Sustentabilidade
Chicago atinge maior nível em quase dois anos com seca nas lavouras de trigo nos EUA e fecha com alta acima de 4% – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (28) em forte alta. O contrato mais negociado disparou mais de 4% e alcançou o maior nível em quase dois anos, em meio à intensificação das preocupações com perdas nas lavouras dos Estados Unidos.
A seca nas Planícies segue avançando sobre áreas relevantes do cinturão produtor, com relatos de deterioração nas condições das lavouras e risco crescente para os rendimentos, enquanto o mercado ainda tenta dimensionar o tamanho dos danos.
Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicaram que 30% das lavouras de trigo de inverno estão em condições boas a excelentes, enquanto 35% são classificadas como regulares e 35% entre ruins e muito ruins. Para o trigo de primavera, o plantio atinge 19% da área, abaixo dos 28% registrados em igual período do ano passado e da média de 22%.
Por outro lado, a previsão de chuvas nas Planícies limitou ganhos mais expressivos, embora parte das precipitações deva atingir apenas áreas pontuais.
Os contratos com entrega em maio fecharam cotados a US$ 6,49 por bushel, alta de 27,50 centavos, ou 4,42%. Já os contratos com vencimento em julho encerraram a US$ 6,57 3/4 por bushel, com avanço de 28,00 centavos, ou 4,44%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Solinftec apresenta Alice IA Multiagente na Agrishow 2026 e inaugura nova era da operação agrícola autônoma – MAIS SOJA

Foto de capa: Assessoria
A Solinftec, referência global em inteligência artificial e soluções sustentáveis para o agronegócio, apresenta na Agrishow 2026 a Alice IA Multiagente, um novo marco na evolução da tecnologia aplicada ao campo. A solução inaugura um modelo operacional baseado em agentes de inteligência artificial capazes de atuar de forma autônoma, contínua e proativa, transformando dados complexos em ações práticas no dia a dia da operação agrícola.
Diferente dos modelos tradicionais baseados em comandos, a Alice Multiagente funciona como uma arquitetura integrada de agentes especializados que assumem responsabilidades específicas e atuam de forma coordenada. A inteligência considera o histórico e o contexto de cada cliente, apoiando decisões suportados pela maior base de dados do agronegócio do mundo: um diferencial que permite transformar informação em ação com precisão e escala inéditas no campo.
“Estamos evoluindo a inteligência no campo para um novo patamar. Não se trata mais apenas de analisar dados, mas de agir sobre eles. Com a Alice Multiagente, a operação ganha autonomia para prever, decidir e executar em tempo real, conectando todas as variáveis do campo de forma integrada. Esse é um avanço concreto rumo a uma agricultura mais eficiente, previsível e sustentável em escala global”, comenta Denis Arroyo, vice-presidente global da Solinftec.
Entre os primeiros agentes previstos para lançamento nos próximos 12 meses estão: Agente de Suporte, Agente Operacional, Agente Climático, Agente COA (análise de dados), Agente de Disponibilidade e Frotas e Agente de Projeção Espacial.
Da análise para a ação: IA que opera o campo em tempo real
O projeto tem como objetivo implementar uma nova camada de inteligência operacional no agro, capaz de transformar análises em execução. Ao invés de depender de consultas ou interpretações humanas, os agentes atuam continuamente, monitorando a operação em tempo real e reagindo imediatamente a qualquer mudança de cenário.
“A grande mudança está na forma como a inteligência atua. Saímos de um modelo reativo para uma IA que opera continuamente, com responsabilidades definidas e capacidade de adaptação em tempo real. Os agentes monitoram, aprendem e tomam decisões de forma autônoma, transformando complexidade em execução prática no campo”, explica Henrique Nomura, CTO da Solinftec. Na prática, isso significa que a tecnologia passa a atuar como um verdadeiro copiloto da operação agrícola, antecipando riscos, organizando prioridades e garantindo maior eficiência na execução.
Como funciona na prática: inteligência integrada à operação
Um dos destaques da solução é o Agente Operacional, responsável por prever, planejar e otimizar toda a execução no campo. Ele combina dados históricos, operacionais e agronômicos para recomendar ações práticas e priorizar atividades com maior impacto produtivo.
Entre suas principais capacidades estão:
- Previsão semanal de operações com base no histórico da fazenda
- Otimização da execução considerando logística, talhões e equipamentos
- Simulação completa das operações antes da execução
- Estimativa de insumos e recursos necessários
- Recomendações automáticas de parâmetros operacionais (velocidade, RPM, configuração de máquinas)
Monitoramento em tempo real com ajustes automáticos
Além disso, os agentes atuam de forma integrada. O Agente Operacional, por exemplo, cruza dados com o agente climático, histórico operacional (COA), disponibilidade de máquinas e análise espacial para gerar recomendações mais precisas e contextualizadas.
Essa inteligência combinada permite antecipar decisões como:
- Ajustar operações com base em janelas climáticas
- Redistribuir máquinas para evitar atrasos
- Priorizar talhões com maior risco agronômico
- Simular cenários e prever impactos antes da execução
Menos improviso, mais previsibilidade
A proposta da Alice IA Multiagente é reduzir a dependência de decisões reativas e levar a operação agrícola para um novo patamar de previsibilidade.
Com a tecnologia, toda a semana operacional pode ser prevista, simulada e validada antes mesmo de começar (e ajustada automaticamente ao longo da execução). Um exemplo é como o sistema pode reorganizar operações antes de uma chuva prevista, evitando atrasos e garantindo o cumprimento das atividades planejadas.
Além disso, a tecnologia elimina gargalos tradicionais de comunicação: decisões são enviadas diretamente para supervisores e equipamentos, com parâmetros definidos e execução orientada em tempo real.
Resultados esperados: eficiência, escala e autonomia
Com a adoção da arquitetura multiagente, a Solinftec projeta uma operação agrícola mais eficiente, integrada e orientada por dados.
Entre os principais ganhos esperados estão:
- Aumento da eficiência operacional
- Melhor uso de máquinas e insumos
- Redução de riscos operacionais
- Maior previsibilidade na execução
- Tomada de decisão mais rápida e precisa
“Na prática, estamos entregando uma operação muito mais previsível e eficiente. A tecnologia antecipa cenários, organiza prioridades e garante que cada decisão seja tomada no momento certo, com base em dados. Isso reduz riscos, otimiza recursos e aumenta a capacidade de execução no campo”, afirma Guilherme Galana, gerente de Produtos da Solinftec.
Sobre a Solinftec
A Solinftec é uma empresa brasileira, líder global em inteligência artificial e robótica para o agronegócio. Fundada na cidade de Araçatuba (SP), em 2007, por engenheiros de automação cubanos, a empresa conta com mais de 800 colaboradores globalmente, 330 somente na área de P&D, além de unidades nos Estados Unidos, Colômbia e China.
Entre as soluções tecnológicas disponibilizadas pela empresa estão a plataforma de inteligência artificial ALICE AI, com mais de 20 produtos diferentes para atender aos cultivos de cana-de-açúcar, grãos e perenes, e o Solix Ag Robotics, o primeiro robô no mundo voltado para a produção de alimentos em larga escala no agronegócio. Solix: Solix (solinftec.com).
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Soja/BR: Colheita avança e se aproxima do fim no Brasil, com irregularidade de chuvas no RS – MAIS SOJA

Soja: Em MT colheita concluída. No RS, as chuvas seguem irregulares entre as diferentes regiões, e isso repercute no rendimento dos grãos e na evolução da colheita. No PR, a colheita voltou a avançar e se encontra praticamente finalizada.
Em GO e MG, a colheita está praticamente finalizada. Em MS, restam pequenos talhões para conclusão da colheita. Na BA, as chuvas reduziram e ajudaram no avanço da colheita, que se aproxima do final. No TO, a colheita está em fase final de execução. No MA, a colheita foi concluída na região Sul, sendo que nas demais regiões as lavouras estão ou em plena colheita ou em maturação/enchimento de grãos.
No PI, a colheita está em fase final. As lavouras tardias remanescentes estão no Sudoeste e no Norte. Em SC, a alternância de chuvas e clima estável permitiu o avanço da colheita e o bom desenvolvimento das lavouras mais tardias.
No PA, a colheita está em fase final, restando algumas áreas nos polos de Santarém e Paragominas que por conta das chuvas têm enfrentado dificuldades para avançar.
Previsão Agrometeorológica (27/04/2026 a 01/05/2026)
N-NE: São previstos volumes de chuva maiores que 30 mm em boa parte da região Norte, podendo ultrapassar 80 mm no Nordeste do PA. O Norte do PI, a metade Norte do MA e o Noroeste do CE devem apresentar volumes de chuva elevados, com áreas com volumes acima de 100 mm. No Matopiba, há predominância de áreas com previsão de baixa ou nenhuma precipitação, mantendo a umidade do solo baixa no Oeste da BA com possíveis restrições aos cultivos de segunda safra.
