Sustentabilidade
Syngenta apresenta portfólio completo de biológicos e se mantém na vanguarda do manejo integrado no Brasil – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de bioinsumos está nos holofotes da agricultura nos últimos anos. Dados recentes da CropLife Brasil indicam que o setor atingiu R$ 6,2 bilhões em vendas em 2025, com uma expansão de 28% na área tratada, cobrindo 194 milhões de hectares no País. Esse crescimento acelerado é resultado de uma série de fatores, incluindo a necessidade de alternativas para o combate a pragas resistentes e a abertura dos agricultores às novas tecnologias, buscando estratégias integradas que possam solucionar gargalos produtivos e promover a sustentabilidade a longo prazo.Nesse cenário, a Syngenta vem se destacando no setor com muita inovação e lançamentos de bioinsumos de alta performance e qualidade.
Com um investimento anual de cerca de US$ 2 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na rede global por meio do Syngenta Group, o foco está em oferecer soluções que atuem de forma sinérgica com as tecnologias químicas tradicionais. O portfólio completo de bioinsumos ajuda as lavouras a demonstrar todo o potencial produtivo por meio dos principais segmentos de soluções: biocontroles (biofungicidas, bionematicidas e bioinseticidas), bioativadores e uso eficiente de nutrientes, sendo a Syngenta a única empresa do mercado preparada para oferecer todas essas tecnologias de maneira integrada.
Para ampliar a oferta de tecnologias na categoria de uso eficiente de nutrientes, a Syngenta Biologicals anunciou recentemente uma parceria global com a Groundwork BioAg para a comercialização de tecnologias micorrízicas de última geração. Por meio dela, a Syngenta levará ao produtor soluções de sua marca própria baseadas em fungos micorrízicos, focando inicialmente em lavouras de soja, milho, cereais e girassol na América Latina e Europa.
Essa tecnologia, que já tem contribuído para o desenvolvimento de inovações para o mercado brasileiro, atua expandindo a zona de absorção radicular das plantas por meio de simbiose. Além de melhorar a nutrição das plantas, elevar a produtividade, a saúde do solo e a tolerância aos estresses climáticos, estimula o sequestro estável de carbono no solo.
O primeiro resultado prático desta aliança é o lançamento do AVAKITT® NEO, uma inovação que acaba de chegar ao mercado brasileiro com altíssima concentração de micorrizas, capaz de ampliar o alcance das raízes e aumentar significativamente a absorção de nutrientes e água, resultando em maior produtividade e ótimo retorno sobre investimento, além utilizar doses baixíssimas em comparação com o padrão do mercado.
Igor Lyra, Diretor de Biológicos e Tratamento de Sementes da Syngenta no Brasil, destaca que a excelência técnica, proximidade com os agricultores e o investimento constante em pesquisa e desenvolvimento serão cruciais para chegarmos à liderança no mercado nacional. “O nosso portfólio de biológicos foi criado para potencializar o manejo do agricultor e não para competir com o manejo químico, entendemos que precisa ser complementar. Além disso, acreditamos que o sucesso no campo depende do apoio técnico de qualidade, com uma equipe com a ‘botina no campo’ e capacitada para apoiar os agricultores.
Nossas tecnologias contribuem para que as plantas enfrentem melhor as condições de estresse ao favorecer o aproveitamento dos nutrientes e da água disponíveis no solo. Com isso, apoia uma nutrição mais eficiente, potencializa o uso dos fertilizantes e contribui para a construção de solos mais saudáveis e produtivos ao longo do tempo. Nesse sentido, parcerias pioneiras como a que firmamos com a Groundwork BioAg ampliam nossa atuação e nos diferenciam neste setor”, declara.
Portfólio completo para os maiores desafios da lavoura
Compreender a função de cada segmento de bioinsumos é o primeiro passo para extrair o máximo retorno sobre o investimento. O portfólio completo da Syngenta Biologicals foi desenhado para atuar em diferentes fases do ciclo de diversas culturas, fortalecendo os negócios dos agricultores do início ao fim da safra.
O grupo de biocontroles combatem diretamente a pressão constante de pragas, doenças foliares e nematoides, que limitam o potencial produtivo das plantas. Esses agentes são compostos por organismos (como bactérias, fungos, entre outros), que as protegem e combatem os principais desafios da lavoura. Além disso, os biocontroles podem ser compostos por produtos bioquímicos (como hormônios, enzimas e extratos botânicos) ou semioquímicos (como os feromônios). Ao oferecer múltiplos modos de ação, os biocontroles enriquecem o Manejo Integrado de Pragas (MIP).
Em paralelo, para mitigar estresses abióticos provocados por extremos climáticos como secas prolongadas, geadas e altas temperaturas, os bioativadores atuam diretamente na fisiologia vegetal estimulando o metabolismo natural da cultura e a síntese de proteínas essenciais. Essas substâncias podem ser de origem microbiológica ou vegetal e podem ser aplicadas nas plantas, em sementes ou no ambiente radicular no solo. Atuando no equilíbrio fisiológico das plantas, os bioativadores modificam, promovem ou inibem seus processos fisiológicos, favorecendo a fotossíntese, promovendo o desenvolvimento vegetativo e elevando a produtividade.
Já o segmento do uso eficiente de nutrientes são produtos biológicos compostos à base de microrganismos favoráveis ao crescimento de plantas. Esses produtos podem ser aplicados via tratamento de sementes convencional (TS) ou industrial (TSI), diretamente no solo, em sulco de plantio ou em outras modalidades de tratamento, atuando nas raízes das plantas. Este segmento auxilia na fixação de nitrogênio (N), na solubilização de fósforo (P) e na mobilização de nutrientes presentes no solo.
Confira todas as biosoluções do portfólio da Syngenta clicando neste link.
Sobre a Syngenta
A Syngenta é líder mundial em inovação agrícola e está presente em mais de 90 países. A companhia está focada no desenvolvimento de tecnologias e práticas agrícolas que capacitam os agricultores, para que possam fazer a transformação necessária para alimentar a população mundial, preservando o nosso planeta.
As suas descobertas científicas disruptivas proporcionam melhores benefícios para os agricultores e para a sociedade, em maior escala do que nunca. Orientada por seu Objetivo de Sustentabilidade, a Syngenta busca desenvolver tecnologias e soluções inovadoras que ajudem os agricultores a cultivar plantas mais produtivas e em um solo mais saudável e com maior rendimento. A Syngenta Crop Protection está sediada em Basileia, na Suíça; a Syngenta Seeds está sediada nos Estados Unidos.
Fonte: Assessoria de imprensa
Declaração de advertência sobre declarações prospectivas
Este documento pode conter declarações prospectivas, que podem ser identificadas por terminologia como “esperar”, “seria”, “vai”, “potencial”, “planos”, “perspectivas”, “estimado”, “visando”, “no caminho certo” e expressões similares. Tais declarações podem estar sujeitas a riscos e incertezas que poderiam fazer com que os resultados reais difiram materialmente dessas declarações. Para a Syngenta, tais riscos e incertezas incluem, entre outros, riscos relacionados a procedimentos legais, aprovações regulatórias, desenvolvimento de novos produtos, aumento da concorrência, risco de crédito de clientes, condições econômicas e de mercado gerais, risco de refinanciamento, flutuações nas taxas de juros e acesso aos mercados de capitais, conformidade e remediação, evolução das regulamentações ambientais e de sustentabilidade, mudanças nas políticas agrícolas ou regimes de subsídios, direitos de propriedade intelectual, implementação de mudanças organizacionais, deterioração de ativos intangíveis, percepções dos consumidores sobre cultivos e organismos geneticamente modificados ou produtos químicos de proteção de cultivos, variações climáticas, flutuações nas taxas de câmbio e/ou preços de grãos, interrupções na cadeia de suprimentos, riscos (geo)políticos, restrições comerciais, sanções e controles de exportação, desastres naturais e violações de segurança de dados ou outras interrupções da tecnologia da informação. A Syngenta não assume nenhuma obrigação de atualizar as declarações prospectivas para refletir os resultados reais, suposições modificadas ou outros fatores.
Agro Mato Grosso
FMC lança Velitrex® e amplia portfólio para o controle de lagartas

Novo inseticida reúne dois modos de ação complementares para controlar lagartas em diferentes estágios de desenvolvimento nas principais culturas agrícolas
A FMC, empresa global de ciências para a agricultura, anuncia o lançamento do Velitrex®, novo inseticida desenvolvido para auxiliar os produtores brasileiros no enfrentamento dos principais desafios das lavouras: o controle de lagartas de difícil manejo e a crescente pressão da resistência aos inseticidas.
Desenvolvido especialmente para as condições da agricultura nacional, o Brasil será o primeiro país a receber a tecnologia. O produto chega para compor as estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP), ampliando as alternativas disponíveis para culturas como soja, milho, algodão, feijão e outras de grande importância econômica.
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“O cenário de manejo de lagartas tornou-se muito mais complexo nos últimos anos. A seleção de populações resistentes, consequência do uso repetitivo dos mesmos mecanismos de ação, exige novas ferramentas que contribuam para preservar a eficiência das tecnologias disponíveis. Velitrex® nasce com esse propósito: agregar um novo recurso ao produtor e fortalecer as estratégias de manejo de resistência, principalmente para lagartas em diferentes estágios de desenvolvimento”, afirma Sérgio Catalano, gerente de produtos inseticidas da FMC.
O diferencial do Velitrex® está na combinação de dois ingredientes ativos com diferentes modos de ação, que atuam de forma complementar sobre as lagartas. “Essa combinação, com modos de ação distintos, age em diferentes sítios do inseto e gera um efeito sinérgico, potencializando o controle das lagartas e contribuindo para estratégias mais eficientes de manejo da resistência”, ressalta Catalano.
De acordo com o gerente, a capacidade de controlar lagartas em diferentes estágios de desenvolvimento atende a uma necessidade crescente do campo. “A capacidade de controlar lagartas em diferentes estágios de desenvolvimento é um dos atributos mais valorizados pelos produtores, segundo pesquisas de mercado. Isso porque, na prática, nem sempre as condições são ideais para a aplicação, e é comum encontrar populações da praga em diferentes tamanhos em campo, no momento do manejo. Ao oferecer alta eficiência independentemente do estágio de desenvolvimento das lagartas, o Velitrex® proporciona mais flexibilidade operacional, maior segurança nas aplicações e maior versatilidade em comparação a soluções que apresentam melhor desempenho apenas sobre lagartas jovens.”
Manejo da resistência ganha protagonismo
Entre as principais pragas-alvo do Velitrex® está a Spodoptera frugiperda, considerada atualmente uma das espécies mais desafiadoras para a agricultura brasileira. A lagarta-do-cartucho, como é popularmente conhecida, apresenta elevada capacidade de adaptação, ampla distribuição geográfica e rápida multiplicação, além de registros crescentes de populações resistentes a diferentes mecanismos de ação.
Nesse contexto, a rotação de ingredientes ativos e a integração de diferentes métodos de controle tornam-se práticas fundamentais para preservar a eficiência das tecnologias disponíveis.
“O manejo da resistência depende da combinação de diferentes estratégias. É fundamental integrar soluções químicas, biológicas, monitoramento e ferramentas de manejo integrado de pragas. Velitrex® amplia esse conjunto de alternativas ao disponibilizar dois modos de ação distintos em uma única solução”, destaca Catalano.
Além da lagarta-do-cartucho, o produto também é recomendado para o controle de importantes espécies como Chrysodeixis includens e Spodoptera eridania, dependendo da cultura.
O novo inseticida da FMC proporciona rápida interrupção da alimentação das pragas, controle eficiente em diferentes tamanhos e efeito residual prolongado, características que oferecem maior flexibilidade operacional ao produtor.
Tecnologia desenvolvida para a realidade brasileira
O inseticida Velitrex® foi concebido considerando os desafios específicos enfrentados pelos produtores nacionais. A expectativa da FMC é que a nova tecnologia se torne uma das principais soluções da companhia para o manejo de lagartas nos próximos anos, fortalecendo seu portfólio voltado à proteção das principais culturas agrícolas brasileiras.
O lançamento, que está previsto para o final deste ano, reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento de tecnologias que contribuam para uma agricultura mais produtiva, sustentável e preparada para enfrentar os desafios fitossanitários atuais e futuros.
Sobre a FMC
A FMC Corporation é uma empresa global de ciências agrícolas dedicada a apoiar produtores rurais na produção de alimentos, fibras, rações e combustíveis para uma população mundial em crescimento. Seu portfólio reúne soluções inovadoras em proteção de cultivos, produtos biológicos, nutrição vegetal, agricultura digital e de precisão, permitindo que agricultores enfrentem desafios econômicos e ambientais de forma sustentável. A companhia investe continuamente na descoberta de novos ingredientes ativos, formulações e tecnologias para herbicidas, inseticidas e fungicidas, desenvolvendo soluções cada vez mais eficientes para o campo e para o planeta.
FMC e o logotipo FMC, assim como Velitrex®, são marcas comerciais da FMC Corporation ou de suas afiliadas. Produtos de uso agrícola. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Leia atentamente o rótulo e siga todas as instruções, restrições e precauções de uso dos produtos.
Sustentabilidade
Colheita do milho alcança 24% da área cultivada em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

De acordo com informações do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, a colheita do milho segunda safra 2025/2026 alcançou 24% da área cultivada em Mato Grosso do Sul.
A região Centro apresenta o maior avanço dos trabalhos, com 28% da área colhida. Na sequência, está a região Sul, com média de 26%, enquanto a região Norte registra 4,2% da área colhida.
De acordo com a estimativa do Projeto SIGA-MS, aproximadamente 530 mil hectares já foram colhidos no Estado.
Em relação ao mesmo período da segunda safra 2024/2025, a colheita apresenta atraso de 7,6 pontos percentuais. O principal fator é o elevado volume de chuvas registrado nos principais municípios produtores de milho, que reduziu o ritmo das operações no campo.
Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, apesar do atraso, a colheita avançou significativamente no Estado nas últimas semanas.
“Mesmo com o atraso em relação ao ciclo anterior, a colheita entrou na fase de maior intensidade. Os produtores têm aproveitado as janelas de tempo seco para avançar com as operações, porém as chuvas registradas ao longo de julho impactaram o ritmo dos trabalhos em diversas regiões produtoras”.
Previsão do tempo
A meteorologia indica que, entre os dias 27 de julho e 12 de agosto de 2026, há previsão de chuvas com acumulados entre 10 e 80 milímetros, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Leste de Mato Grosso do Sul. As precipitações podem influenciar o avanço da colheita nas próximas semanas.
Mercado
No cenário econômico, a saca da soja é cotada, em média, a R$ 125,62 em Mato Grosso do Sul, enquanto a saca do milho registra preço médio de R$ 48,84.
O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.
Fonte: Aprosoja/MS
Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)
Site: Aprosoja MS
Sustentabilidade
Seguro Rural patina no País e põe em risco safra 26/27 – MAIS SOJA

A safra 2026/2027 começou com um cenário de restrição orçamentária para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Dos R$ 1,01 bilhão previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA), apenas R$ 473,8 milhões estão disponíveis. A situação acende um alerta para o setor agropecuário. Além do endividamento rural e das margens de produção comprimidas, as projeções climáticas indicam a possibilidade de ocorrência de um El Niño de intensidade muito forte nos próximos meses.
“Apesar dos avanços ocorridos desde a edição da Lei da Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, em 2003, a penetração do seguro no meio rural brasileiro ainda é muito reduzida”, afirmou o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR).
