Featured
Chapada dos Guimarães cresce e terá o primeiro endereço comercial planejado da cidade; construtora prepara lançamento de terrenos no Mirante

Chapada dos Guimarães com 19 mil moradores, recebe até três vezes esse número ao dia de turistas nas temporadas de eventos, a cidade destino de refúgio entra na fase dos empreendimentos comerciais planejados.
A Chapada cresce e se prepara para receber seu primeiro empreendimento comercial de médio porte. A Incorporadora São Benedito trabalha no lançamento, na região do Mirante, um dos vetores de crescimento da cidade. O projeto é o primeiro loteamento comercial planejado do município e marca a entrada do modelo de terrenos comerciais na cidade turística.
Os detalhes do empreendimento ainda não foram revelados, mas será um loteamento disputado, com apenas 25 lotes. O anúncio confirma o que o mercado local já vinha sinalizando; Chapada comporta hoje um produto comercial moderno, bem equipado para atender com mais qualidade os turistas e a população local, diante de novas áreas residenciais que não param de avançar.
“A Incorporadora São Benedito quer continuar contribuindo com o desenvolvimento e o crescimento sustentável de Chapada dos Guimarães. Já lançamos um marco da construção civil de alto padrão, o Vale dos Guimarães, e vamos avançar com o novo produto comercial, o primeiro da cidade. Reconhecemos o valor ambiental, cultural e histórico de Chapada, que cresce e permanece. Vamos fazer parte desse movimento com investimentos que orgulham os Chapadenses, e contribuem para atrair mais turistas”, posiciona o diretor de Produtos da São Benedito, Gilson Porto.
Ainda, segundo Porto, o problema de Chapada não é falta de visitantes. É falta de estrutura para atender todos ao mesmo tempo. Distante 65 km de Cuiabá, a cidade recebe nas temporadas de eventos um público até três vezes maior que sua população. Festival de Inverno, Natal Luz, competições esportivas, ecoturismo e turismo de aventura enchem pousadas, restaurantes, cafeterias e restaurantes e estacionamentos.
“O comércio, hoje, está espalhado e concentrado no miolo histórico, que já não absorve o fluxo. Faltam mais pontos de conveniência, um novo corredor gastronômico, estacionamento e serviços. É exatamente esse espaço que o novo loteamento passará a ocupar, região vizinha ao Vale dos Guimarães, conhecido como condomínio Charme, marcando em breve um dos endereços residenciais mais consolidados da cidade, e vai marcar também o novo eixo de acesso a Chapada dos Guimarães, posição que reforça o Mirante como porta de entrada do município para quem chega pela MT-251 e consolidará a região como frente natural de expansão do comércio”, defende.
O turismo sustenta a tese. Os números dão base ao movimento. O Parque Nacional de Chapada dos Guimarães registrou 183.675 visitantes, o maior volume de sua história, com crescimento de cerca de 50% em apenas um ano. O resultado supera com folga os patamares anteriores à pandemia e mantém o parque entre os destinos de ecoturismo mais procurados do país.
Em rankings recentes de turismo nacional, a cidade apareceu no Top 40 dos destinos mais procurados do Brasil, puxada por trilhas, cachoeiras e contemplação.
O Mirante como novo endereço do comércio
A escolha do Mirante não é acidental. A região reúne acesso, topografia e espaço para projetos de maior porte, justamente o que falta no núcleo histórico. “Chapada dos Guimarães deixou de ser apenas destino de passeio e passou a ser endereço. A diferença parece pequena, mas muda tudo, requer mais infraestrutura. Com turista em recorde, calendário de eventos mais denso e morador fixo em alta, área comercial planejada deixou de ser aposta de longo prazo. Virou a frente de maior retorno em Mato Grosso”, pontua.
Serviço:
Central de Vendas: (65)3627 5555
AI: Luciana Gaviglia (65)99253 0622
Featured
Saiba o que abre e fecha na Saúde de Cuiabá durante o feriado prolongado

UPAs e hospitais municipais mantêm atendimento 24 horas; postos de saúde e setores administrativos retomam atividades na terça-feira (3)
Durante os dois dias, as unidades que oferecem atendimentos administrativos, ambulatoriais e por agendamento estarão fechadas. Já os serviços essenciais, de urgência e emergência, funcionarão normalmente, em regime de 24 horas.
Serviços que funcionarão normalmente
Para garantir a assistência à população, permanecerão abertas as seguintes unidades:
Atenção Secundária
UPA Pascoal Ramos (Região Sul);
UPA Morada do Ouro (Região Norte);
UPA Leblon (Região Leste);
UPA Verdão (Região Oeste);
Policlínica do Pedra 90.
Atenção Hospitalar
Hospital Municipal São Benedito;
Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá;
Hospital Municipal de Cuiabá;
Centro Médico Infantil (CMI).
As seis Residências Terapêuticas funcionarão normalmente, em regime ininterrupto.
Serviços que estarão fechados
Atenção Primária
Unidades de Saúde da Família (USFs).
Atenção Especializada
Centros de Especialidades Médicas;
Serviços de Atenção Especializada (SAE);
Centros Especializados em Reabilitação (CER);
Centros de Atenção Psicossocial (CAPS);
Unidades Descentralizadas de Reabilitação (UDR);
LACEC;
URPICS.
Vigilância e demais serviços
Vigilância Sanitária;
Vigilância Epidemiológica;
Zoonoses;
CEREST;
CIEVS.
Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs).
Assistência farmacêutica e administrativa
CDMIC Cuiabá;
Secretaria Municipal de Saúde (setor administrativo);
Ouvidoria da SMS;
Complexo Regulador.
Os atendimentos nas unidades fechadas serão retomados normalmente na terça-feira (3), após o feriado.
Featured
Após altas seguidas, última semana de outubro encerra com queda no preço da cesta básica

Após quatro semanas de alta, a cesta básica em Cuiabá voltou a apresentar recuo no preço nesta última semana de outubro. O conjunto de itens atingiu o valor médio de R$ 929,58, uma queda de 0,81% em relação à semana anterior. Com média mensal de R$ 926,00, esta é a maior média mensal registrada em 2026 até o momento.
Já no comparativo anual, a cesta segue em alta, com o valor atual 16,97% acima dos R$ 794,70 registrados no mesmo período de 2025. O aumento em relação ao ano anterior, bem acima da inflação nacional, preocupa o presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves (Tião da Zaeli).
“Mesmo com o recuo registrado no encerramento de outubro, o custo médio mensal da cesta atingiu o maior patamar de 2026 até o momento. Esse cenário demonstra a dificuldade de recuperação do poder de compra das famílias e reforça a importância do acompanhamento contínuo desses indicadores, realizado pela Fecomércio-MT em consonância com os estudos e análises da Confederação Nacional do Comércio (CNC)”, afirma Tião da Zaeli.
Destaques da semana
Entre os destaques da última semana de outubro, a batata registra a segunda queda consecutiva no preço. Com variação semanal negativa de 7,96%, o produto atingiu o valor médio de R$ 7,18/kg. Apesar disso, o preço atual segue 66,36% acima do registrado no mesmo período de 2025.
Conforme análise do IPF-MT, o clima mais estável contribui para a retomada da produção, aumentando a quantidade ofertada. Ainda assim, devido ao atraso na colheita, é possível observar uma qualidade inferior do tubérculo. Essas condições podem ter contribuído para a redução do preço.
Outro item que apresentou queda foi o tomate, com variação semanal negativa de 3,69% e valor médio de R$ 14,27/kg. No entanto, o preço atual está 139,29% acima do registrado no mesmo período de 2025. As temperaturas mais amenas nas regiões produtoras atrasaram a maturação do fruto, prejudicando sua qualidade. Apesar da oferta restrita, a aparência menos atrativa pode ter contribuído para a redução dos preços.
Em contrapartida, alguns itens da cesta apresentaram aumento de preço, como o óleo de soja, que atingiu o valor médio de R$ 9,08 por 900 ml, com variação positiva de 2,47% na semana. O valor atual está 1,75% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.
Segundo avaliação do instituto da Fecomércio-MT, a preocupação com os possíveis efeitos do El Niño levou à preferência pela estocagem do grão, em vez de destiná-lo à produção de óleo. Além disso, a alta demanda interna pelo produto, tanto para a fabricação de biodiesel quanto para o consumo doméstico, pode ter contribuído para a pressão observada nos preços.
A alta dos preços dos alimentos no comparativo anual pode provocar mudanças no comportamento de compra das famílias, como explica o presidente da Fecomércio-MT.
“A permanência da cesta básica em patamar elevado pode estimular mudanças nas escolhas de consumo, com famílias priorizando produtos essenciais, buscando alternativas mais econômicas e ajustando a frequência das compras”, afirma.
Ainda conforme avaliação do IPF-MT, a manutenção de despesas elevadas com alimentação pode limitar o consumo em outras atividades, tornando o comportamento dos preços da cesta básica um importante indicador das condições financeiras das famílias.
Entenda a pesquisa
Realizada semanalmente pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), a pesquisa visita 12 supermercados da capital mato-grossense e analisa os preços dos 13 itens que compõem a cesta básica. O levantamento permite acompanhar as variações e entender o comportamento dos preços desses produtos.
São eles:
- Carne bovina;
- Leite;
- Feijão;
- Farinha de trigo;
- Batata;
- Tomate;
- Pão francês;
- Café;
- Banana;
- Açúcar;
- Óleo de soja;
- Manteiga.
Featured
Listas de boicote eleitoral mobilizam entidades e geram ação do MPT contra redes sociais

Abrasel, OAB e Justiça do Trabalho alertam para ilegalidade e discriminação contra empresas e trabalhadores pós-eleições 2026
A disseminação de listas que identificam empresas, comerciantes, profissionais liberais e trabalhadores com o objetivo de boicotá-los em razão de suas preferências políticas tem provocado reação de entidades representativas e órgãos ligados ao sistema de Justiça.
Nas últimas semanas, organizações empresariais, seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) passaram a alertar para os riscos jurídicos e democráticos associados a iniciativas que incentivam o boicote econômico ou a perseguição profissional por razões político-partidárias.
A mobilização ocorre em meio ao aumento dos relatos de constrangimentos, discriminação e retaliações registrados após as eleições de 2026.
Bares e restaurantes
O setor de bares e restaurantes está entre os mais afetados por esse tipo de lista – o que levou a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) a ser uma das primeiras entidades empresariais a se manifestar oficialmente sobre o tema.
Em nota intitulada “Abrasel repudia listas de boicote e discurso de ódio após as eleições”, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes condenou a circulação de listas que associam estabelecimentos a determinados posicionamentos políticos e incentivam consumidores a deixar de frequentá-los.
A associação lembra que os empresários têm diferentes convicções políticas e que a diversidade de opiniões deve ser respeitada.
Alertou também que campanhas voltadas a prejudicar economicamente empresas e trabalhadores podem gerar responsabilização civil e judicial – e que iniciativas desse tipo afetam não apenas os proprietários dos negócios, mas também os funcionários que dependem da atividade econômica para obtenção de renda.
“A divulgação dessas listas pode configurar ato ilícito e sujeitar os responsáveis a ações na Justiça. Do mesmo modo, o consumidor é livre para escolher onde vai comer e beber. Nenhum estabelecimento pode discriminar ou se recusar a atender alguém em função de seu posicionamento político ou ideológico”, diz a nota.
OAB
Houve também reações de entidades que representam a advocacia. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou, em suas redes sociais, em Tocantins, nota de repúdio a listas que expõem empresas, profissionais e cidadãos em razão de suas preferências políticas.
A entidade ressaltou que a liberdade de manifestação e a pluralidade de ideias constituem pilares do Estado Democrático de Direito e advertiu que atos de discriminação ou constrangimento podem resultar em responsabilização legal.
Na avaliação da seccional, divergências eleitorais não podem servir de justificativa para perseguição econômica, exposição pública ou restrição de direitos.
Ministério Público do Trabalho
O Ministério Público do Trabalho tem identificado situações em que plataformas digitais são utilizadas para forçar empresários a “vigiar, expor, deixar de contratar e demitir funcionários por causa do voto”.
Diante dessa situação, os procuradores entraram com ação civil pública cobrando da Meta (dona de plataformas como Instagram, Facebook e Threads) que retire do ar esse tipo de publicação. Segundo o MPT, após o segundo turno das eleições, perfis nas plataformas passaram a convocar empregadores nesse sentido.
“Publicações de empresários, influenciadores e até parlamentares orientam vasculhar as redes sociais de trabalhadores para descobrir em quem votaram e, no caso de a opção ser diferente do patrão, mandá-los embora”, disse o MPT.
O procurador do trabalho Maurício de Mello informou que o MPT recebeu, apenas nos três dias posteriores ao pleito, 1.140 denúncias de assédio eleitoral, de um total de 3.080 registradas desde o início da campanha.
Segundo ele, os dados demonstram que parte significativa das ocorrências ocorreu após a definição do resultado das urnas. “Quase 30% das denúncias ocorreram pós-processo eleitoral. Isso é uma preocupação muito grande”, disse.
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirmou que os efeitos dessas práticas atingem não apenas trabalhadores assalariados, mas também profissionais autônomos e pequenos estabelecimentos comerciais que manifestaram posicionamentos políticos.
Prática autoritária
A organização de listas de boicote a empresas levou a ex-deputada federal gaúcha Manuela d’Ávila (PCdoB) a divulgar um vídeo no qual compara a circulação de listas de boicote por posicionamento político à perseguição econômica promovida contra comerciantes judeus na Alemanha nazista.
Segundo ela, a identificação pública de empresas e profissionais para estimular prejuízos econômicos em razão de suas convicções políticas constitui uma prática autoritária e deve ser combatida ainda em seu estágio inicial.
“Sabe como começou o boicote aos judeus na Alemanha nazista? Com listas. Em 1933, os nazistas organizaram um boicote nacional contra estabelecimentos e profissionais judeus. Eles identificavam quem eram essas pessoas, onde trabalhavam e quais lojas e negócios lhes pertenciam”, disse a ex-deputada.
Processo de fascistização
Professor de História Contemporânea da UFRJ e da Escola de Comando do Estado-Maior do Exército, Francisco Carlos Teixeira confirma a referência histórica citada por Manuela d’Ávila.
Segundo ele, a organização de listas como estas é uma “prática comum” a todos os regimes autoritários, às ditaduras e ao fascismo. Foi inclusive adotada durante a ditadura militar brasileira, tendo resultado em cassações, exílios e até mortes.
“Na Alemanha nazista, esse processo foi claramente colocado em prática e nós o chamamos, historicamente, de processo de fascistização: a ocupação das instituições a partir do expurgo de pessoas consideradas perigosas para o regime”, explicou.
Agro Mato Grosso13 horas agoColisão frontal entre caminhão e picape mata duas pessoas na BR-163 I MT
Sustentabilidade14 horas agoDólar em alta sustenta preços da soja no Brasil, apesar de quedas em Chicago
Business14 horas agoMoagem de cana cai 17,8% na primeira quinzena de outubro
Business12 horas agoPlantio de milho na Argentina atinge 47,3% da área prevista
Agro Mato Grosso13 horas agoVenda de alimentos cresce até 400% após fim das bets I MT
Business8 horas agoExpoCal 2026 abre programação com foco técnico para produtores no Paraná
Sustentabilidade6 horas agoFertilizantes: Importações caem 15,7% no Brasil – MAIS SOJA
Featured3 horas agoListas de boicote eleitoral mobilizam entidades e geram ação do MPT contra redes sociais
