CO: Não são previstas precipitações significativas em praticamente toda a região, com os maiores volumes previstos para o Oeste do MT e Centro do MS. A falta de chuvas e as altas temperaturas reduzirão a umidade no solo, podendo comprometer o desenvolvimento das lavouras de segunda safra no Centro, Leste e Sul de GO e Leste e Sudoeste do MS.
SE: Não há previsão de acumulados de chuva significativos em praticamente toda região, exceto no Extremo-Sul de SP. A falta de chuvas e as altas temperaturas têm aumentado as
áreas com baixo armazenamento hídrico no solo, causando restrições a lavouras de milho segunda safra em MG e SP. A maturação e a colheita do café e da cana-de-açúcar continuarão sendo beneficiadas pelas condições climáticas.
S: Há previsão de chuvas mais volumosas no Centro e Leste do PR e na metade Sul do RS. Essas chuvas no PR serão benéficas para a recomposição da umidade do solo. No Norte e Oeste do PR, a previsão de baixos volumes de chuva, até 10 mm, e de altas temperaturas deverá restringir o desenvolvimento de parte do milho segunda safra.
Fonte: Conab

Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Cummins inicia produção do QSF 2.8 no Brasil, estreia em tratores e amplia soluções integradas para o novo agro – MAIS SOJA

Foto de capa: Assessoria
O avanço do agronegócio brasileiro elevou o nível de exigência da operação no campo. Produtividade contínua, eficiência energética e alta disponibilidade definem hoje a base da operação, enquanto a tecnologia assume papel central na sustentação do desempenho. A partir dessa realidade, a Cummins Brasil chega à Agrishow 2026, apresentando uma visão integrada para o setor, que conecta motores, soluções de emissões, geração de energia e uma estrutura de suporte ao cliente orientada por dados. O objetivo é responder de forma prática às transformações do chamado “novo agro”, marcado por maior mecanização, exigência ambiental e crescente dependência de energia e conectividade.
A Cummins Brasil amplia sua atuação no agronegócio com dois movimentos estratégicos que marcam a Agrishow 2026: o início da produção nacional do motor QSF 2.8 e a estreia da companhia no segmento de tratores.
“Nosso papel é viabilizar a evolução da mecanização no campo com soluções desenvolvidas para entregar resultado no presente e preparadas para o futuro. A produção nacional e a ampliação da aplicação da nossa engenharia, agora também em novo segmento, refletem essa estratégia de integrar tecnologia, eficiência e confiabilidade em operação”, afirma Maurício Biadola, diretor de Vendas Off-Highway da Cummins Brasil
Nova faixa de potência e produção nacional
Um dos principais destaques da líder em tecnologia na Agrishow 2026 é o início da produção nacional do motor QSF 2.8, que marca a entrada da Cummins em uma nova faixa de potência no Brasil e amplia sua atuação no segmento de equipamentos agrícolas compactos.
Com potência entre 49 e 74 hp e torque de até 300 Nm, o motor combina alta densidade de potência, dimensões reduzidas e eficiência operacional, atendendo aplicações que exigem robustez e flexibilidade em projetos mais compactos.
O motor estreia no mercado brasileiro com arquitetura de emissões adaptável aos diferentes níveis regulatórios.
Nas aplicações MAR I, opera sem sistemas de pós-tratamento, priorizando simplicidade e robustez. Já preparado para futuros regulamentos, como MAR II ou equivalentes ao Tier 4 Final, pode incorporar soluções como EGR e DOC para redução de emissões, sem a necessidade de sistemas mais complexos, como o uso de Arla 32, nessa configuração.
A produção em Guarulhos (SP) reforça a base industrial da Cummins no País e amplia a integração entre engenharia, manufatura e fabricantes, com desenvolvimento de calibrações específicas para as condições reais de operação no campo.
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Engenharia brasileira na estreia em tratores
A Cummins avança na integração entre motor e equipamento, levando engenharia aplicada diretamente à arquitetura das máquinas agrícolas. Um dos principais exemplos é o cárter estrutural nos motores de 4.5 litros, solução que permite ao motor atuar como parte integrante da estrutura do equipamento.
Esse avanço se materializa na estreia da Cummins em tratores, com a aplicação da tecnologia em uma nova arquitetura de máquina, iniciativa que envolveu simulações estruturais e análises virtuais realizadas na sede da Cummins, em Guarulhos (SP), para assegurar robustez e a viabilidade técnica da solução.
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Motores, emissões e preparação para o futuro regulatório
No campo da motorização, a Cummins atua com soluções que atendem diferentes aplicações agrícolas, com destaque para plataformas como o motor de 4.5 litros, disponível em versões eletrônica e mecânica, e o B6.7, que evolui em desempenho, alcançando até 295 hp com ganhos relevantes de eficiência de combustível.
Além disso, a líder em tecnologia de energia antecipa a evolução das emissões em máquinas fora de estrada, já consolidada nos principais mercados globais, com soluções preparadas para padrões mais exigentes.
Entre os destaques está o sistema de pós-tratamento Single Module, desenvolvido para atender níveis equivalentes ao Tier 4 Final e Stage V. A tecnologia dialoga diretamente com os próximos ciclos regulatórios esperados para o Brasil, incluindo as discussões relacionadas ao MAR-II. A solução possui arquitetura até 60% menor e 40% mais leve que sistemas convencionais, além de reduzir em até 80% o material particulado e em até 70% os óxidos de nitrogênio (NOx).
“Um avanço regulatório conduzido com previsibilidade e base técnica contribui para reduzir distorções no mercado, fortalecer a competitividade da indústria nacional e ampliar a inserção do Brasil em mercados mais exigentes”, afirma Daniel Malaman, gerente geral da Cummins Emission Solutions. “A convergência com padrões internacionais também abre espaço para ganhos em exportação, reduz barreiras comerciais e impulsiona a inovação no desenvolvimento e na integração das máquinas agrícolas”.
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Energia como infraestrutura estratégica do agro
A geração de energia ganha protagonismo na operação agrícola, impulsionada pelo avanço da agricultura de precisão e pela crescente demanda por eletrificação no campo. Nesse movimento, a Cummins apresenta uma nova etapa em seus grupos geradores, com motores eletrônicos, maior eficiência energética e compatibilidade com misturas de biodiesel de até 20% (B20).
Os equipamentos incorporam soluções antes restritas à linha Rental, voltadas a aplicações severas, como base com contenção de 110% dos fluidos, estrutura reforçada e melhorias que ampliam durabilidade, segurança ambiental e previsibilidade operacional.
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Pós-venda estruturado e orientado por dados
A estratégia da Cummins para o agronegócio é sustentada por uma estrutura nacional de pós-venda, baseada em capilaridade, inteligência de dados e padronização técnica.
A líder em tecnologia de energia utiliza análises estatísticas para mapear a base instalada e direcionar investimentos em regiões com maior concentração de máquinas, garantindo disponibilidade de peças, capacitação técnica e agilidade no atendimento.
Esse modelo é complementado por um programa nacional de excelência, que acompanha a performance da rede de distribuidores e transforma dados em ações práticas para elevar o nível de serviço ao cliente.
Além disso, a linha de produtos remanufaturados ReCon reforça a estratégia de economia circular, com desempenho equivalente ao de componentes novos, redução de impacto ambiental e ganhos econômicos ao cliente.
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Visão integrada para o futuro do agro
Com presença consolidada em aplicações agrícolas, como o segmento de pulverizadores, a Cummins avança no campo com uma abordagem integrada, que conecta produto, tecnologia e uma estrutura de suporte orientada à disponibilidade. A empresa está presente na rotina do agronegócio brasileiro, apoiando operações que exigem desempenho contínuo, eficiência e confiança para entregar resultado.
Ao integrar soluções que vão do motor à geração de energia, passando por emissões e serviços, a Cummins reforça seu papel como parceira estratégica do setor, contribuindo para uma operação mais eficiente, sustentável e preparada para o futuro.
Uma atuação feita para quem carrega a safra, vive do que produz e faz o agro acontecer todos os dias.
Cummins Brasil
Líder global em energia, possui unidades de negócios complementares que projetam, fabricam e distribuem motores, serviços e tecnologias relacionadas para a um amplo portfólio de soluções de energia. Seu portfólio inclui também sistemas de combustível, turbos, soluções para emissões, eixos, cardans, componentes e sistemas de geração de energia elétrica.
Presente no país há mais de cinco décadas, produz uma variada gama de motores para diversos segmentos do mercado, entre caminhões de todos os portes, pick-ups, ônibus, aplicações estacionárias, máquinas de construção, equipamentos agrícolas, máquinas para mineração e aplicações marítimas. Possui duas unidades fabris: no município de Guarulhos (SP), onde estão as áreas de motores, geradores, turbos e soluções de emissões.
Já em Osasco (SP), a Cummins Drivetrain and Braking Systems (CDBS) produz eixos, cardans e componentes para veículos comerciais e fora-de-estrada. Para mais informações, acesse ao nosso site www.cummins.com.br
Fonte: Assessoria de imprensa
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