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29 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Censo Agropecuário 2027 avança com Cadastro Prévio e testes experimentais – MAIS SOJA

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Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) sediou, nesta terça-feira (27/10), a apresentação das ações do Censo Experimental do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e o lançamento nacional do Cadastro Prévio de Estabelecimentos Agropecuários. Desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a ferramenta permitirá atualizar a base cadastral que servirá de apoio à coleta de informações prevista para 2027. 

O evento contou com a participação do secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos; da presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvia Massruhá; e do presidente do IBGE, Márcio Pochmann. 

As iniciativas integram a preparação do próximo levantamento censitário, que atualizará as informações sobre a estrutura produtiva do campo brasileiro. Durante a apresentação, também foram detalhados os procedimentos do Censo Experimental, previsto para o período de 3 de novembro a 4 de dezembro de 2026. A etapa permitirá testar sistemas metodologias, logística e processos de trabalho antes da operação nacional. 

Durante o evento, o secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos, destacou a importância do levantamento para a formulação e o aprimoramento das políticas públicas voltadas ao setor agropecuário. “Esse ato público de fazer um levantamento de tudo aquilo que acontece no campo brasileiro é importantíssimo para todas as políticas públicas e para tudo aquilo que é desenvolvido para a agricultura e a pecuária brasileiras. Que o trabalho possa trazer os dados tão necessários para que tenhamos o retrato fiel do que é o campo brasileiro, do que é desenvolvido por todos os produtores rurais, de todos os tamanhos, em propriedades de diferentes dimensões e em todas as atividades. Esse raio-X é absolutamente fundamental”, afirmou. 

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O presidente do IBGE, Márcio Pochmann, ressaltou a contribuição histórica dos censos para o conhecimento da realidade brasileira e a relevância das informações para compreender as transformações do setor agropecuário. Segundo ele, os dados também contribuem para subsidiar estudos e análises relacionados às relações comerciais do país e à evolução da agricultura e da pecuária nacionais. 

A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, enfatizou a relevância das informações para a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação, além de sua aplicação na elaboração de políticas públicas. “Eu sei da importância desse Censo Agropecuário, não só para as políticas públicas, mas também para a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação deste país. Na Conab e na Embrapa, precisamos muito desses dados. São várias áreas e projetos em que nos baseamos nessas informações para comprovar ou não nossas hipóteses. Com as novas tecnologias, cresce a necessidade de utilizar dados e gerar informações com rapidez, mas precisamos de dados precisos para subsidiar a pesquisa, o desenvolvimento, a inovação e as políticas públicas”, afirmou. 

Cadastro Prévio de Estabelecimentos Agropecuários

O Cadastro Prévio de Estabelecimentos Agropecuários foi desenvolvido pelo IBGE para permitir que produtores rurais e instituições parceiras contribuam para a atualização da base cadastral do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. O preenchimento poderá ser realizado de outubro de 2026 a agosto de 2027, por meio da página oficial do cadastro, mediante acesso com uma conta gov.br. 

A ferramenta tem finalidade exclusivamente estatística e não substitui o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) ou outros registros de imóveis rurais.  

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Além dos produtores rurais, cooperativas, associações, sindicatos rurais e escritórios de contabilidade poderão participar da atualização cadastral por meio de perfil institucional. Conforme os procedimentos definidos pelo IBGE, essas entidades poderão registrar estabelecimentos vinculados ou encaminhar informações consolidadas. 

As informações cadastrais contribuirão para organizar o trabalho de campo, identificar os estabelecimentos que deverão integrar o levantamento e preparar a coleta nacional. Os dados produzidos pelo Censo permitirão analisar a estrutura produtiva rural e subsidiar a elaboração de estudos e políticas públicas para o setor. 

Censo Experimental prepara a operação nacional

Previsto para ocorrer de 3 de novembro a 4 de dezembro de 2026, o Censo Experimental testará, em condições reais de campo, os procedimentos planejados para o levantamento nacional de 2027. A etapa abrangerá sistemas tecnológicos, logística, treinamento das equipes e metodologias de coleta. 

As localidades selecionadas contemplam diferentes realidades territoriais e produtivas: Rio Claro (SP); Barra do Bugres (MT), incluindo as Terras Indígenas Umutina e Figueiras; e Cururupu e Mirinzal (MA), com atividades na Reserva Extrativista Cururupu e no Território Quilombola Santa Tereza. 

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Os testes permitirão avaliar a aplicação dos instrumentos de coleta e identificar eventuais ajustes necessários antes da realização do Censo em todo o país. Paralelamente, o IBGE promoverá Testes de Ambientação em 24 unidades da Federação para avaliar equipamentos, sistemas, fluxos operacionais e procedimentos de supervisão. 

Levantamento nacional previsto para 2027

Com o lema “Juntos vamos colher a maior safra de dados do Brasil”, o 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola deverá alcançar cerca de 5 milhões de estabelecimentos agropecuários em todos os municípios brasileiros. A operação também prevê a geração de aproximadamente 35 mil empregos temporários. 

O levantamento atualizará as informações sobre a estrutura produtiva do campo, tendo como referência o Censo Agropecuário de 2017. Entre os temas abrangidos estão as características dos estabelecimentos, as atividades desenvolvidas e a organização da produção agropecuária, florestal e aquícola. 

Os resultados servirão de base para a formulação e a avaliação de políticas públicas, o planejamento setorial e a produção de estudos sobre a realidade rural brasileira. 

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A participação do Mapa na apresentação das iniciativas reforça a articulação institucional com o IBGE e a Embrapa para a produção e o uso de informações estratégicas destinadas ao desenvolvimento da agropecuária nacional. 

Também participaram do evento o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Eric Moura; o secretário de Planejamento e Gestão do Estado do Ceará, Alexandre Sialdini; o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Isopo Porto; e o secretário adjunto de Política, Agrícola Wilson Vaz. 

Para saber mais acesse AQUI.

Fonte: MAPA



 

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FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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Raízes profundas aumentam a resiliência da soja aos efeitos do El Niño – MAIS SOJA

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As adversidades climáticas, especialmente aquelas relacionadas à distribuição e ao volume das precipitações, elevam os riscos associados ao cultivo de culturas de sequeiro, como a soja. Esses efeitos podem ser ainda mais expressivos sob a influência dos fenômenos que compõem o ENSO (El Niño-Oscilação Sul), capazes de alterar os padrões de chuva em diferentes regiões do Brasil.

Na safra 2026/27, a ocorrência de um El Niño de forte intensidade tem preocupado os agricultores brasileiros, reforçando a necessidade de planejamento e cautela na implantação e condução das lavouras de soja. No Brasil, o fenômeno está associado à tendência de redução das chuvas nas regiões Norte e Nordeste, além da porção norte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, aumentando a frequência de períodos de estiagem. Esse cenário pode comprometer o desenvolvimento das lavouras e a disponibilidade hídrica, elevando o risco de perdas de produtividade, especialmente em sistemas de sequeiro (INMET, 2026).

As alterações nos padrões de precipitação podem resultar em perdas expressivas de produtividade, sobretudo quando os períodos de estiagem coincidem com fases críticas do desenvolvimento das culturas. Segundo o INMET (2026), sob influência do El Niño, a probabilidade de produtividades abaixo da média pode chegar a 80% para o trigo e a 60% para a aveia, dependendo da região de cultivo.

Em contrapartida, o El Niño costuma favorecer o aumento das precipitações na Região Sul do Brasil. Embora esse cenário geralmente reduza o risco de déficit hídrico, o excesso e a persistência das chuvas podem dificultar a implantação das lavouras, limitar a realização de práticas culturais e comprometer o desenvolvimento das plantas. Dessa forma, os impactos do fenômeno variam conforme a região, exigindo estratégias de manejo adaptadas às condições climáticas predominantes.