Lupion também criticou a falta de previsibilidade dos recursos destinados ao programa. Segundo ele, as incertezas em relação à subvenção “reduzem a oferta securitária, elevam a precificação dos prêmios do seguro rural e desestimulam investimentos na oferta de alimentos”.
Estudo elaborado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) estima que a área segurada poderá recuar para 2,69 milhões de hectares neste ano. O volume representa apenas 2,78% da área agrícola do Brasil.
“A consequência direta é a manutenção de parcela majoritária da produção agropecuária brasileira sem cobertura securitária, ampliando a exposição dos produtores, das instituições financeiras e da própria política agrícola aos efeitos de eventos climáticos adversos”, apontam os pesquisadores.
O levantamento indica que, com a execução integral do orçamento previsto para o PSR, a cobertura poderia alcançar 5,7 milhões de hectares. “Em um ano de maior risco climático, a política pública deveria evitar a redução de instrumentos preventivos de transferência de risco”, destaca o estudo.
Os pesquisadores também apontam os impactos da instabilidade orçamentária sobre toda a cadeia produtiva. Sem a subvenção, produtores podem desistir da contratação do seguro ou precisar arcar com a parcela que seria custeada pelo programa, assumindo uma despesa adicional, como ocorreu no ano passado.
As seguradoras, por sua vez, tendem a incorporar o risco institucional ao preço das apólices, tornando o seguro mais caro. Bancos, cooperativas e fornecedores também ficam mais expostos ao aumento da inadimplência.
O risco El Niño
Além da restrição orçamentária, o Seguro Rural deverá enfrentar maior pressão diante da possibilidade de intensificação do fenômeno El Niño. De acordo com o Centro de Previsão Climática (CPC), ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), há 97% de probabilidade de que o fenômeno se prolongue até março.
O boletim também aponta que o El Niño deverá ganhar intensidade até o fim do ano. As projeções indicam 81% de chance de que o evento alcance intensidade muito forte entre outubro e dezembro, podendo se tornar um dos mais intensos registrados desde 1950.
Diante da ocorrência cada vez mais frequente de eventos climáticos extremos, parlamentares têm defendido o fortalecimento do Seguro Rural como instrumento central da política agrícola. A preocupação é evitar o avanço da inadimplência e a saída de produtores da atividade.
“Ou a gente veste essa camisa e entende a importância do Seguro Rural, ou vai colocar o produtor rural em uma linha de risco, assumindo uma exposição que pode levar parte da atividade à falência”, afirmou o coordenador da Comissão de Infraestrutura e Logística da FPA, deputado Tião Medeiros (PP-PR).
Projeto garante previsibilidade orçamentária
Uma das soluções defendidas pela FPA para fortalecer o Seguro Rural é o Projeto de Lei 2.951/2024. A proposta reformula o PSR e viabiliza o funcionamento do Fundo de Catástrofe.
A versão mais recente do texto foi relatada pelo presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, e aprovada pela Câmara dos Deputados. Entre os principais pontos, a proposta impede o contingenciamento e o bloqueio dos recursos destinados ao PSR.
O texto também permite que sobras orçamentárias do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) sejam direcionadas ao Seguro Rural, desde que a medida não comprometa o funcionamento do próprio Proagro.
“Com esse projeto, a gente vai ter mais segurança para o produtor investir em novas tecnologias, com a garantia de que poderá, ao final de um ano de trabalho, continuar na atividade. O Seguro Rural precisa deixar de ser uma política de governo e passar a ser uma política de Estado”, afirmou o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, deputado Rafael Pezenti (MDB-SC).
Em relação ao Fundo de Catástrofe, a proposta amplia a flexibilidade para a realização de aportes e facilita a participação da União e do setor privado como cotistas. O texto também prevê a criação de subfundos destinados a setores específicos e de mecanismos econômicos para auxiliar na gestão dos recursos.
O projeto está na fase final de tramitação. A matéria teve origem no Senado Federal, foi aprovada pela Câmara dos Deputados com alterações e retornou para nova análise dos senadores.
Fonte: FPA

Autor:Agência FPA
Site: FPA
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