Connect with us
28 de abril de 2026

Sustentabilidade

Controle de plantas daninhas no algodão MT

Published

on

Assim como em culturas produtoras de grãos, a matocompetição pode provocar perdas expressivas na produtividade e na qualidade da fibra do algodão. Entretanto, diferentemente de culturas como soja e milho, o algodoeiro apresenta crescimento inicial mais lento, o que o torna mais suscetível à interferência precoce das plantas daninhas.

Nesse contexto, estabelecer a cultura “no limpo” e manter essa condição ao longo do período crítico constitui um desafio técnico relevante, que exige conhecimento agronômico, experiência prática e o uso adequado de tecnologias. O sucesso no manejo depende, sobretudo, do correto posicionamento das estratégias de controle ao longo do ciclo da cultura. Embora abordagens integradas sejam fundamentais para aumentar a eficiência do manejo, o controle químico por meio de herbicidas ainda se destaca como a principal ferramenta em sistemas comerciais.

Contudo, o uso de herbicidas requer criterioso planejamento, uma vez que tanto a eficácia do controle quanto a rentabilidade do sistema produtivo devem ser consideradas. Estudos demonstram que o período crítico de prevenção à interferência (PCPI) varia em função da cultivar, da comunidade infestante e das condições edafoclimáticas da região.

De modo geral, para as principais espécies daninhas presentes no sistema de produção do algodão, como capim-colchão (Digitaria horizontalis), capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), caruru (Amaranthus spp.), trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e leiteiro (Euphorbia heterophylla), estima-se que o PCPI possa se estender por até cerca de 98 dias após a emergência. No entanto, há relatos na literatura indicando variações desse período, com valores próximos de 58 a 82 dias, reforçando a necessidade de ajustes no manejo conforme as condições específicas de cada área (Joaquim Júnior et al., 2021).

Figura 1. Períodos críticos de controle de plantas daninhas em algodão cv. IMACD 6001LL estimados para perda de produtividade de 5% em Jaboticabal, 2011. PCRD: período crítico de remoção de plantas daninhas; PCLD: período crítico livre de plantas daninhas.

Advertisement
*PCRD = PCPI
**PCLD = PTPI
Adaptado: Silva et al. (2016)

Considerando o longo período crítico de prevenção a interferência para a cultura do algodão, adotar estratégias que permitam reduzir a infestação das plantas daninhas é crucial para reduzir a matocompetição, especialmente se tratando de espécies de difícil controle. Uma das alternativas para isso é o uso de herbicidas pré-emergentes, também conhecidos como herbicidas residuais. Esses herbicidas atuam diretamente no banco de sementes do solo, reduzindo os fluxos de emergência das espécies daninhas.

Essa estratégia permite reduzir a matocompetição inicial do algodão, além de contribuir para um melhor controle de daninhas complexas, através da redução das populações iniciais. Atualmente, os relatos de resistências múltiplas e simples de espécies daninhas na cultura do algodão no Brasil, incluem espécies de caruru (Amaranthus retroflexus; A. viridis; A. palmeri), gramíneas como o capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) e asteraceas como o mentrasco (Ageratum conyzoides). Essas resistências incluem grupos químicos como herbicidas inibidores da ALS, Fotossistema II, PROTOX, EPSPs e ACCase (Heap, 2026).

De acordo com Santos et al. (2018), além de reduzir os fluxos de emergência das planta daninhas, o uso dos herbicidas pré-emergentes influencia positivamente na produtividade de algodão em caroço e pluma, possibilitando produtividades superiores ao observado em lavouras sem o uso desses herbicidas. Ainda que herbicidas como pendimethalin, trifluralin e diuron sustentem o manejo residual na cultura do algodão (Silva et al., 2025), explorar outras moléculas, adicionando herbicidas pré-emergentes mais atuais ao sistema de cultivo, é uma das formas de contribuir para o manejo da resistência das plantas daninhas aos herbicidas no algodão e ampliar o controle pré-emergente.