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Entre as principais estratégias para mitigar os efeitos do El Niño sobre a produtividade da soja, destacam-se o ajuste da época de semeadura e o manejo voltado ao aprofundamento e à melhor distribuição das raízes no perfil do solo. Essas práticas contribuem para reduzir a exposição das plantas a períodos de déficit hídrico nas fases mais sensíveis do ciclo e aumentar sua capacidade de explorar a água armazenada nas camadas mais profundas do solo. A adoção dessas estratégias é especialmente importante nas regiões em que o fenômeno tende a reduzir o volume de chuvas.

Uma análise desenvolvida pela equipe FieldCrops demonstrou que lavouras com raízes bem distribuídas ao longo do perfil do solo conseguem explorar a água disponível em camadas mais profundas, contribuindo para reduzir os impactos da estiagem. Em contrapartida, lavouras com maior concentração de raízes nas camadas superficiais tendem a apresentar perdas de produtividade mais expressivas sob condições de déficit hídrico (Ordoñez, 2026).

Figura 1. Relação entre a produtividade da soja e a distribuição das raízes da planta no perfil do solo.
Fonte: Equipe FieldCrops

Corroborando essas informações, Battisti e Sentelhas (2017) observaram que o aumento da profundidade máxima das raízes, em relação à profundidade de referência de 0,6 m, proporcionou ganhos expressivos de produtividade da soja, especialmente em regiões com maior risco de déficit hídrico. Os incrementos variaram de 210 a 1.260 kg ha⁻¹, conforme a região de cultivo e a suscetibilidade à deficiência hídrica (Debiasi; Franchini; Balbinot Junior, 2026).

Figura 2. Ganho de produtividade da soja para diferentes simulações de profundidade máxima de crescimento radicular, sendo para Cruz Alta/RS em uma condição de risco de déficit hídrico moderado, em Tapurah/MT para uma condição de risco de déficit hídrico baixo, e para a média geral de 24 localidades com diferentes níveis de risco por déficit hídrico em várias regiões sojícolas do Brasil. Foram utilizados dados climáticos dos anos de 1965 a 2016. Os incrementos de produtividade da soja foram calculados em comparação à produtividade modelada para 60 cm de profundidade máxima radicular.
Adaptado: Battisti e Sentelhas (2017), apud. Debiasi; Franchini; Balbinot Junior (2026)

Esses resultados reforçam a importância de favorecer o aprofundamento e a distribuição das raízes da soja ao longo do perfil do solo como estratégia para aumentar a capacidade das plantas de acessar a água disponível e mitigar os efeitos do déficit hídrico. Essa característica ganha ainda mais relevância em safras sob influência dos fenômenos ENSO, como El Niño e La Niña, especialmente nas regiões em que esses fenômenos favorecem a redução do volume e a irregularidade das precipitações, contribuindo para aumentar a resiliência das lavouras e reduzir os riscos de perdas de produtividade.



Referências:

BATTISTI, R.; SENTELHAS, P. C. IMPROVEMENT OF SOYBEAN RESILIENCE TO DROUGHT THROUGH DEEP ROOT SYSTEM IN BRAZIL. Agronomy Journal, 2017. Disponível em: < https://acsess.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.2134/agronj2017.01.0023 >, acesso em: 29/10/2026.

DEBIAISI, H.; FRANCHINI, J. C.; BALBINOT JUNIOR, A. A. MANEJO DO SOLO PARA REDUZIR PERDAS POR SECA NA SOJA. Embrapa Soja, Tópicos agronômicos sobre enfrentamento da seca na soja, Cap. 5, 2026. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1187158/1/DOC-486.pdf >, acesso em: 29/10/2026.

INMET. PREVISÃO DE EL NIÑO EM 2026 E POSSÍVEIS IMPACTOS NA AGRICULTURA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://portal.inmet.gov.br/uploads/notastecnicas/Nota-T%C3%A9cnica.pdf >, acesso em: 29/10/2026.

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ORDOÑEZ, M. A. G. O QUE O PRODUTOR PODE FAZER PARA SER MAIS RESILIENTE À SECA PENSANDO NO “SUPER EL NIÑO” DA PRÓXIMA SAFRA? Mais Soja, 2026. Disponível em: < https://maissoja.com.br/o-que-o-produtor-pode-fazer-para-ser-mais-resiliente-a-seca-pensando-no-super-el-nino-da-proxima-safra/ >, acesso em: 29/10/2026.



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Sustentabilidade

Esmagamento de soja em MT cresce 4,74% de janeiro a setembro

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O esmagamento de soja em Mato Grosso alcançou 10,42 milhões de toneladas entre janeiro e setembro de 2026, um crescimento de 4,74% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com dados analisados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o volume representa um recorde para o acumulado dos nove primeiros meses do ano.

Segundo o instituto, o resultado está relacionado à maior disponibilidade de soja nas últimas duas safras, à produção recorde do grão e aos ganhos de eficiência das unidades industriais, que vêm utilizando cada vez mais a capacidade de processamento.

A perspectiva também é positiva para o fechamento do ano. O Imea projeta que o esmagamento alcance 13,66 milhões de toneladas em 2026, o que representaria um crescimento de 5% em relação ao ano passado. Caso a estimativa se confirme, o setor poderá estabelecer um novo recorde anual.

Para a coordenadora de inteligência econômica do Imea, Laysa Avalos, a combinação entre a oferta de matéria-prima e o melhor aproveitamento da estrutura industrial contribui para ampliar o processamento.

A maior disponibilidade de soja permite que as indústrias mantenham volumes elevados de atividade, enquanto o uso mais eficiente da capacidade instalada favorece o avanço do esmagamento. Esse cenário ajuda a explicar o recorde registrado no acumulado de 2026.

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Com informações da assessoria de comunicação da Famato.

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Sustentabilidade

Embrapa Trigo completa 52 anos de história – MAIS SOJA

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O Centro Nacional de Pesquisa do Trigo foi criado em 1974, na região norte do Rio Grande do Sul, com o objetivo de aumentar a produção do cereal nas lavouras brasileiras. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) foi criada em 1973, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento agrícola nacional por meio da geração de conhecimento e soluções tecnológicas para melhorar a qualidade e produtividade do campo. Com sede em Brasília, DF, a Embrapa conta com 43 unidades, localizadas em importantes polos de produção agrícola no território nacional.

A inauguração do Centro Nacional de Pesquisa de Trigo (atual Embrapa Trigo) aconteceu em 28 de outubro de 1974. Foi a primeira unidade da Embrapa instalada fora da capital federal. Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, foi a cidade escolhida para sediar a Unidade, considerando a importância do trigo na região. O centro de pesquisa foi criado com o objetivo de contribuir para a redução da dependência do Brasil na importação de trigo, alavancando o desenvolvimento da cultura no País.

Ainda hoje, a placa oficial apresentada na cerimônia de inauguração está preservada na parede com a missão da Embrapa Trigo:  “Este centro dedicará todo o esforço à produção de trigo de que o Brasil necessite”.

Aumento de produtividade, redução dos custos de produção e expansão da área com cereais de inverno são alguns dos resultados gerados pela Embrapa Trigo nas suas cinco décadas de existência.

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Infraestrutura

As instalações da Embrapa Trigo estão distribuídas em três áreas no Brasil. A sede, localizada em Passo Fundo/RS, concentra a maior parte de infraestrutura laboratorial, administrativa e de apoio à pesquisa, com área total de 306 hectares. Em Coxilha/RS, está o campo experimental “Área II”, constituído, prioritariamente, por áreas de experimentação agrícola e produção de sementes em 110 hectares. Na região do Cerrado, a Embrapa Trigo partilha 223 hectares com outras Unidades um núcleo avançado de pesquisas (em estruturação), localizado em Uberaba/MG.

Atualmente, a equipe conta com 174 empregados distribuídos nos cargos de técnicos (48), assistentes (44), pesquisadores (42) e analistas (40). A gestão conta com Jorge Lemainski na Chefia Geral, Arminda Luciana D’ Avila na Chefia de Administração, Giovani Faé na Chefia de Transferência de Tecnologia e Mercio Strieder na Chefia de Pesquisa.

Fonte: Embrapa



 

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FONTE

Autor:Joseani M. Antunes (MTb 9693/RS) Embrapa Trigo

Site: Embrapa

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