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14 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Risco de “Super El Niño” reacende alerta para a safra 2026/27 no Brasil – MAIS SOJA

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A Noaa (agência oceânica dos Estados Unidos) elevou para 97% a probabilidade de o El Niño atingir um patamar classificado como “muito forte” já no início da primavera no Hemisfério Sul, entre o fim de setembro e o início de outubro. Segundo o órgão, há ainda 75% de chance de que o fenômeno, entre outubro e dezembro, supere em intensidade todos os episódios registrados desde 1950, um cenário que já vem sendo chamado de “Super El Niño”. Atualmente, a temperatura da região do Pacífico usada como referência está 1,8°C acima da média histórica, no patamar “forte”, e projeções do Centro Europeu de Previsão Meteorológica (ECMWF) apontam para um aquecimento que pode chegar a 3,2°C.

A notícia reacende lembranças recentes e desconfortáveis para o produtor rural brasileiro. Em 2024, o último grande evento de El Niño provocou enchentes históricas no Rio Grande do Sul e, segundo o IBGE, o valor da produção agrícola nacional caiu 3,9% naquele ano para R$ 783,2 bilhões, enquanto o volume colhido de cereais, leguminosas e oleaginosas recuou 7,5%. Um novo episódio, ainda mais intenso, pode repetir, e agravar, esse cenário na segunda safra de 2026.

Para Douglas Vaz Tostes, técnico nacional da GIROAgro, o impacto do fenômeno vai além do que costuma dominar o noticiário. “Quando falamos em um possível Super El Niño, pensamos logo em um aumento no ciclo de chuvas no Sul, estiagens em partes do Norte e Nordeste, e uma maior irregularidade climática no Centro-Oeste e no Sudeste brasileiros. Mas existe um impacto que, muitas vezes, acaba passando despercebido, que são os efeitos dessas condições sobre a nutrição das plantas. Afinal, tanto o excesso quanto a falta de água comprometem a disponibilidade, a absorção e a assimilação dos nutrientes pelas culturas”, explica.

Segundo o especialista, o desafio se divide em duas frentes opostas. Nas regiões com excesso de chuva, aumenta a lixiviação, a perda de nutrientes do solo arrastados pela água. Já nas áreas atingidas por estiagem, a absorção de nutrientes fica limitada pela menor disponibilidade hídrica e pelo desenvolvimento reduzido do sistema radicular das culturas. “Por isso a nutrição deixa de ser apenas fornecimento de nutrientes, nesse momento, e passa a ser uma ferramenta para aumentar a resiliência da lavoura”, afirma Vaz Tostes.

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Ele reforça que, embora o clima não possa ser controlado, o manejo nutricional pode preparar as plantas para absorver melhor o impacto das oscilações climáticas. “Tecnologias que favoreçam o desenvolvimento radicular, a eficiência fotossintética e o equilíbrio nutricional das plantas ganham uma grande importância. Quem entende essa relação entre o clima, o solo e a nutrição estará mais preparado para proteger o potencial produtivo de suas lavouras.”

O El Niño é um fenômeno natural recorrente, com periodicidade média de dois a sete anos, causado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Pacífico equatorial; o oposto da La Niña. O que preocupa autoridades e especialistas desta vez é a escala: a Noaa registrou, no início do mês, um aumento de 2°C numa área oceânica equivalente a quatro vezes o território brasileiro, volume de energia suficiente para alterar padrões de circulação atmosférica nas Américas e em outros continentes.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Azul Linhas Aéreas Brasileiras aproxima o agro dos caminhos que conectam o Brasil

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Foto: Willian Padula – Fotografia

O agronegócio brasileiro está cada vez mais conectado. Da propriedade rural aos grandes centros produtores, passando por eventos, negócios e novas oportunidades, a mobilidade é parte essencial da rotina de quem vive e trabalha no campo.

É nesse cenário que o projeto Soja Brasil conta com a parceria da Azul Linhas Aéreas, companhia aérea brasileira fundada em 2008 e uma das maiores do país em número de cidades atendidas, com uma ampla rede de conexões e rotas domésticas diretas que aproximam pessoas e destinos em diferentes regiões do Brasil.

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A presença da Azul em importantes localidades contribui para conectar regiões estratégicas para o desenvolvimento do agro, facilitando o deslocamento de produtores rurais, profissionais do setor e participantes de eventos que movimentam toda a cadeia produtiva.

A parceria ganha ainda mais destaque neste momento especial para o setor, com a chegada da Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27, promovida pelo projeto Soja Brasil.

O evento será realizado nesta quinta-feira (17), em Ipiranga do Norte (MT). A programação começa às 8h, no horário de Mato Grosso, e às 9h, no horário de Brasília, reunindo produtores, especialistas, empresas e representantes de diferentes elos da cadeia da soja.

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Mais do que marcar oficialmente o início de uma nova temporada de plantio, a Abertura Nacional será um importante ponto de encontro para discutir os desafios, as tendências e as oportunidades da safra 2026/27.

Para o Soja Brasil, contar com uma companhia aérea como a Azul nessa jornada reforça o propósito de conectar pessoas, regiões e conhecimento. Ao longo da temporada, o projeto percorre diferentes áreas produtoras do país, levando informação, conteúdo e conhecimento diretamente a quem faz o agro acontecer.

A contagem regressiva já começou. Nesta quinta-feira (17), Ipiranga do Norte (MT) será palco da Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27.

Não perca!

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Sustentabilidade

Ídolo do futebol argentino também é produtor de soja. Você sabe quem é?

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Criada por inteligência artificial

Conhecido mundialmente pelos gols com a camisa da Argentina, Gabriel Batistuta também encontrou no campo uma forma de investir e diversificar o patrimônio. O ex-jogador administra uma propriedade rural de 20 mil hectares no país vizinho, onde mantém atividades de produção de soja, milho e pecuária.

Uma área rural de aproximadamente 20 mil hectares na província argentina de Santa Fé tornou-se o centro da vida profissional de Gabriel Batistuta depois do encerramento de sua carreira no futebol. Aos 57 anos, o antigo atacante administra uma fazenda dedicada à agricultura e à pecuária, participa de discussões sobre o setor e utiliza no campo parte da disciplina que desenvolveu durante décadas enfrentando jogos decisivos e competições internacionais.

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Batistuta, um dos maiores artilheiros da história da seleção argentina, levou para o agronegócio a mesma visão de longo prazo que marcou sua carreira no futebol. A propriedade reúne diferentes atividades produtivas e mostra como o agro também passou a fazer parte da estratégia de investimento de grandes nomes do esporte.

Além da soja, o argentino mantém áreas destinadas ao cultivo de milho e à criação de gado. A diversificação permite distribuir os investimentos entre diferentes atividades do campo e aproveitar oportunidades em mercados distintos.

O caso de Batistuta chama atenção justamente por mostrar um lado pouco conhecido da vida do ex-jogador. Hoje, longe dos gramados, ele também construiu uma trajetória ligada à produção rural.

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Agro Mato Grosso

BASF escolhe bancos para preparar IPO da Agricultural Solutions

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A BASF anunciou a contratação de Citi, Deutsche Bank, Goldman Sachs e J.P. Morgan como coordenadores globais da preparação da oferta pública inicial de ações da Agricultural Solutions. A companhia prevê alcançar prontidão para o IPO até meados de 2027 e planeja listar o negócio na Bolsa de Frankfurt.

A operação integra a estratégia “Winning Ways” da BASF. O plano prevê transformar a Agricultural Solutions em uma empresa agrícola independente, com atuação em proteção de cultivos, sementes, características genéticas, soluções biológicas e ferramentas digitais.

A separação jurídica e operacional do negócio segue em andamento. Cerca de 80% das operações globais da Agricultural Solutions já migraram para entidades jurídicas próprias. Essas estruturas utilizam um novo sistema de gestão empresarial específico para o setor agrícola.

Segundo a BASF, a mudança busca ampliar a capacidade de resposta às demandas dos mercados agrícolas, dar mais agilidade à operação e aproximar a empresa dos clientes. A Agricultural Solutions também desenvolve estruturas de governança e competências necessárias para uma companhia com ações negociadas em bolsa.

A BASF apresentará uma visão estratégica e operacional do negócio durante seu Capital Markets Day, marcado para 24 de novembro de 2026. Os quatro integrantes do conselho de administração da BASF Agricultural Solutions participarão do evento.

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A empresa ainda não decidiu pela execução do IPO nem definiu sua data. A decisão dependerá, entre outros fatores, das condições do mercado de capitais.

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Agro MT