Agro Mato Grosso
Nova geração da Plantadeira Momentum chega ao mercado para transformar o plantio em MT

A Valtra, marca do grupo AGCO, que é referência em tecnologia agrícola no Brasil e no mundo, apresenta este ano ao mercado a mais nova versão da plantadeira Momentum, com modelos de 30 e 40 linhas, para atender agricultores que priorizam a tecnologia e a eficiência. A plantadeira será apresentada ao público na Agrishow 2026, a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, que acontece de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto, São Paulo.
O lançamento ocorre em um momento estratégico para o agronegócio nacional. Apesar dos impactos climáticos ameaçarem as produções, as estimativas de safra são positivas. Segundo levantamento da Conab, a produção total está estimada em 353,4 milhões de toneladas, um volume de 0,3% acima do ciclo anterior. “A nova geração da plantadeira Momentum foi desenvolvida justamente em resposta à tendência de aumento da área plantada e à expansão das culturas, buscando otimizar a operação e potencializar a produção”, comenta Leonardo Casali, coordenador de Marketing de Produto para Equipamentos de Aplicação e Plantio da Valtra.
Entre os diferenciais da nova linha, o foco está em rendimento operacional, onde tanto a eliminação de pontos de lubrificação, quanto a consagrada transportabilidade, resultam no ganho de até uma hora adicional por dia de operação. “No campo, cada hora conta. Essa evolução permite que o produtor mantenha o foco no que realmente importa: plantar mais, com maior precisão e em menos tempo”, ressalta o especialista.
Outra novidade que a máquina apresenta são as três seções de corte de fertilizante, que reduz sobreposição nas cabeceiras, melhora a eficiência de aplicação deixando-a uniforme e economiza insumos. Além disso, o novo tanque de fertilizante substitui o material inox por polietileno, resultando em 15% a mais de capacidade, menor peso, e maior facilidade de manutenção.
O controle de plantio é linha a linha, em tempo real, através de tecnologias como o monitor 20|20 Seed Sense, que garante a visualização completa de todas as condições de plantio. Já o dosador vSet2 posiciona cada semente com máxima precisão, enquanto o sistema vDrive ajusta a dosagem em tempo real, garantindo que cada linha trabalhe de forma correta e independente.
A plantadeira também traz avanços nos sistemas já reconhecidos da Valtra. O sistema Weight Transfer é responsável para redistribuir o peso do chassi central para as asas laterais, reduzindo a compactação do solo e melhorando a profundidade de semeadura.
Ainda, o sistema oferece mais estabilidade em altas velocidades.
Para garantir a máxima precisão no plantio, a plantadeira também é equipada com o sistema Smart Frame, uma estrutura inteligente que assegura pressão uniforme em todos os pentes de plantio, mesmo em terrenos irregulares. O recurso Wing Flex complementa a tecnologia, fazendo com que as asas da máquina acompanhem o relevo do solo, mantendo contato constante e resultando em uma emergência uniforme das plantas.
A transportabilidade já consagrada pela marca se mantém: em menos de um minuto, a Momentum pode reduzir de 18 metros para 3,6 metros (somente semente) ou 4,2 metros (semente e fertilizante), sem que o operador precise sair do trator.
“Com a nova geração da Momentum 30 e 40, entregamos ao agricultor uma ferramenta que traduz inovação em resultados. Estamos falando de mais velocidade, mais autonomia e mais precisão em todas as etapas do plantio. É um avanço que eleva o padrão tecnológico da agricultura brasileira e reforça o compromisso da Valtra em oferecer soluções inteligentes e conectadas ao futuro do campo”, conclui Casali.
Valtra
A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 220 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais 156 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.
Sobre a AGCO
A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.
Fonte: Assessoria
Agro Mato Grosso
Valtra chega à Agrishow com nova geração de tratores

Série M5 lidera lançamentos com foco em eficiência e produtividade
Na Agrishow 2026, a Valtra apresenta ao mercado a Série M5, uma evolução da tradicional linha BH HiTech de tratores. Os novos modelos unem o reconhecido DNA de robustez da marca a um pacote inédito de inovação, design e eficiência operacional.
“É uma nova era que começa. A Série M5 marca o próximo passo da evolução histórica da família BH, sendo estrategicamente pensada para atender com máxima performance às principais culturas do agronegócio brasileiro”, ressalta Winston Quintas, coordenador de Marketing e Produto Trator Valtra.
A nova nomenclatura reflete um salto em tecnologia e conforto, apresentando os modelos M165 (165 cv) e M185 (185 cv), que são voltados especificamente para alavancar a produtividade nas lavouras de grãos e arroz, mas atendendo também as mais diversas culturas.
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O trator apresenta uma estética robusta e moderna, evidenciada pelo novo capô com design da 5ª geração. No entanto, a grande revolução para o operador está na nova cabine, que conta com novos revestimentos e assentos, além da comodidade de uma caixa refrigeradora “cooler box” integrada ao interior do trator. Como o setor de cana-de-açúcar está presente no DNA da Valtra, a Série M5 mantém o pioneirismo com o tradicional kit específico canavieiro, que inclui eixo dianteiro com bitola de 3 metros, sistema de freio pneumático e barra de tração pino-bola, para otimizar as operações de transbordo no setor.
Na parte técnica, a Série M5 é equipada com os renomados motores AGCO Power de 4 cilindros, que garantem força com economia. A máquina também possui nova Transmissão Power Shift HiTech 3 Sincronizada, com sistema de 3 velocidades que permite que as marchas sejam mudadas com o trator em movimento. O novo curso da alavanca de marcha torna as trocas de frente para trás muito mais suaves e lineares, otimizando o tempo e reduzindo o esforço do operador.
Além disso, o sistema hidráulico foi aprimorado para suportar implementos pesados e operações severas, entregando uma alta vazão de 205 litros por minuto, garantindo agilidade e força constante no campo. “O que fizemos com a nova Série M5 foi honrar a herança de força incansável da linha BH HiTech, mas elevando a máquina ao seu ápice tecnológico. Entregamos hoje um trator que honra a história de força das gerações anteriores da linha BH, mas que olha para o futuro com maior inteligência operacional e conforto. É o encontro definitivo entre a tradição do trabalho bruto e a sofisticação da agricultura digital”, finaliza Winston Quintas.
O legado do BH no Brasil
Consolidada como a principal referência em força e confiabilidade no agronegócio brasileiro, desde os antecessores tratores Valtra-Valmet 1580, 1780 e 1880S, a Linha BH da Valtra celebra um legado de décadas como líder no segmento da cana-de-açúcar. Desde o lançamento da Geração 1, em 2000, com os modelos BH140, BH160 e BH180, a linha se estabeleceu como o padrão de robustez no campo. Essa herança de força foi sucessivamente aprimorada com a Geração 2, em 2007, e a Geração 3, em 2013, fazendo com que a Valtra, por 10 anos consecutivos, recebesse o prêmio Master Cana, como melhor trator do segmento sucro-energetico.
O salto tecnológico definitivo da linha aconteceu em 2017 com a chegada da Geração 4, que trouxe tratores de até 220 cv, e culminou em 2018 com a chegada da linha BH HiTech. Esta última trouxe a transmissão automatizada para o segmento pesado, reafirmando o compromisso da Valtra em unir a tradição do trabalho bruto à máxima eficiência operacional e inteligência tecnológica. Dessa forma, a série evoluiu da robustez mecânica para a alta tecnologia, integrando os eficientes motores AGCO Power e soluções avançadas de agricultura de precisão.
Agro Mato Grosso
História de José Nardes inspira gerações com exemplo de perseverança e fé em MT

Da simplicidade à potência agrícola, a trajetória de quem ajudou a construir o agro mato-grossense revela coragem, resiliência e o legado de uma vida dedicada à terra
As histórias de pessoas que ajudaram a construir o agro mato-grossense não começa em grandes lavouras que hoje impressionam o mundo, mas nascem na simplicidade, na coragem de recomeçar e na determinação inabalável.
A trajetória do produtor de Primavera do Leste, José Nardes, é exatamente assim. Aos 76 anos, o produtor carrega no olhar a experiência de quem viu o Mato Grosso nascer como uma potência agrícola. Natural de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, e filho de produtores rurais, ele cresceu no campo, aprendendo desde cedo que a terra exige compromisso.