Vale destacar que, embora proporcionem controle inicial eficiente por meio da supressão dos fluxos de emergência, a persistência dos herbicidas pré-emergentes é altamente dependente das condições edafoclimáticas. Fatores como umidade, temperatura, textura e teor de matéria orgânica do solo influenciam diretamente sua atividade residual. Nesse contexto, considerando o longo período de suscetibilidade do algodoeiro à matocompetição, a escolha de herbicidas com maior residual, aliada ao adequado posicionamento das aplicações em pós-emergência, é determinante para o sucesso no manejo das plantas daninhas. Assim, a integração entre herbicidas pré e pós-emergentes constitui uma estratégia fundamental para reduzir os efeitos da interferência e preservar o potencial produtivo da cultura do algodão.

Referências:

HEAP. I. The International Herbicide-Resistant Weed Database, 2026. Disponível em: < https://weedscience.org/Pages/crop.aspx >, acesso em: 28/04/2026.

Advertisement

JOAQUIM JÚNIOR, C. Z. et al. MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DO ALGODOEIRO: BREVE REVISÃO. Revista Agronômica Brasileira, 2021. Disponível em: < https://www.researchgate.net/publication/359677214_Manejo_de_plantas_daninhas_na_cultura_do_algodoeiro_breve_revisao >, acesso em: 28/04/2026.

SANTOS, S; M; S. et al. CONTROLE DO COMPLEXO DE PLANTAS DANINHAS COM HERBICIDAS PRÉ-EMERGENTES NA CULTURA DO ALGODÃO. Rev. Cultivando o Saber, 2018. Disponível em: < https://cultivandosaber.fag.edu.br/index.php/cultivando/article/view/876/799 >, acesso em: 28/04/2026.

SILVA, A. N. et al. HERBICIDAS PRÉ-EMERGENTES COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA NO MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS. Enciclopédia Biosfera, 2025. Disponível em: < https://www.conhecer.org.br/enciclop/2025D/herbicidas.pdf >, acesso em: 28/04/2026.

SILVA, M. P. et al. PERIODS OF WEED INTERFERENCE ON TRANSGENIC COTTON ‘IMACD 6001LL’. Rev. Caatinga, 2016. Disponível em: < https://periodicos.ufersa.edu.br/index.php/caatinga/article/view/5341/pdf_373 >, acesso em: 28/04/2026.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Rede Zarc comemora 30 anos de colaboração na mitigação em perdas agrícolas

Published

on

No dia 28 de abril, primeiro dia da 9ª Reunião da Rede Zarc Embrapa, em Brasília/DF, equipes de 34 Unidades da Embrapa e de outras instituições de pesquisa, representantes de seguradoras, do Mapa, do Banco Central e de organizações do setor produtivo reuniram-se em reunião nacional para comemorar os 30 anos do Programa Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) no País. A tecnologia contribui com a mitigação de perdas agrícolas com gestão integrada a políticas públicas.

Na abertura, os parceiros do Programa – Embrapa, Ministério da Agricultura e Pecuária, Banco Central e Sistema OCB – deram às boas-vindas aos presentes. A presidente Silvia Massruhá parabenizou todos os parceiros pelos 30 anos do Zarc e lembrou que houve um trabalho conjunto para revitalizar o Programa há 11 anos como politica pública estratégica para o Brasil. “O Zarc é um modelo institucional de política pública de inteligência estratégica para o País e traz hoje uma dimensão como base para a política da Jornada Verde, pensando como os produtores rurais podem se beneficiar de créditos de carbono e serviços ambientais”, disse.

A presidente lembrou que a Embrapa lançou o Balanço Social 2025 nos 53 anos da Empresa neste ano, sendo o Zarc uma das 200 tecnologias que colaborou para que a cada R$ 1 investido na Embrapa a instituição tenha retornado R$ 27 à sociedade brasileira. “O PIB Agrícola brasileiro foi de R$ 725 bilhões e o impacto da Embrapa foi cerca de 17% no PIB. O maior beneficiário é o produto rural, que traz as demandas e ajuda a validar a tecnologia, uma parceria muito importante”, concluiu.

