Agro Mato Grosso
Bayer leva inovações e lançamentos para o 35º Congresso Nacional de Milho e Sorgo

Empresa reforça compromisso de entregar soluções tecnológicas que não só contribuem com o controle de pragas e doenças, mas também elevam a produtividade
De 31 de agosto a 3 de setembro, a Bayer participa do 35º Congresso Nacional de Milho e Sorgo, em Chapecó (SC), considerado um dos principais eventos para a difusão de conhecimento e inovações na cultura. Os visitantes poderão conhecer o portfólio completo de soluções da empresa, que inclui desde lançamentos de híbridos de alto desempenho até novidades em tecnologias para proteção de cultivos, todos voltados para impulsionar a produtividade e a rentabilidade no campo.
“A Bayer mantém o foco em entender e atender as necessidades vindas do campo para, assim, contribuir com o setor e disponibilizar tecnologias que otimizem o manejo de pragas e doenças, aumentem a produtividade e garantam a sustentabilidade das lavouras”, afirma Guilherme Hungueria, líder de estratégia de culturas da Bayer.
Entre os destaques estão os lançamentos do portfólio de híbridos das marcas Agroeste, Dekalb e Sementes Agroceres. A Bayer conta atualmente com um portfólio de mais de 50 híbridos de milho distribuídos no Brasil pelas três marcas, que reúnem alternativas para diferentes janelas de plantio, ambientes produtivos e sistemas de cultivo. Somente neste último ano, a empresa apresentou nove novos materiais adaptados e desenvolvidos para diferentes regiões de plantio — o que demonstra o compromisso contínuo de buscar cada vez mais inovação e produtividade para o produtor brasileiro.
Proteção de cultivos
Uma das novidades que a empresa apresenta no congresso é voltada ao combate a duas das pragas que mais têm trazido dor de cabeça aos produtores de milho do país: as cigarrinhas e os pulgões. O Valient® possui uma molécula inédita no mercado do milho, Flupiradifurone, com alta sistematicidade e poder residual, que ajudará no controle dessas duas pragas. A solução se juntará a outro líder em vendas da empresa contra as cigarrinhas, o Curbix, que ajuda no combate a insetos sugadores, proporcionando alto efeito de choque e período prolongado de controle.
Pensando na performance integrada do cultivo do milho, a Bayer destaca o Verango® Prime, que potencializa a produtividade ao oferecer uma série de benefícios para o agricultor: controle de nematoides com alto residual, manejo de doenças foliares como o complexo Bipolaris, alta compatibilidade com biológicos e microrganismos benéficos para a cultura, além da formação de raízes mais robustas do milho. Este último ponto pode ser o principal aliado do produtor neste ano de El Niño, em que os desafios climáticos podem ser ainda maiores.
Ainda no controle de doenças, a Bayer deve lançar até 2028 o Iblon, com uma nova carboxamida, chamada isoflucypram, que será misturada ao tebuconazol para contribuir para o manejo de doenças do milho, como as causadas por Bipolaris e Diplodia, entre outros alvos.
Além disso, a empresa celebra o crescimento do Fox Xpro, que se tornou o principal fungicida da cultura do milho. Ele foi o primeiro produto no país a receber registro para o combate à mancha de Bipolaris, com eficácia comprovada e os melhores resultados produtivos na rede tropical da doença. Essa doença tem tirado o sono dos agricultores nas últimas safras e pode trazer perdas de até 70% na produção, segundo a Embrapa.
“Mais do que oferecer um produto isolado para a resolução de um problema, a Bayer tem focado em ajudar o produtor não só com as demandas atuais, mas também com as futuras. A ideia é disponibilizar um portfólio cada vez mais robusto de soluções integradas para um controle fitossanitário eficiente e uma rotação inteligente de ativos, garantindo maior sustentabilidade e eficiência no campo”, afirma Hungueria.
Agricultura digital
Para unir o que há de mais avançado em inovação, como os lançamentos já citados acima, com soluções que ajudem os produtores a resolver problemas na lavoura e a tirar o máximo proveito dessas tecnologias, é preciso integrar essas soluções a ferramentas digitais. Ao conectar a inteligência de Climate FieldView™ com o portfólio integrado de sementes, biotecnologia e proteção de cultivos, a Bayer consegue gerar recomendações agronômicas personalizadas capazes de potencializar saltos de produtividade.
Um bom exemplo dessa integração entre a plataforma Climate FieldView™, a ciência dos híbridos de milho Bayer e o conhecimento agronômico é o programa Bayer VAlora Milho. Pioneiro no setor, desenvolvido no Brasil e exclusivo para os agricultores que adquirem híbridos de milho de marcas da Bayer (Dekalb, Agroeste e Sementes Agroceres), ele otimiza a produtividade e a rentabilidade das lavouras de milho.
“Graças à análise de dados e ao rico histórico da companhia, o Bayer VAlora Milho é um programa único que disponibiliza recomendações personalizadas sobre a escolha de híbridos Bayer, a população de sementes e a aplicação personalizada de nitrogênio para cada ambiente produtivo do talhão. Com mais de três mil participantes e prescrições geradas para mais de 3 milhões de hectares, os números falam por si: no último ano (safra de verão e safrinha 2025/26), 8 em cada 10 participantes do VAlora alcançaram ganho de produtividade, com incremento médio de 5 sacas/ha. A agricultura digital Bayer é isso: o encontro da nossa ciência com a experiência do produtor”, conclui Marlon Denez, líder do Bayer VAlora Milho.
Agro Mato Grosso
Povo Rikbaktsa se prepara para receber primeiros turistas em terras indígenas de MT

