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31 de julho de 2026

Sustentabilidade

John Deere apresenta mais de 20 lançamentos na Agrishow 2026

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A John Deere chega à Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP), com mais de 20 lançamentos e um portfólio de mais de 25 equipamentos, tecnologias e soluções voltadas a diferentes etapas da operação agrícola. O foco não está apenas nos equipamentos individualmente, mas na integração entre máquinas, dados e conectividade — uma mudança de perspectiva que o presidente da companhia no Brasil, Valério Wagner, resumiu durante a coletiva: hoje, a ênfase é menos na máquina e mais no sistema.

Pulverização: menos insumo, mais precisão

Um dos destaques da feira é a evolução do portfólio de pulverização, representado pela série 400R. Os modelos 430R, 440R e 400R ND chegam com nova arquitetura eletrônica, motores de 285 a 300 hp e barras de até 40 metros.

Foto: assessoria de Imprensa John Deere

Na prática, as melhorias operacionais se traduzem em ganhos diretos para o produtor: redução de até 10% no tempo de abastecimento, até 50% menos tempo em ajustes e configurações e até 7% de economia de combustível com o sistema CommandDrive™. A conectividade foi ampliada via satélite pelo JDLink™ Boost, o que permite monitoramento remoto mesmo em regiões com cobertura celular limitada.

O principal diferencial da linha, segundo Valério Wagner, é o sistema See & Spray™, que aplica herbicida apenas onde há plantas daninhas detectadas. A tecnologia pode gerar economia média de 50% em defensivos, com potencial de redução de até 93% no uso de insumos em determinadas condições — um ganho expressivo tanto em custo operacional quanto em sustentabilidade.

Para o pequeno produtor, a John Deere apresenta o pulverizador 1025E, desenvolvido especificamente para propriedades de menor porte.


Colheita de grãos: menos perdas e mais automação

Foto: assessoria de Imprensa John Deere

Na colheita, o destaque é a colheitadeira S4, apontada por Wagner como uma solução que combina versatilidade e facilidade de operação. O equipamento é indicado para terrenos acidentados e áreas com menor espaço de manobra, e conta com a tecnologia Machine Sync, que garante sincronismo de velocidade e direção entre a colheitadeira e o trator de transbordo.

A série S4 integra o portfólio de colheitadeiras com automação embarcada da marca, cujas tecnologias podem proporcionar até 20% mais produtividade, qualidade de grãos até 10% superior e, conforme destacado por Valério Wagner na coletiva, redução de até 10% nas perdas durante a colheita.

Na colheita de milho, a nova plataforma CR foi desenvolvida para acompanhar o crescimento da cultura como insumo para a produção de etanol no Brasil, com ajustes automáticos em tempo real durante a operação.


Cana-de-açúcar: nova geração com eficiência energética e ajuste remoto

As colhedoras CH7 e CH9 representam a nova geração da John Deere para o setor sucroenergético. O novo sistema de limpeza foi projetado para operar com menores rotações do extrator primário, o que reduz a presença de impurezas vegetais na matéria-prima sem aumentar as perdas. Testes em condições representativas apontam até 20% menos impurezas vegetais e maior ATR — indicador que mede o potencial de produção de açúcar e etanol da cana colhida.

No quesito consumo energético, as melhorias no sistema hidráulico e no conjunto de tração permitem redução de até 10% no consumo de combustível por tonelada colhida no modelo CH7.

Outro diferencial está nos recursos de ajuste remoto via John Deere Operations Center™, plataforma digital de gestão agrícola que centraliza dados de máquinas, operações e lavouras. Por meio dela, é possível enviar parâmetros diretamente às máquinas à distância, padronizar configurações entre diferentes frentes de colheita e reagir com mais agilidade às mudanças de condição do canavial.

No plantio de cana, a John Deere apresenta ainda o ExactStand™, sistema de visão computacional instalado em plantadeiras que documenta a taxa de cana distribuída e registra falhas em tempo real. O lançamento comercial está previsto para 2027.


Plantio: agilidade logística e acesso à precisão

A plantadeira DB Transportável é o lançamento de maior impacto logístico no plantio. O equipamento reduz em mais de 90% o tempo de preparação para deslocamentos entre fazendas — um processo que antes demandava dois dias passa a ser concluído em duas horas. Com sistema de fechamento que atinge 3,2 metros de largura, o equipamento preserva a janela ideal de plantio.

Já a linha 1200 FT é voltada ao plantio de alta performance em pequenas e médias propriedades, com versões de 12 a 17 linhas e adaptação a diferentes condições de terreno.