Claudio Filgueiras Pacheco Moreira, chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro (Derop) no Banco Central do Brasil, se diz satisfeito pelo Zarc ter se tornado uma política pública consolidada. “Isso mostra o quanto a tecnologia é importante e faz de nossa agricultura mais pujante. Queremos que o Zarc evolua e se consolide cada vez mais. Se o Banco Central evoluiu muito na prática de crédito rural, isso se deve à Embrapa. Parabenizamos a Embrapa pela grande evolução tecnológica, pelo brilhante programa”.

O coordenador do Ramo Agropecuário do Sistema OCB, Rodolfo Jordão da Silva Filho, afirmou que a entidade trata o Zarc como ferramenta como política pública casada com um modelo de negócio “para dar retorno para a ponta da cadeia produtiva, não somente para as obrigações do crédito e seguro rurais”. Segundo ele, o corpo técnico de mais de 9 mil profissionais da OCB participa dos projetos. “O Zarc como instrumento deve ter cada vez mais protagonismo”, disse.

Advertisement

Para finalizar a mesa de abertura, Guilherme Campos, secretário de Política Agrícola do Mapa, falou que é necessário fornecer mais condições para que o trabalho no campo seja menos arriscado e mais produtivo para o produtor rural. “Tudo que é feito de protagonismo agrícola no mundo é graças a iniciativas como essas da Embrapa. Que esse seja o primeiro ciclo de 30 anos de outros que virão”. Campos também salientou a necessidade de mais divulgação do Zarc para a sociedade brasileira. “Precisamos dar publicidade, cada vez maior, também para o cidadão comum” e agradeceu: “Obrigado a todos pelo trabalho, talento e qualidade do que é entregue”.

Trajetória de 30 anos

Em seguida, os participantes assistiram à palestra “A trajetória dos 30 anos do Zarc”, ministrada pelo coordenador da Rede Zarc Embrapa, pesquisador Eduardo Monteiro. Ele mostrou que as primeiras avaliações de risco nas culturas começaram antes de 1996. Na década de 1990, o ministro da agricultura da época conheceu as primeiras avaliações de risco em culturas na Embrapa Arroz e Feijão, vendo a importância do projeto de redução de riscos climáticos em 1995/1996 realizado pela Embrapa e instituições parceiras.

Com a introdução do Zoneamento Agrícola, houve um impacto significativo, mostrando redução de 70% no índice médio de perdas no conjunto de contratos que seguiam o Zarc em comparação ao total de contratos. “Qualquer redução de 20% de perdas já representa uma economia na casa dos bilhões de reais”, de acordo com o pesquisador.

O pesquisador recordou que o Zarc ficou por alguns anos apartados da Embrapa, de 2003 a 2015. Em 2015, o operacional retornou para Embrapa, com trabalhos de atualização partindo praticamente do zero. Na época, a então chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária (hoje, Agricultura Digital), Silvia Massruhá, “deu apoio necessário e graças a isso estamos aqui hoje. E o passivo já foi praticamente todo superado”, garantiu.

Monteiro refere-se à Rede Zarc como “todo o ambiente de relacionamento, interação e colaboração, em que o corpo técnico de P&D se aproxima dos desafios do Proagro, do seguro rural, do PCR do Mapa, em um ambiente propício para inovação. Com isso, para cada demanda identificada e priorizada, entregamos um resultado concreto de 18 a 24 meses para ser operacionalizado no programa agrícola, a exemplo do Zarc Pecuário, Zarc produtividade e Zarc Níveis de Manejo”, explicou.

Advertisement
ZarcNM

Atualmente, o Programa Zarc está operacionalizando em 49 culturas no Proagro, crédito e seguro rural. “Esta é uma oportunidade de evoluir para o Zarc de segunda geração, mais exigente, o ZarcNM”, disse Monteiro.

Segundo o pesquisador, o Zarc Níves de Manejo (ZarcNM) marca o início de um processo de transição do Zarc tradicional para uma estratégia em que se possa ter produtividade, apesar do risco. Enquanto o Zarc tradicional avalia o risco com base no clima, solo e ciclo da cultura, o ZarcNM incorpora a análise da qualidade do manejo do solo como um dos fatores que colaboram para reduzir os danos por riscos climáticos.

