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28 de abril de 2026

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PM lança operações integradas para blindar o comércio e reforçar policiamento em MT

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Quarta edição da ‘Centro Seguro’ e mobilização nacional ‘Força Total’ começam nesta quarta-feira com solenidade na Praça Alencastro

A Polícia Militar de Mato Grosso lançará, na manhã desta quarta-feira (29.4), a 4ª edição da Operação Centro Seguro e a 26ª edição da Operação Força Total. Em Cuiabá, a solenidade será realizada às 8h, na Praça Alencastro, região central.

A Operação Centro Seguro é uma ação voltada principalmente para reforçar a segurança em áreas centrais e comerciais e aumentar o policiamento ostensivo em regiões com grande circulação. O objetivo é prevenir crimes como roubos, furtos e assaltos.

Já a Operação Força Total é uma ação nacional, coordenada pelo Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares do Brasil, com participação das polícias militares de todos os estados, reforçando também o policiamento em todo o estado.

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Serviço

Polícia Militar deflagra operações nesta quarta-feira (29)

Data: quarta-feira (29.4)
Hora: 8 horas
Local: Praça Alencastro, em Cuiabá

Com Assessoria 

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Mercado de soja tem terça-feira de pouca movimentação e preços estáveis no Brasil

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O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira (28) de ritmo lento, com poucas novidades e oscilações nas cotações da oleaginosa. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dólar apresentou melhora ao longo do dia, enquanto os preços seguiram voláteis, mas dentro de uma faixa estreita.

”As variações giraram ao redor de R$1,00, ou seja, movimentos pequenos”, afirma Silveira. O porto operou de forma mais lenta, assim como o mercado interno, sem mudanças relevantes no quadro geral.

Silveira destaca que as melhores indicações seguem atreladas a prazos mais longos de
pagamento. "Ainda há alguma janela de exportação para maio, mas já bastante curta", explica. Os prêmios permaneceram praticamente estáveis, enquanto as indicações mais firmes começam a aparecer para setembro.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): os preços ficaram em R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): cotações em R$ 125,00
  • Cascavel (PR): as cotações permaneceram em R$ 120,00.
  • Rondonópolis (MT): os preços seguiram em R$ 111,00
  • Dourados (MS): avançaram de R$ 111,00 para R$ 112,00
  • Rio Verde (GO): a saca recuou de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Paranaguá (PR): manteve-se em R$ 130,00 por saca
  • Rio Grande (RS): as cotações permaneceram em R$ 130,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam  mistos nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT). As cotações oscilaram em uma estreita margem. De um lado, a boa alta do petróleo deu sustentação a alguns contratos, estendendo o movimento deflagrado na segunda-feira.
Em contrapartida, o cenário fundamental segue limitando qualquer reação mais consistente nas cotações. A ampla oferta da oleaginosa, com o mercado convivendo com safras cheias no Brasil e na Argentina, e a perspectiva favorável para a produção norte-americana evitaram a consolidação do movimento de recuperação.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou na segunda-feira (27) o
relatório indicando que o plantio das lavouras de soja atingiu 23% da área prevista no país. Em igual período do ano passado, o índice era de 17%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 12%. Na semana anterior (20 de abril), o número era de 12%.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 4,25 centavos de dólar, ou 0,36%, a US$ 11,73 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 11,89 1/4 por bushel, com retração de 2,75 centavos de dólar ou 0,23%. As posições mais distantes tiveram pequenas altas.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,40 ou 0,12% a US$ 327,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 73,38 centavos de dólar, com ganho de 1,12 centavo ou 1,54%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,01%, sendo negociado a R$ 4,9815 para venda e a R$ 4,9795 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9728 e a máxima de R$ 5,0158.

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Politec supera 100 mil acessos em sistemas desenvolvidos por equipe própria

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec) ultrapassou 100 mil acessos no sistema digital de Consulta CIN e na assistente virtual ÍRIS. O volume de consultas reflete a consolidação das ferramentas digitais desenvolvidas pela instituição para modernizar o atendimento ao cidadão, ampliar a eficiência dos serviços e facilitar o acesso às informações.

As soluções foram desenvolvidas integralmente com recursos próprios da Politec e mão de obra interna, o que permitiu baixo custo de implementação e ampliação da eficiência na prestação de serviços. A iniciativa integra as ações de modernização da instituição voltadas à inovação e à melhoria contínua do atendimento ao cidadão.

Para o Diretor da Politec Jaime Trevizan, o expressivo número de acessos reflete o avanço da instituição na modernização dos serviços e no fortalecimento de soluções que colocam o cidadão no centro do atendimento.

“Alcançar a marca de mais de 100 mil acessos aos nossos sistemas é um resultado muito significativo, que demonstra a confiança da população e a efetividade das soluções desenvolvidas pela Politec. São ferramentas que facilitam o acesso do cidadão aos serviços, trazendo mais autonomia, agilidade e comodidade no dia a dia. Outro ponto importante é que esses sistemas foram desenvolvidos com recursos próprios e mão de obra da própria Politec, o que garante baixo custo e alta eficiência. investir em tecnologia acessível, com responsabilidade e foco no cidadão.”

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A ferramenta Consulta CIN permite que o cidadão acompanhe, de forma simples e rápida, o andamento da emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), utilizando apenas o número do CPF. Já a assistente virtual ÍRIS foi desenvolvida para facilitar o acesso à informação, especialmente em dispositivos móveis, possibilitando a localização de postos de identificação, consulta de contatos telefônicos e esclarecimento das dúvidas mais frequentes.

De acordo com o ouvidor da Politec, Etevaldo Aguiar, o resultado demonstra a efetividade das ferramentas e a confiança da população nos canais digitais da instituição.

“A Ouvidoria da Politec destaca que os sistemas digitais Consulta CIN e a assistente virtual ÍRIS já ultrapassaram a marca de 100 mil acessos, evidenciando a crescente adesão da população às soluções tecnológicas disponibilizadas. A Consulta CIN representa um importante avanço na autonomia do cidadão, permitindo o acompanhamento do processo de emissão do documento de identidade de forma simples, utilizando apenas o número do CPF.”

Além das plataformas digitais, a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), vinculada à Ouvidoria, permanece como um importante canal de suporte direto à população, assegurando orientação e atendimento humanizado de forma presencial ou pelo telefone 65 98108 0213.

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O avanço das soluções digitais também já apresenta resultados práticos: houve redução média de 20% no volume de ligações telefônicas, o que contribui para a otimização dos atendimentos e maior celeridade nos serviços prestados.

“Com iniciativas como essas, a Politec segue investindo em soluções próprias, eficientes e de baixo custo, fortalecendo a modernização institucional e ampliando o acesso do cidadão aos nossos serviços”, salientou Jaime Trevizan.

Com Assessoria 

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Agro Mato Grosso

Desmatamento na Amazônia cai 17% no 1º trimestre, mas volta a subir em março

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A Amazônia fechou o primeiro trimestre de 2026 com queda de 17% no desmatamento, mostram dados de um levantamento do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Entre janeiro e março, 348 km² de floresta foram derrubados, ante 419 km² no mesmo período do ano passado.

📝 ENTENDA: o desmatamento ocorre quando há remoção total da vegetação, geralmente para abertura de áreas destinadas a atividades como pecuária, agricultura ou ocupação irregular. Já a degradação é o dano parcial à floresta, causado, por exemplo, por queimadas ou exploração de madeira.

No chamado calendário do desmatamento, que vai de agosto de um ano a julho do ano seguinte, a queda foi ainda maior.

Entre agosto de 2025 e março de 2026, a área desmatada passou de 2.296 km² para 1.460 km², uma redução de 36%.

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👉 🌱 Apesar da queda no trimestre e no acumulado do calendário, o dado de março acendeu um alerta.

No mês passado, o desmatamento chegou a 196 km², alta de 17% em relação aos 167 km² registrados em março de 2025.

Para pesquisadores do instituto, o aumento pontual reforça a necessidade de manter ações de fiscalização, punição a responsáveis pela derrubada ilegal e políticas de geração de renda associadas à floresta em pé.

Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do instituto, que diferem da metodologia do Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Segundo o Imazon, os satélites usados são mais refinados que os dos sistemas do governo e são capazes de detectar áreas devastadas a partir de 1 hectare, enquanto os alertas do Inpe levam em conta áreas maiores que 3 hectares (entenda mais abaixo).

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Estados e municípios mais afetados

No acumulado entre agosto de 2025 e março de 2026, Mato Grosso, Roraima e Pará lideraram o ranking de desmatamento na Amazônia do instituto.

O Pará registrou 425 km² de floresta derrubada no período, queda de 52% em relação ao ciclo anterior. Mato Grosso teve 270 km², redução de 38%.

Já Roraima foi o único estado com alta: a área desmatada passou de 184 km² para 222 km², aumento de 21%.

Entre os municípios, Caracaraí (RR) aparece no topo da lista, com 84,09 km² desmatados. Em seguida vêm Feijó (AC), Rorainópolis (RR), Colniza (MT), São Félix do Xingu (PA), Tarauacá (AC), Nova Ubiratã (MT), Rio Branco (AC), Portel (PA) e Canutama (AM).

Entre as unidades de conservação, a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, no Pará, teve a maior área desmatada no período: 35,52 km².

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A unidade fica em São Félix do Xingu, município que aparece entre os cinco mais desmatados da Amazônia no acumulado do calendário.

Segundo o Imazon, a APA concentrou mais de 95% da área derrubada dentro do município entre agosto de 2025 e março de 2026.

Na avaliação de pesquisadores, a concentração da destruição em áreas específicas mostra a necessidade de ações mais direcionadas de fiscalização nesses territórios.

A degradação florestal também caiu em março. Segundo o Imazon, foram 11 km² de floresta degradada no mês, redução de 95% em relação a março de 2025.

O resultado é o menor para o mês desde 2014.

Mesmo com a queda, Roraima concentrou 82% de toda a área degradada registrada em março. O instituto aponta que isso pode estar relacionado ao regime climático do estado, onde o início do ano costuma ser mais seco do que em outras áreas da Amazônia.

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No acumulado do calendário do desmatamento, a degradação também recuou: a queda foi de 93% em relação ao ciclo anterior.

Apesar do resultado positivo, pesquisadores do Imazon avaliam que o dado precisa ser acompanhado com cautela, já que a redução ocorre depois de um período crítico.

Entre agosto de 2024 e julho de 2025, a Amazônia registrou o maior nível de degradação da série histórica do instituto.

Uma visão de drone mostra a devastação do incêndio florestal em meio à fumaça na Amazônia, em Lábrea (AM) (6 de setembro)

Imazon

O sistema do Imazon detecta áreas desmatadas em imagens de satélites de toda a Amazônia Legal.

Chamado de SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento), o programa foi desenvolvido pelo Imazon em 2008, para reportar mensalmente o ritmo da degradação florestal e do desmatamento na região.

Segundo o Imazon, os satélites usados são mais refinados que os dos sistemas do governo e são capazes de detectar áreas devastadas a partir de 1 hectare, enquanto os alertas do Inpe levam em conta áreas maiores que 3 hectares.

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O SAD utiliza atualmente os satélites Landsat 7 e 8, da NASA, e Sentinel 1A, 1B, 2A e 2B, da Agência Espacial Européia (ESA). Ambos são de domínio público, ou seja: seus dados podem ser usados por qualquer pessoa ou instituição.

Combinando esses satélites, o sistema é capaz de enxergar a mesma área a cada 5 a 8 dias. Por isso, o sistema prioriza a análise de imagens adquiridas na última semana de cada mês.

Desse modo, caso uma área tenha sido degradada no início do mês e, depois, desmatada no final do mês, ela pode ser identificada como desmatamento no dado final.

Assim como o Deter, do Inpe, o calendário de monitoramento do SAD começa em agosto de um ano e termina em julho do ano seguinte por causa da menor frequência de nuvens na Amazônia. Os sistemas também são semelhantes porque servem como um alerta, mas não representam um dado oficial de desmatamento.

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Agro MT