“Eu comecei a trabalhar na agricultura com o meu pai, que plantava desde os anos 1970. Depois fui para a faculdade, me formei em agronomia, e aprendi desde cedo a responsabilidade do produtor rural, levantar cedo, trabalhar, e cumprir as nossas obrigações, que não eram poucas. Desde pequeno nós já tínhamos compromisso com a lavoura, com a pecuária, com a lida rural”, relembra.
A base construída na infância moldou o profissional que José Nardes se formou, mas também o caráter do homem que enfrentaria muitos desafios anos depois, como recomeçar do zero em um território praticamente inexplorado. Movido pelo desejo de independência, ele deixou sua estabilidade no Sul para migrar para Mato Grosso em 1982.
Ao lado da esposa, Laura Battisti Nardes, o produtor iniciou uma jornada marcada pela coragem que inspira gerações. Formado em agronomia, José Nardes buscava novos ares em sua carreira. “Quando eu cheguei em Mato Grosso não tínhamos semente de arroz fiscalizada, era só semente branca, e eu como tinha muita prática com semente de arroz no Rio Grande do Sul, eu vim auxiliar os produtores de Paranatinga para vender a semente documentada. Vinha uma vez, duas vezes por mês e voltava, assim foi durante dois anos, e acabei mudando para cá em 1982 para Rondonópolis”.
Estradas de chão, ausência de energia elétrica, falta de comunicação e uma cidade que ainda engatinhava. Primavera do Leste, hoje referência no agro, tinha poucas dezenas de casas. “Era muito difícil, nós não tínhamos um palmo de asfalto, saindo de Cuiabá para cá, até Campo Verde, e depois de Rondonópolis para cá, tudo estrada de chão. E não era só isso, não tínhamos energia, não tínhamos comunicação, Primavera do Leste não tinha telefone, não tinha nada, então era um desafio enorme.”
O início foi duro. Em sua primeira propriedade, viveu sob uma lona preta enquanto abria o cerrado com as próprias mãos. Sem recursos, muitas vezes precisou substituir a falta de dinheiro por trabalho.
“Quando comprei a primeira área de terra, a 50 quilômetros daqui, eu fui morar embaixo de uma lona preta, eu não tenho vergonha do meu passado, com meus funcionários, começando a abrir cerrado, sempre trabalhando na área agronômica, na parte de assistência, mas muito difícil, porque não tinha recursos. Foi uma batalha enorme, nós passamos um período muito ruim, de 1981 até 1998, nós fazíamos só a cultura da soja, colhíamos uns 35, 40 sacos por hectare, e o resto do ano nós ficávamos abrindo cerrado, muitas vezes, sem ter condições de pagar o empregado, nós mesmos trabalhávamos na fazenda”, comenta o produtor.
Mas se houve algo que sustentou essa trajetória, além da determinação, foi a família. Casado há mais de 50 anos, José Nardes reconhece na esposa uma parceria essencial em cada conquista. Foi Laura quem ajudou a manter a estrutura do negócio em momentos mais críticos. “Muitas vezes ela me ajudava financeiramente para pagar os funcionários. Sempre estivemos juntos em tudo.”
Nos primeiros anos, a produção era limitada. A soja rendia pouco, os preços eram baixos e o avanço tecnológico ainda era tímido. Mas o tempo trouxe evolução e com ela, novas oportunidades.
“Teve momentos que pensamos em desistir, mas a vontade de vencer era maior, então tu pensava um pouco e voltava a enfrentar a realidade. Nós vendemos soja até 1998 a 8 dólares e produzimos 40 sacos por hectare no máximo. Então dava no mínimo para se alimentar e sobreviver, não plantavam milho, porque não existia a variedade de milho apropriada para o cerrado. A partir de 2000 começou a plantar milho, colhendo aí 60 sacos por hectare e hoje a gente colhe 160, 170 sacos por hectare na segunda safra”, afirma.
José Nardes não apenas acompanhou a evolução da agricultura mato-grossense, como também fez parte dela, participando ativamente do fortalecimento do setor, ajudando a construir entidades que hoje são pilares do agro mato-grossense, como a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT).
“Eu mudei para a Primavera em 1997, mas nunca perdi o vínculo com Rondonópolis, a ideia surgiu aí e nós começamos a Aprosoja MT em 2005, entre 5 e 6 pessoas, primeiro fazíamos reuniões pequenas e depois ela foi crescendo, foi aumentando. A Aprosoja MT é a entidade que mais trabalha pelo agro, não tem dúvida disso, é a Aprosoja MT a entidade que mais se dedica em defesa ao agricultor.”
