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17 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Syngenta apresenta portfólio completo de biológicos e se mantém na vanguarda do manejo integrado no Brasil – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de bioinsumos está nos holofotes da agricultura nos últimos anos. Dados recentes da CropLife Brasil indicam que o setor atingiu R$ 6,2 bilhões em vendas em 2025, com uma expansão de 28% na área tratada, cobrindo 194 milhões de hectares no País. Esse crescimento acelerado é resultado de uma série de fatores, incluindo a necessidade de alternativas para o combate a pragas resistentes e a abertura dos agricultores às novas tecnologias, buscando estratégias integradas que possam solucionar gargalos produtivos e promover a sustentabilidade a longo prazo.Nesse cenário, a Syngenta vem se destacando no setor com muita inovação e lançamentos de bioinsumos de alta performance e qualidade.

Com um investimento anual de cerca de US$ 2 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na rede global por meio do Syngenta Group, o foco está em oferecer soluções que atuem de forma sinérgica com as tecnologias químicas tradicionais. O portfólio completo de bioinsumos ajuda as lavouras a demonstrar todo o potencial produtivo por meio dos principais segmentos de soluções: biocontroles (biofungicidas, bionematicidas e bioinseticidas), bioativadores e uso eficiente de nutrientes, sendo a Syngenta a única empresa do mercado preparada para oferecer todas essas tecnologias de maneira integrada.

Para ampliar a oferta de tecnologias na categoria de uso eficiente de nutrientes, a Syngenta Biologicals anunciou recentemente uma parceria global com a Groundwork BioAg para a comercialização de tecnologias micorrízicas de última geração. Por meio dela, a Syngenta levará ao produtor soluções de sua marca própria baseadas em fungos micorrízicos, focando inicialmente em lavouras de soja, milho, cereais e girassol na América Latina e Europa.

Essa tecnologia, que já tem contribuído para o desenvolvimento de inovações para o mercado brasileiro, atua expandindo a zona de absorção radicular das plantas por meio de simbiose. Além de melhorar a nutrição das plantas, elevar a produtividade, a saúde do solo e a tolerância aos estresses climáticos, estimula o sequestro estável de carbono no solo.

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O primeiro resultado prático desta aliança é o lançamento do AVAKITT® NEO, uma inovação que acaba de chegar ao mercado brasileiro com altíssima concentração de micorrizas, capaz de ampliar o alcance das raízes e aumentar significativamente a absorção de nutrientes e água, resultando em maior produtividade e ótimo retorno sobre investimento, além utilizar doses baixíssimas em comparação com o padrão do mercado.

Igor Lyra, Diretor de Biológicos e Tratamento de Sementes da Syngenta no Brasil, destaca que a excelência técnica, proximidade com os agricultores e o investimento constante em pesquisa e desenvolvimento serão cruciais para chegarmos à liderança no mercado nacional. “O nosso portfólio de biológicos foi criado para potencializar o manejo do agricultor e não para competir com o manejo químico, entendemos que precisa ser complementar. Além disso, acreditamos que o sucesso no campo depende do apoio técnico de qualidade, com uma equipe com a ‘botina no campo’ e capacitada para apoiar os agricultores.

Nossas tecnologias contribuem para que as plantas enfrentem melhor as condições de estresse ao favorecer o aproveitamento dos nutrientes e da água disponíveis no solo. Com isso, apoia uma nutrição mais eficiente, potencializa o uso dos fertilizantes e contribui para a construção de solos mais saudáveis e produtivos ao longo do tempo. Nesse sentido, parcerias pioneiras como a que firmamos com a Groundwork BioAg ampliam nossa atuação e nos diferenciam neste setor”, declara.

Portfólio completo para os maiores desafios da lavoura

Compreender a função de cada segmento de bioinsumos é o primeiro passo para extrair o máximo retorno sobre o investimento. O portfólio completo da Syngenta Biologicals foi desenhado para atuar em diferentes fases do ciclo de diversas culturas, fortalecendo os negócios dos agricultores do início ao fim da safra.

