Sustentabilidade
Soja/BR: Colheita avança e se aproxima do fim no Brasil, com irregularidade de chuvas no RS – MAIS SOJA

Soja: Em MT colheita concluída. No RS, as chuvas seguem irregulares entre as diferentes regiões, e isso repercute no rendimento dos grãos e na evolução da colheita. No PR, a colheita voltou a avançar e se encontra praticamente finalizada.
Em GO e MG, a colheita está praticamente finalizada. Em MS, restam pequenos talhões para conclusão da colheita. Na BA, as chuvas reduziram e ajudaram no avanço da colheita, que se aproxima do final. No TO, a colheita está em fase final de execução. No MA, a colheita foi concluída na região Sul, sendo que nas demais regiões as lavouras estão ou em plena colheita ou em maturação/enchimento de grãos.
No PI, a colheita está em fase final. As lavouras tardias remanescentes estão no Sudoeste e no Norte. Em SC, a alternância de chuvas e clima estável permitiu o avanço da colheita e o bom desenvolvimento das lavouras mais tardias.
No PA, a colheita está em fase final, restando algumas áreas nos polos de Santarém e Paragominas que por conta das chuvas têm enfrentado dificuldades para avançar.
Previsão Agrometeorológica (27/04/2026 a 01/05/2026)
N-NE: São previstos volumes de chuva maiores que 30 mm em boa parte da região Norte, podendo ultrapassar 80 mm no Nordeste do PA. O Norte do PI, a metade Norte do MA e o Noroeste do CE devem apresentar volumes de chuva elevados, com áreas com volumes acima de 100 mm. No Matopiba, há predominância de áreas com previsão de baixa ou nenhuma precipitação, mantendo a umidade do solo baixa no Oeste da BA com possíveis restrições aos cultivos de segunda safra.
CO: Não são previstas precipitações significativas em praticamente toda a região, com os maiores volumes previstos para o Oeste do MT e Centro do MS. A falta de chuvas e as altas temperaturas reduzirão a umidade no solo, podendo comprometer o desenvolvimento das lavouras de segunda safra no Centro, Leste e Sul de GO e Leste e Sudoeste do MS.
SE: Não há previsão de acumulados de chuva significativos em praticamente toda região, exceto no Extremo-Sul de SP. A falta de chuvas e as altas temperaturas têm aumentado as
áreas com baixo armazenamento hídrico no solo, causando restrições a lavouras de milho segunda safra em MG e SP. A maturação e a colheita do café e da cana-de-açúcar continuarão sendo beneficiadas pelas condições climáticas.
S: Há previsão de chuvas mais volumosas no Centro e Leste do PR e na metade Sul do RS. Essas chuvas no PR serão benéficas para a recomposição da umidade do solo. No Norte e Oeste do PR, a previsão de baixos volumes de chuva, até 10 mm, e de altas temperaturas deverá restringir o desenvolvimento de parte do milho segunda safra.
Fonte: Conab

Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Soja/RS: Clima firme impulsiona plantio, mas produtores monitoram umidade do solo – MAIS SOJA

A semeadura de soja avançou com maior intensidade no período, alcançando 23% da área estadual projetada. A sequência de dias sem precipitação, a redução da umidade excessiva na camada superficial do solo e a elevação das temperaturas diurnas favoreceram a retomada das operações, permitindo ampliar as áreas implantadas para o plantio em talhões anteriormente ocupados por culturas de inverno.
O avanço dos trabalhos ocorre em ritmos distintos entre as regiões, conforme a disponibilidade de máquinas e a conclusão da colheita de inverno. Em áreas anteriormente encharcadas, a melhoria do balanço hídrico também permitiu retomar as operações de dessecação pré-semeadura.
As lavouras apresentam emergência uniforme e estandes satisfatórios. O estabelecimento inicial está adequado, embora a disponibilidade de umidade na camada superficial já estivesse limitada em algumas áreas em 01/11, especialmente na Fronteira Oeste. A Emater/RS-Ascar estima o plantio de 6.645.384 hectares e produtividade de 3.183 kg/ha.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a redução da umidade do solo e o tempo seco favoreceram a colheita das lavouras de inverno e a implantação sequencial de soja. Em Itacurubi, a semeadura alcança 64% dos 12.700 hectares previstos; em Maçambará 45% dos 55.000 hectares; e, em São Borja, 20% dos 105 mil hectares projetados. Em São Gabriel, parte dos produtores substituiu as sementes próprias da safra anterior por sementes adquiridas, após identificar baixo vigor e germinação no material reservado.
Na Campanha, o plantio ainda está em fase inicial: em Dom Pedrito, foram semeados 5% dos 170.000 hectares previstos. A germinação e o estabelecimento das primeiras lavouras estão satisfatórios. Em Hulha Negra, as áreas anteriormente utilizadas para o pastoreio apresentam compactação e baixa cobertura vegetal, exigindo operações de lavra do solo. Os produtores estão realizando o plantio escalonado, visando à minimização de riscos. A escassez de umidade nos primeiros centímetros do perfil do solo e a expectativa de chuvas intensas deixam os produtores cautelosos em relação à continuidade da semeadura.
Na de Caxias do Sul, a sequência de dias sem chuva e a manutenção de umidade adequada no solo permitiram avanço expressivo da semeadura. As primeiras lavouras implantadas se encontram em emergência, com boa uniformidade de estabelecimento. Nas regiões de Frederico Westphalen, Passo Fundo e Santa Maria, a semeadura alcança 12%, 40% e 25% das áreas previstas respectivamente.
Na de Ijuí, a semeadura avançou para 22% da área. As primeiras lavouras apresentam emergência satisfatória, estandes bem estabelecidos e bom estado fitossanitário. Prosseguem as operações de implantação, dessecação e controle de plantas daninhas, além de aplicações de fungicidas em algumas áreas.
Na de Pelotas, a semeadura corresponde a 10% da área projetada. As condições estão favoráveis à implantação. O mês de novembro constitui o período preferencial de semeadura na região, concentrando a maior parte dos trabalhos.
Na de Santa Maria, o plantio ultrapassa 15% da área prevista. Porém, a continuidade dos trabalhos dependerá da manutenção de uma sequência de dias sem chuva. Na de Santa Rosa, o plantio alcança 29% da área projetada. As lavouras implantadas apresentam boa emergência e estabelecimento. A liberação de áreas após a colheita do trigo também contribuiu para o avanço do plantio. Nas áreas em sucessão à canola, a semeadura ocorre de forma mais gradual em razão do intervalo entre culturas adotado pelos produtores.
Na de Soledade, a semeadura chega a 37% da área prevista, com intensificação dos trabalhos na segunda metade do período. As lavouras implantadas apresentam germinação, emergência e estabelecimento inicial satisfatórios.
Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,85% passando de R$ 138,00 para R$ 139,17. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, o preço da saca é de R$ 147,00 para produto disponível.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Plantio do milho chega a 82% no RS com boa evolução favorecida pelo sol e calor – MAIS SOJA

A cultura do milho apresenta evolução satisfatória na maior parte das regiões produtoras, beneficiada pela elevação das temperaturas e pela maior disponibilidade de radiação solar ao longo do período.
As áreas semeadas cresceram apenas 2%, totalizando 82% do previsto, em decorrência do escalonamento do plantio e da priorização das operações de colheita das lavouras de inverno e do plantio de soja ou arroz.
Nas lavouras, predomina o desenvolvimento vegetativo (90%), e as mais precoces estão em fase reprodutiva (10%). Após períodos de baixa luminosidade e temperaturas reduzidas, as condições climáticas no período favoreceram a expansão foliar e o crescimento das plantas. O dossel e a sanidade das plantas têm sustentado, neste momento, expectativas produtivas favoráveis, cuja consolidação dependerá da regularidade das precipitações durante o desenvolvimento reprodutivo.
Em relação ao aspecto fitossanitário, a cigarrinha-do-milho continua sob monitoramento, embora as capturas nas armadilhas estejam reduzidas em algumas regiões. Também há registros de bacterioses e doenças fúngicas, especialmente em lavouras submetidas a condições de elevada umidade. A Emater/RS-Ascar estima o plantio de 896.401 hectares e produtividade projetada de 7.711 kg/ha.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as lavouras apresentam boa resposta ao aumento das temperaturas e da incidência de radiação solar. É realizado o manejo de plantas daninhas e a adubação em cobertura. O monitoramento em São Borja, Maçambará e Santa Margarida do Sul registrou presença de cigarrinha-do-milho, especialmente nas lavouras que ainda não atingiram dez folhas expandidas. Na Campanha, a semeadura deverá começar nos próximos dias, seguindo o calendário regional mais tardio.
Na de Caxias do Sul, as lavouras apresentam bom estabelecimento inicial e estão predominantemente em germinação e desenvolvimento vegetativo. Apesar das condições favoráveis de implantação, a baixa soma térmica e a menor atividade fotossintética, decorrentes das temperaturas baixas e da luminosidade limitada em parte do período, retardaram o crescimento.
Na de Frederico Westphalen, a semeadura foi finalizada. Estão 97% das lavouras em estádios vegetativos, e 3% em florescimento. O excesso de chuvas comprometeu a eficiência da adubação nitrogenada. A bacteriose constitui a principal preocupação fitossanitária, e o monitoramento indica baixa infestação de percevejos e cigarrinha. Prosseguiram as aplicações de fungicidas para o controle de doenças e a adubação em cobertura.
Na de Ijuí, o plantio alcança 95% da área prevista. As lavouras apresentam evolução vegetativa satisfatória, que estimulou a emissão de novas folhas e o alongamento dos entrenós. Foram realizados tratamentos fitossanitários, com destaque para as aplicações aéreas de fungicidas preventivos. Na de Passo Fundo, a semeadura atinge 95% da área projetada. As lavouras estão predominantemente em germinação e em início do desenvolvimento vegetativo, e as áreas mais precoces receberam adubação nitrogenada em cobertura.
Nas regiões de Pelotas e Santa Maria, o plantio atinge 12% e 50% das áreas previstas respectivamente. As lavouras apresentam bom estabelecimento, com estandes adequados e plantas bem formadas.
Na de Santa Rosa, 90% foram semeados. Entre as lavouras implantadas, 87% estão em desenvolvimento vegetativo, 12% na fase reprodutiva e 1% em enchimento de grãos. A adubação nitrogenada de cobertura está praticamente concluída, assim como o controle de plantas daninhas em pós-emergência. As primeiras lavouras avançam para a fase de formação de espigas. O quadro fitotécnico está favorável, mas as ocorrências localizadas de bacterioses e sintomas de doenças foliares têm motivado as aplicações de fungicidas e o acompanhamento fitossanitário.
Na de Soledade, a área semeada corresponde a 66% da área prevista. Foram concluídos os plantios mais precoces e a implantação pontual de áreas intermediárias. Prosseguem as aplicações de nitrogênio em cobertura, inclusive a segunda aplicação em parte das lavouras, e os tratamentos para controle de cigarrinha-do-milho.
Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,53%, passando de R$ 62,50 para R$ 62,83. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, o valor da saca é de R$ 75,00 para produto disponível.
Fonte: Emater/RS

Sustentabilidade
Com reservatórios cheios e sol forte, semeadura do arroz avança expressivamente no RS – MAIS SOJA

A semeadura do arroz apresentou avanço expressivo após a sequência de dias sem precipitações e a elevação das temperaturas, que favoreceram a entrada de máquinas nos talhões ainda não cultivados, superando 70% da área projetada. Contudo, há tanto áreas próximas da conclusão quanto em fase menos avançada de implantação.
Nas lavouras mais precoces, foram realizadas adubação nitrogenada em cobertura e o estabelecimento da irrigação, procedimentos favorecidos pelas condições de tempo firme. A
maior disponibilidade de radiação solar e o aquecimento durante o dia também aceleraram o desenvolvimento vegetativo, que vinha sendo limitado pelas baixas temperaturas e pela nebulosidade das semanas anteriores.
A disponibilidade de água para a irrigação apresenta condições favoráveis em decorrência da recuperação dos níveis de reservação dos mananciais. A área projetada de cultivo pelo IRGA para a Safra 2026/2027 alcança 861.779 hectares, e a produtividade inicial estimada pela Emater/RS-Ascar é de 8.741 kg/ha.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período seco e a elevação das temperaturas favoreceram o avanço da semeadura e o desenvolvimento das lavouras implantadas. Em Dom Pedrito, o plantio alcança 90% dos 34 mil hectares previstos. Em São Gabriel, a semeadura atinge 55% da área projetada. Nas lavouras mais precoces, iniciaram-se as aplicações de herbicidas pós-emergentes e de nitrogênio em cobertura, seguidas pelo início da irrigação, visando ao melhor aproveitamento do fertilizante e à eficiência dos tratamentos herbicidas. Parte dos produtores também está realizando tratamento de sementes para a proteção das plântulas contra efeitos fitotóxicos de herbicidas pré-emergentes.
Na de Pelotas, a semeadura alcança 85% da área projetada. As lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, com crescimento acelerado em resposta aos dias ensolarados e à elevação das temperaturas diurnas. O preparo antecipado das áreas, realizado entre março e julho, contribuiu para o avanço expressivo da implantação durante outubro e início de novembro.
Na de Santa Maria, a semeadura ultrapassou 50% da área prevista. As primeiras lavouras implantadas estão recebendo adubação nitrogenada em cobertura com ureia. Na de Santa Rosa, o tempo seco permitiu a continuidade da semeadura. Os rizicultores também acompanham o manejo da água nas lavouras, considerando a possibilidade de precipitações em alto volume, que podem comprometer as taipas. Em Santo Antônio das Missões, foram semeados 52% da área projetada; em Garruchos, 25%; e, em Caibaté, 20%.
Na de Soledade, a semeadura alcança 45% da área prevista, e houve avanço tanto nos sistemas pré-germinados quanto na implantação em solo seco. O predomínio de tempo firme nas duas últimas semanas permitiu recuperar parte do atraso provocado pelo excesso de chuvas. As lavouras implantadas apresentam estande e desenvolvimento inicial satisfatórios.
Comercialização (saca de 50 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,52%, passando de R$ 80,17 para R$ 80,67.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade17 horas agoBioinsumos, drones e controle biológico fortalecem a produção de algodão no semiárido – MAIS SOJA
Sustentabilidade16 horas agoPara 2026/27, Rabobank projeta estabilidade na área plantada de soja do Brasil – MAIS SOJA
Featured18 horas agoMinistro Flávio Dino convoca audiência de conciliação para discutir o fim da escala 6×1
Featured17 horas agoPecuária leiteira lidera inscrições de associações e cooperativas no edital do projeto MT Produtivo
Business22 horas agoChuva irregular obriga produtor a replantar soja duas vezes em Mato Grosso
Featured24 horas agoOperação mira grupo suspeito de furtar caixas eletrônicos em MT e outros três estados
Featured20 horas agoMajor da PM e integrante do Comando Vermelho são presos com contrabando em Cuiabá
Sustentabilidade20 horas agoÉ possível produzir mais soja sem desmatar a Amazônia? – MAIS SOJA

















