Connect with us
30 de outubro de 2026

Featured

Força-tarefa enfrenta 14 incêndios florestais e monitora infratores via satélite em MT

Published

on


Estado registrou 86 focos de calor nas últimas 24 horas na Amazônia e no Cerrado. Bombeiros reforçam que uso do fogo está proibido até o fim de novembro

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste domingo (13.9), 14 incêndios florestais, distribuídos pelos municípios de Guarantã do Norte, Terra Nova do Norte, Juara, Juína, Colniza, Colíder, Pontal do Araguaia, Marcelândia, Confresa, Paranatinga e Poconé.

Em Pontal do Araguaia, as equipes do CBMMT atuam no combate a três incêndios florestais. Em Guarantã do Norte, os militares combatem dois incêndios. Nas demais localidades, as equipes atuam no combate a um incêndio florestal em cada município.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

Advertisement

As ações de combate contam com o reforço do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar, conforme a necessidade de cada operação. Essa atuação conjunta amplia a capacidade de resposta e fortalece a estrutura empregada no enfrentamento aos incêndios florestais em todo o Estado.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 86 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 18h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 56 focos foram registrados na Amazônia, e 30 no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foi registrado apenas um foco de calor na Terra Indigena Tapirapé/Karajá, em Santa Terezinha.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Advertisement

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Aripuanã, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Lambari D’Oeste, Luciara, Matupá, Nova Nazaré, Nova Maringá, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia e União do Sul.

Advertisement

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Featured

Chapada dos Guimarães cresce e terá o primeiro endereço comercial planejado da cidade; construtora prepara lançamento de terrenos no Mirante

Published

on


 

Chapada dos Guimarães com 19 mil moradores, recebe até três vezes esse número ao dia de turistas nas temporadas de eventos, a cidade destino de refúgio entra na fase dos empreendimentos comerciais planejados.

A Chapada cresce e se prepara para receber seu primeiro empreendimento comercial de médio porte. A Incorporadora São Benedito trabalha no lançamento, na região do Mirante, um dos vetores de crescimento da cidade. O projeto é o primeiro loteamento comercial planejado do município e marca a entrada do modelo de terrenos comerciais na cidade turística.

Os detalhes do empreendimento ainda não foram revelados, mas será um loteamento disputado, com apenas 25 lotes. O anúncio confirma o que o mercado local já vinha sinalizando; Chapada comporta hoje um produto comercial moderno, bem equipado para atender com mais qualidade os turistas e a população local, diante de novas áreas residenciais que não param de avançar.

Advertisement

“A Incorporadora São Benedito   quer continuar contribuindo com o desenvolvimento e o crescimento sustentável de Chapada dos Guimarães. Já lançamos um marco da construção civil de alto padrão, o Vale dos Guimarães, e vamos avançar com o novo produto comercial, o primeiro da cidade. Reconhecemos o valor ambiental, cultural e histórico de Chapada, que cresce e permanece. Vamos fazer parte desse movimento com investimentos que orgulham os Chapadenses, e contribuem para atrair mais turistas”, posiciona o diretor de Produtos da São Benedito, Gilson Porto.

Ainda, segundo Porto, o problema de Chapada não é falta de visitantes. É falta de estrutura para atender todos ao mesmo tempo. Distante 65 km de Cuiabá, a cidade recebe nas temporadas de eventos um público até três vezes maior que sua população. Festival de Inverno, Natal Luz, competições esportivas, ecoturismo e turismo de aventura enchem pousadas, restaurantes, cafeterias e restaurantes e estacionamentos.

“O comércio, hoje, está espalhado e concentrado no miolo histórico, que já não absorve o fluxo. Faltam mais pontos de conveniência, um novo corredor gastronômico, estacionamento e serviços. É exatamente esse espaço que o novo loteamento passará a ocupar, região vizinha ao Vale dos Guimarães, conhecido como condomínio Charme, marcando em breve um dos endereços residenciais mais consolidados da cidade, e vai marcar também o novo eixo de acesso a Chapada dos Guimarães, posição que reforça o Mirante como porta de entrada do município para quem chega pela MT-251 e consolidará a região como frente natural de expansão do comércio”, defende.

O turismo sustenta a tese. Os números dão base ao movimento. O Parque Nacional de Chapada dos Guimarães registrou 183.675 visitantes, o maior volume de sua história, com crescimento de cerca de 50% em apenas um ano. O resultado supera com folga os patamares anteriores à pandemia e mantém o parque entre os destinos de ecoturismo mais procurados do país.

Em rankings recentes de turismo nacional, a cidade apareceu no Top 40 dos destinos mais procurados do Brasil, puxada por trilhas, cachoeiras e contemplação.

Advertisement

O Mirante como novo endereço do comércio

A escolha do Mirante não é acidental. A região reúne acesso, topografia e espaço para projetos de maior porte, justamente o que falta no núcleo histórico. “Chapada dos Guimarães deixou de ser apenas destino de passeio e passou a ser endereço. A diferença parece pequena, mas muda tudo, requer mais infraestrutura. Com turista em recorde, calendário de eventos mais denso e morador fixo em alta, área comercial planejada deixou de ser aposta de longo prazo. Virou a frente de maior retorno em Mato Grosso”, pontua.

 

Serviço:

Central de Vendas: (65)3627 5555

Advertisement

AI: Luciana Gaviglia (65)99253 0622

 

Continue Reading

Featured

Celular da empresa na nuvem: como dividir o acesso da equipe

Published

on


Aparelho único na mesa de um funcionário trava a operação; com um Android remoto, quem tem acesso abre pelo navegador

Muitas empresas mantêm um “celular da empresa” só para os aplicativos do negócio: o aplicativo de vendedor do marketplace, o do fornecedor, o perfil da loja nas redes, o aplicativo de atendimento. Esse aparelho costuma ficar na mesa de uma única pessoa. Quando ela falta, ninguém acessa; quando o celular quebra ou some, a operação para. Um celular na nuvem resolve parte desse problema: é um Android que fica ligado na estrutura de uma empresa especializada, que a equipe abre pelo navegador e que sai para a internet por um endereço próprio. O aluguel pode ser por hora, para testar, ou por mês, para o uso contínuo.

Em Mato Grosso, é fácil reconhecer o arranjo numa loja de Cuiabá ou de Várzea Grande que vende on-line, numa revenda do agro que atende clientes por aplicativo ou numa agência que cuida dos perfis de empresas do interior. A equipe está espalhada, mas o celular é um só, e fica num lugar só.

O problema do aparelho único

O celular da empresa concentra riscos que só aparecem quando algo dá errado:

Advertisement
  • dependência de uma pessoa, que precisa estar presente para qualquer acesso;
  • mistura com o uso pessoal, quando o “celular da empresa” é, na verdade, o aparelho de um funcionário;
  • perda de acesso quando o funcionário deixa a empresa e leva o aparelho, a senha ou o número;
  • interrupção da operação quando o aparelho quebra, é roubado ou fica sem bateria fora do expediente.

Há também uma questão legal. A Lei Geral de Proteção de Dados, em seu artigo 46, exige que quem trata dados pessoais adote medidas de segurança técnicas e administrativas para protegê-los de acessos não autorizados e de perda. Um aparelho com conversas e cadastros de clientes, sem controle de quem o usa, é o tipo de ponto frágil que o artigo alcança.

O que é um celular na nuvem

É um Android instalado fora da empresa e operado pela internet. Quem acessa vê a tela do celular dentro do navegador e opera tudo com o mouse, que faz as vezes do dedo, e com o teclado do computador. Aplicativos, contas e arquivos ficam no aparelho, e não no computador de quem acessa.

No modelo da ProxyBox, que tem sede no Brasil, cada cliente recebe um Samsung Galaxy S8 de verdade, só para ele durante o aluguel, rodando Android 9 com a loja Google Play. Ele sai para a internet por um IP brasileiro exclusivo de provedor ou por um proxy que o cliente já tenha na ProxyBox. Dá para alugar celular na nuvem por hora, para validar se os aplicativos da empresa funcionam, e depois passar para planos mais longos, de 7 dias a 1 ano. Quem liga a opção de aparelho fixo continua no mesmo celular a cada novo período, pago com o saldo da carteira, e encontra os aplicativos e as contas como deixou.

Desligar os computadores da empresa não desliga o celular: ele segue ativo até o fim do período contratado. Quinze minutos antes do vencimento, o cliente recebe um alerta por e-mail e outro no painel.

Como organizar o acesso da equipe

Levar o celular para a nuvem não dispensa regras. Algumas práticas evitam que o problema mude de lugar:

  1. Crie uma conta Google só da empresa para baixar os aplicativos, em vez de usar a conta pessoal de alguém.
  2. Guarde as credenciais num gerenciador de senhas da empresa, com acesso apenas de quem precisa.
  3. Registre quem acessa e quando, para saber quem fez cada alteração.
  4. Concentre os códigos de verificação em um número ou e-mail da empresa, e não no celular pessoal de um funcionário.
  5. Revise os acessos sempre que alguém entrar ou sair da equipe.

Para quem precisa acompanhar um aplicativo que deve ficar aberto o tempo todo, há extras opcionais, como um vigia que reabre o aplicativo se ele fechar e tira fotos da tela em intervalos definidos, e a gravação de tela, que guarda vídeos curtos por sete dias.

Quando o aplicativo pede Android mais novo

O aparelho físico é a escolha de quem quer um celular real nas mãos, à distância, com a ressalva de que ele roda Android 9. Quando o aplicativo exige uma versão mais nova do sistema, a alternativa é o Android virtual da ProxyBox, que roda num servidor, com Android 13, 12 ou 15 e modelo de aparelho à escolha. Ele também usa endereço de internet brasileiro de provedor e já chega configurado em português, com a localização do aparelho na mesma cidade do IP. Pelo painel, a localização do aparelho pode ser posta em outra cidade, mas o IP continua mostrando a cidade dele: só o GPS muda.

Advertisement

A diferença prática é simples: o físico tem Android 9 e é um aparelho real; o virtual tem versão nova do sistema e é apagado e recriado com outra identidade quando o cliente pede para recomeçar do zero.

O que um celular na nuvem não faz

As limitações precisam entrar na decisão antes do aluguel:

  • sem chip de operadora, o aparelho não serve para receber códigos por SMS nem para telefonar;
  • o aparelho físico não tem GPS, câmera nem som chegando ao navegador, o que exclui aplicativos de mapa, de entrega e de transporte que dependem da localização do aparelho, além de chamadas de vídeo;
  • apps de banco e carteiras digitais checam se o celular é certificado e muitas vezes recusam rodar fora de um aparelho comum;
  • não há garantia de conta: regras das plataformas e comportamento de uso continuam valendo.

Quando o aluguel termina sem renovação, o aparelho é apagado por completo, com aplicativos, contas e arquivos, antes de outro cliente usar. É uma proteção para os dados da empresa, mas exige atenção à data de vencimento.

Quando vale a pena

O celular na nuvem compensa quando o aparelho da empresa é usado por mais de uma pessoa, quando precisa ficar disponível fora do expediente ou quando a empresa quer separar de vez os aplicativos do negócio dos aparelhos pessoais dos funcionários. Para uma única pessoa que usa um aplicativo de vez em quando, um aparelho simples na gaveta ainda pode ser a solução mais barata.

Perguntas frequentes

Quem aluga o aparelho consegue ver a tela de outros clientes?

Não. Cada aparelho atende um cliente de cada vez, e outros clientes não têm acesso à tela.

O que acontece com os dados quando o aluguel acaba?

O aparelho é apagado por completo: aplicativos, contas e arquivos somem antes do próximo uso. Para manter tudo, é preciso adicionar tempo antes do fim, ligar a renovação ou contratar a guarda do aparelho.

Advertisement

É preciso instalar algum programa?

Não. Basta um navegador comum e atualizado, tanto no computador quanto no próprio celular de quem acessa.

Continue Reading

Featured

Bombeiros apagam incêndio que destruiu três veículos em garagem em Guarantã do Norte

Published

on


O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu, na madrugada desta quinta-feira (29.10), um incêndio que atingiu três veículos em uma residência, em Guarantã do Norte (a 709 km de Cuiabá).

A equipe do 4º Núcleo Bombeiro Militar (4º NBM) foi acionada às 2h para a ocorrência no bairro Santa Marta. De acordo com o relato dos moradores, eles acordaram ao ouvir ruídos semelhantes a uma explosão.

Ao chegar ao local, os bombeiros localizaram uma caminhonete, um carro e uma motocicleta em chamas na garagem localizada no quintal do imóvel. Em seguida, iniciaram os trabalhos de combate ao fogo .

Na ação, a equipe utilizou aproximadamente três mil litros de água. Após o controle do fogo, foi realizado o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis novos focos.

Advertisement

Não há informações das causas do incêndio. Não houve registro de feridos.

 

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT