Agro Mato Grosso
Valtra lança Série M5 com mais tecnologia, conforto e foco no setor sucroenergético
O trator apresenta uma estética robusta e moderna, evidenciada pelo novo capô com design da 5ª geração. No entanto, a grande revolução para o operador está na nova cabine, que conta com novos revestimentos e assentos, além da comodidade de uma caixa refrigeradora “cooler box” integrada ao interior do trator.
Como o setor de cana-de-açúcar está presente no DNA da Valtra, a Série M5 mantém o pioneirismo com o tradicional kit específico canavieiro, que inclui eixo dianteiro com bitola de 3 metros, sistema de freio pneumático e barra de tração pino-bola, para otimizar as operações de transbordo no setor.
Na parte técnica, a Série M5 é equipada com os renomados motores AGCO Power de 4 cilindros, que garantem força com economia. A máquina também possui nova Transmissão Power Shift HiTech 3 Sincronizada, com sistema de 3 velocidades que permite que as marchas sejam mudadas com o trator em movimento. O novo curso da alavanca de marcha torna as trocas de frente para trás muito mais suaves e lineares, otimizando o tempo e reduzindo o esforço do operador.

Além disso, o sistema hidráulico foi aprimorado para suportar implementos pesados e operações severas, entregando uma alta vazão de 205 litros por minuto, garantindo agilidade e força constante no campo. “O que fizemos com a nova Série M5 foi honrar a herança de força incansável da linha BH HiTech, mas elevando a máquina ao seu ápice tecnológico. Entregamos hoje um trator que honra a história de força das gerações anteriores da linha BH, mas que olha para o futuro com maior inteligência operacional e conforto. É o encontro definitivo entre a tradição do trabalho bruto e a sofisticação da agricultura digital”, finaliza Winston Quintas.
Consolidada como a principal referência em força e confiabilidade no agronegócio brasileiro, desde os antecessores tratores Valtra-Valmet 1580, 1780 e 1880S, a Linha BH da Valtra celebra um legado de décadas como líder no segmento da cana-de-açúcar. Desde o lançamento da Geração 1, em 2000, com os modelos BH140, BH160 e BH180, a linha se estabeleceu como o padrão de robustez no campo. Essa herança de força foi sucessivamente aprimorada com a Geração 2, em 2007, e a Geração 3, em 2013, fazendo com que a Valtra, por 10 anos consecutivos, recebesse o prêmio Master Cana, como melhor trator do segmento sucro-energetico.
O salto tecnológico definitivo da linha aconteceu em 2017 com a chegada da Geração 4, que trouxe tratores de até 220 cv, e culminou em 2018 com a chegada da linha BH HiTech. Esta última trouxe a transmissão automatizada para o segmento pesado, reafirmando o compromisso da Valtra em unir a tradição do trabalho bruto à máxima eficiência operacional e inteligência tecnológica. Dessa forma, a série evoluiu da robustez mecânica para a alta tecnologia, integrando os eficientes motores AGCO Power e soluções avançadas de agricultura de precisão.
Agro Mato Grosso
Menor cidade de MT é a 2ª melhor em ranking de qualidade de vida no estado, diz pesquisa