O ZarcNM é uma maneira objetiva de quantificar a redução de risco a partir do aprimoramento do manejo. Ele proporciona uma quantificação individualizada por gleba e talhão. “É um mecanismo de indução da sustentabilidade, porque evidencia como alcançar a estabilidade da produção, do carbono do solo e da manutenção de água no solo e, com isso, procura premiar mais áreas com menos risco”, disse Eduardo Monteiro.

O pesquisador exemplificou como funciona a análise dos níveis de manejo dentro do Zarc com  a grande seca que ocorreu em 2022, considerada a pior dos últimos anos, com recordes de perdas na agricultura e de acionamento do Proagro.  “A equipe de pesquisa da Embrapa Agropecuária Oeste [Dourados, MS] monitorou áreas de Níveis de Manejo 1 (NM1) e as perdas chegaram a 90%, e em áreas vizinhas com NM4 a perda chegou a 20%. No Sul do País, a Embrapa Soja verificou que em áreas com bons níveis de manejo, a produtividade foi 43% superior a áreas com deficiência de manejo”, relatou.

O ZarcNM está em fase de testes com a cultura da soja no Paraná, e o projeto piloto expandiu para o Sul do Brasil e para o estado de Mato Gross do Sul. “Vamos ter que treinar e capacitar o setor produtivo, validação no campo em todo o Brasil. Depois vamos levar para o milho, trigo e assim por diante. Enquanto isso, o Zarc tradicional tem que existir enquanto se faz a transição. Precisamos fazer isso de forma planejada e calculada para que dê certo”, alertou.

Advertisement

O pesquisador finalizou a palestra dizendo que para seguirem com a expansão do Zarc, “é preciso, em primeiro lugar, encontrar modelo de financiamento compatível para que essa inovação atenda aos requisitos do Proagro, crédito rural e seguro rural. E, em segundo lugar, precisamos mudar como fazemos parcerias com outras instituições. E, assim, consolidar e seguir na trilha de desenvolvimento”.

Homenagens

Profissionais que fizeram e fazem parte do desenvolvimento do Programa Zarc foram homenageados pela Embrapa por seus trabalhos dedicados à evolução contínua da tecnologia. Da equipe da Embrapa foram homenageados Aderson Soares de Andrade Junior (pesquisador da Embrapa Meio-Norte), Aldemir Pazinatto (analista da Embrapa Trigo), Balbino Evangelista (analista da Embrapa Cerrados), Fernando Antonio Macena da Silva (pesquisador Embrapa Cerrados), Ivan Rodrigues de Almeida (pesquisador Embrapa Agricultura Digital), José Renato Bolças Farias (pesquisador Embrapa Soja), Silvando Carlos da Silva (pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão), Silvio Steinmetz (pesquisador aposentado da Embrapa Clima Temperado) e Gilberto Rocca da Cunha (pesquisador da Embrapa Trigo).

Das instituições, foram laureadas as alianças estratégicas pilares para modernização, aprimoramento e expansão do Zarc nas pessoas de Claudio Filgueiras Pacheco Moreira, chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro (Derop) no Banco Central do Brasil; Pedro Loyola, coordenador do Observatório do Seguro Rural; Hugo Borges Rodrigues, coordenador-geral de Risco Agropecuário do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Programação técnica

Durante os três dias, de 28 a 30 de abril, os mais de cem profissionais das equipes da Embrapa discutirão a gestão de risco climático a partir da experiência de diferentes atores sobre desafios institucionais, desafios técnicos e científicos, ações da Embrapa no Programa Zarc e projetos de pesquisa. Os temas estão sendo apresentados por representantes do Banco Central, Mapa, Federação das Seguradoras (Fenseg), CNA, Observatório do Crédito e Seguro Rural/FGV, OCB, Emater-RS e Associação Paranaense das Empresas de Planejamento Agropecuário (Apepa).

O que se espera com a reunião técnica é fomentar a adaptação e resiliência da agricultura brasileira em larga escala.

Advertisement

Fonte: Embrapa


Continue Reading

Agro Mato Grosso

Nova geração da Plantadeira Momentum chega ao mercado para transformar o plantio em MT

Published

on

A Valtra, marca do grupo AGCO, que é referência em tecnologia agrícola no Brasil e no mundo, apresenta este ano ao mercado a mais nova versão da plantadeira Momentum, com modelos de 30 e 40 linhas, para atender agricultores que priorizam a tecnologia e a eficiência. A plantadeira será apresentada ao público na Agrishow 2026, a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, que acontece de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto, São Paulo.

O lançamento ocorre em um momento estratégico para o agronegócio nacional. Apesar dos impactos climáticos ameaçarem as produções, as estimativas de safra são positivas. Segundo levantamento da Conab, a produção total está estimada em 353,4 milhões de toneladas, um volume de 0,3% acima do ciclo anterior. “A nova geração da plantadeira Momentum foi desenvolvida justamente em resposta à tendência de aumento da área plantada e à expansão das culturas, buscando otimizar a operação e potencializar a produção”, comenta Leonardo Casali, coordenador de Marketing de Produto para Equipamentos de Aplicação e Plantio da Valtra.

Entre os diferenciais da nova linha, o foco está em rendimento operacional, onde tanto a eliminação de pontos de lubrificação, quanto a consagrada transportabilidade, resultam no ganho de até uma hora adicional por dia de operação. “No campo, cada hora conta. Essa evolução permite que o produtor mantenha o foco no que realmente importa: plantar mais, com maior precisão e em menos tempo”, ressalta o especialista.

Outra novidade que a máquina apresenta são as três seções de corte de fertilizante, que reduz sobreposição nas cabeceiras, melhora a eficiência de aplicação deixando-a uniforme e economiza insumos. Além disso, o novo tanque de fertilizante substitui o material inox por polietileno, resultando em 15% a mais de capacidade, menor peso, e maior facilidade de manutenção.

O controle de plantio é linha a linha, em tempo real, através de tecnologias como o monitor 20|20 Seed Sense, que garante a visualização completa de todas as condições de plantio. Já o dosador vSet2 posiciona cada semente com máxima precisão, enquanto o sistema vDrive ajusta a dosagem em tempo real, garantindo que cada linha trabalhe de forma correta e independente.

Advertisement

A plantadeira também traz avanços nos sistemas já reconhecidos da Valtra. O sistema Weight Transfer é responsável para redistribuir o peso do chassi central para as asas laterais, reduzindo a compactação do solo e melhorando a profundidade de semeadura.
Ainda, o sistema oferece mais estabilidade em altas velocidades.

Para garantir a máxima precisão no plantio, a plantadeira também é equipada com o sistema Smart Frame, uma estrutura inteligente que assegura pressão uniforme em todos os pentes de plantio, mesmo em terrenos irregulares. O recurso Wing Flex complementa a tecnologia, fazendo com que as asas da máquina acompanhem o relevo do solo, mantendo contato constante e resultando em uma emergência uniforme das plantas.

A transportabilidade já consagrada pela marca se mantém: em menos de um minuto, a Momentum pode reduzir de 18 metros para 3,6 metros (somente semente) ou 4,2 metros (semente e fertilizante), sem que o operador precise sair do trator.

“Com a nova geração da Momentum 30 e 40, entregamos ao agricultor uma ferramenta que traduz inovação em resultados. Estamos falando de mais velocidade, mais autonomia e mais precisão em todas as etapas do plantio. É um avanço que eleva o padrão tecnológico da agricultura brasileira e reforça o compromisso da Valtra em oferecer soluções inteligentes e conectadas ao futuro do campo”, conclui Casali. 

Valtra

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 220 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais 156 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.

Advertisement

Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

Fonte: Assessoria

Continue Reading

Sustentabilidade

TIM leva à Agrishow 2026 nova fase do B2B no agronegócio com dados e IA – MAIS SOJA

Published

on


A TIM chega à Agrishow 2026 inaugurando uma nova etapa de sua estratégia para o agronegócio. Com a maior cobertura 4G do campo brasileiro, a companhia avança agora para agregar mais serviços e aplicações utilizando dados, analytics, cloud e inteligência artificial. O movimento faz parte da nova estratégia da operadora, que ganha uma vice-presidência focada no segmento B2B, e é potencializada pela recente aquisição da V8. Tech, que amplia a capacidade de entrega em serviços gerenciados, cloud e inteligência artificial.

Hoje o desafio vai além de “conectar o campo” e o foco é “extrair valor da conectividade”. E a TIM sai na frente, mais uma vez, ampliando sua atuação, e passa a se posicionar como uma plataforma capaz de sustentar decisões em tempo real, com previsibilidade e eficiência operacional para seus clientes.

Líder em conectividade no campo

A robustez da operação da TIM no agronegócio é sustentada por números que reforçam sua liderança no setor. A operadora soma 26,2 milhões de hectares cobertos com tecnologia 4G e mais de 53 milhões de hectares com NB-IoT, tecnologia de rede voltada para Internet das Coisas (IoT). Essa infraestrutura atende empresas como BP Bioenergy, SLC Agrícola, Jalles, Citrosuco, Amaggi, Adecoagro, Grupo Pedra Agroindustrial e Usina Santa Terezinha, entre outros players do mercado.

A cobertura da TIM também gera inclusão digital no campo, beneficiando diretamente 2,6
milhões de pessoas, 348 mil propriedades rurais, 515 escolas públicas rurais e 164 unidades de saúde que utilizam a rede da operadora em áreas remotas.

Advertisement
Conectividade, dados e IA na prática

A TIM anuncia a nova fase na Agrishow 2026, onde o visitante pode conferir no seu estande alguns parceiros e soluções, como:

  • Monitoramento de Fogo e Fumaça (parceiro Um Grau e Meio): uso de câmeras com IA e satélites para resposta rápida a incêndios;
  • SmartBio Pragas (parceiro SmartBreeder): uso de Big Data e IoT para antecipar surtos de pragas com até 30 dias de antecedência;
  • Plataforma de Inteligência Territorial: gestão de dados climáticos e sensores para planejamento de safra;
  • Gestão 360o (parceiro Agros Tecnologia da Informação ERP): unificação de dados de máquinas, clima, insumos e finanças em um único ambiente;
  • Sinergia com V8. Tech: demonstração das novas capacidades de serviços gerenciados e suporte especializado para a jornada digital do produtor;
Nova parceria no Agro

Referência na produção de açúcar, etanol e bioenergia no Triângulo Mineiro, a Usina Cerradão inicia a implantação de um projeto de conectividade que leva sinal de alta qualidade para áreas antes isoladas, transformando a gestão da safra em Frutal e arredores. O projeto de conectividade 4G elimina gargalos históricos de comunicação operacional e leva a usina a contar com maior estabilidade e redundância para operações críticas, substituindo soluções via satélite de alta órbita.

“Com a expansão da conectividade no campo, avançamos para uma nova etapa no agronegócio: transformar infraestrutura em inteligência para a operação. Ao integrar rede, cloud, dados e inteligência artificial, queremos apoiar produtores e empresas com mais eficiência, previsibilidade e competitividade em suas operações”, afirma Alexandre Dal Forno, Diretor de Negócios e Soluções B2B da TIM Brasil.

Sobre a TIM

“Evoluir juntos com respeito e coragem, transformando tecnologia em liberdade” é o propósito da TIM, que atua há 25 anos no Brasil, liderando movimentos importantes do mercado e levando transformação digital para diferentes áreas da sociedade. A operadora tem a maior cobertura 5G do país e é a única a alcançar todas as cidades com a rede 4G, em linha com sua atitude protagonista e a sua assinatura: “Imagine as possibilidades”.

A evolução da companhia vem sempre acompanhada do compromisso com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança. Por isso, é a primeira e única empresa do setor de telecomunicações presente em todas as carteiras de sustentabilidade da bolsa brasileira: Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), Índice de Carbono Eficiente (ICO2 B3), IDIVERSA B3 e IGPTW B3. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Assessoria

Advertisement


 

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT