Sustentabilidade
Solinftec apresenta Alice IA Multiagente na Agrishow 2026 e inaugura nova era da operação agrícola

A Solinftec, referência global em inteligência artificial e soluções sustentáveis para o agronegócio, apresenta na Agrishow 2026 a Alice IA Multiagente, um novo marco na evolução da tecnologia aplicada ao campo. A solução inaugura um modelo operacional baseado em agentes de inteligência artificial capazes de atuar de forma autônoma, contínua e proativa, transformando dados complexos em ações práticas no dia a dia da operação agrícola.
Diferente dos modelos tradicionais baseados em comandos, a Alice Multiagente funciona como uma arquitetura integrada de agentes especializados que assumem responsabilidades específicas e atuam de forma coordenada. A inteligência considera o histórico e o contexto de cada cliente, apoiando decisões suportados pela maior base de dados do agronegócio do mundo: um diferencial que permite transformar informação em ação com precisão e escala inéditas no campo.
“Estamos evoluindo a inteligência no campo para um novo patamar. Não se trata mais apenas de analisar dados, mas de agir sobre eles. Com a Alice Multiagente, a operação ganha autonomia para prever, decidir e executar em tempo real, conectando todas as variáveis do campo de forma integrada. Esse é um avanço concreto rumo a uma agricultura mais eficiente, previsível e sustentável em escala global”, comenta Denis Arroyo, vice-presidente global da Solinftec.
Entre os primeiros agentes previstos para lançamento nos próximos 12 meses estão: Agente de Suporte, Agente Operacional, Agente Climático, Agente COA (análise de dados), Agente de Disponibilidade e Frotas e Agente de Projeção Espacial.
Da análise para a ação: IA que opera o campo em tempo real
O projeto tem como objetivo implementar uma nova camada de inteligência operacional no agro, capaz de transformar análises em execução. Ao invés de depender de consultas ou interpretações humanas, os agentes atuam continuamente, monitorando a operação em tempo real e reagindo imediatamente a qualquer mudança de cenário.
“A grande mudança está na forma como a inteligência atua. Saímos de um modelo reativo para uma IA que opera continuamente, com responsabilidades definidas e capacidade de adaptação em tempo real. Os agentes monitoram, aprendem e tomam decisões de forma autônoma, transformando complexidade em execução prática no campo”, explica Henrique Nomura, CTO da Solinftec. Na prática, isso significa que a tecnologia passa a atuar como um verdadeiro copiloto da operação agrícola, antecipando riscos, organizando prioridades e garantindo maior eficiência na execução.
Como funciona na prática: inteligência integrada à operação
Um dos destaques da solução é o Agente Operacional, responsável por prever, planejar e otimizar toda a execução no campo. Ele combina dados históricos, operacionais e agronômicos para recomendar ações práticas e priorizar atividades com maior impacto produtivo.
Entre suas principais capacidades estão:
- Previsão semanal de operações com base no histórico da fazenda
- Otimização da execução considerando logística, talhões e equipamentos
- Simulação completa das operações antes da execução
- Estimativa de insumos e recursos necessários
- Recomendações automáticas de parâmetros operacionais (velocidade, RPM, configuração de máquinas)
Monitoramento em tempo real com ajustes automáticos
Além disso, os agentes atuam de forma integrada. O Agente Operacional, por exemplo, cruza dados com o agente climático, histórico operacional (COA), disponibilidade de máquinas e análise espacial para gerar recomendações mais precisas e contextualizadas.
Essa inteligência combinada permite antecipar decisões como:
- Ajustar operações com base em janelas climáticas
- Redistribuir máquinas para evitar atrasos
- Priorizar talhões com maior risco agronômico
- Simular cenários e prever impactos antes da execução
Menos improviso, mais previsibilidade
A proposta da Alice IA Multiagente é reduzir a dependência de decisões reativas e levar a operação agrícola para um novo patamar de previsibilidade.
Com a tecnologia, toda a semana operacional pode ser prevista, simulada e validada antes mesmo de começar (e ajustada automaticamente ao longo da execução). Um exemplo é como o sistema pode reorganizar operações antes de uma chuva prevista, evitando atrasos e garantindo o cumprimento das atividades planejadas.
Além disso, a tecnologia elimina gargalos tradicionais de comunicação: decisões são enviadas diretamente para supervisores e equipamentos, com parâmetros definidos e execução orientada em tempo real.
Resultados esperados: eficiência, escala e autonomia
Com a adoção da arquitetura multiagente, a Solinftec projeta uma operação agrícola mais eficiente, integrada e orientada por dados.
Entre os principais ganhos esperados estão:
- Aumento da eficiência operacional
- Melhor uso de máquinas e insumos
- Redução de riscos operacionais
- Maior previsibilidade na execução
- Tomada de decisão mais rápida e precisa
“Na prática, estamos entregando uma operação muito mais previsível e eficiente. A tecnologia antecipa cenários, organiza prioridades e garante que cada decisão seja tomada no momento certo, com base em dados. Isso reduz riscos, otimiza recursos e aumenta a capacidade de execução no campo”, afirma Guilherme Galana, gerente de Produtos da Solinftec.
Sobre a Solinftec
A Solinftec é uma empresa brasileira, líder global em inteligência artificial e robótica para o agronegócio. Fundada na cidade de Araçatuba (SP), em 2007, por engenheiros de automação cubanos, a empresa conta com mais de 800 colaboradores globalmente, 330 somente na área de P&D, além de unidades nos Estados Unidos, Colômbia e China.
Entre as soluções tecnológicas disponibilizadas pela empresa estão a plataforma de inteligência artificial ALICE AI, com mais de 20 produtos diferentes para atender aos cultivos de cana-de-açúcar, grãos e perenes, e o Solix Ag Robotics, o primeiro robô no mundo voltado para a produção de alimentos em larga escala no agronegócio. Solix: Solix (solinftec.com).
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
“Você investe na adubação e depois perde a eficiência porque economizou no mais barato, o calcário?” – MAIS SOJA

A questão da eficiência no plantio ganhou força nos últimos anos, com a busca dos agricultores pela redução de custos operacionais, em um cenário os valores mais ajustados no mercado mundial dos principais produtos agrícolas cultivados no Brasil.
Nessa disputa, ganhou força nos últimos dias o debate sobre a prática de investir recursos na adubação, sem a devida correção da acidez do solo feita antecipadamente.
A participação do Jorge Martelli, empresário da indústria de calcário e fertilizantes no estado do Paraná, em um podcast e o comentário sobre uma de suas falas viralizaram no Instagram.
“Não vou usar o calcário”, que é a matéria-prima mais barata. Pô, mas se você não fizer a correção do pH, você vai perder 30%, 40% das vezes do fósforo que tá lá. Quanto tá custando esse fósforo? É a matéria-prima mais econômica que a gente tem e com resultado mais efetivo. Então assim, é o ano do cara… o cara não pode jamais falar um negócio desse: “esse ano eu não vou usar [calcário].”
A influencer Kerolém Cardoso, do perfil AgroMapa Mentais, fez um react disparando:
– “Presta atenção aqui, tá? Não adianta você investir em fósforo se o teu solo não permite que a tua planta aproveite esse nutriente da melhor forma. Ponto, é isso!”, afirma.
Engenheira agrônoma com doutorado na área, Kérolem tem 126 mil seguidores. Ela completa a análise:
– “Quando o pH tá muito baixo, ele aumenta a presença aqui de alumínio e ferro livres no solo. Esse fósforo então vai reagir com esses elementos e vai formar compostos de baixa solubilidade, ou seja, o fósforo continua no solo, mas uma parte dele aqui vai deixar de tá disponível pra planta, entendeu? Então pensa comigo: você investe numa adubação fosfatada e depois perde a eficiência porque economizou justamente no insumo mais barato da correção, que é o calcário, entendeu?”
Clique aqui e veja a postagem que viralizou no Instagram.
Quer assistir ao podcast na íntegra com a participação do Jorge? Clique aqui.
Fonte: Abracal
Sustentabilidade
Trigo fecha em alta em Chicago com ataques a terminal de exportação da Rússia – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (30) em alta. O mercado foi impulsionado pelo agravamento das tensões na região do Mar Negro, após ataques ucranianos provocarem danos a um importante terminal russo de exportação de grãos, renovando as preocupações com a oferta global.
Segundo a Reuters, drones ucranianos atingiram um terminal de exportação de grãos no porto de Taman, na região russa de Krasnodar, causando danos significativos à estrutura. O terminal pertence à Demetra, uma das maiores empresas agrícolas da Rússia, com capacidade para movimentar 5 milhões de toneladas de grãos. Fontes também informaram que uma instalação de exportação de óleo de girassol no porto foi atingida, embora os danos tenham sido considerados limitados.
A escalada do conflito também manteve interrompida a navegação no Mar de Azov e no Estreito de Kerch, obrigando a Rússia a redirecionar os embarques para portos no Mar Negro. Analistas internacionais avaliaram que o trigo foi a commodity agrícola que mais reagiu a essa nova rodada de tensão, diante do impacto sobre a logística de exportação russa, embora os reflexos também possam atingir milho, óleos vegetais e outros grãos.
O mercado ainda repercutiu os dados semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas líquidas de trigo da safra 2026/27 somaram 285.200 toneladas na semana encerrada em 23 de julho, com destaque para a comercialização de 70 mil toneladas ao México. O volume ficou dentro da expectativa dos analistas, que variava entre 200 mil e 500 mil toneladas.
Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,63 1/2 por bushel, com alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,41%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,81 1/2 por bushel, com avanço de 3,75 centavos de dólar, ou 0,55%.
Autor/Fonte: Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Agência Safras)
Sustentabilidade
Mercado de defensivos para arroz irrigado movimenta R$ 262 milhões, com ligeira queda frente à safra anterior – MAIS SOJA

Principal empresa de pesquisas para o agronegócio, a Kynetec Brasil acaba de divulgar o estudo FarmTrak Arroz Irrigado da safra 2025-26. Conforme o levantamento, o mercado de defensivos agrícolas da cultura caiu 2%, para US$ 262 milhões, contra US$ 267 milhões do período anterior. Segundo o especialista em pesquisas da consultoria, Gabriel Baracat Pedroso, o ligeiro recuo veio associado, principalmente, a reduções de 6% na área cultivada (1,146 milhão de hectares) e de 7% nos custos de aplicação.
De acordo com o executivo, a variação negativa nas transações só não foi mais representativa face ao progressivo aumento do número médio de tratamentos adotado pelos produtores. “Eram 16 em 2023-2024 e subiram para 19 em 2025-26, alta de 10% ante 2024-25, compensando demais fatores desfavoráveis”, adianta Pedroso.
O indicador PAT ou área potencial tratada – totaliza as aplicações de produtos realizadas na safra – cresceu 4%, para 21,967 milhões de hectares.Conforme o especialista, dessecação de plantio, controle das doenças brusone e manchas foliares, além de lagartas, compreenderam os manejos que mais influenciaram no resultado do mercado de defensivos para arroz irrigado em 2025-26.
Aplicações contra manchas foliares alcançaram 1/3 da área cultivada, enquanto o emprego de lagarticidas cobriu 60% do total plantado. Neste caso, o número médio de tratamentos saltou de 1,9 para 2,4 em apenas um ano, variação atribuída pelo FarmTrak, em parte, a dificuldades para o produtor manter a chamada ‘lâmina d´água’ em algumas regiões do país.
“Ano após ano, os desafios à produção se intensificam”, continua Pedroso. “Manejos se tornam mais complexos, robustos e onerosos ao agricultor, frente a pressões crescentes de pragas, doenças, plantas daninhas e da perda de eficácia de ativos químicos e biotecnologias”, ele explica. “As margens do produtor estão apertadas, pois, concomitantemente, o preço da ‘commodity’ passa pelos mais baixos valores desde 2020.”
Ranking de produtos
Por mais uma safra, os herbicidas aparecem no levantamento da Kynetec na primeira posição entre os defensivos mais demandados pelo produtor. Corresponderam a 65% do mercado ou US$ 170 milhões, comparados a US$ 175 milhões do período 2024-25. Os fungicidas vêm a seguir, com vendas de US$ 43 milhões ou 16%, ante US$ 46 milhões da temporada passada.
Inseticidas e produtos para tratamento de sementes ocupam a terceira e a quarta posições: US$ 19 milhões e US$ 15 milhões, com 7% e 6% do mercado, respectivamente, valores praticamente estáveis em relação a 2024-25. Outros produtos fecham o levantamento da Kynetec: 5% ou US$ 15 milhões.
Ainda de acordo com Gabriel Pedroso, o FarmTrak Arroz Irrigado resultou de quase 380 entrevistas, realizadas pessoalmente com rizicultores das principais regiões produtoras do país: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.
Sobre a Kynetec
A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Mais informações clique aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa

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