Agricultura de precisão: atualizar sem trocar a máquina

Foto: assessoria de Imprensa John Deere

Seguindo a lógica sistêmica destacada por Wagner, a John Deere apresenta os Precision Upgrades™ — pacotes de atualização que permitem modernizar máquinas já em operação com soluções de conectividade, automação e agricultura de precisão, sem a necessidade de substituir o equipamento.

Foto: assessoria de Imprensa John Deere

Entre os destaques estão o Pacote Essencial com piloto automático ATU 300, que melhora a precisão na condução e reduz a compactação do solo; o 2100 MaxEmerge™ 5e, voltado ao plantio com Pressão Pneumática Ativa nas Linhas, que pode gerar até 7% de economia de sementes e até 6% de economia de fertilizantes; e o Pacote Essencial para Culturas Especiais, baseado em licença anual recorrente, que reduz o investimento inicial e amplia o acesso à tecnologia de precisão em propriedades de diferentes tamanhos.


Tratores e versatilidade para diferentes realidades

A linha de tratores 5M, produzida no Brasil, chega com modelos entre 85 e 120 cv, combinando robustez e conectividade com foco em custo operacional. Para propriedades que demandam compacidade e baixo custo, a empresa apresenta o trator 3041E. Voltada à pecuária, a série de forrageiras F8 traz melhorias em qualidade de silagem e eficiência na alimentação do rebanho.


Financiamento e consórcio

Durante a Agrishow, o Banco John Deere disponibiliza condições especiais de financiamento, incluindo linhas do Plano Safra 25/26 com opções como Pronaf, Moderfrota e financiamento em dólar. Para o segmento de construção, há condições como taxa zero em até 12 vezes e linhas via BNDES Mais Inovação.

O Consórcio Nacional John Deere, operado em parceria com a Randon Consórcios, permite parcelar 100% do valor do bem, com liberdade de escolha do crédito e do equipamento após a contemplação.


Sistema como estratégia

A presença da John Deere na Agrishow 2026 reflete uma orientação clara: ampliar o acesso à tecnologia para diferentes perfis de produtores, do pequeno ao grande, e fazê-lo por meio de soluções que se integram entre si. Como sintetizou Valério Wagner, o foco já não está em vender uma máquina isolada, mas em entregar um sistema capaz de conectar dados, operações e decisões ao longo de toda a jornada no campo.

Redação: Equipe Mais Soja com informações da Assessoria de Imprensa John Deere

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Sustentabilidade

Preços da soja sobem aqui e em Chicago e comercialização melhora em julho – MAIS SOJA

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Julho foi positivo para o mercado brasileiro de soja. Os preços subiram nas principais praças do Brasil, acompanhando o comportamento dos contratos futuros na Bolsa de Chicago, e o ritmo dos negócios melhorou, apesar do câmbio desfavorável. Os prêmios seguiram firmes e ajudaram a consolidar o bom momento para os negócios.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 129,00 para R$ 140,00 durante o mês. Em Cascavel (PR), o preço saltou de R$ 124,00 para R$ 134,00. Em Rondonópolis (MT) a cotação avançou de R$ 115,00 para R$ 127,00. No Porto de Paranaguá, a saca aumentou de R$ 135,00 para R$ 145,00.

Em Chicago, os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, apresentaram alta mensal de 4,26%, sendo negociados na manhã do dia 31 a US$ 11,92 por bushel. No melhor momento de julho, a cotação superou a casa de US$ 12,50, se colocando nos melhores patamares em mais de dois anos.

Três fatores contribuíram para os ganhos em Chicago. O petróleo voltou a subir com a tensão no Oriente Médio escalonando. A demanda chinesa pelo produto americano se aqueceu e, completando o cenário positivo, boletins apontando clima seco e altas temperaturas sobre o cinturão produtor americano garantiram picos característicos desse mercado de clima. Agosto promete muita volatilidade, já que é o período crítico para a formação do potencial produtivo da safra americana.

Plantio

A intenção de plantio da nova safra brasileira de soja aponta diversos desafios para 2027, mas ainda mantém uma perspectiva de aumento da produção, desde que não ocorram problemas climáticos relevantes. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira.

Por um lado, há potencial para novos avanços de área, principalmente nos estados do Centro-Oeste. “É o caso de Mato Grosso, que mantém uma expectativa de expansão de aproximadamente 1,5% na área cultivada”, pontua o consultor.

Segundo ele, mesmo com margens mais apertadas, as elevadas produtividades registradas nas últimas safras melhoraram a relação entre custos e receitas, permitindo que a atividade permaneça economicamente viável, ainda que com rentabilidade mais limitada. “Goiás segue uma dinâmica semelhante, embora a situação dos produtores seja mais fragilizada”, exemplifica.

Por outro lado, o clima é um dos principais fatores de preocupação para a temporada. A expectativa de um evento de El Niño mais intenso levanta riscos importantes para a safra brasileira, especialmente por sua maior influência estar prevista para meses decisivos ao desenvolvimento da cultura e à definição do potencial produtivo. “Caso esse cenário se confirme, poderá haver impacto negativo sobre os níveis de produtividade”, ressalta Silveira.

Ainda assim, Safras & Mercado não trabalha com quebras de safra antecipadamente, adotando essa premissa apenas quando há evidências concretas de perdas no campo. “No entanto, nossa expectativa é de produtividades potenciais inferiores às observadas na última temporada para a maioria das regiões”, afirma. Além do risco climático, os custos de produção seguem elevados, principalmente em função da alta dos fertilizantes ao longo do primeiro semestre. “Esse cenário pode levar parte dos produtores a reduzir o nível de investimento em tecnologia e manejo, fator que tende a limitar o potencial produtivo da safra 2026/27”, explica.

Assim Safras & Mercado projeta um avanço de aproximadamente 1,2% na área plantada, impulsionado principalmente pelos estados do Centro-Oeste, devendo chegar a 49,107 milhões de hectares. A região Sudeste também deve registrar expansão de área, contribuindo para uma expectativa de produção de 180,089 milhões de toneladas, ligeiramente acima dos 178,3 milhões de toneladas estimados para a safra 2025/26.

A produtividade média projetada é de 3.686 quilos por hectare, equivalente a 61,43 sacas por hectare, praticamente estável em relação à safra anterior, que registrou 3.692 quilos por hectare, ou 61,54 sacas por hectare.

Estados Unidos

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2026 deverá totalizar 85,4 milhões de acres, conforme o relatório de área plantada Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se confirmada, a área ficará 5% acima do total cultivado no ano passado, de 81,215 milhões de acres.

O número ficou dentro da expectativa do mercado, que era de 85,4 milhões de acres. O número veio acima da área indicada no relatório de intenção de plantio, divulgado em março, que era de 84,7 milhões de acres. Na comparação com o ano passado, a área aumentou ou ficou inalterada em 23 dos 29 estados produtores.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua e Rodrigo Ramos / Agência Safras

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Sustentabilidade

Ceema: cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho. – MAIS SOJA

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As cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho.

Após o primeiro mês cotado ter atingido a US$ 12,48/bushel no dia 24/07, o mercado iniciou um recuo importante, atingindo a US$ 11,77 no fechamento da quinta-feira (30), contra US$ 12,37 uma semana antes. Por sua vez, o farelo de soja despencou 5,3% nos últimos seis dias úteis, até o dia 30/07, ao fechar neste dia em US$ 314,10/tonelada curta, a mais baixa cotação em Chicago desde o dia 02/07. Já o óleo de soja perdeu 9,6% nos últimos cinco dias até o dia 30/07, fechando este dia em 68,35 centavos de dólar por libra-peso, sendo esta a mais baixa cotação desde o dia 06/07.

O motivo principal foi o retorno das chuvas nas regiões produtoras de soja dos EUA, arrefecendo a especulação iniciada em princípios de julho. Além disso, uma nova tentativa de acordo de paz entre EUA e Irã esfriou os preços do petróleo, puxando o óleo de soja e influenciando a cotação do grão. Também, neste final de mês, houve forte realização de lucros por parte dos Fundos na Bolsa, ajudando a derrubar as cotações. Assim, se o clima nos EUA continuar no caminho positivo, a pressão baixista sobre os preços da soja tende a continuar. Caso contrário, haverá novas altas. Ou seja, o mercado continua sob forte influência do clima naquele país e, portanto, muito volátil.

Por enquanto, no dia 26/07, apenas 9% das lavouras estadunidenses de soja se apresentavam entre ruins a muito ruins, outras 28% estavam regulares e 63% entre boas a muito boas.

E no Brasil, os preços recuaram um pouco diante deste movimento baixista de Chicago, porém, o câmbio, que se manteve ao redor de R$ 5,10 por dólar, segurou o recuo, assim como os prêmios ao redor de US$ 1,50/bushel nos portos brasileiros.

Desta forma, nos portos o produto se manteve ao redor de R$ 140,00 a R$ 150,00/saco, enquanto nas principais praças nacionais, no balcão, os valores oscilaram entre R$ 119,00 e R$ 127,50/saco. No Rio Grande do Sul, a média esteve em R$ 127,60.

Vale destacar que, diante das preocupações e primeiras evidências do fenômeno El Niño, aumenta a inquietude quanto ao impacto disso sobre a produção de soja global.

Com isso, parte dos compradores estão antecipando suas aquisições visando diminuir riscos, o que ajuda os preços a subirem.

Enfim, novas estimativas dão conta de que o Brasil deverá exportar 115,4 mihões de toneladas de soja em 2026, o que seria 6,7% acima do exportado no ano passado. Já o esmagamento local da oleaginosa atingiria o recorde de 63,3 milhões de toneladas, com aumento de 7,8% sobre o ano de 2025. Com isso, a estimativa de estoques finais para o atual ano comercial foi reduzida, ficando em 6,58 milhões de toneladas. Mesmo assim, o maior volume desde 2019. Já a produção de farelo de soja, pelo Brasil, chegará a 48,7 milhões de toneladas enquanto a de óleo atingirá 12,75 milhões, ambos recordes igualmente. A exportação de farelo pode chegar a 24,9 milhões de toneladas e o consumo interno do subproduto em 21,4 milhões. No óleo de soja, a exportação poderá chegar a 1,7 milhão de toneladas. A receita com a exportação do complexo soja atingiria US$ 60,6 bilhões, contra US$ 52,9 bilhões no ano anterior. A soja em grão participa com US$ 49 bilhões do total esperado, contra US$ 43,5 bilhões em 2025 (cf. Abiove)

 

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

FONTE

Autor:Prof. Dr. Argemiro Luís Brum

Site: CEEMA

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Sustentabilidade

Ceema: compradores estão priorizando o consumo dos estoques de milho ao invés de realizarem novas compras – MAIS SOJA

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A cotação do milho, em Chicago, para o primeiro mês cotado, após atingir a US$ 4,64/bushel no final da semana anterior, fechou a quinta-feira (30) em US$ 4,45.

Por sua vez, as condições das lavouras estadunidenses de milho pioraram um pouco, sendo que no dia 26/07 haviam 12% das mesmas em situação entre ruim a muito ruim. Outras 25% estavam regulares e 63% entre boas a muito boas. E no Brasil, os preços permanecem firmes, porém, sem grandes modificações. A média gaúcha fechou a semana em R$ 58,94/saco, enquanto nas demais praças nacionais os preços oscilaram entre R$ 44,00 e R$ 62,50/saco no balcão.

Dito isso, a colheita do cereal no Mato Grosso, safra 2025/26, atingiu a 91% no dia 24/07. A média é de 92,7% para esta data (cf. Imea). Já no Centro-Sul brasileiro a colheita da sarinha atingia a 60% no dia 23/07 (cf. AgRural), enquanto a colheita da safrinha em todo o Brasil atingia 58,3% da área também até o dia 24/07. Os estados mais adiantados com a colheita eram Tocantins (93%), Maranhão (90%), Mato Grosso (87,9%), Piauí (72%), Goiás (35%), Minas Gerais (27%), Paraná (29%), Mato Grosso do Sul (20%) e São Paulo (10%) (cf. Conab).

De forma geral, os compradores estão priorizando o consumo dos estoques ao invés de realizarem novas compras, pois acreditam que os preços possam voltar a recuar assim que a colheita da safrinha se aproximar do final já que os produtores têm limitações de estocagem e necessidade de caixa (cf. Cepea). De fato, a expectativa era de que o aumento da oferta já tivesse provocado uma queda nos preços do milho, mas por enquanto isso ainda não ocorreu.

Por outro lado, as exportações brasileiras de milho, nos primeiros 18 dias úteis de julho, atingiram a 1,35 milhão de toneladas, com recuo de 29,2% abaixo da média diária de todo o mês de julho do ano passado.

E são as exportações que assumem, agora, um papel importante para a definição dos preços. No momento sabe que havia demanda externa para embarcar um pouco mais de 3 milhões de toneladas, porém, não havia esse milho colhido. Espera-se que em agosto essas vendas se realizem. Aliás, agosto já inicia com cerca de 2,5 milhões de toneladas nomeadas para exportação. E já há indicativos de que as exportações começam a disputar milho com o mercado interno brasileiro. Vale destacar que a Espanha surge, neste ano, como um grande comprador do milho nacional. Além disso, no mercado interno a demanda das usinas de etanol tende a fazer a diferença.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

FONTE

Autor:Prof. Dr. Argemiro Luís Brum

Site: CEEMA

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