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30 de julho de 2026

Business

Adido agrícola do Chile no Brasil deixa cargo após quase quatro anos

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Ricardo Moyano Monreal encerra seu mandato no cargo após quase quatro anos de atuação (Foto: Divulgação)

O adido agrícola da Embaixada do Chile no Brasil, Ricardo Moyano Monreal, encerra seu mandato no cargo após quase quatro anos de atuação em Brasília.

Durante sua gestão frente à representação do Ministério da Agricultura do Chile (Minagri/Odepa), foram firmados cinco Memorandos de Entendimento com o governo brasileiro — envolvendo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Entre os destaques da cooperação bilateral estão os avanços na certificação eletrônica para o comércio de vinhos e ações focadas na inclusão de jovens e mulheres na agricultura familiar.

O período também consolidou a expansão do acesso a mercados, com a abertura do comércio brasileiro para produtos chilenos como mel, peônias de corte e melões da variedade Piel de Sapo.

Até o momento, nem a Embaixada do Chile nem o Minagri anunciaram oficialmente quem assumirá a adidagem agrícola no Brasil.

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Datagro projeta recorde para milho e alta na produção de soja em 2026/27

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A produção brasileira de soja e milho deve voltar a crescer na safra 2026/27, segundo a Datagro Grãos

A produção brasileira de soja e milho deve voltar a crescer na safra 2026/27, segundo o primeiro levantamento de intenção de plantio da Datagro Grãos. A consultoria projeta aumento da área cultivada para as duas culturas e considera um cenário de condições climáticas relativamente favoráveis, apesar da possibilidade de instabilidades localizadas.

Soja deve manter expansão de área

A área destinada à soja está estimada em 49,3 milhões de hectares, avanço de 0,3% sobre os 49,2 milhões de hectares cultivados na temporada 2025/26. Se confirmada, será a vigésima expansão consecutiva da área de plantio da oleaginosa no Brasil, embora em ritmo mais moderado.

A Datagro projeta produtividade média nacional de 3.763 quilos por hectare, 1% acima do recorde estimado para a safra atual, de 3.718 kg/ha.

Com isso, a produção brasileira de soja tem potencial para atingir 185,6 milhões de toneladas, volume 1% superior às 182,8 milhões de toneladas previstas para 2025/26.

Milho pode renovar recorde histórico

Para o milho, a consultoria estima avanço tanto na primeira quanto na segunda safra, impulsionado pela perspectiva de produtividade positiva, rentabilidade predominante da cultura e pelo forte crescimento da demanda doméstica.

Na primeira safra, a área plantada deve alcançar 4,3 milhões de hectares, alta de 2% em relação aos 4,2 milhões de hectares da temporada anterior. Desse total, 2,8 milhões de hectares ficam no Centro-Sul e 1,5 milhão de hectares no Norte e Nordeste.

A produtividade média é estimada em 6.871 kg/ha, queda de 3% frente aos 7.098 kg/ha registrados em 2025/26. Com isso, a produção da safra de verão deve atingir 29,4 milhões de toneladas, 1% abaixo das 29,7 milhões de toneladas do ciclo atual.

Já a segunda safra, responsável por mais de 80% da produção nacional de milho, deve registrar novo recorde de área, com 19,4 milhões de hectares, avanço de 3% sobre os 18,7 milhões de hectares da temporada anterior.

No Centro-Sul, a área deve crescer 2%, passando de 15,6 milhões para 15,9 milhões de hectares. No Norte e Nordeste, a expansão prevista supera 10%, chegando a 3,5 milhões de hectares, ante 3,2 milhões de hectares em 2025/26.

A produtividade média da safrinha é projetada em 6.606 kg/ha, suficiente para elevar a produção para 118,1 milhões de toneladas, alta de 2% sobre as 115,5 milhões de toneladas estimadas para a safra atual.

Somando as duas colheitas, a produção brasileira de milho pode alcançar 147,5 milhões de toneladas, crescimento de 2% em relação a 2025/26 e um novo recorde histórico para o cereal no país.