Visita-teste será realizada em setembro e marca nova fase de projeto que une turismo, cultura e proteção do território.
O povo Rikbaktsa, em Mato Grosso, vai receber visitantes pela primeira vez nas Terras Indígenas Japuíra e Escondido. A experiência está prevista para ocorrer entre os dias 13 e 17 de setembro e faz parte de um processo iniciado em 2024 para criar um modelo de turismo conduzido pelos próprios indígenas.
A visita será uma espécie de teste antes da abertura das atividades. A proposta é colocar os roteiros em prática, identificar o que precisa ser melhorado e preparar as comunidades para receber visitantes sem interferir na rotina das aldeias.
O projeto prevê atividades de etnoturismo e observação de aves, sempre com acompanhamento dos moradores das terras indígenas. Para os Rikbaktsa, a ideia não é apenas receber turistas, mas transformar a atividade em uma forma de valorizar a cultura, os conhecimentos tradicionais e o próprio território.
“É a primeira vez que vamos trabalhar com turismo aqui. O teste serve para saber se a comunidade está preparada e organizar as responsabilidades”, explicou Rogederson Natsitsabui, jovem liderança da TI Japuíra.
Desde o início do projeto, os indígenas participaram de levantamentos sobre os locais que poderiam ser visitados, oficinas, capacitações e elaboração de roteiros, cardápios e regras para os visitantes.
Também foi criada uma equipe para cuidar da parte administrativa, como logística e custos. Outras pessoas ficarão responsáveis por atividades como guiar os visitantes, preparar alimentos e conduzir experiências ligadas ao modo de vida Rikbaktsa.
“Cada pessoa já sabe sua responsabilidade. Eu vou receber o pessoal na balsa e trazer até a aldeia Pé de Mutum”, contou Márcio Wauria Rikbakta, outra jovem liderança envolvida na organização.
Entre as atividades previstas estão trilhas para observação de aves em pontos considerados importantes para o monitoramento do território. As mulheres Rikbaktsa também participaram da preparação dos cardápios, com troca de ingredientes e receitas da culinária tradicional.
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O projeto prevê atividades de etnoturismo e observação de aves, sempre com acompanhamento dos moradores das terras indígenas — Foto: Reprodução
A intenção é que a visita seja baseada na troca de experiências e no respeito à cultura indígena. O calendário das atividades também deverá levar em conta a rotina das aldeias, que inclui festas, rituais, caça, coleta e outras práticas tradicionais.
Para Camila Barra, consultora que acompanha o processo, o turismo pode ir além da geração de renda.
“Pode fortalecer a cultura, a língua e a participação dos jovens, além de criar novas perspectivas de futuro a partir da ancestralidade”, afirmou Camila.
A criação do turismo de base comunitária está prevista no Plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) do povo Rikbaktsa. O documento reúne decisões e diretrizes definidas pela própria comunidade para cuidar das terras indígenas e envolve temas como cultura, educação, saúde, geração de renda, alimentação e proteção territorial.
A iniciativa faz parte do projeto Berço das Águas, desenvolvido pela Operação Amazônia Nativa (OPAN) com os povos Rikbaktsa e Apiaká, com patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Esta é a quarta edição do projeto, que desde 2011 apoia ações de gestão territorial de povos indígenas na região da bacia do rio Juruena.
A visita-teste de setembro será, portanto, mais do que a chegada dos primeiros turistas. Para os Rikbaktsa, será uma oportunidade de avaliar na prática um modelo construído pela própria comunidade e decidir os próximos passos para que o turismo aconteça sem deixar de lado a rotina, a cultura e a autonomia do povo.
Agro Mato Grosso
Avião é encontrado desmontado em caminhão e 4 homens são presos por suspeita de roubo em MT

Policiais também apreenderam um caminhão Munck, um carro e diversos equipamentos que, segundo a polícia, seriam utilizados para desmontar e transportar o avião.
Uma aeronave foi encontrada desmontada durante uma ação da Polícia Militar em Nova Ubiratã (MT), e quatro homens foram presos por suspeita de roubo, neste domingo (30). Os policiais também apreenderam um caminhão Munck, um carro e diversos equipamentos que, segundo a polícia, seriam utilizados para desmontar e transportar o avião.
A ocorrência começou depois que os militares receberam informações de que um grupo estaria planejando retirar uma aeronave de um aeródromo na região. Conforme a denúncia, um carro estaria sendo usado para dar apoio à ação.
Durante as buscas, os policiais localizaram o veículo na Avenida Juscelino Kubitschek. Dois homens estavam no carro e disseram ser moradores de Sorriso (MT). Segundo os suspeitos, eles teriam sido contratados por telefone por uma terceira pessoa para desmontar e retirar um avião da região.
Pouco depois, outra equipe da PM encontrou um caminhão Munck transportando a aeronave já desmontada. O motorista e o passageiro não souberam informar aos policiais quem era o proprietário do avião.
No caminhão também foram encontrados um botijão de gás, um cilindro de oxigênio, uma caixa de ferramentas, uma lixadeira com carregador, materiais de soldagem e outros equipamentos.
Os quatro homens foram presos e encaminhados para a Delegacia Municipal de Nova Ubiratã. A Polícia Civil vai investigar a origem da aeronave, identificar o proprietário e esclarecer quem teria contratado o grupo para realizar a desmontagem e retirada do avião.
Agro Mato Grosso
Tecnologias são testadas em propriedades rurais de Mato Grosso

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