Levantamento apontou que o município, com 997 moradores, teve como principal destaque o indicador de Necessidades Humanas Básicas, no qual alcançou 82,41 pontos.
Araguainha, a cidade menos populosa de Mato Grosso e a quarta menor do Brasil, foi classificada como a segunda melhor do estado em qualidade de vida, segundo o Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2026), divulgado nesta quarta-feira (20). A pesquisa faz uma avaliação de 0 a 100 pontos.
O levantamento apontou que Araguainha registrou 67,13 pontos, nove centésimos a menos que Cuiabá que lidera o ranking estadual. O melhor desempenho do município foi no indicador de Necessidades Humanas Básicas, no qual alcançou 82,41 pontos, ficando a frente até da capital, que pontuou 78,26.
📈Veja os principais pontos do município:
- Necessidades Humanas Básicas: 82,41
- Fundamentos do Bem-estar: 66,64
- Oportunidades: 52,35
A cidade tem 997 moradores, conforme a última atualização do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Localizada a 471 km de Cuiabá, Araguainha se mantém como a quarta menor cidade do país há três anos.
📝História do município
Araguainha foi colonizada nos anos 40, com a chegada de garimpeiros. O nome foi escolhido pela fato da cidade estar situada à margem esquerda do rio Araguainha que deságua no rio Araguaia.
Atualmente, a economia local é fomentada pelo turismo, plantações de soja, extração vegetal e silvicultura.
☄️O município também é berço da maior cratera criada por um meteoro na América do Sul, o Domo de Araguainha. A cratera é um dos 100 principais sítios geológicos do mundo, com um diâmetro de 40 km e área total de aproximadamente 1,3 mil km². A cratera é maior que a cidade do Rio de Janeiro, que tem 1,2 mil km².
🔍Entenda o Índice de Progresso Social (IPS)
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Mapa de Mato Grosso com dados do Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2026) — Foto: g1 arte
O Índice de Progresso Social (IPS) é um indicador que mede a qualidade de vida da população para além dos dados econômicos, como o Produto Interno Bruto (PIB). A metodologia avalia se as pessoas têm acesso a serviços e condições básicas para viver bem, como saúde, moradia, segurança, educação e oportunidades. Entenda:
- Necessidades Humanas Básicas: avalia nutrição/ cuidados médicos básicos, água e Saneamento, moradia e segurança pessoal;
- Fundamentos do Bem-estar: mede acesso ao conhecimento básico, acesso à informação/ comunicação, saúde e bem-estar e qualidade do Meio Ambiente
- Oportunidades: interpreta os direitos individuais, liberdades individuais e de escolha, inclusão social e acesso à educação superior.

O IPS Brasil 2026 mostra que Mato Grosso, como um todo, ocupa uma posição intermediária no ranking nacional de qualidade de vida. Com média de 61,38 pontos, o estado aparece na 14ª colocação do país, abaixo da média brasileira, que foi de 63,40 pontos.
Cuiabá se consolidou como o município com o melhor índice de qualidade de vida no estado. A capital conquistou a 10ª colocação no ranking das capitais do país, garantindo um desempenho intermediário de destaque a nível nacional.
Por outro lado, o levantamento evidencia um forte contraste interno, com municípios menores e mais afastados registrando índices muito baixos de progresso social e sérias limitações no acesso a serviços básicos e oportunidades.
Até mesmo na capital o relatório acende um alerta: o desempenho cuiabano foi considerado moderado na dimensão “Oportunidades” (51,74 pontos), indicando que a cidade ainda enfrenta desafios históricos em áreas como inclusão social e acesso ao ensino superior.
Agro Mato Grosso
Cuiabá lidera ranking de qualidade de vida em MT e fica entre as 10 melhores capitais

Levantamento do IPS Brasil 2026 coloca a capital mato-grossense em destaque nacional, mas acende alerta para a forte vulnerabilidade social e desigualdade em municípios do interior.
Cuiabá se consolidou como o município com o melhor índice de qualidade de vida de Mato Grosso. De acordo com o Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2026), divulgado nesta quarta-feira (20), a capital mato-grossense conquistou a 10ª colocação no ranking das capitais do país, garantindo um desempenho intermediário de destaque a nível nacional.
No panorama geral que avalia todos os 5.570 municípios brasileiros, Cuiabá registrou 67,22 pontos, quase 9 pontos acima da última capital do ranking, Porto Velho (RO) que ficou com 58,59.
O principal motor para o bom resultado da capital foi o índice de fundamentos do bem-estar, onde atingiu 71,64 pontos, impulsionada por bons indicadores em saúde, acesso à informação e qualidade urbana.

Apesar do avanço da capital, o estudo revela que o crescimento econômico e o bem-estar social ainda caminham em passos desiguais no estado. Enquanto Cuiabá brilha no topo, diversos municípios do interior seguem entre os mais vulneráveis do Brasil.
O abismo entre a capital e o interior
O IPS Brasil 2026 mostra que Mato Grosso, como um todo, ocupa uma posição intermediária no ranking nacional de qualidade de vida. Com média de 61,38 pontos, o estado aparece na 14ª colocação do país, abaixo da média brasileira, que foi de 63,40 pontos.
Logo atrás de Cuiabá, as cidades do interior que apresentaram os melhores resultados foram:
- Araguainha: 67,13 pontos
- Primavera do Leste: 66,89 pontos
Por outro lado, o levantamento evidencia um forte contraste interno, com municípios menores e mais afastados registrando índices muito baixos de progresso social e sérias limitações no acesso a serviços básicos e oportunidades.
Até mesmo na capital o relatório acende um alerta: o desempenho cuiabano foi considerado moderado na dimensão “Oportunidades” (51,74 pontos), indicando que a cidade ainda enfrenta desafios históricos em áreas como inclusão social e acesso ao ensino superior.
Veja o desempenho de Cuiabá:

Entenda o Índice de Progresso Social (IPS)
O Índice de Progresso Social (IPS) é um indicador que mede a qualidade de vida da população para além dos dados econômicos, como o Produto Interno Bruto (PIB). A metodologia avalia se as pessoas têm acesso a serviços e condições básicas para viver bem, como saúde, moradia, segurança, educação e oportunidades. Entenda:
- Necessidades Humanas Básicas: avalia nutrição/ cuidados médicos básicos, água e Saneamento, moradia e segurança pessoal;
- Fundamentos do Bem-estar: mede acesso ao conhecimento básico, acesso à informação/ comunicação, saúde e bem-estar e qualidade do Meio Ambiente
- Oportunidades: interpreta os direitos individuais, liberdades individuais e de escolha, inclusão social e acesso à educação superior.
PIB de MT
A desigualdade social apontada pelo índice ocorre em meio a um período de forte expansão econômica no estado. O agronegócio representa cerca de 56,2% de todo PIB estadual e que lidera as produções nacionais de soja, milho, algodão e carne bovina.
Nos últimos dez anos, o PIB industrial do estado triplicou, puxado especialmente pelos segmentos de alimentos (carne bovina e derivados), bebidas e combustíveis renováveis (etanol de milho), de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT). Conforme últimos dados, o PIB industrial foi de R$ 37,7 bilhões, o que correspondeu a cerca de 16,3 % do PIB do estado.
Mais da metade de toda a riqueza gerada localmente vem das atividades agropecuárias e de sua cadeia produtiva, garantindo a Mato Grosso a maior taxa de crescimento econômico do país nas últimas duas décadas.
Segundo boletim do Banco do Brasil, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso subiu de 4,1%, em janeiro, para 6,6% em setembro de 2025. O desempenho coloca o estado acima da média nacional em crescimento econômico. O diferencial de Mato Grosso nos últimos anos tem sido a combinação entre agropecuária e agroindústria, criando um novo ciclo de produção e geração de renda no estado.
Entre os municípios com maior número de estabelecimentos agroindustriais, Cuiabá também lidera:
- Cuiabá: 364 unidades;
- Sinop: 263;
- Rondonópolis: 203;
- Várzea Grande: 195.
Agro Mato Grosso
Líder do agro, MT tem cidades entre as piores do país em qualidade de vida

Enquanto a economia avança a passos largos puxada pelas lavouras, o crescimento econômico ainda não se traduziu em qualidade de vida para parte da população no interior do estado.
Mato Grosso, um dos principais motores do agronegócio brasileiro, vive um cenário de extremos. Segundo o Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2026), divulgado nesta quarta-feira (20), o estado demonstra um forte contraste: enquanto a economia avança a passos largos puxada pelas lavouras, o crescimento econômico ainda não se traduziu em qualidade de vida para parte da população no interior do estado.
O exemplo disso é que algumas cidades mato-grossenses figuram entre os piores desempenhos de todo o país. Os índices mais baixos do estado foram registrados em Nova Nazaré (48,27), Campinápolis (48,40) e Vila Bela da Santíssima Trindade (48,49). Essas cidades apresentam desempenho considerado baixo pelo instituto, refletindo limitações severas no acesso à educação de qualidade, inclusão social e serviços básicos, especialmente nas dimensões de Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades.
Estes municípios, junto com Colniza, ficaram entre os 100 piores em desempenho do país. Em comparação nacional, Mato Grosso não emplacou nenhum município entre os 100 melhores avaliados do país.
Veja abaixo os municípios com melhor e pior desempenho no índice:

Riqueza no campo, vulnerabilidade nas cidades
Apesar da economia de Mato Grosso ser impulsionada principalmente pelo agronegócio e pela expansão da indústria ligada ao setor agrícola, o levantamento aponta um cenário de grandes desigualdades regionais internas.
O estado registra avanços importantes em serviços essenciais, saúde e estrutura urbana, concentrados principalmente nos grandes polos e na capital, porém, uma parcela significativa dos municípios menores e mais afastados dos eixos do agro continua presa em bolsões de vulnerabilidade social.
Um exemplo disso é Cuiabá, que se destacou no topo do ranking estadual e conseguiu se posicionar entre as dez capitais mais bem colocadas do Brasil. De forma geral, as cidades que pontuaram melhor no estado conseguiram garantir bons resultados no atendimento a necessidades humanas básicas e em fundamentos do bem-estar, evidenciando o abismo que separa os grandes centros das regiões mais isoladas.
PIB de MT
Nos últimos dez anos, o PIB industrial do estado triplicou, puxado especialmente pelos segmentos de alimentos (carne bovina e derivados), bebidas e combustíveis renováveis (etanol de milho), de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT). Conforme últimos dados, o PIB industrial foi de R$ 37,7 bilhões, o que correspondeu a cerca de 16,3 % do PIB do estado.
Segundo boletim do Banco do Brasil, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso subiu de 4,1%, em janeiro, para 6,6% em setembro de 2025. O desempenho coloca o estado acima da média nacional em crescimento econômico. O diferencial de Mato Grosso nos últimos anos tem sido a combinação entre agropecuária e agroindústria, criando um novo ciclo de produção e geração de renda no estado.
Entre os municípios com maior número de estabelecimentos agroindustriais estão:
- Cuiabá: 364 unidades;
- Sinop: 263;
- Rondonópolis: 203;
- Várzea Grande: 195.
Dois desses municípios — Cuiabá e Rondonópolis — também aparecem entre os que tiveram melhor desempenho no Índice de Progresso Social (IPS), indicador que mede a qualidade de vida da população com base em critérios como saúde, educação, segurança e acesso a serviços básicos.
O que é o Índice de Progresso Social (IPS)
O Índice de Progresso Social (IPS) é um indicador que mede a qualidade de vida da população para além dos dados econômicos, como o Produto Interno Bruto (PIB). A metodologia avalia se as pessoas têm acesso a serviços e condições básicas para viver bem, como saúde, moradia, segurança, educação e oportunidades.
Ao todo, 12 componentes são avaliados para compor o Índice, são eles:
- Nutrição e Cuidados Médicos Básicos
- Água e Saneamento
- Moradia
- Segurança Pessoal
- Acesso ao Conhecimento Básico
- Acesso à Informação e Comunicação
- Saúde e Bem-Estar
- Qualidade do Meio Ambiente
- Direitos Individuais
- Liberdades Individuais e de Escolha
- Inclusão Social
- Acesso à Educação Superior
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