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Agro Mato Grosso

FMC lança Velitrex® e amplia portfólio para o controle de lagartas

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Novo inseticida reúne dois modos de ação complementares para controlar lagartas em diferentes estágios de desenvolvimento nas principais culturas agrícolas

A FMC, empresa global de ciências para a agricultura, anuncia o lançamento do Velitrex®, novo inseticida desenvolvido para auxiliar os produtores brasileiros no enfrentamento dos principais desafios das lavouras: o controle de lagartas de difícil manejo e a crescente pressão da resistência aos inseticidas.
Desenvolvido especialmente para as condições da agricultura nacional, o Brasil será o primeiro país a receber a tecnologia. O produto chega para compor as estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP), ampliando as alternativas disponíveis para culturas como soja, milho, algodão, feijão e outras de grande importância econômica.

Sérgio Catalano, gerente de produtos inseticidas da FMC

“O cenário de manejo de lagartas tornou-se muito mais complexo nos últimos anos. A seleção de populações resistentes, consequência do uso repetitivo dos mesmos mecanismos de ação, exige novas ferramentas que contribuam para preservar a eficiência das tecnologias disponíveis. Velitrex® nasce com esse propósito: agregar um novo recurso ao produtor e fortalecer as estratégias de manejo de resistência, principalmente para lagartas em diferentes estágios de desenvolvimento”, afirma Sérgio Catalano, gerente de produtos inseticidas da FMC.
O diferencial do Velitrex® está na combinação de dois ingredientes ativos com diferentes modos de ação, que atuam de forma complementar sobre as lagartas. “Essa combinação, com modos de ação distintos, age em diferentes sítios do inseto e gera um efeito sinérgico, potencializando o controle das lagartas e contribuindo para estratégias mais eficientes de manejo da resistência”, ressalta Catalano.
De acordo com o gerente, a capacidade de controlar lagartas em diferentes estágios de desenvolvimento atende a uma necessidade crescente do campo. “A capacidade de controlar lagartas em diferentes estágios de desenvolvimento é um dos atributos mais valorizados pelos produtores, segundo pesquisas de mercado. Isso porque, na prática, nem sempre as condições são ideais para a aplicação, e é comum encontrar populações da praga em diferentes tamanhos em campo, no momento do manejo. Ao oferecer alta eficiência independentemente do estágio de desenvolvimento das lagartas, o Velitrex® proporciona mais flexibilidade operacional, maior segurança nas aplicações e maior versatilidade em comparação a soluções que apresentam melhor desempenho apenas sobre lagartas jovens.”

 

Manejo da resistência ganha protagonismo

Entre as principais pragas-alvo do Velitrex® está a Spodoptera frugiperda, considerada atualmente uma das espécies mais desafiadoras para a agricultura brasileira. A lagarta-do-cartucho, como é popularmente conhecida, apresenta elevada capacidade de adaptação, ampla distribuição geográfica e rápida multiplicação, além de registros crescentes de populações resistentes a diferentes mecanismos de ação.
Nesse contexto, a rotação de ingredientes ativos e a integração de diferentes métodos de controle tornam-se práticas fundamentais para preservar a eficiência das tecnologias disponíveis.
“O manejo da resistência depende da combinação de diferentes estratégias. É fundamental integrar soluções químicas, biológicas, monitoramento e ferramentas de manejo integrado de pragas. Velitrex® amplia esse conjunto de alternativas ao disponibilizar dois modos de ação distintos em uma única solução”, destaca Catalano.
Além da lagarta-do-cartucho, o produto também é recomendado para o controle de importantes espécies como Chrysodeixis includens e Spodoptera eridania, dependendo da cultura.
O novo inseticida da FMC proporciona rápida interrupção da alimentação das pragas, controle eficiente em diferentes tamanhos e efeito residual prolongado, características que oferecem maior flexibilidade operacional ao produtor.

 

Tecnologia desenvolvida para a realidade brasileira

O inseticida Velitrex® foi concebido considerando os desafios específicos enfrentados pelos produtores nacionais. A expectativa da FMC é que a nova tecnologia se torne uma das principais soluções da companhia para o manejo de lagartas nos próximos anos, fortalecendo seu portfólio voltado à proteção das principais culturas agrícolas brasileiras.
O lançamento, que está previsto para o final deste ano, reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento de tecnologias que contribuam para uma agricultura mais produtiva, sustentável e preparada para enfrentar os desafios fitossanitários atuais e futuros.

 

Sobre a FMC

A FMC Corporation é uma empresa global de ciências agrícolas dedicada a apoiar produtores rurais na produção de alimentos, fibras, rações e combustíveis para uma população mundial em crescimento. Seu portfólio reúne soluções inovadoras em proteção de cultivos, produtos biológicos, nutrição vegetal, agricultura digital e de precisão, permitindo que agricultores enfrentem desafios econômicos e ambientais de forma sustentável. A companhia investe continuamente na descoberta de novos ingredientes ativos, formulações e tecnologias para herbicidas, inseticidas e fungicidas, desenvolvendo soluções cada vez mais eficientes para o campo e para o planeta.
FMC e o logotipo FMC, assim como Velitrex®, são marcas comerciais da FMC Corporation ou de suas afiliadas. Produtos de uso agrícola. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Leia atentamente o rótulo e siga todas as instruções, restrições e precauções de uso dos produtos.

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Agro Mato Grosso

Virginia Mendes recebeu título de madrinha do FUNDAAF Inclusão Rural

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A relação de Virginia Mendes com a agricultura familiar ganhou um reconhecimento em 2025, quando ela recebeu o título de madrinha do Fundo de Apoio à Agricultura Familiar (FUNDAAF 2.2) – Inclusão Rural. O programa é executado pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), em parceria com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e a Desenvolve MT. A iniciativa é destinada às famílias da agricultura familiar inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), que apresentam projetos voltados ao incentivo da produção.

Na edição de 2025, foram aprovados 3.589 projetos produtivos, dos quais 2.877 têm mulheres como responsáveis, evidenciando o protagonismo feminino no desenvolvimento da agricultura familiar em Mato Grosso.

Durante o período em que esteve como primeira-dama do Estado, Virginia Mendes participou de agendas e ações relacionadas ao desenvolvimento social e à valorização da agricultura familiar, especialmente em iniciativas voltadas às mulheres do campo, à inclusão produtiva e à geração de oportunidades.

Para Virginia Mendes, incentivar a agricultura familiar significa reconhecer o papel dos pequenos produtores na economia e na produção de alimentos, mas também valorizar histórias de vida como a dela.

“Eu conheço o esforço de cada homem e mulher que vive da agricultura familiar. Fui criada no Rio da Casca, onde minha mãe cultivava hortaliças. Nós nos alimentávamos do que era produzido ali, assim como muitas famílias daquela comunidade. Tenho muito orgulho do tempo em que convivi com aquelas pessoas, porque foi ali que aprendi o valor do trabalho, da simplicidade e da produção rural”, afirmou.

Ela também destacou a importância das políticas públicas voltadas ao setor.

“A agricultura familiar transforma vidas. Quando uma família encontra oportunidades para produzir, conquista mais autonomia, gera renda e contribui para o desenvolvimento do município. Receber o título de madrinha do FUNDAAF Inclusão Rural foi uma honra. As mulheres têm um papel fundamental nesse processo e merecem cada vez mais oportunidades para fortalecer a produção e melhorar a qualidade de vida de suas famílias.”

Entre as produtoras que acompanham o desenvolvimento dessas políticas está a empreendedora de turismo rural Maria Leni de Oliveira, de Jaciara.

“Quem vive da agricultura familiar sabe a importância de existirem políticas públicas voltadas ao pequeno produtor. O reconhecimento dado à agricultura familiar nos últimos anos representou mais oportunidades para quem vive no campo, especialmente para as mulheres. Isso fortalece o trabalho das famílias e valoriza quem produz alimentos e movimenta a economia dos municípios.”

Sobre Virginia Mendes, dona Maria Leni destacou sua participação em iniciativas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar.

Foto da dona Maria Leni de Oliveira de Jaciara.

“Durante o período em que esteve como primeira-dama do Estado, Virginia Mendes participou de iniciativas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar. Para quem vive no sítio, esse apoio às políticas públicas faz diferença porque amplia as oportunidades para os pequenos produtores e fortalece o trabalho das famílias que vivem da produção rural”, afirmou.

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