Connect with us
14 de setembro de 2026

Featured

Fim de semana violento: Bombeiros resgatam dois corpos no rio Teles Pires em Sinop e Alta Floresta

Published

on


Vítimas foram localizadas após intensas buscas de mergulhadores. Em um dos casos, jovem de 22 anos foi puxado por correnteza enquanto tomava banho com amigos

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, entre sábado (12.9) e domingo (13), buscas por dois corpos no Rio Teles Pires, em ocorrências distintas nos municípios de Sinop e Alta Floresta.

Em Sinop (a 500 km de Cuiabá), na manhã de sábado (12), o 4º Batalhão Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionado, em apoio à Polícia Civil, para realizar buscas por um corpo no Rio Teles Pires, nas proximidades da ponte do rio.

Uma equipe de mergulhadores do CBMMT realizou buscas subaquáticas nas proximidades da ponte do Rio Teles Pires, local indicado para as buscas. Na sequência, foram realizadas buscas superficiais pela região, ocasião em que o corpo foi localizado a aproximadamente quatro quilômetros da ponte.

Advertisement

Após a localização, foram adotadas as providências cabíveis, com apoio à Polícia Civil para o prosseguimento dos procedimentos necessários.

Já em Alta Floresta (a 791 km de Cuiabá), a 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM) foi acionada, também na tarde de sábado (12), por volta das 16h50, para realizar buscas por um jovem de 22 anos que havia desaparecido nas águas do Rio Teles Pires, nas proximidades da Ilha Recanto da Paz.

De acordo com informações recebidas de testemunhas que estavam no local, a vítima estava tomando banho no rio com um grupo de aproximadamente oito pessoas quando começou a se afastar dos demais. Em determinado momento, o jovem submergiu, voltou à superfície e pediu socorro. As pessoas que estavam no local lançaram um colete salva-vidas na tentativa de ajudá-lo. Contudo, a vítima voltou a submergir e não retornou à superfície.

A equipe realizou buscas subaquáticas, localizando o corpo da vítima somente na manhã deste domingo (13.9), nas imediações do último ponto de avistamento, em um trecho do rio com correnteza intensa e movimentos circulares da água, conhecidos popularmente como “rebojos”.

A Polícia Judiciária Civil (PJC) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (POLITEC) foram acionadas, e o corpo da vítima ficou aos cuidados das autoridades responsáveis pelas providências legais e periciais cabíveis.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Featured

Plantio de soja 2026/27 avança no Brasil e chega a 0,4%, aponta consultoria

Published

on


Foto: Canal Rural

O plantio da safra brasileira de soja 2026/27 alcançou 0,4% da área prevista até a quinta-feira (10), segundo levantamento da AgRural. Na semana anterior, o índice era de 0,05%, enquanto, no mesmo período do ano passado, 0,1% da área já havia sido semeada.

De acordo com a consultoria, o Paraná vem puxando o ritmo da semeadura. Os produtores iniciaram os trabalhos ainda na semana retrasada e têm aproveitado os intervalos entre as chuvas que atingem o estado para avançar com as máquinas no campo.

Mato Grosso também entrou no calendário de plantio na semana passada. A semeadura começou em áreas irrigadas e, em menor escala, em lavouras de sequeiro que já receberam precipitações suficientes para permitir a entrada das máquinas.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Plantio de milho

O plantio do milho verão 2026/27 também avançou no Centro-Sul do Brasil. Conforme a AgRural, 22% da área estimada já estava semeada até a quinta-feira (10), ante 17% na semana anterior e os mesmos 17% registrados no mesmo período de 2025.

Os trabalhos seguem concentrados nos três estados da Região Sul, como é tradicional para o mês de setembro. O Rio Grande do Sul lidera o ritmo de plantio.

Advertisement

Na última semana, porém, geadas atingiram áreas produtoras do estado e provocaram prejuízos em algumas lavouras de milho, segundo a AgRural.

O post Plantio de soja 2026/27 avança no Brasil e chega a 0,4%, aponta consultoria apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Featured

Justiça decreta falência de grupo rural com dívida de R$ 60,5 milhões em Rondonópolis

Published

on


Justiça decretou falência de ex-presidente da Cooperpluma de Campo Verde após sucessivos descumprimentos judiciais

A 4ª Vara Cível de Rondonópolis decretou na sexta-feira (11) a falência dos produtores rurais Carlos Gonçalves Muniz, ex-presidente da Cooperpluma de Campo Verde, e Solange Marques Araújo Muniz, além das empresas Agroniz Agropecuária Ltda. e Agrícola Renascer Ltda.

O grupo, que respondia por uma dívida bilionária em recuperação judicial no valor de R$ 60,5 milhões, viu o processo desmoronar depois de meses de acusações de sonegação de documentos e obstrução ao trabalho do administrador judicial.

