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22 de outubro de 2026

Agro Mato Grosso

Massey Ferguson apresenta novo trator na Expointer voltado aos pequenos e médios produtores

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Ao longo do ano, a marca traz novidades em diferentes categorias, o MF 2700 amplia atuação da Massey no segmento de tratores compactos

A Massey Ferguson, referência no mercado agrícola brasileiro, participa da Expointer 2026, com uma grande novidade: o trator MF 2700, nova série voltada aos pequenos e médios produtores que amplia a atuação da marca no segmento de tratores compactos. Durante a feira, que acontece de 29 de agosto a 6 de setembro, em Esteio (RS), a marca apresenta um portfólio que reúne máquinas, agricultura de precisão, conectividade e serviços para aumentar a eficiência das operações agrícolas.
O lançamento do MF 2700 reforça a estratégia de inovação da Massey Ferguson em 2026. Ao longo do ano, a marca apresenta novidades em diferentes categorias, incluindo tratores, plantadeiras, colheitadeiras, pulverizadores e soluções de agricultura de precisão. Os lançamentos ampliam a oferta de soluções para produtores de diferentes perfis e sistemas de produção.
“Nosso objetivo é oferecer soluções que combinam equipamentos, tecnologias digitais e serviços para tornar as operações mais eficientes, econômicas e produtivas, independentemente do tamanho da propriedade”, afirma Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produto da Massey Ferguson.
Nova série no portfólio de tratores

Resultado da parceria com a SDF, uma das principais fabricantes globais de tratores, a nova série MF 2700 foi desenvolvida para atender às necessidades de pequenos produtores e de atividades especializadas, oferecendo robustez, simplicidade de operação e excelente relação custo-benefício.
Os modelos possuem potência entre 35 cv e 60 cv, motores mecânicos de três cilindros e transmissão de oito velocidades, proporcionando facilidade de operação e baixo custo de manutenção. Plataformados, são indicados para horticultura, fruticultura, grãos, pecuária, serviços gerais, entre outros.
“Com o MF 2700 ampliamos nossa atuação em um segmento estratégico e passamos a atender produtores que buscam um trator compacto, robusto e confiável para diferentes aplicações. É uma solução desenvolvida para a realidade do campo brasileiro, mantendo os atributos de durabilidade e desempenho que caracterizam a Massey Ferguson”, destaca Zanetti.
Soluções para todas as etapas da produçã

Além do lançamento do MF 2700, a Massey Ferguson leva à Expointer tecnologias desenvolvidas para aumentar a eficiência em todas as etapas da produção agrícola.

Entre os destaques está o MF 9S, maior e mais potente série de tratores da marca no Brasil, equipada com recursos de automação, conectividade e telemetria para operações de grande escala. A linha de tratores MF 5M e MF 6M amplia o acesso à agricultura de precisão ao disponibilizar tecnologias como piloto automático e conectividade embarcada para um número maior de produtores, além de oferecer opções mais simples e com melhor custo-benefício.
Já a série MF 3700 atende produtores que demandam maior potência e versatilidade, com modelos de 75 cv a 85 cv, motores de quatro cilindros, opções de transmissão de 8, 12 ou 15 velocidades, versões com tração 2WD ou 4WD e versões plataformada ou cabinada. A linha é indicada para culturas como grãos, arroz, citrus, pecuária, hortifrúti e serviços gerais.
No plantio, a plantadeira Momentum, nas versões de 18 a 24 linhas ou 30 a 40 linhas para grandes áreas, incorpora tecnologias de distribuição inteligente de peso e controle de insumos, garantindo maior uniformidade na emergência das plantas, redução de desperdícios e melhor aproveitamento das janelas operacionais. Para áreas menores, a Massey Ferguson também oferece a plantadeira rígida MF 500, que proporciona alta qualidade de plantio e reúne diversos benefícios agronômicos.
A plataforma FarmENGAGE permite ao produtor acompanhar, em tempo real, o desempenho de máquinas de diferentes marcas em um único ambiente digital, reunindo dados agronômicos e operacionais que apoiam decisões para otimizar o uso de combustível, fertilizantes e defensivos, além de aumentar a produtividade.
Na colheita, a série de colheitadeiras axiais MF 9005S incorpora melhorias que proporcionam melhor fragmentação e distribuição uniforme da palha, favorecendo o plantio direto da safra seguinte. Já o pulverizador MF 500R reúne tecnologias de aplicação precisa para reduzir desperdícios de insumos, minimizar sobreposições e ampliar o rendimento operacional. A marca também apresenta soluções em fenação, desenvolvidas para produzir forragem de alta qualidade com maior eficiência operacional.

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Mulheres, idosos e crianças são atacados com mais de 230 ferroadas de abelhas em MT

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Nove pessoas, com idades entre 4 meses e 86 anos, foram atacadas por um enxame de abelhas no fim da tarde desta quarta-feira (21), na região central de Novo Horizonte do Norte, a 663 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, juntas, as vítimas sofreram mais de 230 ferroadas, e todas receberam atendimento médico.

Entre as vítimas estão uma idosa de 86 anos, que levou mais de 50 ferroadas, e um bebê de 4 meses, atingido uma vez. Uma mulher de 47 anos também sofreu mais de 50 ferroadas ao tentar proteger os dois netos, de 6 anos e 4 meses.

Conforme a polícia, a primeira pessoa atacada foi a idosa de 86 anos, que caminhava pela rua quando foi surpreendida pelo enxame e pediu socorro. Uma mulher de 61 anos, que estava em casa, saiu para verificar o que acontecia e também foi atacada.

Depois, uma mulher de 47 anos percebeu que os netos estavam sendo atingidos pelas abelhas. Ela tentou proteger as crianças com um cobertor, mas, diante da continuidade dos ataques, correu com elas para o banheiro e permaneceu sob o chuveiro até a chegada dos policiais.

A equipe foi acionada e encontrou quatro pessoas abrigadas dentro da casa: dois adultos e as duas crianças. Os policiais informaram que usaram equipamentos de proteção para resgatá-las e levá-las ao hospital. Segundo a corporação, os militares que participaram do resgate também foram atingidos por ferroadas nos braços, no pescoço e nas pernas.

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As nove vítimas tiveram as seguintes quantidades de ferroadas, conforme a polícia:

  • Idosa de 86 anos: mais de 50 ferroadas;
  • Mulher de 47 anos: mais de 50 ferroadas;
  • Idoso de 64 anos: 35 ferroadas;
  • Idosa de 61 anos: 24 ferroadas;
  • Mulher de 51 anos: 23 ferroadas;
  • Mulher de 56 anos: 28 ferroadas;
  • Idoso de 64 anos: 20 ferroadas;
  • Menina de 6 anos: 2 ferroadas;
  • Bebê de 4 meses: 1 ferroada.

Após o resgate, a área foi isolada para a captura e remoção do enxame, com apoio do Corpo de Bombeiros de Juara e da Vigilância Sanitária do município.

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Alunas de escola do campo em MT produzem seis tipos de pomadas com plantas medicinais

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Alunas da Escola Estadual de Campo Heronides Araújo, localizada na zona rural de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, estão desenvolvendo pomadas naturais a partir de plantas medicinais como parte de um projeto de pesquisa sobre os saberes tradicionais do Cerrado mato-grossense. A iniciativa reúne três estudantes e investiga o uso de espécies vegetais na produção de seis tipos de pomadas.

A iniciativa começou há cerca de quatro meses. O diretor da escola, Eugênio Marcos de Sousa, informou que a equipe já tinha uma horta com plantas medicinais e decidiu pesquisar formas de utilizá-las na produção das preparações.

“Esse projeto começou com uma ideia que tivemos assim que a Fapemat divulgou o edital. Nós já havíamos pensado nessa questão das plantas medicinais na escola, tanto que temos uma horta”, contou.

O projeto é desenvolvido por Eugênio e pela professora de matemática e bióloga Fabiane Borges de Souza, com a participação de três estudantes: Marcela Matos Luz Vieira, do 8º ano das salas anexas; Yasmin Lorraine Queiroz Nero, do 8º ano; e Gabrielle Mutzenberg Morais, do 2º ano do ensino médio, ambas da sede da escola.

As estudantes fazem parte do grêmio estudantil. De acordo com o diretor, a professora Fabiane teve a ideia inicial e mobilizou as alunas para participar da pesquisa.

Os produtos são feitos de forma caseira, em um espaço adaptado na escola, e não possuem regulamentação sanitária para comercialização. As pomadas fazem parte do projeto de pesquisa e, até o momento, não são produtos regularizados para venda.

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Seis tipos de pomadas

 

Projeto produz seis tipos de pomadas naturais, incluindo versões para dores musculares, queda capilar e ação repelente. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

Projeto produz seis tipos de pomadas naturais, incluindo versões para dores musculares, queda capilar e ação repelente. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

As estudantes produzem seis preparações: pomada para dores musculares, antiqueda capilar, anti-idade, repelente, cicatrizante e uma versão chamada de “Vick natural”, inspirada em produtos tradicionais usados para aliviar desconfortos respiratórios.

Os ingredientes variam conforme a finalidade de cada preparo. A pomada para queda capilar, por exemplo, leva folhas de goiaba e amora, além de canela e cravo. Já a versão repelente utiliza citronela e eucalipto.

A pomada cicatrizante contém açafrão e barbatimão. Para a preparação chamada de “Vick natural”, são utilizadas folhas de hortelã, eucalipto e poejo.

O diretor explicou que a escolha dos ingredientes e a consistência das preparações foram definidas a partir das pesquisas realizadas pela equipe.

“Para dar consistência à pomada, tivemos a ideia de usar a cera de abelha. Dependendo da preparação, também mudamos os óleos utilizados, conforme as pesquisas feitas pelas meninas”, relatou.

 

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Além das pomadas, as estudantes também começaram a pesquisar a extração dos óleos vegetais para disponibilizá-los separadamente.

Produção dentro da escola

 

Pomadas são produzidas de forma caseira em espaço adaptado na escola estadual, em Barra do Garças. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

Pomadas são produzidas de forma caseira em espaço adaptado na escola estadual, em Barra do Garças. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

As pomadas são produzidas em um espaço improvisado na biblioteca da escola, adaptado para funcionar como laboratório. Inicialmente, a equipe utilizava um fogão elétrico de duas bocas, mas, com os recursos do projeto, comprou um equipamento de quatro bocas.

Segundo o diretor, as primeiras preparações foram apresentadas a familiares, professores e integrantes da Diretoria Regional de Educação (DRE). A equipe recebeu avaliações positivas e pedidos de novas unidades.

“Por exemplo, a nossa pomada mágica, que é para dor muscular, já disseram que é muito boa, excelente. Inclusive, já nos solicitaram mais”, destacou.

Entre os produtos que receberam comentários favoráveis também estão as versões para queda capilar e cicatrização, conforme o diretor.

Planos para o futuro

Atualmente, parte das plantas utilizadas no projeto é cultivada na própria escola, como hortelã, goiaba, poejo, guaco, eucalipto, capim-limão e babosa. A equipe pretende ampliar o cultivo com novas espécies para dar continuidade às pesquisas.

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O objetivo inicial é divulgar o projeto e compartilhar o conhecimento produzido pelas estudantes. No futuro, a equipe pretende buscar um espaço próprio para a fabricação das pomadas e avaliar a possibilidade de comercializá-las para a comunidade.

“Quem sabe, lá na frente, a gente consiga fazer na escola um local próprio para isso e comercializar essas pomadas para a comunidade, com um preço acessível a todas as pessoas”, afirmou Eugênio.

 

A horta inclui plantas como hortelã, babosa, guaco, poejo e eucalipto. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

A horta inclui plantas como hortelã, babosa, guaco, poejo e eucalipto. — Foto: Escola Estadual de Campo Heronides Araújo

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Fungicida para soja promete ganhos de até 12 sacas por hectare e mira ferrugem asiática

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O controle da ferrugem asiática e de outras doenças da soja ganha uma nova opção com a chegada ao mercado do Cortina Gold, fungicida lançado pela Sipcam Nichino Brasil. A empresa apresenta o produto como uma mistura pronta de protioconazole e clorotalonil, desenvolvida para proteger a lavoura contra diferentes doenças que podem comprometer o rendimento da cultura.

Nos ensaios de rede citados pela companhia, foram registrados ganhos de produtividade de até 12 sacas por hectare em comparação com áreas sem aplicação de fungicida. Os resultados variam conforme as condições avaliadas e não representam uma garantia de desempenho para todas as lavouras.

A tecnologia foi submetida a avaliações de consultorias agrícolas em diferentes regiões produtoras, incluindo áreas do Rio Grande do Sul, de Mato Grosso e do Oeste da Bahia. Entre os aspectos analisados estão o controle de doenças foliares e a resposta das plantas em condições de pressão de patógenos.

Ferrugem asiática e manchas foliares exigem atenção

O pesquisador Carlos Eduardo Valente, engenheiro agrônomo e coordenador de fitopatologia da consultoria Multcrop, relatou resultados positivos nos ensaios acompanhados pela equipe. Segundo ele, a comparação com tratamentos sem fungicida mostrou ganhos de até 12 sacas por hectare.

Já o fitopatologista Carlos Forcelini, da Agro Techno Research, avaliou o desempenho da solução diante de doenças como ferrugem asiática, manchas foliares e oídio. De acordo com o pesquisador, o produto apresentou resposta favorável em condições de elevada pressão de doenças e superou alguns padrões comerciais incluídos nas avaliações.

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O controle depende de fatores como a doença presente, o nível de infestação, as condições meteorológicas e o momento da aplicação. Por isso, os resultados experimentais precisam ser considerados dentro das condições em que os testes foram conduzidos.

El Niño pode influenciar o calendário de aplicações

As condições climáticas previstas para a safra também entram na discussão sobre o manejo fitossanitário. Forcelini alerta que períodos favoráveis ao desenvolvimento de doenças podem antecipar o aparecimento de sintomas e aumentar a pressão sobre as lavouras.

Na avaliação do pesquisador, anos associados ao El Niño podem exigir atenção antecipada ao manejo, especialmente quando há umidade e condições favoráveis à evolução de doenças. A recomendação é acompanhar o desenvolvimento da cultura e as condições da região para definir o momento adequado das aplicações.

O cenário não é igual em todas as áreas produtoras. Enquanto regiões do Sul podem enfrentar períodos de chuva mais intensa, áreas do Cerrado também precisam monitorar doenças como a mancha-alvo, que pode sobreviver em restos culturais e afetar a nova safra.

Produto combina ação sistêmica e de contato

De acordo com Eric Ono, gerente de portfólio de produtos e cultivos extensivos da Sipcam Nichino, o Cortina Gold reúne ação sistêmica e de contato, com os ingredientes ativos protioconazole e clorotalonil. A empresa afirma que a combinação foi avaliada em ensaios de rede e apresentou controle de doenças em patamar semelhante ao de misturas triplas utilizadas como referência nos testes.

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A companhia também destaca a formulação como um diferencial para uso em condições climáticas do Cerrado e afirma ter observado baixo nível de fitotoxicidade nas avaliações realizadas. Essas características são informações divulgadas pela fabricante e devem ser consideradas conforme os resultados experimentais e as condições de uso previstas para o produto.

Segundo a empresa, a tecnologia pode integrar o manejo durante fases como a floração e a formação das vagens, períodos importantes para a proteção do potencial produtivo. A escolha do tratamento, porém, deve levar em conta o diagnóstico das doenças, o histórico da área e as orientações técnicas aplicáveis.

Manejo integrado continua sendo decisivo

A entrada de novas ferramentas amplia as alternativas disponíveis ao produtor, mas o controle de doenças da soja exige planejamento ao longo de toda a safra. O monitoramento da lavoura, a identificação correta dos sintomas e o acompanhamento das condições meteorológicas ajudam a orientar decisões sobre o manejo.

O uso de fungicidas também deve seguir o registro e as instruções de bula, com atenção às doses, aos intervalos e às medidas de segurança. A definição do programa de aplicações precisa considerar a recomendação de um profissional habilitado e as estratégias de manejo da resistência para preservar a eficácia das tecnologias disponíveis.

Para produtores de Mato Grosso, onde a soja ocupa posição central na atividade agrícola, o acompanhamento de doenças como ferrugem asiática e mancha-alvo é parte importante da gestão da safra. O desempenho de qualquer produto depende, entre outros fatores, da pressão de doenças, do ambiente e da condução do manejo em cada propriedade.

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Empresa atua no mercado de proteção de cultivos

A Sipcam Nichino Brasil foi criada em 1979 e reúne a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, e a japonesa Nihon Nohyaku, conhecida como Nichino. As empresas atuam no desenvolvimento e na comercialização de soluções para proteção de cultivos.

O lançamento do Cortina Gold amplia o portfólio da companhia para o manejo de doenças da soja. Os resultados divulgados nos ensaios apontam potencial de controle e produtividade, mas a resposta em campo deve ser avaliada conforme as condições específicas de cada lavoura.

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