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14 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Solinftec apresenta Alice IA Multiagente na Agrishow 2026 e inaugura nova era da operação agrícola

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A Solinftec, referência global em inteligência artificial e soluções sustentáveis para o agronegócio, apresenta na Agrishow 2026 a Alice IA Multiagente, um novo marco na evolução da tecnologia aplicada ao campo. A solução inaugura um modelo operacional baseado em agentes de inteligência artificial capazes de atuar de forma autônoma, contínua e proativa, transformando dados complexos em ações práticas no dia a dia da operação agrícola.

Diferente dos modelos tradicionais baseados em comandos, a Alice Multiagente funciona como uma arquitetura integrada de agentes especializados que assumem responsabilidades específicas e atuam de forma coordenada. A inteligência considera o histórico e o contexto de cada cliente, apoiando decisões suportados pela maior base de dados do agronegócio do mundo: um diferencial que permite transformar informação em ação com precisão e escala inéditas no campo.

“Estamos evoluindo a inteligência no campo para um novo patamar. Não se trata mais apenas de analisar dados, mas de agir sobre eles. Com a Alice Multiagente, a operação ganha autonomia para prever, decidir e executar em tempo real, conectando todas as variáveis do campo de forma integrada. Esse é um avanço concreto rumo a uma agricultura mais eficiente, previsível e sustentável em escala global”, comenta Denis Arroyo, vice-presidente global da Solinftec.

Entre os primeiros agentes previstos para lançamento nos próximos 12 meses estão: Agente de Suporte, Agente Operacional, Agente Climático, Agente COA (análise de dados), Agente de Disponibilidade e Frotas e Agente de Projeção Espacial.

Da análise para a ação: IA que opera o campo em tempo real

O projeto tem como objetivo implementar uma nova camada de inteligência operacional no agro, capaz de transformar análises em execução. Ao invés de depender de consultas ou interpretações humanas, os agentes atuam continuamente, monitorando a operação em tempo real e reagindo imediatamente a qualquer mudança de cenário.

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“A grande mudança está na forma como a inteligência atua. Saímos de um modelo reativo para uma IA que opera continuamente, com responsabilidades definidas e capacidade de adaptação em tempo real. Os agentes monitoram, aprendem e tomam decisões de forma autônoma, transformando complexidade em execução prática no campo”, explica Henrique Nomura, CTO da Solinftec. Na prática, isso significa que a tecnologia passa a atuar como um verdadeiro copiloto da operação agrícola, antecipando riscos, organizando prioridades e garantindo maior eficiência na execução.

Como funciona na prática: inteligência integrada à operação

Um dos destaques da solução é o Agente Operacional, responsável por prever, planejar e otimizar toda a execução no campo. Ele combina dados históricos, operacionais e agronômicos para recomendar ações práticas e priorizar atividades com maior impacto produtivo.

Entre suas principais capacidades estão:

  • Previsão semanal de operações com base no histórico da fazenda
  • Otimização da execução considerando logística, talhões e equipamentos
  • Simulação completa das operações antes da execução
  • Estimativa de insumos e recursos necessários
  • Recomendações automáticas de parâmetros operacionais (velocidade, RPM, configuração de máquinas)
Monitoramento em tempo real com ajustes automáticos

Além disso, os agentes atuam de forma integrada. O Agente Operacional, por exemplo, cruza dados com o agente climático, histórico operacional (COA), disponibilidade de máquinas e análise espacial para gerar recomendações mais precisas e contextualizadas.

Essa inteligência combinada permite antecipar decisões como:

  • Ajustar operações com base em janelas climáticas
  • Redistribuir máquinas para evitar atrasos
  • Priorizar talhões com maior risco agronômico
  • Simular cenários e prever impactos antes da execução
Menos improviso, mais previsibilidade

A proposta da Alice IA Multiagente é reduzir a dependência de decisões reativas e levar a operação agrícola para um novo patamar de previsibilidade.

Com a tecnologia, toda a semana operacional pode ser prevista, simulada e validada antes mesmo de começar (e ajustada automaticamente ao longo da execução). Um exemplo é como o sistema pode reorganizar operações antes de uma chuva prevista, evitando atrasos e garantindo o cumprimento das atividades planejadas.

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Além disso, a tecnologia elimina gargalos tradicionais de comunicação: decisões são enviadas diretamente para supervisores e equipamentos, com parâmetros definidos e execução orientada em tempo real.

Resultados esperados: eficiência, escala e autonomia

Com a adoção da arquitetura multiagente, a Solinftec projeta uma operação agrícola mais eficiente, integrada e orientada por dados.

