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29 de abril de 2026

Sustentabilidade

Ministro André de Paula recebe propostas da CNA para o Plano Safra 2026/2027 – MAIS SOJA

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participou, nesta terça-feira (28), de reunião na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília (DF), com o presidente da entidade, João Martins. Na ocasião, o ministro recebeu as dez propostas da Confederação para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2026/2027.

Durante o encontro, o ministro destacou a importância do diálogo permanente entre o governo federal e as entidades representativas do setor agropecuário. “Quero marcar minha passagem como um ministro que buscou compreender, dialogar e contribuir para o fortalecimento do setor. Essa é uma parceria permanente, orgânica e necessária, e me coloco à disposição para avançarmos juntos”, afirmou.

O presidente da Confederação, João Martins, ressaltou a relevância da atuação conjunta entre o setor produtivo e o governo federal. “A CNA e o Senar sempre estiveram abertos à parceria em benefício do produtor rural. Precisamos trabalhar em conjunto, propor soluções e buscar ações que realmente sejam impactantes. Este é um momento importante, de deixar uma marca”, disse.

Na ocasião, foram apresentadas as propostas da entidade para o Plano Safra 2026/2027. O documento foi elaborado com base em reuniões regionais realizadas com produtores, federações, associações e instituições financeiras nas cinco regiões do país. A edição adota formato plurianual, medida que busca ampliar a racionalidade, a previsibilidade e a capacidade de planejamento da política agrícola brasileira.

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Entre os pontos prioritários apresentados pela CNA estão a previsibilidade orçamentária, o planejamento plurianual, o fortalecimento da saúde financeira do produtor rural, o aprimoramento dos instrumentos de renegociação de dívidas, a ampliação do acesso ao crédito e o reforço de recursos para o seguro rural.

As propostas têm como objetivo contribuir para a sustentabilidade econômica do setor e para a manutenção do papel estratégico do Brasil como um dos principais produtores e fornecedores de alimentos do mundo.

Além disso, representantes e presidentes de federações de agricultura presentes à reunião apresentaram temas considerados prioritários para o setor, como securitização, fundo fitossanitário para a fruticultura, defesa agropecuária, sustentabilidade e sequestro de carbono, cadeia produtiva do arroz e o Programa de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes).

Fonte: MAPA



 

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FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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Sustentabilidade

Mercado de milho deve ter preços firmes, mas movimentação calma nos negócio – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter uma quarta-feira de preços firmes e de movimentação calma nos negócios. Chuvas em áreas produtoras da safrinha trouxeram alívio ao mercado. No cenário internacional a Bolsa de Chicago opera em alta. Já o dólar avança lentamente frente ao real, mantendo os agentes na defensiva.

O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes nesta terça-feira, com alguma tentativa de alta em São Paulo, apenas, como destacou o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari. As chuvas em algumas regiões deixaram o mercado um pouco mais calmo, embora ainda o cenário seja de apreensões para regiões como os estados de Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 65,50/69,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 65,00/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 61,00/63,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 63,00/65,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 68,00/70,00 a saca.

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No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 66,00/68,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 58,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 57,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 49,00/53,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em julho de 2026 estão cotados a US$ 4,72 3/4 por bushel, alta de 2,25 centavos de dólar, ou 0,47%, em relação ao fechamento anterior.

* O mercado busca suporte na boa demanda de exportação e nas preocupações climáticas no cinturão produtor norte-americano. A perspectiva de que a área cultivada com o cereal possa recuar nos Estados Unidos em meio à alta dos fertilizantes com a continuidade do conflito no Oriente Médio também favorece os ganhos.

* Ontem (28), contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 4,75 1/2, com alta de 6,25 centavos, ou 1,33%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro fechou a sessão a US$ 4,80 por bushel, avanço de 6,50 centavos ou 1,37% em relação ao fechamento anterior.

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CÂMBIO

* O dólar comercial registra alta de 0,08% a R$ 4,9858. O Dollar Index registra alta de 0,03% a 98,68 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia encerraram em alta. China, +0,71%. Japão, feriado.

* As principais bolsas na Europa operam em queda. Paris, -0,44%. Frankfurt, -0,25%. Londres, -0,82%.

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* O petróleo opera em queda. Julho do WTI em NY: US$ 97,53 o barril (+3,17%).

AGENDA

11h30 – EUA: Relatório semanal de petróleo (EIA).

15h00 – Decisão de Política Monetária do Federal Reserve (Fed). de juros.

18h30 – Decisão do Copom sobre a taxa Selic.

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—–Quinta-feira (30/04)

05h00 – Alemanha – PIB (1 leitura, 1º trimestre).

06h00 – Zona do euro – PIB (1 estimativa, 1º trimestre).

08h00 – Reino Unido – Decisão de juros do Bank of England.

09h00 – PNAD de março/IBGE.

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09h15 – Zona do euro – Decisão de juros do Banco Central Europeu.

09h30 – Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA.

09h30 – EUA – PIB (1 estimativa, 1º trimestre).

15h00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15h00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

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16h00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

Dados do Caged de março sobre mercado de trabalho.

Dados de Produção e Vendas da Petrobras.

—–Sexta-feira (1/05)

Feriado no Brasil – Dia do Trabalho.

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Autor/Fonte: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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Sustentabilidade

Solinftec apresenta Alice IA Multiagente na Agrishow 2026 e inaugura nova era da operação agrícola

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A Solinftec, referência global em inteligência artificial e soluções sustentáveis para o agronegócio, apresenta na Agrishow 2026 a Alice IA Multiagente, um novo marco na evolução da tecnologia aplicada ao campo. A solução inaugura um modelo operacional baseado em agentes de inteligência artificial capazes de atuar de forma autônoma, contínua e proativa, transformando dados complexos em ações práticas no dia a dia da operação agrícola.

Diferente dos modelos tradicionais baseados em comandos, a Alice Multiagente funciona como uma arquitetura integrada de agentes especializados que assumem responsabilidades específicas e atuam de forma coordenada. A inteligência considera o histórico e o contexto de cada cliente, apoiando decisões suportados pela maior base de dados do agronegócio do mundo: um diferencial que permite transformar informação em ação com precisão e escala inéditas no campo.

“Estamos evoluindo a inteligência no campo para um novo patamar. Não se trata mais apenas de analisar dados, mas de agir sobre eles. Com a Alice Multiagente, a operação ganha autonomia para prever, decidir e executar em tempo real, conectando todas as variáveis do campo de forma integrada. Esse é um avanço concreto rumo a uma agricultura mais eficiente, previsível e sustentável em escala global”, comenta Denis Arroyo, vice-presidente global da Solinftec.

Entre os primeiros agentes previstos para lançamento nos próximos 12 meses estão: Agente de Suporte, Agente Operacional, Agente Climático, Agente COA (análise de dados), Agente de Disponibilidade e Frotas e Agente de Projeção Espacial.

Da análise para a ação: IA que opera o campo em tempo real

O projeto tem como objetivo implementar uma nova camada de inteligência operacional no agro, capaz de transformar análises em execução. Ao invés de depender de consultas ou interpretações humanas, os agentes atuam continuamente, monitorando a operação em tempo real e reagindo imediatamente a qualquer mudança de cenário.

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“A grande mudança está na forma como a inteligência atua. Saímos de um modelo reativo para uma IA que opera continuamente, com responsabilidades definidas e capacidade de adaptação em tempo real. Os agentes monitoram, aprendem e tomam decisões de forma autônoma, transformando complexidade em execução prática no campo”, explica Henrique Nomura, CTO da Solinftec. Na prática, isso significa que a tecnologia passa a atuar como um verdadeiro copiloto da operação agrícola, antecipando riscos, organizando prioridades e garantindo maior eficiência na execução.

Como funciona na prática: inteligência integrada à operação

Um dos destaques da solução é o Agente Operacional, responsável por prever, planejar e otimizar toda a execução no campo. Ele combina dados históricos, operacionais e agronômicos para recomendar ações práticas e priorizar atividades com maior impacto produtivo.

Entre suas principais capacidades estão:

  • Previsão semanal de operações com base no histórico da fazenda
  • Otimização da execução considerando logística, talhões e equipamentos
  • Simulação completa das operações antes da execução
  • Estimativa de insumos e recursos necessários
  • Recomendações automáticas de parâmetros operacionais (velocidade, RPM, configuração de máquinas)
Monitoramento em tempo real com ajustes automáticos

Além disso, os agentes atuam de forma integrada. O Agente Operacional, por exemplo, cruza dados com o agente climático, histórico operacional (COA), disponibilidade de máquinas e análise espacial para gerar recomendações mais precisas e contextualizadas.

Essa inteligência combinada permite antecipar decisões como:

  • Ajustar operações com base em janelas climáticas
  • Redistribuir máquinas para evitar atrasos
  • Priorizar talhões com maior risco agronômico
  • Simular cenários e prever impactos antes da execução
Menos improviso, mais previsibilidade

A proposta da Alice IA Multiagente é reduzir a dependência de decisões reativas e levar a operação agrícola para um novo patamar de previsibilidade.

Com a tecnologia, toda a semana operacional pode ser prevista, simulada e validada antes mesmo de começar (e ajustada automaticamente ao longo da execução). Um exemplo é como o sistema pode reorganizar operações antes de uma chuva prevista, evitando atrasos e garantindo o cumprimento das atividades planejadas.

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Além disso, a tecnologia elimina gargalos tradicionais de comunicação: decisões são enviadas diretamente para supervisores e equipamentos, com parâmetros definidos e execução orientada em tempo real.

Resultados esperados: eficiência, escala e autonomia

Com a adoção da arquitetura multiagente, a Solinftec projeta uma operação agrícola mais eficiente, integrada e orientada por dados.

Entre os principais ganhos esperados estão:

  • Aumento da eficiência operacional
  • Melhor uso de máquinas e insumos
  • Redução de riscos operacionais
  • Maior previsibilidade na execução
  • Tomada de decisão mais rápida e precisa

“Na prática, estamos entregando uma operação muito mais previsível e eficiente. A tecnologia antecipa cenários, organiza prioridades e garante que cada decisão seja tomada no momento certo, com base em dados. Isso reduz riscos, otimiza recursos e aumenta a capacidade de execução no campo”, afirma Guilherme Galana, gerente de Produtos da Solinftec.

Sobre a Solinftec

A Solinftec é uma empresa brasileira, líder global em inteligência artificial e robótica para o agronegócio. Fundada na cidade de Araçatuba (SP), em 2007, por engenheiros de automação cubanos, a empresa conta com mais de 800 colaboradores globalmente, 330 somente na área de P&D, além de unidades nos Estados Unidos, Colômbia e China.

Entre as soluções tecnológicas disponibilizadas pela empresa estão a plataforma de inteligência artificial ALICE AI, com mais de 20 produtos diferentes para atender aos cultivos de cana-de-açúcar, grãos e perenes, e o Solix Ag Robotics, o primeiro robô no mundo voltado para a produção de alimentos em larga escala no agronegócio. Solix: Solix (solinftec.com).

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Fonte: Assessoria de imprensa

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Sustentabilidade

Chicago atinge maior nível em quase dois anos com seca nas lavouras de trigo nos EUA e fecha com alta acima de 4% – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (28) em forte alta. O contrato mais negociado disparou mais de 4% e alcançou o maior nível em quase dois anos, em meio à intensificação das preocupações com perdas nas lavouras dos Estados Unidos.

A seca nas Planícies segue avançando sobre áreas relevantes do cinturão produtor, com relatos de deterioração nas condições das lavouras e risco crescente para os rendimentos, enquanto o mercado ainda tenta dimensionar o tamanho dos danos.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicaram que 30% das lavouras de trigo de inverno estão em condições boas a excelentes, enquanto 35% são classificadas como regulares e 35% entre ruins e muito ruins. Para o trigo de primavera, o plantio atinge 19% da área, abaixo dos 28% registrados em igual período do ano passado e da média de 22%.

Por outro lado, a previsão de chuvas nas Planícies limitou ganhos mais expressivos, embora parte das precipitações deva atingir apenas áreas pontuais.

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Os contratos com entrega em maio fecharam cotados a US$ 6,49 por bushel, alta de 27,50 centavos, ou 4,42%. Já os contratos com vencimento em julho encerraram a US$ 6,57 3/4 por bushel, com avanço de 28,00 centavos, ou 4,44%.

Fonte: Agência Safras


FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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