Mais do que números, cargos ou conquistas, o maior legado de José Nardes está nas pessoas, na família que construiu e no legado que transmitiu. Sua sucessão aconteceu de forma natural, sem imposições, apenas pelo exemplo. Hoje, a propriedade dele é administrada pelos filhos e netos. Um ciclo que continua, guiado pelos mesmos princípios que começaram décadas atrás.
“A minha família é um orgulho para mim, eu me sinto realizado, feliz. Eu tive uma sucessão tranquila porque eu nunca forcei meus filhos a trabalhar no agro, deixei eles à vontade, ensinei tudo o que eu sei. Hoje quem administra a minha fazenda é o meu filho e o meu neto e a minha neta trabalha comigo no escritório”, diz ele com orgulho.
Ao olhar para seu passado, ele não esconde a satisfação por ter superado a infância simples, perseverado mesmo em meio às dificuldades e, principalmente, por nunca ter desistido. Hoje, com a serenidade de quem construiu uma história sólida, ele deixa uma mensagem que resume não apenas sua trajetória, mas o espírito de tantos produtores que ajudaram a transformar o Mato Grosso.
“A mensagem que eu deixo é que dentro do possível, se você gostar um pouco do agro, venha para o agro, venha ajudar, não existe profissão mais nobre que essa, produzir alimento para as pessoas. Eu sempre falo isso e tenho o maior orgulho de ser produtor rural, eu acho que produzir alimento é uma coisa sagrada, porque ninguém vive sem se alimentar”, finaliza.
Agro Mato Grosso
Pesquisa encontra 14 contaminantes nas águas do Pantanal I MT

Medicamentos descartados de forma inadequada, pesticidas e cafeína estão entre os 14 contaminantes emergentes detectados nos rios do Pantanal, o que traz um alerta sobre o risco a que o bioma está exposto. Estes contaminantes podem alterar a capacidade de regeneração e provocar uma degradação gradual. O estudo é conduzido por cientistas de dois programas de pós-graduação da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), de Ciências Ambientais, em Cáceres, e de Recursos Hídricos, em Cuiabá, que se uniram a parceiros da Universidade de Córdoba (Colômbia).
Coordenador do estudo, o professor Wilkinson Lopes Lázaro, doutor em Ecologia e pesquisador do Centro de Estudos em Limnologia, Biodiversidade e Etnobiologia do Pantanal, da Unemat, destaca que o Pantanal é um dos sistemas mais singulares do mundo, justamente por causa do pulso de inundação que conecta rios, lagoas, solos e organismos ao longo do ano.
Segundo ele, isso faz com que qualquer contaminante introduzido no sistema tenha um potencial muito maior de dispersão e interação com a biota. A gente escolheu o Pantanal exatamente por essa vulnerabilidade associada à alta biodiversidade. É um sistema extremamente rico, mas, ao mesmo tempo, sensível.
Ele enfatiza que o Pantanal é resiliente, mas não é infinito. Quando há entrada contínua de contaminantes, somada a outros estresses, como queimadas, mudanças climáticas e alterações hidrológicas, o sistema pode começar a perder sua capacidade de se regenerar. O risco não é um colapso imediato, mas uma degradação gradual da qualidade ambiental e da biodiversidade.
Os chamados Contaminantes Emergentes (CEs) não são completamente removidos por tratamentos convencionais de esgoto e, por isso, têm sido detectados em rios, lagos, solos e até em organismos aquáticos. Mesmo em concentrações baixas, podem causar danos à fauna aquática e trazem riscos à saúde humana, agindo, muitas vezes, como desreguladores endócrinos. Nós detectamos 14 contaminantes emergentes ao longo da área de estudo, incluindo hormônios, anti-inflamatórios, cafeína, bisfenol A (BPA) e diferentes pesticidas. O que mais chamou atenção foi o padrão de distribuição.
Compostos como cafeína, fármacos e BPA apareceram com maior intensidade próximo às áreas urbanas, enquanto herbicidas e pesticidas estavam presentes praticamente em todos os pontos. Ou seja, não estamos falando de uma fonte única de contaminação, mas de um sistema sob pressão combinada, urbana e agrícola ao mesmo tempo. Isso é um sinal importante, ponderou Wilkinson.
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