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31 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

Bayer leva inovações e lançamentos para o 35º Congresso Nacional de Milho e Sorgo

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Empresa reforça compromisso de entregar soluções tecnológicas que não só contribuem com o controle de pragas e doenças, mas também elevam a produtividade

De 31 de agosto a 3 de setembro, a Bayer participa do 35º Congresso Nacional de Milho e Sorgo, em Chapecó (SC), considerado um dos principais eventos para a difusão de conhecimento e inovações na cultura. Os visitantes poderão conhecer o portfólio completo de soluções da empresa, que inclui desde lançamentos de híbridos de alto desempenho até novidades em tecnologias para proteção de cultivos, todos voltados para impulsionar a produtividade e a rentabilidade no campo.
“A Bayer mantém o foco em entender e atender as necessidades vindas do campo para, assim, contribuir com o setor e disponibilizar tecnologias que otimizem o manejo de pragas e doenças, aumentem a produtividade e garantam a sustentabilidade das lavouras”, afirma Guilherme Hungueria, líder de estratégia de culturas da Bayer.
Entre os destaques estão os lançamentos do portfólio de híbridos das marcas Agroeste, Dekalb e Sementes Agroceres. A Bayer conta atualmente com um portfólio de mais de 50 híbridos de milho distribuídos no Brasil pelas três marcas, que reúnem alternativas para diferentes janelas de plantio, ambientes produtivos e sistemas de cultivo. Somente neste último ano, a empresa apresentou nove novos materiais adaptados e desenvolvidos para diferentes regiões de plantio — o que demonstra o compromisso contínuo de buscar cada vez mais inovação e produtividade para o produtor brasileiro.

Proteção de cultivos

Uma das novidades que a empresa apresenta no congresso é voltada ao combate a duas das pragas que mais têm trazido dor de cabeça aos produtores de milho do país: as cigarrinhas e os pulgões. O Valient® possui uma molécula inédita no mercado do milho, Flupiradifurone, com alta sistematicidade e poder residual, que ajudará no controle dessas duas pragas. A solução se juntará a outro líder em vendas da empresa contra as cigarrinhas, o Curbix, que ajuda no combate a insetos sugadores, proporcionando alto efeito de choque e período prolongado de controle.
Pensando na performance integrada do cultivo do milho, a Bayer destaca o Verango® Prime, que potencializa a produtividade ao oferecer uma série de benefícios para o agricultor: controle de nematoides com alto residual, manejo de doenças foliares como o complexo Bipolaris, alta compatibilidade com biológicos e microrganismos benéficos para a cultura, além da formação de raízes mais robustas do milho. Este último ponto pode ser o principal aliado do produtor neste ano de El Niño, em que os desafios climáticos podem ser ainda maiores.
Ainda no controle de doenças, a Bayer deve lançar até 2028 o Iblon, com uma nova carboxamida, chamada isoflucypram, que será misturada ao tebuconazol para contribuir para o manejo de doenças do milho, como as causadas por Bipolaris e Diplodia, entre outros alvos.

 

Além disso, a empresa celebra o crescimento do Fox Xpro, que se tornou o principal fungicida da cultura do milho. Ele foi o primeiro produto no país a receber registro para o combate à mancha de Bipolaris, com eficácia comprovada e os melhores resultados produtivos na rede tropical da doença. Essa doença tem tirado o sono dos agricultores nas últimas safras e pode trazer perdas de até 70% na produção, segundo a Embrapa.
“Mais do que oferecer um produto isolado para a resolução de um problema, a Bayer tem focado em ajudar o produtor não só com as demandas atuais, mas também com as futuras. A ideia é disponibilizar um portfólio cada vez mais robusto de soluções integradas para um controle fitossanitário eficiente e uma rotação inteligente de ativos, garantindo maior sustentabilidade e eficiência no campo”, afirma Hungueria.
Agricultura digital

Para unir o que há de mais avançado em inovação, como os lançamentos já citados acima, com soluções que ajudem os produtores a resolver problemas na lavoura e a tirar o máximo proveito dessas tecnologias, é preciso integrar essas soluções a ferramentas digitais. Ao conectar a inteligência de Climate FieldView™ com o portfólio integrado de sementes, biotecnologia e proteção de cultivos, a Bayer consegue gerar recomendações agronômicas personalizadas capazes de potencializar saltos de produtividade.
Um bom exemplo dessa integração entre a plataforma Climate FieldView™, a ciência dos híbridos de milho Bayer e o conhecimento agronômico é o programa Bayer VAlora Milho. Pioneiro no setor, desenvolvido no Brasil e exclusivo para os agricultores que adquirem híbridos de milho de marcas da Bayer (Dekalb, Agroeste e Sementes Agroceres), ele otimiza a produtividade e a rentabilidade das lavouras de milho.
“Graças à análise de dados e ao rico histórico da companhia, o Bayer VAlora Milho é um programa único que disponibiliza recomendações personalizadas sobre a escolha de híbridos Bayer, a população de sementes e a aplicação personalizada de nitrogênio para cada ambiente produtivo do talhão. Com mais de três mil participantes e prescrições geradas para mais de 3 milhões de hectares, os números falam por si: no último ano (safra de verão e safrinha 2025/26), 8 em cada 10 participantes do VAlora alcançaram ganho de produtividade, com incremento médio de 5 sacas/ha. A agricultura digital Bayer é isso: o encontro da nossa ciência com a experiência do produtor”, conclui Marlon Denez, líder do Bayer VAlora Milho.

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Povo Rikbaktsa se prepara para receber primeiros turistas em terras indígenas de MT

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O povo Rikbaktsa, em Mato Grosso, vai receber visitantes pela primeira vez nas Terras Indígenas Japuíra e Escondido. A experiência está prevista para ocorrer entre os dias 13 e 17 de setembro e faz parte de um processo iniciado em 2024 para criar um modelo de turismo conduzido pelos próprios indígenas.

A visita será uma espécie de teste antes da abertura das atividades. A proposta é colocar os roteiros em prática, identificar o que precisa ser melhorado e preparar as comunidades para receber visitantes sem interferir na rotina das aldeias.

O projeto prevê atividades de etnoturismo e observação de aves, sempre com acompanhamento dos moradores das terras indígenas. Para os Rikbaktsa, a ideia não é apenas receber turistas, mas transformar a atividade em uma forma de valorizar a cultura, os conhecimentos tradicionais e o próprio território.

“É a primeira vez que vamos trabalhar com turismo aqui. O teste serve para saber se a comunidade está preparada e organizar as responsabilidades”, explicou Rogederson Natsitsabui, jovem liderança da TI Japuíra.

Desde o início do projeto, os indígenas participaram de levantamentos sobre os locais que poderiam ser visitados, oficinas, capacitações e elaboração de roteiros, cardápios e regras para os visitantes.

Agora, as aldeias estão em uma espécie de mutirão para deixar tudo pronto. Banheiros e cozinhas comunitárias passam por pequenos reparos, casas tradicionais estão sendo construídas para receber os visitantes e trilhas são preparadas para os passeios.

Também foi criada uma equipe para cuidar da parte administrativa, como logística e custos. Outras pessoas ficarão responsáveis por atividades como guiar os visitantes, preparar alimentos e conduzir experiências ligadas ao modo de vida Rikbaktsa.

“Cada pessoa já sabe sua responsabilidade. Eu vou receber o pessoal na balsa e trazer até a aldeia Pé de Mutum”, contou Márcio Wauria Rikbakta, outra jovem liderança envolvida na organização.

Entre as atividades previstas estão trilhas para observação de aves em pontos considerados importantes para o monitoramento do território. As mulheres Rikbaktsa também participaram da preparação dos cardápios, com troca de ingredientes e receitas da culinária tradicional.

O projeto prevê atividades de etnoturismo e observação de aves, sempre com acompanhamento dos moradores das terras indígenas — Foto: Reprodução

O projeto prevê atividades de etnoturismo e observação de aves, sempre com acompanhamento dos moradores das terras indígenas — Foto: Reprodução

A intenção é que a visita seja baseada na troca de experiências e no respeito à cultura indígena. O calendário das atividades também deverá levar em conta a rotina das aldeias, que inclui festas, rituais, caça, coleta e outras práticas tradicionais.

Para Camila Barra, consultora que acompanha o processo, o turismo pode ir além da geração de renda.

“Pode fortalecer a cultura, a língua e a participação dos jovens, além de criar novas perspectivas de futuro a partir da ancestralidade”, afirmou Camila.

A criação do turismo de base comunitária está prevista no Plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) do povo Rikbaktsa. O documento reúne decisões e diretrizes definidas pela própria comunidade para cuidar das terras indígenas e envolve temas como cultura, educação, saúde, geração de renda, alimentação e proteção territorial.

A iniciativa faz parte do projeto Berço das Águas, desenvolvido pela Operação Amazônia Nativa (OPAN) com os povos Rikbaktsa e Apiaká, com patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Esta é a quarta edição do projeto, que desde 2011 apoia ações de gestão territorial de povos indígenas na região da bacia do rio Juruena.

A visita-teste de setembro será, portanto, mais do que a chegada dos primeiros turistas. Para os Rikbaktsa, será uma oportunidade de avaliar na prática um modelo construído pela própria comunidade e decidir os próximos passos para que o turismo aconteça sem deixar de lado a rotina, a cultura e a autonomia do povo.

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Avião é encontrado desmontado em caminhão e 4 homens são presos por suspeita de roubo em MT

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Uma aeronave foi encontrada desmontada durante uma ação da Polícia Militar em Nova Ubiratã (MT), e quatro homens foram presos por suspeita de roubo, neste domingo (30). Os policiais também apreenderam um caminhão Munck, um carro e diversos equipamentos que, segundo a polícia, seriam utilizados para desmontar e transportar o avião.

A ocorrência começou depois que os militares receberam informações de que um grupo estaria planejando retirar uma aeronave de um aeródromo na região. Conforme a denúncia, um carro estaria sendo usado para dar apoio à ação.

Durante as buscas, os policiais localizaram o veículo na Avenida Juscelino Kubitschek. Dois homens estavam no carro e disseram ser moradores de Sorriso (MT). Segundo os suspeitos, eles teriam sido contratados por telefone por uma terceira pessoa para desmontar e retirar um avião da região.

Pouco depois, outra equipe da PM encontrou um caminhão Munck transportando a aeronave já desmontada. O motorista e o passageiro não souberam informar aos policiais quem era o proprietário do avião.

No caminhão também foram encontrados um botijão de gás, um cilindro de oxigênio, uma caixa de ferramentas, uma lixadeira com carregador, materiais de soldagem e outros equipamentos.

Os quatro homens foram presos e encaminhados para a Delegacia Municipal de Nova Ubiratã. A Polícia Civil vai investigar a origem da aeronave, identificar o proprietário e esclarecer quem teria contratado o grupo para realizar a desmontagem e retirada do avião.

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Agro Mato Grosso

Tecnologias são testadas em propriedades rurais de Mato Grosso

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Desde maio, produtores participam da etapa de Validação no Campo do programa AgriHub Conecta 2026

Tecnologias desenvolvidas para solucionar problemas do agronegócio estão sendo testadas diretamente em propriedades rurais de Mato Grosso. Desde maio, produtores participam da etapa de Validação no Campo do programa AgriHub Conecta 2026, experimentando ferramentas de startups em situações reais de produção.

A iniciativa busca verificar se produtos, serviços e plataformas desenvolvidos pelas empresas funcionam efetivamente na rotina das fazendas. Além do desempenho técnico e operacional, os testes avaliam facilidade de implantação, aderência às necessidades locais e percepção dos próprios produtores.

A Validação no Campo corresponde à sexta etapa do programa “AgriHub Conecta 2026 – Impulsionando a Inovação no Campo” e é obrigatória para as startups participantes.

O acompanhamento é realizado pela rede de inovação do Sistema Federação da Agricultura de Mato Grosso (Sistema Famato). Um técnico de campo atua como intermediário entre a startup e o produtor, acompanha os testes e coleta as avaliações sobre cada ferramenta.

Antes da implantação, as empresas também capacitam o profissional responsável pelo acompanhamento e fornecem acessos, materiais e informações necessários para a utilização das tecnologias.

Segundo Rodrigo Rejes Mendonça, técnico de campo do AgriHub, a recepção dos produtores tem sido positiva.

“Eles demonstraram entusiasmo e satisfação por receber o projeto em suas regiões e por terem a oportunidade de participar dessa iniciativa. Muitos enxergaram nas tecnologias apresentadas soluções práticas para desafios que enfrentam diariamente em suas propriedades”, afirma.

 

Tecnologia monitora fogo

Em Comodoro, no Noroeste de Mato Grosso, o produtor Paulo Adriano testa uma ferramenta para monitoramento de incêndios florestais.

A tecnologia utiliza os limites georreferenciados da propriedade para acompanhar a área e emitir alertas quando identifica focos de incêndio. Segundo o produtor, a ferramenta é especialmente importante em propriedades extensas, nas quais o monitoramento visual de todo o território é inviável.

Em uma fazenda de 10 mil hectares, por exemplo, áreas de mata fechada ou distantes de estruturas de observação dificultam a identificação rápida de um foco.

“Dispor de uma tecnologia que, a cada 10 ou 20 minutos, monitora toda a área e emite alertas de focos de incêndio é fundamental, pois o fogo só se combate de verdade no início; depois disso, são apenas medidas paliativas”, afirma Paulo.

Para colocar o sistema em funcionamento, são utilizados os dados georreferenciados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e cadastrados os telefones que deverão receber os alertas.

Segundo Paulo, a ferramenta passou também a identificar modificações na cobertura vegetal, ampliando o acompanhamento da propriedade.

 

Rede contra incêndios

O produtor avalia que o monitoramento poderia ser integrado à estrutura regional de prevenção e combate ao fogo.

A proposta seria conectar produtores, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil, permitindo mapear equipamentos disponíveis, pontos de captação de água, pistas de pouso e equipes capazes de atuar diante de uma ocorrência.

A integração permitiria identificar não apenas o foco de incêndio, mas também os recursos disponíveis nas proximidades para uma resposta mais rápida.

“Nosso feedback é indiscutivelmente positivo. A ferramenta agora se expandiu e monitora também qualquer modificação vegetal, permitindo uma visão constante da propriedade”, diz.

 

Pecuária também testa soluções

Em Guarantã do Norte, a produtora Ana Carolina Gauer participa da validação de diferentes tecnologias em uma propriedade dedicada principalmente à pecuária de corte.

Uma delas é a InLida, utilizada para registrar informações dos animais e auxiliar na gestão do rebanho.

Ana afirma que já utilizava outra ferramenta de rastreamento, mas encontrou no novo sistema campos e relatórios que considera mais adequados às necessidades da propriedade.

“A InLida traz campos de informações extremamente úteis que geram relatórios organizados e vão facilitar muito a nossa tomada de decisão lá na frente”, afirma.

A propriedade também testa outras soluções. Algumas dependem das condições climáticas para avançar, enquanto outras são voltadas justamente à prevenção de problemas associados ao clima. Entre elas está o NoFlame, direcionado ao monitoramento de incêndios.

 

Para Ana, o contato direto com as empresas também permite conhecer aplicações que anteriormente não faziam parte da rotina da fazenda.

“Esse contato abre muito a nossa mente para novas possibilidades”, afirma.

 

Solução depende de cada região

Um dos desafios do programa é a diversidade da produção agropecuária de Mato Grosso. As propriedades possuem dimensões, atividades, infraestrutura e necessidades diferentes.

Por isso, segundo o AgriHub, a distribuição das tecnologias procura relacionar cada ferramenta aos problemas encontrados nas diferentes regiões.

Em Juruena, por exemplo, parte dos produtores tinha pouco contato anterior com projetos de inovação. Segundo Rodrigo, foi necessário um trabalho inicial de aproximação e explicação antes da implantação das ferramentas.

“Isso exigiu um trabalho de construção de confiança, diálogo transparente e presença constante em campo para esclarecer dúvidas e mostrar a credibilidade do projeto”, afirma.

Para o técnico, a participação dos produtores também permite às startups identificar ajustes necessários antes de uma eventual expansão comercial.

“As empresas se mostraram parceiras, sempre solícitas e disponíveis para acompanhar as validações, esclarecer dúvidas e buscar soluções para os desafios encontrados durante a execução do projeto”, diz.

A etapa transforma, assim, as propriedades em ambientes de teste. Enquanto os produtores avaliam se as ferramentas resolvem problemas concretos da atividade rural, as empresas recebem informações sobre desempenho, limitações e adaptações necessárias antes de ampliar o uso das tecnologias no mercado.

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