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IBGE publica agenda semanal com treinamento do Censo Agropecuário

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta segunda-feira (14), às 9h, a Agenda IBGE com a programação prevista para o período de 14 a 20 de setembro. A agenda reúne reuniões internas e externas, eventos e compromissos de diferentes áreas do instituto, da Presidência às superintendências estaduais, além da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE).
Entre os compromissos da Presidência, está a participação, nesta segunda-feira (14), às 8h, no Treinamento Centralizado do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, em Caxambu. Também na programação da Presidência, representantes do instituto participam na terça-feira (15), às 8h, de uma visita técnica do Banco Central de Honduras ao IBGE.
Na área de diretorias e assessorias, integrantes da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) participam ao longo da semana do 26º Simpósio Nacional de Probabilidade e Estatística (Sinape).
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Nas superintendências estaduais, a agenda registra a participação de integrantes da Superintendência Estadual de Brasília (SES/DF), no dia 18, na oficina técnica virtual ODS – metas 15.7 e 15.c. No mesmo dia, às 8h, representantes da Superintendência Estadual do Piauí (SES/PI) realizam reunião com a equipe de coleta e supervisão da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2026 de Teresina, no Piauí.
Segundo o IBGE, a Agenda IBGE é divulgada desde 2024, sempre às segundas-feiras, às 9h, com o calendário dos dias seguintes.
A programação semanal do instituto para o período de 14 a 20 de setembro concentra atividades administrativas, técnicas e institucionais, incluindo ações relacionadas ao 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.
Fonte: agenciadenoticias.ibge.gov.br
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Colheita de algodão termina em MT com 100% da área, enquanto exportações avançam

Mato Grosso encerrou a colheita de algodão da safra 2025/26 com toda a área estimada retirada do campo, ao mesmo tempo em que ganha peso no início do novo ciclo de exportações de pluma. Em agosto, primeiro mês da temporada comercial 2026/27, o estado respondeu por 58,32% do algodão exportado pelo Brasil.
O desempenho da colheita ocorre em um momento de maior disponibilidade da produção mato-grossense para o mercado externo. Com os trabalhos concluídos, o algodão colhido desde junho segue para o beneficiamento, etapa que transforma a produção em pluma destinada, entre outros mercados, às exportações.
Em agosto, o Brasil embarcou 106,35 mil toneladas de pluma, volume 37,28% maior que o registrado no mesmo mês de 2025. Do total, mais da metade teve origem em Mato Grosso, reforçando a participação do estado no comércio internacional da fibra.
A colheita mato-grossense começou em 19 de junho e chegou a 100% no último dia 11 de setembro. Na última semana, o avanço foi de 2,70 pontos percentuais, deixando o ritmo 0,50 ponto percentual acima da média dos últimos cinco anos.
Para a analista de algodão do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Cintia Teixeira, o comportamento do clima ao longo do ciclo ajudou a sustentar o desenvolvimento das lavouras e o avanço das máquinas no campo.
“De modo geral, tivemos condições climáticas favoráveis durante o ciclo, o que contribuiu para o bom desenvolvimento do algodão e para o andamento da colheita”, avalia.
Produção mato-grossense abastece novo ciclo de exportações
O encerramento da colheita marca agora a entrada da safra 2025/26 em outra etapa. Até o início de setembro, a produção de algodão em caroço em Mato Grosso estava estimada em 6,67 milhões de toneladas pelo Imea.
Essa produção será a base dos embarques mato-grossenses ao longo do ciclo comercial 2026/27. A estimativa do Instituto é de que o estado exporte 2,09 milhões de toneladas de pluma referentes à safra recém-colhida.
A perspectiva mantém Mato Grosso como peça central para o desempenho brasileiro no mercado internacional. O país é líder mundial nas exportações de pluma desde a safra 2022/23 e, segundo o USDA, deve conservar essa posição no ciclo 2026/27.
A projeção é de que os embarques brasileiros fiquem 24,39% acima dos Estados Unidos. O resultado coloca a produção mato-grossense dentro de um cenário de forte presença brasileira no comércio mundial da fibra.
Mesmo com a colheita encerrada, portanto, os números da safra ainda começam a aparecer no mercado. A produção retirada dos campos desde junho passa a sustentar o beneficiamento e os embarques que serão realizados durante o novo ciclo comercial.
Cintia avalia que o encerramento da colheita ocorreu de forma favorável, apesar de alguns pontos de atenção na reta final. “A colheita foi encerrada em condições favoráveis, com o estado alcançando 100% da área estimada. O ritmo também ficou acima da média dos últimos cinco anos, mostrando um bom andamento das operações”, destaca.
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Preço do milho cai, mas oferta restrita limita quedas

Os preços do milho voltaram a cair em parte das regiões brasileiras acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) nos últimos dias. O movimento é resultado principalmente do afastamento de compradores do mercado.
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Segundo levantamento divulgado pelo Cepea nesta segunda-feira (14), parte dos consumidores domésticos indica que as compras realizadas anteriormente são suficientes para atender às necessidades de curto prazo. Com isso, esses agentes reduziram a procura por novos lotes, pressionando as cotações.
Apesar da menor demanda, a redução dos preços não foi mais intensa porque produtores também estão cautelosos nas negociações.
De acordo com pesquisadores do Cepea, parte dos vendedores restringe a oferta diante das expectativas para as condições climáticas dos próximos meses e da valorização da paridade de exportação, fator que pode tornar as vendas externas mais atrativas.
Além disso, produtores estão concentrados nas atividades no campo. Enquanto algumas regiões finalizam a colheita da segunda safra de milho 2025/26, outras avançam com a semeadura da safra de verão 2026/27.
Nesse cenário, o mercado doméstico inicia a segunda quinzena de setembro com menor presença tanto de compradores quanto de vendedores, enquanto agentes acompanham o clima, o andamento da nova safra e as condições para exportação.
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Plantio da soja 2026/27 avança para 0,4% da área no Brasil

O plantio da safra brasileira de soja 2026/27 alcançava 0,4% da área prevista até quinta-feira (10), segundo levantamento da AgRural divulgado nesta segunda-feira (14). O índice supera os 0,05% registrados uma semana antes e os 0,1% observados no mesmo período do ano passado. O avanço ocorre com ritmo puxado pelo Paraná e início dos trabalhos também em Mato Grosso.
De acordo com a AgRural, o Paraná lidera o ritmo da semeadura nacional. Com máquinas em campo desde a semana retrasada, os produtores aceleraram os trabalhos nos intervalos das chuvas que atingem o Estado.
Na semana passada, Mato Grosso também iniciou o plantio. Segundo a consultoria, a semeadura começou em áreas irrigadas e, em menor escala, em áreas de sequeiro que já receberam precipitações.
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O levantamento também mostrou avanço no milho verão 2026/27. No Centro-Sul do Brasil, 22% da área estimada estava semeada até quinta-feira (10), ante 17% uma semana antes e os mesmos 17% verificados em igual momento do ciclo anterior.
Ainda conforme a AgRural, os trabalhos com o milho seguem concentrados nos três estados do Sul, como é tradicional em setembro. O ritmo é puxado pelo Rio Grande do Sul. No estado, geadas registradas na semana passada causaram prejuízos em algumas lavouras.
Os dados da AgRural indicam avanço do plantio da soja no início da safra 2026/27, com o Paraná à frente dos trabalhos e Mato Grosso já em operação. No milho verão, a semeadura no Centro-Sul também ganhou ritmo e chegou a 22% da área estimada até quinta-feira (10).
Fonte: Estadão Conteúdo
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