Entre os principais ganhos esperados estão:

  • Aumento da eficiência operacional
  • Melhor uso de máquinas e insumos
  • Redução de riscos operacionais
  • Maior previsibilidade na execução
  • Tomada de decisão mais rápida e precisa

“Na prática, estamos entregando uma operação muito mais previsível e eficiente. A tecnologia antecipa cenários, organiza prioridades e garante que cada decisão seja tomada no momento certo, com base em dados. Isso reduz riscos, otimiza recursos e aumenta a capacidade de execução no campo”, afirma Guilherme Galana, gerente de Produtos da Solinftec.

Sobre a Solinftec

A Solinftec é uma empresa brasileira, líder global em inteligência artificial e robótica para o agronegócio. Fundada na cidade de Araçatuba (SP), em 2007, por engenheiros de automação cubanos, a empresa conta com mais de 800 colaboradores globalmente, 330 somente na área de P&D, além de unidades nos Estados Unidos, Colômbia e China.

Entre as soluções tecnológicas disponibilizadas pela empresa estão a plataforma de inteligência artificial ALICE AI, com mais de 20 produtos diferentes para atender aos cultivos de cana-de-açúcar, grãos e perenes, e o Solix Ag Robotics, o primeiro robô no mundo voltado para a produção de alimentos em larga escala no agronegócio. Solix: Solix (solinftec.com).

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Fonte: Assessoria de imprensa

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Sustentabilidade

Exportações de soja avançam e milho ganha espaço no mercado interno – MAIS SOJA

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As exportações de soja de Mato Grosso do Sul mantiveram desempenho positivo em agosto de 2026. O Estado embarcou 530,5 mil toneladas, volume 36,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em valores, as vendas externas chegaram a US$ 239,1 milhões, alta de 48,9% na comparação anual. O resultado ficou acima do desempenho nacional, que registrou queda de 3,2% no volume exportado e crescimento de 5% em valores no mesmo período.

O desempenho confirma a importância da soja para o comércio exterior sul-mato-grossense. A China permanece como principal destino, concentrando 81,2% das exportações do produto, seguida por Vietnã e Paquistão.

Embora agosto tenha apresentado redução de 43,1% no volume embarcado em relação a julho, o resultado anual permanece positivo e coloca a soja entre os principais produtos da pauta exportadora do Estado.

“A soja continua apresentando um desempenho bastante relevante nas exportações de Mato Grosso do Sul, com crescimento superior ao observado no cenário nacional”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho.

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Milho muda de destino e fortalece o processamento dentro de MS

Em agosto, Mato Grosso do Sul exportou 100,1 mil toneladas de milho, ante 498 mil toneladas no mesmo período de 2025. Em valores, os embarques passaram de US$ 99 milhões para US$ 21,7 milhões.

Apesar da redução nas exportações, o movimento revela uma transformação na dinâmica do cereal dentro da economia estadual. O boletim econômico da Aprosoja/MS aponta que o milho está apresentando atraso no período de exportação, mas também destaca uma mudança: o grão passa a ser direcionado como matéria-prima para transformação dentro do Estado.

Na avaliação de Linneu, esse processo representa uma oportunidade de agregação de valor à produção sul-mato-grossense.

“Parte da produção que antes poderia seguir diretamente para outros países passa a encontrar demanda em Mato Grosso do Sul, como matéria-prima para processos de transformação. Isso fortalece o mercado interno, movimenta a indústria e agrega valor à produção estadual”.

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O cenário também ajuda a explicar por que os números de exportação precisam ser analisados em conjunto com a evolução da atividade industrial.

“O milho está deixando de ser visto somente como um produto para exportação e passa a ocupar uma posição importante como insumo para a indústria. É um movimento positivo porque cria novas possibilidades de mercado para o produtor e aproxima a produção agrícola das cadeias de transformação que estão se desenvolvendo no Estado”, destaca o analista.

Celulose assume liderança nas exportações

A mudança na dinâmica dos grãos ocorre em um cenário de diversificação da pauta exportadora de Mato Grosso do Sul. Em agosto, a celulose assumiu pela primeira vez a liderança entre os produtos exportados pelo Estado, com participação de 32,3% do total. Soja e resíduos ficaram em segundo lugar, com 28%, seguidos pela carne bovina, com 15,5%.

Balança comercial mantém superávit

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O desempenho das exportações contribuiu para que Mato Grosso do Sul mantivesse um saldo positivo na balança comercial. Em agosto, o Estado registrou superávit de US$ 801 milhões, resultado de US$ 978 milhões em exportações ante US$ 176 milhões em importações.

Entre os produtos importados, o gás natural liderou, seguido por cobre e equipamentos industriais. A ureia apareceu na quarta posição, representando 3,2% das importações. O boletim destaca que a presença do fertilizante entre os principais produtos importados sinaliza a busca do Estado por atender à demanda de insumos necessária à produção agrícola.

Os dados integram os boletins de Exportações e Balança Comercial de Mato Grosso do Sul, elaborados pela equipe econômica da Aprosoja/MS com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e do ComexStat.

Acesse os boletins clicando aqui e depois aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Falta de lotes de qualidade de trigo sustenta preços no Paraná e no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo atravessou a semana sob negociações pontuais e preços pouco homogêneos. A dificuldade para encontrar lotes aumentou, especialmente de qualidade adequada à moagem.

No Paraná, o mercado permaneceu praticamente travado ao longo da semana, com poucas ofertas e compradores em busca de trigo. O tempo abriu na segunda e na terça-feira, mas a previsão de novas chuvas até domingo manteve as incertezas sobre a qualidade dos próximos lotes, parte do cereal já colhido apresentou problemas associados a doenças como a brusone.

No início da semana, a pressão de curto prazo no Norte do estado estava ligada à falta de espaço para armazenagem, depois que a safra recorde de milho safrinha ocupou parte relevante da capacidade disponível. “Produtores com necessidade de liberar estruturas encontram menor poder de negociação, enquanto moinhos capazes de receber trigo diretamente da lavoura pressionam por melhores condições de compra”, explicou o analista de Safras & Mercado Elcio Bento.

Ao longo da semana, porém, essa leitura foi cedendo lugar a um discurso diferente: a pressão pela necessidade de armazenagem foi tratada como pontual, e o principal entrave passou a ser a falta de oferta, sobretudo de trigo com qualidade. “A avaliação é de que os moinhos poderão precisar elevar as ofertas para atrair vendedores”, disse o analista Thiago Oleto na quinta-feira (10).

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Nos preços, negócios no Norte do Paraná foram fechados próximos de R$ 1.500/t FOB, com vendedores pedindo valores acima desse patamar. Nos Campos Gerais, moinhos indicaram R$ 1.550/t CIF, equivalente a cerca de R$ 1.480 a R$ 1.500/t FOB. Para entrega imediata, as indicações giravam em torno de R$ 1.500/t CIF, recuando para R$ 1.450/t em outubro e R$ 1.400/t em novembro nos negócios futuros – patamares nos quais, segundo Bento, “praticamente não há interesse dos produtores nas vendas futuras”.

No Rio Grande do Sul, a liquidez seguiu reduzida diante do distanciamento entre compradores e vendedores. Moinhos sinalizaram interesse próximo de R$ 1.400/t, enquanto vendedores pediram R$ 1.500/t. “Um eventual equilíbrio poderia ocorrer ao redor de R$ 1.450 por tonelada, mas, por enquanto, não há disposição efetiva de compradores ou vendedores nesse nível”, observou Oleto.

A referência FOB interior, ainda vinculada à safra velha, avançou 5,7% na semana e 9,1% no mês, acumulando alta de 39,0% em 2026 e de 14,3% frente ao mesmo período do ano passado, reflexo, segundo os analistas, da menor disponibilidade de trigo no estado. A influência da safra nova só deve aumentar a partir de outubro, com a aproximação da colheita.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de arroz mantém firmeza, mas valorização perde intensidade com menor procura – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz manteve a trajetória altista nesta semana, porém com perda de velocidade, sinalizando transição de uma fase de valorização para acomodação em patamar elevado. A afirmação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

“Na origem, produtores capitalizados permanecem firmes, restringindo ofertas e aguardando melhores condições”, explica o analista. A necessidade financeira continua sendo o principal mecanismo de abertura de lotes, fazendo surgir negócios pontuais sem caracterizar aumento estrutural da disponibilidade.

Assim, pondera o consultor, a retenção na fonte segue limitando o potencial de correção baixista. “Na ponta compradora, parte das indústrias reduziu a procura após recompor estoques nas últimas semanas”, acrescenta.

Essa postura diminui a pressão de compra e explica a desaceleração dos reajustes, mas não configura excesso de matéria-prima. “A queda de braço permanece concentrada na diferença entre as pedidas dos vendedores e a capacidade de pagamento por parte das unidades de beneficiamento”, destaca Oliveira.

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A entrada de indústrias do Centro-Oeste, por sua vez, adiciona concorrência regional e pode elevar a disputa por lotes disponíveis, especialmente onde a oferta já é restrita.

O vetor baixista está concentrado na menor necessidade industrial de reposição, enquanto os altistas permanecem na oferta restrita, retenção e concorrência interestadual. Para o analista, o ponto decisivo será a duração dessa combinação: se a indústria retornar antes de o produtor ampliar vendas, a valorização pode recuperar intensidade; se a procura permanecer contida e compromissos financeiros aumentarem a oferta, o mercado tende à estabilidade ou correção moderada.

O Indicador Safras do arroz em casca no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotado a R$ 81,56, alta de 1,22% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço foi de 11,95%. Em relação a 2025, a valorização atingiu 22,46%.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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