por ter mais de 8 metros de profundidade e formar piscinas de água cristalina que variam entre tons de azul e verde, permitindo a observação de alguns peixes, segundo Victor.
“Com a água cristalina, conforme o sol bate, a água fica azul, dependendo da época. Quando chove, por exemplo, a água fica verde. E, por volta da segunda metade de novembro, ele já costuma estar cheio”, disse.
Para quem desejar visitar Vila Bela da Santíssima Trindade, a região também reúne diversos outros pontos turísticos, como a Cachoeira do Capivari, a Trilha do Cipó e passeios de barco pelo Rio Guaporé. Alcindo ressaltou que há também um período de alta temporada, que pode favorecer a visita aos atrativos naturais.
“A nossa alta temporada inicia a partir de novembro e vai até o final de junho. Eu sempre falo que o melhor período para visitar Vila Bela é na alta temporada, porque você vai pegar as cachoeiras com volume de água intenso”, afirmou.
A Secretaria de Turismo de Vila Bela da Santíssima Trindade oferece um tour virtual pelas principais atrações turísticas do município. A iniciativa permite conhecer os locais gratuitamente pela internet e apresentar as belezas naturais da região ao público.
*Sob supervisão de Jardes Johnson.
Agro Mato Grosso
Povo Rikbaktsa se prepara para receber primeiros turistas em terras indígenas de MT

Visita-teste será realizada em setembro e marca nova fase de projeto que une turismo, cultura e proteção do território.
O povo Rikbaktsa, em Mato Grosso, vai receber visitantes pela primeira vez nas Terras Indígenas Japuíra e Escondido. A experiência está prevista para ocorrer entre os dias 13 e 17 de setembro e faz parte de um processo iniciado em 2024 para criar um modelo de turismo conduzido pelos próprios indígenas.
A visita será uma espécie de teste antes da abertura das atividades. A proposta é colocar os roteiros em prática, identificar o que precisa ser melhorado e preparar as comunidades para receber visitantes sem interferir na rotina das aldeias.
O projeto prevê atividades de etnoturismo e observação de aves, sempre com acompanhamento dos moradores das terras indígenas. Para os Rikbaktsa, a ideia não é apenas receber turistas, mas transformar a atividade em uma forma de valorizar a cultura, os conhecimentos tradicionais e o próprio território.
“É a primeira vez que vamos trabalhar com turismo aqui. O teste serve para saber se a comunidade está preparada e organizar as responsabilidades”, explicou Rogederson Natsitsabui, jovem liderança da TI Japuíra.
Desde o início do projeto, os indígenas participaram de levantamentos sobre os locais que poderiam ser visitados, oficinas, capacitações e elaboração de roteiros, cardápios e regras para os visitantes.
Também foi criada uma equipe para cuidar da parte administrativa, como logística e custos. Outras pessoas ficarão responsáveis por atividades como guiar os visitantes, preparar alimentos e conduzir experiências ligadas ao modo de vida Rikbaktsa.
“Cada pessoa já sabe sua responsabilidade. Eu vou receber o pessoal na balsa e trazer até a aldeia Pé de Mutum”, contou Márcio Wauria Rikbakta, outra jovem liderança envolvida na organização.
Entre as atividades previstas estão trilhas para observação de aves em pontos considerados importantes para o monitoramento do território. As mulheres Rikbaktsa também participaram da preparação dos cardápios, com troca de ingredientes e receitas da culinária tradicional.
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O projeto prevê atividades de etnoturismo e observação de aves, sempre com acompanhamento dos moradores das terras indígenas — Foto: Reprodução
A intenção é que a visita seja baseada na troca de experiências e no respeito à cultura indígena. O calendário das atividades também deverá levar em conta a rotina das aldeias, que inclui festas, rituais, caça, coleta e outras práticas tradicionais.
Para Camila Barra, consultora que acompanha o processo, o turismo pode ir além da geração de renda.
“Pode fortalecer a cultura, a língua e a participação dos jovens, além de criar novas perspectivas de futuro a partir da ancestralidade”, afirmou Camila.
A criação do turismo de base comunitária está prevista no Plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) do povo Rikbaktsa. O documento reúne decisões e diretrizes definidas pela própria comunidade para cuidar das terras indígenas e envolve temas como cultura, educação, saúde, geração de renda, alimentação e proteção territorial.
A iniciativa faz parte do projeto Berço das Águas, desenvolvido pela Operação Amazônia Nativa (OPAN) com os povos Rikbaktsa e Apiaká, com patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Esta é a quarta edição do projeto, que desde 2011 apoia ações de gestão territorial de povos indígenas na região da bacia do rio Juruena.
A visita-teste de setembro será, portanto, mais do que a chegada dos primeiros turistas. Para os Rikbaktsa, será uma oportunidade de avaliar na prática um modelo construído pela própria comunidade e decidir os próximos passos para que o turismo aconteça sem deixar de lado a rotina, a cultura e a autonomia do povo.
Agro Mato Grosso
Avião é encontrado desmontado em caminhão e 4 homens são presos por suspeita de roubo em MT

Policiais também apreenderam um caminhão Munck, um carro e diversos equipamentos que, segundo a polícia, seriam utilizados para desmontar e transportar o avião.
Uma aeronave foi encontrada desmontada durante uma ação da Polícia Militar em Nova Ubiratã (MT), e quatro homens foram presos por suspeita de roubo, neste domingo (30). Os policiais também apreenderam um caminhão Munck, um carro e diversos equipamentos que, segundo a polícia, seriam utilizados para desmontar e transportar o avião.
A ocorrência começou depois que os militares receberam informações de que um grupo estaria planejando retirar uma aeronave de um aeródromo na região. Conforme a denúncia, um carro estaria sendo usado para dar apoio à ação.
Durante as buscas, os policiais localizaram o veículo na Avenida Juscelino Kubitschek. Dois homens estavam no carro e disseram ser moradores de Sorriso (MT). Segundo os suspeitos, eles teriam sido contratados por telefone por uma terceira pessoa para desmontar e retirar um avião da região.
Pouco depois, outra equipe da PM encontrou um caminhão Munck transportando a aeronave já desmontada. O motorista e o passageiro não souberam informar aos policiais quem era o proprietário do avião.
No caminhão também foram encontrados um botijão de gás, um cilindro de oxigênio, uma caixa de ferramentas, uma lixadeira com carregador, materiais de soldagem e outros equipamentos.
Os quatro homens foram presos e encaminhados para a Delegacia Municipal de Nova Ubiratã. A Polícia Civil vai investigar a origem da aeronave, identificar o proprietário e esclarecer quem teria contratado o grupo para realizar a desmontagem e retirada do avião.
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