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31 de julho de 2026

Sustentabilidade

Soja/BR: Colheita avança e se aproxima do fim no Brasil, com irregularidade de chuvas no RS – MAIS SOJA

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Soja: Em MT colheita concluída. No RS, as chuvas seguem irregulares entre as diferentes regiões, e isso repercute no rendimento dos grãos e na evolução da colheita. No PR, a colheita voltou a avançar e se encontra praticamente finalizada.

Em GO e MG, a colheita está praticamente finalizada. Em MS, restam pequenos talhões para conclusão da colheita. Na BA, as chuvas reduziram e ajudaram no avanço da colheita, que se aproxima do final. No TO, a colheita está em fase final de execução. No MA, a colheita foi concluída na região Sul, sendo que nas demais regiões as lavouras estão ou em plena colheita ou em maturação/enchimento de grãos.

No PI, a colheita está em fase final. As lavouras tardias remanescentes estão no Sudoeste e no Norte. Em SC, a alternância de chuvas e clima estável permitiu o avanço da colheita e o bom desenvolvimento das lavouras mais tardias.

No PA, a colheita está em fase final, restando algumas áreas nos polos de Santarém e Paragominas que por conta das chuvas têm enfrentado dificuldades para avançar.

Previsão Agrometeorológica (27/04/2026 a 01/05/2026)

N-NE: São previstos volumes de chuva maiores que 30 mm em boa parte da região Norte, podendo ultrapassar 80 mm no Nordeste do PA. O Norte do PI, a metade Norte do MA e o Noroeste do CE devem apresentar volumes de chuva elevados, com áreas com volumes acima de 100 mm. No Matopiba, há predominância de áreas com previsão de baixa ou nenhuma precipitação, mantendo a umidade do solo baixa no Oeste da BA com possíveis restrições aos cultivos de segunda safra.

CO: Não são previstas precipitações significativas em praticamente toda a região, com os maiores volumes previstos para o Oeste do MT e Centro do MS. A falta de chuvas e as altas temperaturas reduzirão a umidade no solo, podendo comprometer o desenvolvimento das lavouras de segunda safra no Centro, Leste e Sul de GO e Leste e Sudoeste do MS.

SE: Não há previsão de acumulados de chuva significativos em praticamente toda região, exceto no Extremo-Sul de SP. A falta de chuvas e as altas temperaturas têm aumentado as
áreas com baixo armazenamento hídrico no solo, causando restrições a lavouras de milho segunda safra em MG e SP. A maturação e a colheita do café e da cana-de-açúcar continuarão sendo beneficiadas pelas condições climáticas.

S: Há previsão de chuvas mais volumosas no Centro e Leste do PR e na metade Sul do RS. Essas chuvas no PR serão benéficas para a recomposição da umidade do solo. No Norte e Oeste do PR, a previsão de baixos volumes de chuva, até 10 mm, e de altas temperaturas deverá restringir o desenvolvimento de parte do milho segunda safra.

Fonte: Conab


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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

“Você investe na adubação e depois perde a eficiência porque economizou no mais barato, o calcário?” – MAIS SOJA

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A questão da eficiência no plantio ganhou força nos últimos anos, com a busca dos agricultores pela redução de custos operacionais, em um cenário os valores mais ajustados no mercado mundial dos principais produtos agrícolas cultivados no Brasil.

Nessa disputa, ganhou força nos últimos dias o debate sobre a prática de investir recursos na adubação, sem a devida correção da acidez do solo feita antecipadamente.

A participação do Jorge Martelli, empresário da indústria de calcário e fertilizantes no estado do Paraná, em um podcast e o comentário sobre uma de suas falas viralizaram no Instagram.

“Não vou usar o calcário”, que é a matéria-prima mais barata. Pô, mas se você não fizer a correção do pH, você vai perder 30%, 40% das vezes do fósforo que tá lá. Quanto tá custando esse fósforo? É a matéria-prima mais econômica que a gente tem e com resultado mais efetivo. Então assim, é o ano do cara… o cara não pode jamais falar um negócio desse: “esse ano eu não vou usar [calcário].”

A influencer Kerolém Cardoso, do perfil AgroMapa Mentais, fez um react disparando:

– “Presta atenção aqui, tá? Não adianta você investir em fósforo se o teu solo não permite que a tua planta aproveite esse nutriente da melhor forma. Ponto, é isso!”, afirma.

Engenheira agrônoma com doutorado na área, Kérolem tem 126 mil seguidores. Ela completa a análise:

– “Quando o pH tá muito baixo, ele aumenta a presença aqui de alumínio e ferro livres no solo. Esse fósforo então vai reagir com esses elementos e vai formar compostos de baixa solubilidade, ou seja, o fósforo continua no solo, mas uma parte dele aqui vai deixar de tá disponível pra planta, entendeu? Então pensa comigo: você investe numa adubação fosfatada e depois perde a eficiência porque economizou justamente no insumo mais barato da correção, que é o calcário, entendeu?”

Clique aqui e veja a postagem que viralizou no Instagram.

Quer assistir ao podcast na íntegra com a participação do Jorge? Clique aqui.

Fonte: Abracal



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Sustentabilidade

Trigo fecha em alta em Chicago com ataques a terminal de exportação da Rússia – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (30) em alta. O mercado foi impulsionado pelo agravamento das tensões na região do Mar Negro, após ataques ucranianos provocarem danos a um importante terminal russo de exportação de grãos, renovando as preocupações com a oferta global.

Segundo a Reuters, drones ucranianos atingiram um terminal de exportação de grãos no porto de Taman, na região russa de Krasnodar, causando danos significativos à estrutura. O terminal pertence à Demetra, uma das maiores empresas agrícolas da Rússia, com capacidade para movimentar 5 milhões de toneladas de grãos. Fontes também informaram que uma instalação de exportação de óleo de girassol no porto foi atingida, embora os danos tenham sido considerados limitados.

A escalada do conflito também manteve interrompida a navegação no Mar de Azov e no Estreito de Kerch, obrigando a Rússia a redirecionar os embarques para portos no Mar Negro. Analistas internacionais avaliaram que o trigo foi a commodity agrícola que mais reagiu a essa nova rodada de tensão, diante do impacto sobre a logística de exportação russa, embora os reflexos também possam atingir milho, óleos vegetais e outros grãos.

O mercado ainda repercutiu os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas líquidas de trigo da safra 2026/27 somaram 285.200 toneladas na semana encerrada em 23 de julho, com destaque para a comercialização de 70 mil toneladas ao México. O volume ficou dentro da expectativa dos analistas, que variava entre 200 mil e 500 mil toneladas.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,63 1/2 por bushel, com alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,41%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,81 1/2 por bushel, com avanço de 3,75 centavos de dólar, ou 0,55%.

Autor/Fonte: Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Mercado de defensivos para arroz irrigado movimenta R$ 262 milhões, com ligeira queda frente à safra anterior – MAIS SOJA

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Principal empresa de pesquisas para o agronegócio, a Kynetec Brasil acaba de divulgar o estudo FarmTrak Arroz Irrigado da safra 2025-26. Conforme o levantamento, o mercado de defensivos agrícolas da cultura caiu 2%, para US$ 262 milhões, contra US$ 267 milhões do período anterior. Segundo o especialista em pesquisas da consultoria, Gabriel Baracat Pedroso, o ligeiro recuo veio associado, principalmente, a reduções de 6% na área cultivada (1,146 milhão de hectares) e de 7% nos custos de aplicação.

De acordo com o executivo, a variação negativa nas transações só não foi mais representativa face ao progressivo aumento do número médio de tratamentos adotado pelos produtores. “Eram 16 em 2023-2024 e subiram para 19 em 2025-26, alta de 10% ante 2024-25, compensando demais fatores desfavoráveis”, adianta Pedroso.

O indicador PAT ou área potencial tratada – totaliza as aplicações de produtos realizadas na safra – cresceu 4%, para 21,967 milhões de hectares.Conforme o especialista, dessecação de plantio, controle das doenças brusone e manchas foliares, além de lagartas, compreenderam os manejos que mais influenciaram no resultado do mercado de defensivos para arroz irrigado em 2025-26.

Aplicações contra manchas foliares alcançaram 1/3 da área cultivada, enquanto o emprego de lagarticidas cobriu 60% do total plantado. Neste caso, o número médio de tratamentos saltou de 1,9 para 2,4 em apenas um ano, variação atribuída pelo FarmTrak, em parte, a dificuldades para o produtor manter a chamada ‘lâmina d´água’ em algumas regiões do país.

“Ano após ano, os desafios à produção se intensificam”, continua Pedroso. “Manejos se tornam mais complexos, robustos e onerosos ao agricultor, frente a pressões crescentes de pragas, doenças, plantas daninhas e da perda de eficácia de ativos químicos e biotecnologias”, ele explica. “As margens do produtor estão apertadas, pois, concomitantemente, o preço da ‘commodity’ passa pelos mais baixos valores desde 2020.”

Ranking de produtos

Por mais uma safra, os herbicidas aparecem no levantamento da Kynetec na primeira posição entre os defensivos mais demandados pelo produtor. Corresponderam a 65% do mercado ou US$ 170 milhões, comparados a US$ 175 milhões do período 2024-25. Os fungicidas vêm a seguir, com vendas de US$ 43 milhões ou 16%, ante US$ 46 milhões da temporada passada.

Inseticidas e produtos para tratamento de sementes ocupam a terceira e a quarta posições: US$ 19 milhões e US$ 15 milhões, com 7% e 6% do mercado, respectivamente, valores praticamente estáveis em relação a 2024-25. Outros produtos fecham o levantamento da Kynetec: 5% ou US$ 15 milhões.

Ainda de acordo com Gabriel Pedroso, o FarmTrak Arroz Irrigado resultou de quase 380 entrevistas, realizadas pessoalmente com rizicultores das principais regiões produtoras do país: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

Sobre a Kynetec

A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Mais informações  clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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