A sentença assinada pelo juiz Renan Carlos Leão Pereira do Nascimento menciona “sucessivos descumprimentos”, “reiterada resistência” à fiscalização e conduta “incompatível com a lógica cooperativa” que deveria reger uma recuperação judicial.

Advertisement

O processamento da recuperação judicial havia sido admitido em 28 de janeiro de 2025. Mas, segundo o juiz, o que deveria ser um caminho de reerguimento da empresa se transformou em uma sucessão de entraves. Entre os problemas apontados na decisão estão a demora ou ausência de documentos necessários aos Relatórios Mensais de Atividades, o não pagamento da remuneração do administrador judicial e a recusa em dar acesso a bens e áreas produtivas para inspeção.

Em uma vistoria determinada pela Justiça para checar se os ativos do grupo eram realmente essenciais à atividade, o resultado reforçou o quadro negativo: apenas em relação a um dos envolvidos, Cesar Augusto Sagboni Xavier, foi possível comprovar tecnicamente o uso efetivo dos bens na produção. Em relação aos demais, a diligência simplesmente não avançou por falta de colaboração.

A sentença também traz um capítulo à parte: a disputa em torno da devolução de 211.545 quilos de algodão. A Justiça já havia determinado a restituição, após decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, mas o cumprimento da ordem permaneceu controverso, segundo o próprio juízo.

Atraso nos planos selou o destino do grupo

O capítulo final veio com o descumprimento de um prazo de 15 dias para apresentação de novos planos de recuperação judicial, individualizados após a Justiça retirar parte do grupo da chamada consolidação substancial. Os planos só foram protocolados em 8 de julho de 2025, muito depois do prazo. Para o juiz, esse atraso não foi um episódio isolado, mas “mais um elemento revelador” de um padrão de descaso que já vinha sendo registrado havia meses.

Advertisement

Diante desse cenário, a Justiça concluiu que a recuperação judicial havia perdido completamente a função para a qual foi criada em relação a Agroniz, Agrícola Renascer, Carlos Gonçalves Muniz e Solange Marques Araújo Muniz. A decisão converteu a recuperação em falência, com base no artigo 73, inciso II, da Lei 11.101/2005.

Nem todo mundo saiu do processo do mesmo jeito. Cesar Augusto Sagboni Xavier, que também fazia parte do pedido original, teve destino diferente. De acordo com a sentença, ele foi o único em relação ao qual o administrador judicial conseguiu, de fato, exercer a fiscalização, vistoriar os bens e confirmar seu uso produtivo. Por isso, sua recuperação judicial segue em curso, separada dos demais.

A Justiça ainda declarou a essencialidade dos bens ligados à atividade de Cesar Augusto Sagboni Xavier e determinou que permaneçam em sua posse, com devolução imediata de qualquer bem que já tenha sido retirado.

O que muda

Com a falência decretada, o termo legal foi fixado em 90 dias antes do pedido de recuperação judicial. Os agora falidos têm cinco dias para apresentar a lista completa de credores, com valores, endereços e classificação dos créditos. Todas as ações e execuções contra eles ficam suspensas, ressalvadas as exceções legais, e fica proibida qualquer venda ou oneração de bens sem autorização da Justiça. Órgãos públicos e outros juízos já foram comunicados da sentença.

Advertisement
Continue Reading

Agro Mato Grosso

Polícia suspeita que filho mais velho matou pai e irmão e depois tirou a própria vida em MT

Published

on

A Polícia Civil investiga a possibilidade de Wagner de Souza da Silveira, de 21 anos, tenha matado o próprio pai, Renato Dufek da Silveira, 43 anos, o irmão, Renan Borges da Silveira, 15 anos e, em seguida, tirado a própria vida em Nova Monte Verde, a 968 km de Cuiabá. Os três foram encontrados mortos dentro de uma residência. Duas armas de fogo, sendo um revólver e uma espingarda, estavam próximas a um dos corpos.

A ocorrência foi registrada depois que a Polícia Civil foi chamada para verificar a morte de três pessoas da mesma família. Ao chegarem ao imóvel, os policiais encontraram o pai e os dois filhos já sem vida.

A posição dos corpos e a presença das armas levaram as autoridades a considerar, inicialmente, a hipótese de um duplo homicídio seguido de suicídio. A suspeita, no entanto, ainda está sendo investigada e depende dos resultados da perícia.

A Polícia Militar isolou a área para preservar o local e permitir a realização dos trabalhos periciais. Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) também estiveram na residência.

Os investigadores agora aguardam os laudos periciais para esclarecer como as mortes aconteceram, identificar a sequência dos fatos e verificar o que teria motivado o crime.

Advertisement

A Polícia Civil informou que a investigação continua e que todas as circunstâncias do caso serão apuradas antes da conclusão sobre a dinâmica das mortes.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT