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30 de outubro de 2026

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Vai parar de chover em setembro? Veja se a água dá trégua no mês mais chuvoso em 80 anos

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Imagem gerada por IA

As chuvas continuam sobre grande parte da região Sudeste, mas a previsão indica uma trégua nos próximos dias. Na grande São Paulo, o acumulado já ultrapassou 218 milímetros até as 9 horas desta segunda-feira (14), colocando setembro como o segundo mês mais chuvoso dos últimos 84 anos. Nunca choveu tanto assim no mês!

O volume está próximo do recorde histórico para o mês, de mais de 243 milímetros. Com a previsão de novas precipitações ao longo dos próximos dias, a expectativa é de que o acumulado continue subindo até o fim de setembro.

A instabilidade é provocada principalmente por uma área de baixa pressão na costa de São Paulo e do Rio de Janeiro. O sistema mantém as condições favoráveis para chuva forte em diferentes áreas do país, especialmente no Sudeste.

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Os maiores volumes ainda são esperados em áreas do Rio de Janeiro, São Paulo e Centro-Sul de Minas Gerais. A chuva deve continuar até esta terça-feira (15), mas perde força a partir de quarta-feira (16).

A trégua, porém, não deve durar muito. A previsão indica o retorno das chuvas próximo ao dia 20, ainda que com intensidade menor em algumas áreas.

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No interior de São Paulo, Amparo deve registrar mais de 12 milímetros de chuva nesta terça-feira. A partir de quarta-feira, o tempo fica mais seco, mas a precipitação volta a ganhar força por volta do dia 20, quando são esperados mais de 23 milímetros.

Em Três Corações, no Sul de Minas Gerais, a previsão aponta quase 31 milímetros de chuva nesta terça-feira. O volume chama atenção por ocorrer em apenas um dia e atinge uma importante região produtora de café. Depois da pausa a partir de quarta-feira, a chuva deve retornar próximo ao dia 20, mas com menor intensidade.

Por outro lado…

Enquanto o Sudeste enfrenta uma sequência de chuvas, outras áreas do país seguem com tempo quente e seco. As temperaturas máximas continuam elevadas principalmente na região Norte. Em Gurupi, no Tocantins, o calor deve ser intenso, enquanto em Cuiabá, Mato Grosso, as temperaturas ficam próximas dos 33°C.

O cenário de calor e baixa umidade em algumas áreas do interior do país também aumenta a preocupação com o risco de queimadas.

Para os próximos cinco dias, entre 15 e 19 de setembro, a previsão não indica volumes expressivos de chuva em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, dois estados importantes para o início do plantio da soja.

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Em Mato Grosso, os acumulados não devem passar de 15 milímetros em grande parte das áreas produtoras. Regiões como Rondonópolis e Sinop continuam com pouca chuva, o que pode atrasar o avanço do plantio da safra 2026/27.

Enquanto isso em Mato Grosso do Sul o cenário é diferente. O vazio sanitário termina nesta terça-feira (15), liberando o início do plantio da soja. No Centro-Sul do estado, o solo apresenta melhores condições de umidade após as chuvas registradas nas últimas semanas, o que pode favorecer a entrada das máquinas e o início da semeadura.

A tendência, portanto, é de que Mato Grosso do Sul consiga avançar primeiro no plantio, enquanto Mato Grosso pode precisar esperar um pouco mais pela chegada de chuvas capazes de melhorar as condições para a semeadura.

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Chapada dos Guimarães cresce e terá o primeiro endereço comercial planejado da cidade; construtora prepara lançamento de terrenos no Mirante

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Chapada dos Guimarães com 19 mil moradores, recebe até três vezes esse número ao dia de turistas nas temporadas de eventos, a cidade destino de refúgio entra na fase dos empreendimentos comerciais planejados.

A Chapada cresce e se prepara para receber seu primeiro empreendimento comercial de médio porte. A Incorporadora São Benedito trabalha no lançamento, na região do Mirante, um dos vetores de crescimento da cidade. O projeto é o primeiro loteamento comercial planejado do município e marca a entrada do modelo de terrenos comerciais na cidade turística.

Os detalhes do empreendimento ainda não foram revelados, mas será um loteamento disputado, com apenas 25 lotes. O anúncio confirma o que o mercado local já vinha sinalizando; Chapada comporta hoje um produto comercial moderno, bem equipado para atender com mais qualidade os turistas e a população local, diante de novas áreas residenciais que não param de avançar.

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“A Incorporadora São Benedito   quer continuar contribuindo com o desenvolvimento e o crescimento sustentável de Chapada dos Guimarães. Já lançamos um marco da construção civil de alto padrão, o Vale dos Guimarães, e vamos avançar com o novo produto comercial, o primeiro da cidade. Reconhecemos o valor ambiental, cultural e histórico de Chapada, que cresce e permanece. Vamos fazer parte desse movimento com investimentos que orgulham os Chapadenses, e contribuem para atrair mais turistas”, posiciona o diretor de Produtos da São Benedito, Gilson Porto.

Ainda, segundo Porto, o problema de Chapada não é falta de visitantes. É falta de estrutura para atender todos ao mesmo tempo. Distante 65 km de Cuiabá, a cidade recebe nas temporadas de eventos um público até três vezes maior que sua população. Festival de Inverno, Natal Luz, competições esportivas, ecoturismo e turismo de aventura enchem pousadas, restaurantes, cafeterias e restaurantes e estacionamentos.

“O comércio, hoje, está espalhado e concentrado no miolo histórico, que já não absorve o fluxo. Faltam mais pontos de conveniência, um novo corredor gastronômico, estacionamento e serviços. É exatamente esse espaço que o novo loteamento passará a ocupar, região vizinha ao Vale dos Guimarães, conhecido como condomínio Charme, marcando em breve um dos endereços residenciais mais consolidados da cidade, e vai marcar também o novo eixo de acesso a Chapada dos Guimarães, posição que reforça o Mirante como porta de entrada do município para quem chega pela MT-251 e consolidará a região como frente natural de expansão do comércio”, defende.

O turismo sustenta a tese. Os números dão base ao movimento. O Parque Nacional de Chapada dos Guimarães registrou 183.675 visitantes, o maior volume de sua história, com crescimento de cerca de 50% em apenas um ano. O resultado supera com folga os patamares anteriores à pandemia e mantém o parque entre os destinos de ecoturismo mais procurados do país.

Em rankings recentes de turismo nacional, a cidade apareceu no Top 40 dos destinos mais procurados do Brasil, puxada por trilhas, cachoeiras e contemplação.

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O Mirante como novo endereço do comércio

A escolha do Mirante não é acidental. A região reúne acesso, topografia e espaço para projetos de maior porte, justamente o que falta no núcleo histórico. “Chapada dos Guimarães deixou de ser apenas destino de passeio e passou a ser endereço. A diferença parece pequena, mas muda tudo, requer mais infraestrutura. Com turista em recorde, calendário de eventos mais denso e morador fixo em alta, área comercial planejada deixou de ser aposta de longo prazo. Virou a frente de maior retorno em Mato Grosso”, pontua.

 

Serviço:

Central de Vendas: (65)3627 5555

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AI: Luciana Gaviglia (65)99253 0622

 

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Celular da empresa na nuvem: como dividir o acesso da equipe

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Aparelho único na mesa de um funcionário trava a operação; com um Android remoto, quem tem acesso abre pelo navegador

Muitas empresas mantêm um “celular da empresa” só para os aplicativos do negócio: o aplicativo de vendedor do marketplace, o do fornecedor, o perfil da loja nas redes, o aplicativo de atendimento. Esse aparelho costuma ficar na mesa de uma única pessoa. Quando ela falta, ninguém acessa; quando o celular quebra ou some, a operação para. Um celular na nuvem resolve parte desse problema: é um Android que fica ligado na estrutura de uma empresa especializada, que a equipe abre pelo navegador e que sai para a internet por um endereço próprio. O aluguel pode ser por hora, para testar, ou por mês, para o uso contínuo.

Em Mato Grosso, é fácil reconhecer o arranjo numa loja de Cuiabá ou de Várzea Grande que vende on-line, numa revenda do agro que atende clientes por aplicativo ou numa agência que cuida dos perfis de empresas do interior. A equipe está espalhada, mas o celular é um só, e fica num lugar só.

O problema do aparelho único

O celular da empresa concentra riscos que só aparecem quando algo dá errado:

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  • dependência de uma pessoa, que precisa estar presente para qualquer acesso;
  • mistura com o uso pessoal, quando o “celular da empresa” é, na verdade, o aparelho de um funcionário;
  • perda de acesso quando o funcionário deixa a empresa e leva o aparelho, a senha ou o número;
  • interrupção da operação quando o aparelho quebra, é roubado ou fica sem bateria fora do expediente.

Há também uma questão legal. A Lei Geral de Proteção de Dados, em seu artigo 46, exige que quem trata dados pessoais adote medidas de segurança técnicas e administrativas para protegê-los de acessos não autorizados e de perda. Um aparelho com conversas e cadastros de clientes, sem controle de quem o usa, é o tipo de ponto frágil que o artigo alcança.

O que é um celular na nuvem

É um Android instalado fora da empresa e operado pela internet. Quem acessa vê a tela do celular dentro do navegador e opera tudo com o mouse, que faz as vezes do dedo, e com o teclado do computador. Aplicativos, contas e arquivos ficam no aparelho, e não no computador de quem acessa.

No modelo da ProxyBox, que tem sede no Brasil, cada cliente recebe um Samsung Galaxy S8 de verdade, só para ele durante o aluguel, rodando Android 9 com a loja Google Play. Ele sai para a internet por um IP brasileiro exclusivo de provedor ou por um proxy que o cliente já tenha na ProxyBox. Dá para alugar celular na nuvem por hora, para validar se os aplicativos da empresa funcionam, e depois passar para planos mais longos, de 7 dias a 1 ano. Quem liga a opção de aparelho fixo continua no mesmo celular a cada novo período, pago com o saldo da carteira, e encontra os aplicativos e as contas como deixou.

Desligar os computadores da empresa não desliga o celular: ele segue ativo até o fim do período contratado. Quinze minutos antes do vencimento, o cliente recebe um alerta por e-mail e outro no painel.

Como organizar o acesso da equipe

Levar o celular para a nuvem não dispensa regras. Algumas práticas evitam que o problema mude de lugar:

  1. Crie uma conta Google só da empresa para baixar os aplicativos, em vez de usar a conta pessoal de alguém.
  2. Guarde as credenciais num gerenciador de senhas da empresa, com acesso apenas de quem precisa.
  3. Registre quem acessa e quando, para saber quem fez cada alteração.
  4. Concentre os códigos de verificação em um número ou e-mail da empresa, e não no celular pessoal de um funcionário.
  5. Revise os acessos sempre que alguém entrar ou sair da equipe.

Para quem precisa acompanhar um aplicativo que deve ficar aberto o tempo todo, há extras opcionais, como um vigia que reabre o aplicativo se ele fechar e tira fotos da tela em intervalos definidos, e a gravação de tela, que guarda vídeos curtos por sete dias.

Quando o aplicativo pede Android mais novo

O aparelho físico é a escolha de quem quer um celular real nas mãos, à distância, com a ressalva de que ele roda Android 9. Quando o aplicativo exige uma versão mais nova do sistema, a alternativa é o Android virtual da ProxyBox, que roda num servidor, com Android 13, 12 ou 15 e modelo de aparelho à escolha. Ele também usa endereço de internet brasileiro de provedor e já chega configurado em português, com a localização do aparelho na mesma cidade do IP. Pelo painel, a localização do aparelho pode ser posta em outra cidade, mas o IP continua mostrando a cidade dele: só o GPS muda.

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A diferença prática é simples: o físico tem Android 9 e é um aparelho real; o virtual tem versão nova do sistema e é apagado e recriado com outra identidade quando o cliente pede para recomeçar do zero.

O que um celular na nuvem não faz

As limitações precisam entrar na decisão antes do aluguel:

  • sem chip de operadora, o aparelho não serve para receber códigos por SMS nem para telefonar;
  • o aparelho físico não tem GPS, câmera nem som chegando ao navegador, o que exclui aplicativos de mapa, de entrega e de transporte que dependem da localização do aparelho, além de chamadas de vídeo;
  • apps de banco e carteiras digitais checam se o celular é certificado e muitas vezes recusam rodar fora de um aparelho comum;
  • não há garantia de conta: regras das plataformas e comportamento de uso continuam valendo.

Quando o aluguel termina sem renovação, o aparelho é apagado por completo, com aplicativos, contas e arquivos, antes de outro cliente usar. É uma proteção para os dados da empresa, mas exige atenção à data de vencimento.

Quando vale a pena

O celular na nuvem compensa quando o aparelho da empresa é usado por mais de uma pessoa, quando precisa ficar disponível fora do expediente ou quando a empresa quer separar de vez os aplicativos do negócio dos aparelhos pessoais dos funcionários. Para uma única pessoa que usa um aplicativo de vez em quando, um aparelho simples na gaveta ainda pode ser a solução mais barata.

Perguntas frequentes

Quem aluga o aparelho consegue ver a tela de outros clientes?

Não. Cada aparelho atende um cliente de cada vez, e outros clientes não têm acesso à tela.

O que acontece com os dados quando o aluguel acaba?

O aparelho é apagado por completo: aplicativos, contas e arquivos somem antes do próximo uso. Para manter tudo, é preciso adicionar tempo antes do fim, ligar a renovação ou contratar a guarda do aparelho.

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É preciso instalar algum programa?

Não. Basta um navegador comum e atualizado, tanto no computador quanto no próprio celular de quem acessa.

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Bombeiros apagam incêndio que destruiu três veículos em garagem em Guarantã do Norte

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu, na madrugada desta quinta-feira (29.10), um incêndio que atingiu três veículos em uma residência, em Guarantã do Norte (a 709 km de Cuiabá).

A equipe do 4º Núcleo Bombeiro Militar (4º NBM) foi acionada às 2h para a ocorrência no bairro Santa Marta. De acordo com o relato dos moradores, eles acordaram ao ouvir ruídos semelhantes a uma explosão.

Ao chegar ao local, os bombeiros localizaram uma caminhonete, um carro e uma motocicleta em chamas na garagem localizada no quintal do imóvel. Em seguida, iniciaram os trabalhos de combate ao fogo .

Na ação, a equipe utilizou aproximadamente três mil litros de água. Após o controle do fogo, foi realizado o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis novos focos.

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Não há informações das causas do incêndio. Não houve registro de feridos.

 

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