O grupo de biocontroles combatem diretamente a pressão constante de pragas, doenças foliares e nematoides, que limitam o potencial produtivo das plantas. Esses agentes são compostos por organismos (como bactérias, fungos, entre outros), que as protegem e combatem os principais desafios da lavoura. Além disso, os biocontroles podem ser compostos por produtos bioquímicos (como hormônios, enzimas e extratos botânicos) ou semioquímicos (como os feromônios). Ao oferecer múltiplos modos de ação, os biocontroles enriquecem o Manejo Integrado de Pragas (MIP).

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Em paralelo, para mitigar estresses abióticos provocados por extremos climáticos como secas prolongadas, geadas e altas temperaturas, os bioativadores atuam diretamente na fisiologia vegetal estimulando o metabolismo natural da cultura e a síntese de proteínas essenciais. Essas substâncias podem ser de origem microbiológica ou vegetal e podem ser aplicadas nas plantas, em sementes ou no ambiente radicular no solo. Atuando no equilíbrio fisiológico das plantas, os bioativadores modificam, promovem ou inibem seus processos fisiológicos, favorecendo a fotossíntese, promovendo o desenvolvimento vegetativo e elevando a produtividade.

Já o segmento do uso eficiente de nutrientes são produtos biológicos compostos à base de microrganismos favoráveis ao crescimento de plantas. Esses produtos podem ser aplicados via tratamento de sementes convencional (TS) ou industrial (TSI), diretamente no solo, em sulco de plantio ou em outras modalidades de tratamento, atuando nas raízes das plantas. Este segmento auxilia na fixação de nitrogênio (N), na solubilização de fósforo (P) e na mobilização de nutrientes presentes no solo.

Confira todas as biosoluções do portfólio da Syngenta clicando neste link. 

Sobre a Syngenta

A Syngenta é líder mundial em inovação agrícola e está presente em mais de 90 países. A companhia está focada no desenvolvimento de tecnologias e práticas agrícolas que capacitam os agricultores, para que possam fazer a transformação necessária para alimentar a população mundial, preservando o nosso planeta.

As suas descobertas científicas disruptivas proporcionam melhores benefícios para os agricultores e para a sociedade, em maior escala do que nunca. Orientada por seu Objetivo de Sustentabilidade, a Syngenta busca desenvolver tecnologias e soluções inovadoras que ajudem os agricultores a cultivar plantas mais produtivas e em um solo mais saudável e com maior rendimento. A Syngenta Crop Protection está sediada em Basileia, na Suíça; a Syngenta Seeds está sediada nos Estados Unidos.

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Fonte: Assessoria de imprensa



Declaração de advertência sobre declarações prospectivas
Este documento pode conter declarações prospectivas, que podem ser identificadas por terminologia como “esperar”, “seria”, “vai”, “potencial”, “planos”, “perspectivas”, “estimado”, “visando”, “no caminho certo” e expressões similares. Tais declarações podem estar sujeitas a riscos e incertezas que poderiam fazer com que os resultados reais difiram materialmente dessas declarações. Para a Syngenta, tais riscos e incertezas incluem, entre outros, riscos relacionados a procedimentos legais, aprovações regulatórias, desenvolvimento de novos produtos, aumento da concorrência, risco de crédito de clientes, condições econômicas e de mercado gerais, risco de refinanciamento, flutuações nas taxas de juros e acesso aos mercados de capitais, conformidade e remediação, evolução das regulamentações ambientais e de sustentabilidade, mudanças nas políticas agrícolas ou regimes de subsídios, direitos de propriedade intelectual, implementação de mudanças organizacionais, deterioração de ativos intangíveis, percepções dos consumidores sobre cultivos e organismos geneticamente modificados ou produtos químicos de proteção de cultivos, variações climáticas, flutuações nas taxas de câmbio e/ou preços de grãos, interrupções na cadeia de suprimentos, riscos (geo)políticos, restrições comerciais, sanções e controles de exportação, desastres naturais e violações de segurança de dados ou outras interrupções da tecnologia da informação. A Syngenta não assume nenhuma obrigação de atualizar as declarações prospectivas para refletir os resultados reais, suposições modificadas ou outros fatores.

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Sustentabilidade

Efeitos da compactação do solo vão além da redução do volume de raízes – MAIS SOJA

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A compactação do solo constitui um dos principais fatores limitantes ao crescimento das plantas e, consequentemente, à produtividade das culturas agrícolas. Na soja, além de desempenharem funções essenciais na absorção de água e nutrientes, as raízes estabelecem uma importante relação simbiótica com bactérias do gênero Bradyrhizobium, responsáveis pela fixação biológica de nitrogênio (FBN), que constitui a principal fonte de N para a cultura.

Nesse contexto, a compactação do solo pode provocar uma série de efeitos negativos sobre o desenvolvimento da soja, abrangendo desde a restrição ao crescimento e à distribuição do sistema radicular, limitando o acesso das raízes às camadas mais profundas do solo, até alterações na nodulação e na fixação biológica de nitrogênio. Além disso, condições de compactação podem favorecer ambientes com menor aeração e drenagem, alterando as condições físicas do solo e podendo contribuir para o desenvolvimento de determinados patógenos de solo, de origem fúngica e parasitária.

Esses efeitos podem comprometer a formação dos componentes de produtividade e, consequentemente, o rendimento final da cultura. Entre as principais alterações físicas decorrentes da compactação estão o aumento da densidade e da resistência mecânica do solo e a redução do volume total de poros, especialmente dos macroporos (Debiasi; Santos; Gonçalves, 2021).

Conforme observado por Rosa et al. (2019), o aumento da resistência do solo à penetração decorrente da compactação pode refletir negativamente em diferentes características de crescimento e componentes de produtividade da soja. Os autores observaram alterações em variáveis como altura de plantas, diâmetro do caule, número de legumes e número de folhas, com impactos negativos sobre o desempenho produtivo da cultura.

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Resultados semelhantes foram observados por Savioli et al. (2021). Ao avaliar a influência da compactação do solo sobre os componentes de produtividade da soja, os autores verificaram que o número de legumes (vagens) por planta, o número de grãos por planta e a massa de grãos estiveram entre os componentes mais afetados. Os resultados indicaram influência negativa significativa da compactação sobre esses componentes a partir da densidade do solo de 1,3 g cm⁻³ (Mg m⁻³).

Figura 1. Massa seca de grãos de soja em função de diferentes densidade de solo. (1,1; 1,2; 1,3; 1,4 e 1,5 g cm-3).
Fonte: Savioli et al. (2021)

Esses resultados reforçam a importância das condições físicas do solo para o adequado desenvolvimento da soja e evidenciam os impactos que a compactação pode exercer sobre a formação dos componentes de produtividade e o rendimento final da cultura. Dessa forma, o diagnóstico e o manejo da compactação do solo devem integrar as estratégias de manejo da lavoura, buscando favorecer o crescimento radicular, a exploração do perfil do solo e o aproveitamento de água e nutrientes.

Além dos efeitos diretos sobre o crescimento e a produtividade, a compactação do solo também pode influenciar a capacidade das plantas de tolerar períodos de restrição hídrica. A redução do crescimento radicular e do acesso das raízes às camadas mais profundas pode limitar a exploração de água armazenada no perfil, especialmente durante períodos de déficit hídrico. Assim, o manejo adequado da estrutura do solo constitui uma importante estratégia para melhorar as condições de desenvolvimento da soja e contribuir para maior resiliência da cultura diante de condições de estresse hídrico.



Referências:

DEBIASI, H.; SANTOS, J. C. F.; GONÇALVES, S. L. COMPACTAÇÃO DO SOLO. Embrapa, 2021. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/soja/producao/manejo-do-solo/compactacao-do-solo >, acesso em: 16/09/2026.

ROSA, H. A. et al. INFLUÊNCIA DA COMPACTAÇÃO DO SOLO EM PARÂMETROS PRODUTIVIDOS DA CULTURA DA SOJA. Revista Técnico-Científica do CREA-PR, 2019. Disponível em: < https://revistatecie.crea-pr.org.br/index.php/revista/article/view/548/333 >, acesso em: 16/09/2026.

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SAVIOLI, M. R. et al. Componentes de produção da soja sob níveis de compactação do solo. Acta Iguazu, Cascavel, v.10, n.2, p. 1-12, 2021. Disponível em: < https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/26312 >, acesso em: 16/09/2026.

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Exportações e expectativas de compras públicas sustentam preços – MAIS SOJA

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A concorrência entre os mercados interno e externo, somada à expectativa de compras governamentais, mantém os preços do arroz em casca firmes no Rio Grande do Sul.

De acordo com o Cepea, negócios voltados ao fechamento de navios aconteceram a valores próximos de R$ 90/sc de 50 kg, no Porto do Rio Grande (RS), nos últimos dias, levando produtores a ampliar a oferta, especialmente nas regiões próximas ao terminal. Ao mesmo tempo, parte das indústrias domésticas reduziu a atuação diante da dificuldade em acompanhar os valores da exportação.

Segundo o Centro de Pesquisas, a disputa ocorre em um contexto de maior demanda das indústrias por matéria-prima. Em agosto, o beneficiamento de arroz no estado avançou, e os preços ao consumidor também registraram alta.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Depois de meses de alta, inadimplência dá primeiro sinal de trégua em MT e Cuiabá – MAIS SOJA

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Mato Grosso encerrou agosto de 2026 com uma leve queda na inadimplência dos consumidores no estado, 2,23% na comparação entre julho e agosto. Os números apurados pelo SPC Brasil para a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá) mostram que o mês trouxe o primeiro sinal de redução no ano entre quase 1,5 milhão de consumidores mato-grossenses em idade adulta que estão com restrição de crédito.

O mesmo recuo apareceu na quantidade de dívidas em atraso, que caiu 2,38% no mês, mesmo acumulando alta de 8,90% em 12 meses.

Entre os mato-grossenses inadimplentes, o perfil é majoritariamente masculino (53,42% ante 46,56% de mulheres) e concentrado na faixa entre 30 e 49 anos.

O valor médio das dívidas no estado é de R$ 6.119,63, somando-se todos os débitos por consumidor, com tempo médio de atraso de 29,5 meses. Em torno de 35,70% das dívidas estão em aberto entre um e três anos e outras 40,13% ultrapassam os três anos.

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Os bancos concentram a maior fatia dos débitos, com 54,81%, seguidos por comércio, com 21,94%, outros segmentos (10,91%), água e luz (8,17%) e comunicação (4,17%).

Cuiabá

Na capital, aproximadamente 258 mil consumidores adultos apresentaram restrição de crédito em agosto. Na comparação mês a mês, o SPC Brasil apontou queda de 2,52% no total de inadimplentes cuiabanos. Em relação à quantidade de dívidas em atraso, a redução foi de 2,95% no mês.

O perfil dos inadimplentes cuiabanos também é predominantemente masculino (52,10% ante 47,90% de mulheres), com idade média de 45,4 anos — ligeiramente acima da média estadual — e concentração também entre 30 e 49 anos.

Em Cuiabá, o valor médio das dívidas é de R$ 6.631,99, acima da média estadual, com tempo médio de atraso de 30,2 meses. Mais da metade das dívidas da capital, 58,28%, está em aberto há mais de um ano, distribuídas entre as faixas de um a três anos (34,93%), três a quatro anos (17,48%) e quatro a cinco anos (24,35%).

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Os bancos também lideram entre os credores na capital, com 61,09% das dívidas registradas, seguidos por comércio, 14,85%, água e luz (8,76%), outros segmentos (12,33%) e comunicação (2,97%).

“Os números mostram que a inadimplência ainda é uma realidade que pesa no bolso do consumidor cuiabano e mato-grossense, mas o recuo mensal é um indício importante de que as famílias estão conseguindo se reorganizar. Do lado do comércio, isso significa reforçar o diálogo com o cliente, oferecer condições de negociação viáveis e ajudar quem quer voltar a comprar e a pagar em dia. A CDL Cuiabá segue acompanhando esses indicadores para orientar o lojista sobre a melhor forma de negociar com o consumidor”, observou o presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam.

CDL Cuiabá – Com 53 anos de história e cerca de 10 mil empresas associadas, a CDL Cuiabá tem como missão transformar a Capital em um dos melhores lugares para empreender e morar. Com origem no comércio varejista, hoje a entidade representa empresários e empresárias de diferentes setores, oferecendo facilidades como economia operacional, certificação digital, inteligência para concessão de crédito, telefonia móvel, redução de custos com energia e proteção de crédito em parceria com o SPC Brasil.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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