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14 de setembro de 2026

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Allyson Campos mantém cinturão e Leandro Barbosa é o novo campeão do MT Warriors

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Campeonato profissional reuniu 18 atletas em nove lutas e movimentou o Palácio das Artes Marciais Iusso Sinohara, em Cuiabá

A quarta edição do MT Warriors Championship foi realizada neste sábado (12), no Palácio das Artes Marciais Iusso Sinohara, em Cuiabá, e teve como campeões Allyson Campos, que manteve o cinturão da categoria Cruzador, e Leandro Barbosa, o “Predador”, que é do Rio Grande do Sul e conquistou o título da categoria Meio-Médio. A noite foi marcada por grandes disputas de kickboxing profissional e reuniu 18 atletas em nove lutas.

Representando Cascavel (PR), Allyson Campos voltou ao ringue para defender o cinturão conquistado na primeira edição do MT Warriors. O atleta enfrentou Raphael Soares dos Reis, do Rio de Janeiro (RJ), e confirmou o título após uma preparação intensa.

“Fiquei muito feliz por fazer uma grande luta e continuar dono deste cinturão. O Warriors é um dos melhores eventos de que já participei até hoje. Os atletas são bem tratados e o nosso trabalho é valorizado”, afirmou Allyson.
Com o resultado, o atleta segue como campeão da categoria Cruzador, até 94,100 kg.

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Na categoria Meio-Médio, até 71,800 kg, o destaque foi Leandro Barbosa, o “Predador”, de Farroupilha (RS). O atleta, de 36 anos, enfrentou o mato-grossense Matheus Gomes, 30, campeão da segunda edição do MT Warriors, e saiu vencedor do confronto, conquistando o cinturão da categoria.

“Eu vim confiante de que conquistaria esse título e consegui. O meu adversário também foi muito guerreiro. Este cinturão vai para o Rio Grande do Sul e já me coloco à disposição para a próxima luta”, disse Leandro.

No feminino, categoria até 59 kg, a argentina Nádia Fedoruk garantiu sua primeira vitória no MT Warriors Championship. Ela teve como adversária Fabiana Peixoto, de Vitória (ES).

“Eu treinei muito. A estratégia foi não me expor muito, pois acredito que, nas lutas anteriores que perdi, tenha ocorrido por conta disso. Fiquei abalada das outras vezes, mas hoje saio muito feliz e grata por vencer essa luta”, destacou Nádia.

O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT), David Moura, acompanhou o evento e pontuou a atuação e o incentivo do estado em eventos esportivos.

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“Me enche de orgulho ver esse espaço cheio, as pessoas elogiando. Foi um dia especial para o esporte, para as artes marciais e para Mato Grosso. Um evento como este também inspira os jovens atletas, as crianças”, afirmou o secretário.

O evento reuniu mais de 900 pessoas e os ingressos esgotaram um dia antes do evento. A entrada foi gratuita.

“Ficamos surpresos com os ingressos esgotados já antes da competição. Isso mostra que este é um evento consolidado. Atualmente, há uma procura de atletas do Brasil todo para participar das nossas edições. O público respondeu bem às nossas expectativas e estamos colhendo os frutos”, ressaltou Matheus Noya, presidente da Federação de Kickboxing do Estado de Mato Grosso (FKBEMT).

O MT Warriors Championship conta com o apoio do Governo de Mato Grosso e chancela da Confederação Brasileira de Kickboxing Profissional (CBKB PRO) e da World Association of Kickboxing Organizations Professional (WAKO PRO). Também apoiaram o evento a Ligraf, Amparo Brasil, Casa Belle, Pamonharia Goiana, Invictus, Mercado Ribeiro, Ecotech Soluções Sustentáveis e Queen Fight.

A programação foi realizada em uma estrutura preparada com ringue oficial, iluminação especial, ambiente climatizado, decoração temática e painel de LED P2 de alta definição.

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CONFIRA O CARD COMPLETO E OS RESULTADOS

Cruzador Leve – até 85,000 kg
Thiago Araújo da Rosa “Kakarotto” (Cuiabá/MT) × Uedson Oliveira de Souza (Cuiabá/MT)

Vencedor: Thiago Araújo

Leve Ligeiro – até 64,500 kg
Otávio Barreto (Cuiabá/MT) × Iago Alves (Porto Velho/RO)

Vencedor: Otávio Barreto

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Super Leve – até 62,200 kg
Otávio Henrique (Cuiabá/MT) × João Felipe Sousa (Porto Velho/RO)

Vencedor: Otávio Henrique

Médio – até 75,000 kg
Diogo Kauan Barros da Silva “Zukashi” (Cuiabá/MT) × Augusto Daniel Costa (Ji-Paraná/RO)

Vencedor: Diogo Kauan

Cruzador Leve – até 85,000 kg
Marcos Vinicius “Raio” (Cuiabá/MT) × André Cabelo “Cabelo” (Cuiabá/MT)

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Vencedor: Marcos Vinicius

CARD PRINCIPAL

Luta | Feminino – até 59,000 kg
Nádia Fedoruk (Argentina/Cuiabá-MT) × Fabiana Peixoto Fraga “PXT” (Vitória/ES)

Vencedora: Nádia Fedoruk

Luta | Meio-Médio – até 71,800 kg
Marcos Gabriel “La Daga Bohn” (Argentina/Cuiabá-MT) × Edivan dos Santos (Primavera do Leste/MT)

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Vencedor: Marcos Gabriel

Luta | Cruzador – até 94,100 kg

Cinturão MT Warriors – K-1

Raphael Soares dos Reis (Rio de Janeiro/RJ) × Allyson Campos (Vendrane Cascavel/PR)

Vencedor: Allyson Campos

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Luta | Meio-Médio – até 71,800 kg

Cinturão MT Warriors – K-1
Leandro Barbosa “Predador” (Farroupilha/RS) × Matheus Gomes (Primavera do Leste/MT)

Vencedor: Leandro Barbosa

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Bombeiros encerram buscas e localizam corpo de criança que se afogou no rio Arinos

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Vítima de 11 anos estava desaparecida desde o fim de semana e foi encontrada a 12 quilômetros do local do acidente

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na manhã desta segunda-feira (14.9), o corpo de uma criança, de 11 anos, vítima de afogamento no Rio Arinos, em Juara (a 656 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Pelotão Independente Bombeiro Militar (3º PIBM) foi acionada pelo telefone 193, por volta das 15h30 de sábado (12), para realizar buscas por uma pessoa desaparecida nas águas do Rio Arinos.

Ao chegar ao local, os bombeiros fizeram o reconhecimento da área e dois mergulhadores iniciaram as buscas. Por volta das 12h de domingo, o menor ainda não havia sido localizado. As equipes permaneciam no local, dando continuidade aos trabalhos de busca e salvamento.

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Na manhã desta segunda-feira (14), às 5h30, as buscas foram retomadas com o uso de cinco embarcações. Por volta das 8h25, uma das equipes localizou o corpo da criança a cerca de 12 quilômetros do local do acidente.

Após a localização, o local foi preservado e a Polícia Civil acionada para os procedimentos necessários. As circunstâncias do afogamento serão apuradas pelos órgãos competentes.

Orientações

O Corpo de Bombeiros Militar orienta que banhistas evitem locais desconhecidos, áreas profundas e de forte correnteza. Também é recomendado que não nadem sozinhos, não entrem na água após o consumo de álcool e mantenham crianças sob supervisão.

Em caso de emergência, a orientação é acionar o telefone de emergência 193 e não tentar realizar o resgate por conta própria.

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Plantio de soja 2026/27 avança no Brasil e chega a 0,4%, aponta consultoria

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Foto: Canal Rural

O plantio da safra brasileira de soja 2026/27 alcançou 0,4% da área prevista até a quinta-feira (10), segundo levantamento da AgRural. Na semana anterior, o índice era de 0,05%, enquanto, no mesmo período do ano passado, 0,1% da área já havia sido semeada.

De acordo com a consultoria, o Paraná vem puxando o ritmo da semeadura. Os produtores iniciaram os trabalhos ainda na semana retrasada e têm aproveitado os intervalos entre as chuvas que atingem o estado para avançar com as máquinas no campo.

Mato Grosso também entrou no calendário de plantio na semana passada. A semeadura começou em áreas irrigadas e, em menor escala, em lavouras de sequeiro que já receberam precipitações suficientes para permitir a entrada das máquinas.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Plantio de milho

O plantio do milho verão 2026/27 também avançou no Centro-Sul do Brasil. Conforme a AgRural, 22% da área estimada já estava semeada até a quinta-feira (10), ante 17% na semana anterior e os mesmos 17% registrados no mesmo período de 2025.

Os trabalhos seguem concentrados nos três estados da Região Sul, como é tradicional para o mês de setembro. O Rio Grande do Sul lidera o ritmo de plantio.

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Na última semana, porém, geadas atingiram áreas produtoras do estado e provocaram prejuízos em algumas lavouras de milho, segundo a AgRural.

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Justiça decreta falência de grupo rural com dívida de R$ 60,5 milhões em Rondonópolis

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Justiça decretou falência de ex-presidente da Cooperpluma de Campo Verde após sucessivos descumprimentos judiciais

A 4ª Vara Cível de Rondonópolis decretou na sexta-feira (11) a falência dos produtores rurais Carlos Gonçalves Muniz, ex-presidente da Cooperpluma de Campo Verde, e Solange Marques Araújo Muniz, além das empresas Agroniz Agropecuária Ltda. e Agrícola Renascer Ltda.

O grupo, que respondia por uma dívida bilionária em recuperação judicial no valor de R$ 60,5 milhões, viu o processo desmoronar depois de meses de acusações de sonegação de documentos e obstrução ao trabalho do administrador judicial.

A sentença assinada pelo juiz Renan Carlos Leão Pereira do Nascimento menciona “sucessivos descumprimentos”, “reiterada resistência” à fiscalização e conduta “incompatível com a lógica cooperativa” que deveria reger uma recuperação judicial.

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O processamento da recuperação judicial havia sido admitido em 28 de janeiro de 2025. Mas, segundo o juiz, o que deveria ser um caminho de reerguimento da empresa se transformou em uma sucessão de entraves. Entre os problemas apontados na decisão estão a demora ou ausência de documentos necessários aos Relatórios Mensais de Atividades, o não pagamento da remuneração do administrador judicial e a recusa em dar acesso a bens e áreas produtivas para inspeção.

Em uma vistoria determinada pela Justiça para checar se os ativos do grupo eram realmente essenciais à atividade, o resultado reforçou o quadro negativo: apenas em relação a um dos envolvidos, Cesar Augusto Sagboni Xavier, foi possível comprovar tecnicamente o uso efetivo dos bens na produção. Em relação aos demais, a diligência simplesmente não avançou por falta de colaboração.

A sentença também traz um capítulo à parte: a disputa em torno da devolução de 211.545 quilos de algodão. A Justiça já havia determinado a restituição, após decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, mas o cumprimento da ordem permaneceu controverso, segundo o próprio juízo.

Atraso nos planos selou o destino do grupo

O capítulo final veio com o descumprimento de um prazo de 15 dias para apresentação de novos planos de recuperação judicial, individualizados após a Justiça retirar parte do grupo da chamada consolidação substancial. Os planos só foram protocolados em 8 de julho de 2025, muito depois do prazo. Para o juiz, esse atraso não foi um episódio isolado, mas “mais um elemento revelador” de um padrão de descaso que já vinha sendo registrado havia meses.

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Diante desse cenário, a Justiça concluiu que a recuperação judicial havia perdido completamente a função para a qual foi criada em relação a Agroniz, Agrícola Renascer, Carlos Gonçalves Muniz e Solange Marques Araújo Muniz. A decisão converteu a recuperação em falência, com base no artigo 73, inciso II, da Lei 11.101/2005.

Nem todo mundo saiu do processo do mesmo jeito. Cesar Augusto Sagboni Xavier, que também fazia parte do pedido original, teve destino diferente. De acordo com a sentença, ele foi o único em relação ao qual o administrador judicial conseguiu, de fato, exercer a fiscalização, vistoriar os bens e confirmar seu uso produtivo. Por isso, sua recuperação judicial segue em curso, separada dos demais.

A Justiça ainda declarou a essencialidade dos bens ligados à atividade de Cesar Augusto Sagboni Xavier e determinou que permaneçam em sua posse, com devolução imediata de qualquer bem que já tenha sido retirado.

O que muda

Com a falência decretada, o termo legal foi fixado em 90 dias antes do pedido de recuperação judicial. Os agora falidos têm cinco dias para apresentar a lista completa de credores, com valores, endereços e classificação dos créditos. Todas as ações e execuções contra eles ficam suspensas, ressalvadas as exceções legais, e fica proibida qualquer venda ou oneração de bens sem autorização da Justiça. Órgãos públicos e outros juízos já foram comunicados da sentença.

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