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Anec revisa para cima estimativa de embarques de soja em fevereiro

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Foto: Claudio Neves/ Portos do Paraná

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou para cima a estimativa de embarques de soja do Brasil em fevereiro, que agora pode alcançar até 12,41 milhões de toneladas. Na semana anterior, a projeção era de 11,42 milhões de toneladas.

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Complexo soja e milho

A entidade também elevou as previsões para outros produtos do complexo soja e para o milho. Os embarques de milho foram ajustados para 953.217 toneladas, ante 793 mil toneladas estimadas na semana passada. No caso do farelo de soja, a nova previsão é de 1,92 milhão de toneladas, acima das 1,63 milhão de toneladas projetadas anteriormente. Para o trigo, a estimativa subiu para 258.951 toneladas, frente às 139,3 mil toneladas previstas há uma semana.

8 a 14 de fevereiro

Para a semana entre 8 e 14 de fevereiro, o line-up aponta embarques de 3,37 milhões de toneladas de soja, com maior concentração nos portos de Santos (1,35 milhão de toneladas), Paranaguá (720,7 mil toneladas) e Barcarena (471,1 mil toneladas).

Os embarques de milho no período devem somar 330.861 toneladas, liderados por Rio Grande (180,7 mil toneladas) e São Luís (58 mil toneladas). Já o farelo de soja tem previsão de 574.822 toneladas, com destaque para Paranaguá (190 mil toneladas) e Santos (175 mil toneladas).

Na semana anterior, foram embarcadas 1,53 milhão de toneladas de soja, 277,6 mil toneladas de farelo e 431,3 mil toneladas de milho. Os principais volumes de soja saíram pelos portos de Santos (552,9 mil toneladas) e Barcarena (342,6 mil toneladas). No milho, a maior movimentação ocorreu em São Francisco do Sul (134,3 mil toneladas) e Rio Grande (116,5 mil toneladas).

A Anec ressalta que as projeções de fevereiro baseiam-se no cronograma de embarques atual e podem sofrer alterações conforme as condições logísticas e climáticas nos portos.

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Soja no RS é devastada pela estiagem e produtor relata lavoura ‘praticamente morta’; assista ao vídeo

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Reprodução Canal Rural

A estiagem prolongada já provoca impactos severos nas lavouras de soja do Rio Grande do Sul, especialmente na região norte do estado. Na divisa com Santa Catarina, produtores relatam mais de 40 dias com chuvas irregulares e insuficientes, cenário que comprometeu de forma irreversível parte das áreas cultivadas.

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De acordo com relato do produtor Fernando, de Caiçara (RS), há lavouras praticamente perdidas, que não devem sequer cobrir os custos de produção, mesmo que volte a chover nos próximos dias. Segundo ele, a realidade se repete em grande parte do território gaúcho, evidenciando um cenário de quebra relevante na safra.

Vai chegar chuva?

A previsão indica retorno da chuva a partir do fim de semana, com volumes entre 30 e 50 milímetros e risco de temporais com rajadas que podem superar 100 km/h em áreas do Estado. No entanto, os acumulados previstos são considerados insuficientes para reverter os danos já consolidados, especialmente em lavouras em fase de enchimento de grãos.

Entre os dias 21 e 25 de fevereiro, a tendência é de novo predomínio de tempo quente e seco em praticamente todo o Rio Grande do Sul, reforçando o risco de aprofundamento das perdas. Para os próximos 30 dias, o cenário aponta chuvas irregulares, com volumes mais consistentes apenas no fim do mês e início de março, possivelmente tarde demais para áreas já comprometidas.

O impacto negativo na soja já está consolidado. A estiagem prolongada ocorreu justamente em um momento crítico do ciclo, após um início de safra que teve suporte pontual das chuvas. A irregularidade das precipitações no Estado foi intensificada pela concentração da umidade no Brasil Central, em meio a episódios recorrentes da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto o Sul enfrentava déficit hídrico.

Ao mesmo tempo, o excesso de chuva no Sudeste e no Centro-Oeste mantém o alerta para temporais, alagamentos e deslizamentos. Minas Gerais e Rio de Janeiro seguem com o risco elevado devido ao solo saturado, e novos episódios de chuva intensa ainda podem provocar transtornos nas próximas 48 horas.

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Agro Mato Grosso

Desafios internacionais e logísticos: como economia de Mato Grosso mantém crescimento em 2026

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Com um terço de toda a safra recorde de grãos do ano passado, a economia de Mato Grosso deve permanecer em expansão neste ano puxada pelo agronegócio e pelos investimentos em agroindústria, apesar dos desafios internacionais na pauta exportadora e dos gargalos logísticos para escoar a produção agrícola.

Isso acontece apesar do recuo no Produto Interno Bruto (PIB), que soma todos os bens e serviços produzidos, previsto para ficar em torno de 2,2% neste ano, de acordo com estimativa da pesquisa mensal Resenha Regional do Banco do Brasil. Em 2025, o PIB do estado alcançou 6,4%.

O economista responsável pela pesquisa Júlio César da Cunha Lopes explicou que essa queda significa uma correção que naturalmente acontece após um resultado recorde na safra de grãos 2024/2025.

“O estado tende a continuar sua trajetória de crescimento em 2026. Mas saiu de 6,4% para caminhar em 2,2% neste ano, porque o ano passado teve uma safra extraordinária, e neste ano tem um cenário de correção de safra. A gente estima que o PIB agropecuário de 18,5% no estado, muito robusto, então é natural que tenha um recuo, mas tem compensações em outros segmentos”, afirmou.

Um desses setores é o de energia. A economia brasileira vive um momento de transição energética forte, segundo Lopes. “Ano passado foi implementada a nova composição da gasolina, então o percentual de álcool saiu de 27% para 30%, o que coloca Mato Grosso no centro dessa transição pela capacidade de biocombustível. Há um processo de diversificação na economia em andamento”, disse.

Essa diversificação no estado também passa pelo aumento da indústria e dos serviços. A pesquisa aponta ainda que a produção de etanol deve se consolidar como referência nacional em biorrefinarias, que segue em expansão no estado, enquanto a produção agrícola deve recuar por causa da redução na safra.

Em janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estimou uma queda de 1,8% na safra de grãos comparada com a registrada em 2025, saindo de 346,1 milhões de toneladas para 339,8 milhões de toneladas.

Ainda assim, o agro continua sustentando a economia do estado em todos os sentidos, de acordo com Lopes. “Quase 40% da economia do estado acontece da porteira para dentro, com a agricultura e pecuária, e tem a cadeia da indústria altamente dependente do agro, quase 50% da produção industrial do estado depende de alimentos e 10% é de biocombustível, tudo voltado ao agro”, explicou.

Enquanto no cenário internacional, o estado também mantém um papel fundamental. Para o economista-chefe do Banco do Brasil Marcelo Rebelo, a participação de Mato Grosso no cenário da economia mundial possui grande relevância, especialmente na alimentação.

“Tenho dificuldade de enxergar a economia mundial sem Mato Grosso. A questão da segurança alimentar é um tema cada vez mais relevante sob o aspecto mundial. Até 2050 vamos ter incremento por demanda de alimentos, como África e Ásia que tem dificuldade em produzir esse produto, e quem vai lidar com isso são os grandes produtores de alimentos, com Brasil, o que inclui Mato Grosso com grande destaque. Então, eu não tenho dúvidas em colocar que quando a gente pensa em incremento populacional, camadas que demandam muito alimento, o peso da economia mato-grossense é muito relevante”, analisou.

Já o professor de economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Fernando Henrique Dias explicou que o estado passa por um momento de pleno emprego, o que explica esse crescimento econômico.

“O grande diferencial é que enquanto a economia nacional deve crescer 2% e 2,5%, Mato Grosso deve superar essa média nacional, essa é a grande diferença, impulsionado pelo agronegócio e pelos investimentos na cadeia produtiva”, afirmou.

O que vai em linha com o observado por Lopes. “Mato Grosso é o estado que mais cresce no país nos últimos dez anos. A taxa média de crescimento do estado foi de 3,7%, e a do Brasil, 0,6%. Quando olha para a estrutura fiscal também está entre as melhores do país, assim como as transformações estruturais no campo energético, que também está bem posicionado”, disse.

Nos próximos anos, a expectativa de Lopes é que a economia mato-grossense passe por uma integralização para expandir ainda mais. “Quanto mais a economia de Mato Grosso se integrar com outras economias regionais e resolver esses gargalos logísticos, mais o estado continuará seu processo de crescimento e atração de pessoas de fora para ocupar espaços na economia local”, finalizou.

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Mercado sênior impulsiona novo padrão de moradia e orienta projetos em cidades médias

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Assessoria – O mercado brasileiro de residências voltadas ao público sênior – acima de 60 anos – deve crescer de US$ 82,3 bilhões em 2025 para US$ 135,6 bilhões até 2031, com taxa anual de 8,7%, impulsionado pelo envelhecimento da população, pela urbanização e pela demanda por moradias que integrem bem-estar, segurança e autonomia, conforme relatório da empresa Mobility Foresights.

É dentro desse cenário econômico que o Parque Sinop, da PZ Empreendimentos, se insere ao adotar soluções habitacionais alinhadas ao conceito Senior Living, no empreendimento erguido em Sinop (MT).

O empreendimento acompanha uma tendência de mercado que deixa de tratar a moradia para idosos como nicho e passa a enxergá-la como estratégia de médio e longo prazo. Relatórios do setor apontam que, nos próximos anos, esse modelo deve evoluir para formatos mais integrados, com foco em prevenção, qualidade de vida e autonomia, reduzindo a necessidade de adaptações futuras.

No Parque Sinop, essa lógica se traduz em apartamentos com circulação acessível, portas com largura ampliada, ausência de desníveis, banheiros seguros e sistemas de emergência, além de áreas comuns planejadas para promover convivência, bem-estar e integração com o entorno urbano. O modelo dialoga com critérios ESG cada vez mais valorizados por investidores, como eficiência energética, inclusão e sustentabilidade.

Segundo o CEO da PZ Empreendimentos, Filipe Pitz, o Parque Sinop já nasce alinhado a essa leitura econômica e demográfica.

“Pensamos o projeto para acompanhar o morador ao longo do tempo. As soluções de acessibilidade, a ausência de desníveis, os banheiros adaptados, a circulação mais segura e os sistemas de apoio não são voltados apenas à terceira idade, mas a qualquer pessoa que queira morar com mais funcionalidade, conforto e previsibilidade para o futuro”, afirma.

Outro diferencial do empreendimento é a Rua Acalmada, uma tendência internacional conhecida como traffic calming, que prioriza a redução da velocidade dos veículos, aumenta a segurança e devolve o espaço urbano às pessoas. Em Sinop, a Rua Acalmada vai conectar o Parque Sinop com o PZ Offices e o PZ Ecomall, primeiro shopping gastronômico da cidade.

Dados do IBGE mostram que a proporção de brasileiros com mais de 60 anos quase dobrou nas últimas duas décadas e deve ultrapassar 30% da população até 2060. Esse movimento pressiona o mercado imobiliário a oferecer produtos mais adequados a um perfil de morador que busca permanência prolongada no imóvel, autonomia e segurança no cotidiano.

Além do crescimento populacional, o público sênior concentra cada vez mais renda e poder de consumo. Informações do Instituto Locomotiva indicam que a economia prateada movimenta atualmente cerca de R$ 1,8 trilhão por ano no Brasil, com projeção de alcançar R$ 3,8 trilhões até 2044, consolidando o envelhecimento como vetor econômico relevante.

Pitz aponta que os empreendimentos que incorporam o conceito Senior Living tendem a ganhar protagonismo no mercado imobiliário brasileiro, especialmente em cidades médias com crescimento econômico consistente.

“Mais do que uma escolha arquitetônica, trata-se de uma resposta direta às mudanças estruturais da economia, da demografia e do comportamento de consumo no país. É uma oportunidade para investidores diante do envelhecimento populacional e escassez de oferta de empreendimentos como o Parque Sinop”.

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