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Genética avançada em sementes impulsiona resultados em concurso nacional de produtividade de milho

Híbridos da Bayer dominaram ranking nacional do Getap safrinha com 12 das 20 melhores marcas, inclusive com o campeão na categoria Irrigado
A Bayer reafirma sua liderança histórica e tradição em alta produtividade no milho safrinha ao dominar mais uma vez o pódio do Concurso Nacional de Produtividade de Milho Inverno 2025. A companhia conquistou o primeiro lugar na categoria Irrigado e 12 das 20 primeiras posições do ranking nacional, tendo suas sementes como as que tiveram melhor performance na edição do Getap 2025 – Grupo Tático de Aumento de Produtividade (Getap) –, que visa reconhecer e premiar os agricultores que alcançam altos resultados na produção de milho no Brasil.
“O resultado comprova a força e a estabilidade de nosso portfólio”, acredita Marco Túlio Gonçalves, líder do negócio de Milho da Bayer no Brasil. Para ele, a evolução da biotecnologia, combinada com híbridos da Bayer – Agroeste, Dekalb e Sementes Agroceres –, de alta performance, contribuiu para os resultados, “já que são variáveis que o agricultor pode escolher e prever, o que já não acontece com clima, pragas, enfim, outros elementos que também impactam na produtividade do cultivo.”
A força do portfólio da Bayer ficou evidente no pódio da categoria Irrigado. O grande destaque da categoria foi o produtor Douglas Orth, de Correntina (BA), que alcançou a marca de 244,9 sacas por hectare com o híbrido AG8701 PRO4, da marca Sementes Agroceres. O resultado expressivo em um ambiente de alto investimento evidencia o teto produtivo e a adaptabilidade da genética Bayer.
Outros sete produtores que utilizaram a genética da Bayer figuraram no Top 10 da Categoria Irrigado: Fabricio Rosso Pacheco (3º), Leonardo Jonas Stefanello (4º), Helio Akira Yamamoto (5º), Joaquim Shigueharu Nishi (6º), José Antenor Scatulin (7º), Kaio Fiorese (8º) e Paulo Plínio Scherer (10º), utilizando híbridos das marcas Sementes Agroceres e Agroeste.
Os resultados de destaque no Getap são o reflexo direto de uma evolução estratégica no negócio de sementes de milho da Bayer. A companhia combina seu robusto programa de melhoramento genético com a inteligência de dados de plataformas como o Bayer VAlora Milho para entregar soluções personalizadas e próximas dos agricultores. O objetivo é conectar a genética de ponta com recomendações de manejo direcionadas, garantindo que o potencial de cada híbrido seja plenamente realizado nas condições específicas de cada fazenda, maximizando a produtividade e a rentabilidade.
O desenvolvimento de um portfólio robusto envolve uma biotecnologia de ponta, como a VTPRO4®, presente no híbrido campeão desta edição, que oferece ampla proteção contra as principais pragas da cultura, atuando da raiz às folhas da planta.
Sobre a Bayer
Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há quase 130 anos — seu segundo maior mercado no mundo — com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.
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Manejo eficiente ajuda produtor a reduzir custos e buscar rentabilidade

A adoção de práticas mais eficientes no campo ganha importância em um cenário de custos elevados e margens mais apertadas. O planejamento do manejo, o uso racional de insumos e a aplicação de tecnologias ajudam a reduzir desperdícios e podem contribuir para preservar a rentabilidade da atividade.
Esse movimento também acompanha a evolução das exigências do mercado, que passa a demandar processos mais controlados, sustentabilidade e certificações. Na prática, isso leva propriedades a rever procedimentos e buscar maior precisão nas decisões tomadas ao longo da produção.
Em Mato Grosso, esse processo inclui mudanças na fertilização e no uso de agroquímicos. O trabalho é orientado por levantamentos da equipe agronômica, com o objetivo de utilizar somente o necessário para manter ou até melhorar a produtividade.
“Nos últimos três anos, com mais frequência ainda, a gente está trabalhando redução de custo em geral em todos os sentidos”, relata o produtor de Campo Verde, José Carlos Dolphine, ao Canal Rural Mato Grosso.
Na fertilização, a definição dos volumes utilizados considera os levantamentos realizados pela equipe agronômica. A proposta é evitar aplicações além da necessidade da lavoura e, ao mesmo tempo, preservar o potencial produtivo.
O mesmo princípio é aplicado ao manejo fitossanitário, com aplicações direcionadas e treinamentos frequentes dos colaboradores. A orientação busca reduzir o uso desnecessário de produtos e, consequentemente, os custos da propriedade.
“Para que a gente tenha um custo mais barato e pra que a gente coloque menos defensivos agrícolas no meio ambiente”, pontua Dolphine ao relacionar o manejo à economia e à sustentabilidade.
Tecnologia ajuda a identificar desperdícios
A digitalização também passa a ter papel importante nesse processo. O acesso a novas técnicas e informações permite identificar com mais precisão onde estão ocorrendo desperdícios e quais gastos podem ser evitados.
“A tecnologia, essa parte digital, toda essa informação que estamos tendo com essas novas técnicas vem trazendo um benefício pro produtor rural”, observa Dolphine.
A adoção dessas ferramentas ocorre junto à profissionalização da atividade. Para o produtor mato-grossense, o avanço tecnológico permite tornar o negócio mais eficiente e encontrar oportunidades para melhorar os resultados sem necessariamente ampliar os custos.
Esse processo também envolve instituições e empresas ligadas ao setor, que participam do desenvolvimento de variedades, técnicas e formas de manejo. “Nós temos várias empresas trabalhando isso junto com o produtor, desenvolvendo variedades novas, desenvolvendo novas técnicas, novos tipos de manejo”, destaca.
As cooperativas aparecem como outro elo dessa estrutura. Em Campo Verde, Dolphine cita a Cooperfibra, fundada há 25 anos, como exemplo de uma cadeia que reúne classificação, certificação, armazenagem e estrutura para diferentes etapas da produção.
Manejo adequado também reduz perdas de insumos
A adoção de práticas mais eficientes não se limita à decisão sobre quanto aplicar, mas também envolve a forma como os produtos são utilizados. Para Andreza Fantine, líder de Boas Práticas Agrícolas da Corteva para a América Latina, o conceito passa pelo aproveitamento correto das ferramentas disponíveis ao agricultor.
“Boas práticas agrícolas, na verdade, nada mais é do que utilizar de maneira adequada e correta todas as ferramentas que o agricultor tem à disposição para um bom manejo da sua lavoura”, define à reportagem do Canal Rural Mato Grosso.
O planejamento começa pela identificação do problema e segue até a definição dos insumos e da maneira como serão utilizados. Em um cenário de custos elevados, cada etapa interfere no resultado econômico da lavoura.
Entre os exemplos está a tecnologia de aplicação. A escolha das pontas de pulverização precisa considerar o produto e a finalidade do tratamento. Fungicidas e inseticidas podem demandar gotas mais finas para melhorar a cobertura, enquanto herbicidas exigem gotas mais grossas.
O cuidado com a regulagem dos equipamentos também contribui para diminuir perdas durante as aplicações. A orientação envolve ainda dose, tempo de aplicação e volume de calda, variáveis que precisam ser consideradas conjuntamente para tornar o uso dos produtos mais racional.
“Isso é economia, isso é um uso racional e adequado dos produtos”, resume Andreza.
A capacitação sobre essas práticas é trabalhada pela Expedição da Agricultura para Vida, projeto itinerante da Corteva que percorre o Brasil e o Paraguai. A iniciativa reúne cinco pilares: manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas, tecnologia de aplicação e segurança do aplicador.
Capacitação acompanha novas exigências do mercado
A busca por conhecimento também parte dos próprios produtores e das equipes técnicas. Além da necessidade de reduzir custos, a adoção de práticas mais eficientes está relacionada às exigências de mercados e certificações que valorizam processos mais controlados e sustentáveis.
Andreza observa que a procura por capacitação vem crescendo justamente pela necessidade de utilizar os recursos disponíveis de maneira mais eficiente. O trabalho da Expedição inclui técnicos agrícolas, agrônomos, consultores, distribuidores e clientes, de acordo com as demandas de cada região. “Usar de forma racional todos os insumos faz parte do dia a dia do agricultor”, ressalta.
A proposta é levar orientação técnica para situações encontradas no campo, considerando as particularidades de cada produção. Para isso, a equipe também coleta as demandas apresentadas pelos profissionais e produtores antes de definir os conteúdos das capacitações.
O trabalho busca aproximar conhecimento técnico e aplicação prática. “A gente escuta essas demandas e traz uma conversa baseada, obviamente, na técnica e nas inovações existentes, para entender a melhor forma do agricultor utilizar de forma adequada e eficiente os produtos”, acrescenta Andreza.
Para Dolphine, o avanço das práticas de manejo representa parte de uma transformação mais ampla dentro das propriedades. A profissionalização e o uso de ferramentas que ajudam a identificar desperdícios permitem ao produtor buscar maior eficiência justamente em um período de margens mais estreitas.
Além da eficiência dentro da lavoura, o produtor defende que Mato Grosso avance na agregação de valor à produção. A ideia é ampliar a transformação de commodities em produtos industrializados ou semielaborados, aproveitando estruturas já existentes no estado.
“Na área agrícola, a gente tem ainda muita coisa a explorar. A gente está explorando muito commodities. Nós temos que partir agora para outra esfera”, pontua Dolphine quanto a industrialização como forma de agregação de valor, à exemplo do etanol de milho.
Para ele, esse movimento depende não apenas do produtor, mas também de investimentos, instituições e acesso a recursos que permitam ampliar a industrialização. A adoção de práticas mais eficientes, por sua vez, permanece como uma das frentes para melhorar a eficiência e preservar a rentabilidade dentro da propriedade.
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CNA celebra sanção do seguro rural, mas quer derrubar veto sobre tributação

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avaliou positivamente a sanção da nova lei do seguro rural e afirmou que as mudanças representam um novo marco regulatório para o setor no país. Entre os principais avanços apontados pela entidade estão a regulamentação do Fundo de Catástrofe e a maior previsibilidade dos recursos destinados à subvenção das apólices.
A Lei nº 15.526/2026, publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União (DOU), tem origem no Projeto de Lei (PL) 2.951/2024, de autoria da senadora Tereza Cristina, e promove mudanças nas regras do seguro rural.
Segundo a CNA, a legislação busca modernizar o sistema e ampliar a segurança jurídica e a previsibilidade para produtores, seguradoras e demais agentes do setor.
O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, também destacou a atuação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) durante a tramitação da proposta no Congresso Nacional. A matéria teve como relatores o senador Jayme Campos e o deputado Pedro Lupion, presidente da FPA.
Fundo de Catástrofe
Um dos pontos destacados pela CNA é a regulamentação do chamado Fundo de Catástrofe, mecanismo criado para oferecer cobertura suplementar aos riscos do seguro rural.
Segundo Lucchi, o fundo pode contribuir principalmente em regiões mais expostas a perdas provocadas por eventos climáticos extremos.
“Esse fundo funcionará como um colchão de amortecimento para as seguradoras que estão em regiões críticas onde há muitos eventos climáticos extremos”, afirmou.
A expectativa é que o mecanismo ajude a distribuir os riscos associados a eventos de maior impacto e dê suporte ao funcionamento do mercado de seguros em áreas mais vulneráveis.
CNA destaca proteção dos recursos do seguro rural
Outro avanço apontado pela entidade é a maior previsibilidade orçamentária do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).
A nova legislação estabelece como obrigatórias as despesas da União destinadas à subvenção econômica ao prêmio do seguro rural, observados os limites previstos no Orçamento.
Na avaliação da CNA, a mudança reduz o risco de contingenciamento dos recursos e permite maior planejamento de produtores e seguradoras.
“Sofremos muito nos últimos anos com o contingenciamento. Hoje esses recursos viram obrigatórios e temos uma previsibilidade. Com isso, produtores e seguradoras podem se organizar melhor”, disse Lucchi.
O PSR permite que o governo federal arque com parte do custo da apólice, reduzindo o valor pago pelo produtor para contratar a cobertura.
Seguro poderá facilitar acesso ao crédito
A CNA também destaca as mudanças que relacionam a contratação do seguro rural às condições de acesso ao crédito.
Segundo Lucchi, produtores que contratarem seguro poderão ter acesso a condições diferenciadas nas operações de financiamento.
“Ele pode ter taxas de juros diferenciadas, prazos diferentes e outros benefícios que vão melhorar a condição de acesso ao crédito”, afirmou.
A nova legislação prevê incentivos para operações de crédito protegidas por seguro rural, incluindo condições favorecidas de financiamento e prioridade no acesso ao crédito.
Outro ponto destacado pela CNA é a criação de um banco de dados com informações sobre as operações de seguro rural. A expectativa da entidade é que a concentração dessas informações contribua para o desenvolvimento e aprimoramento dos produtos oferecidos aos produtores.
CNA quer discutir derrubada de veto
Apesar da avaliação positiva, a CNA manifestou ressalvas aos vetos feitos na sanção.
Um deles atingiu dispositivo relacionado às Letras de Risco de Seguro (LRS), que poderiam representar uma fonte alternativa de recursos para o fundo. Outro veto alcançou dispositivo relacionado à isenção de tributação do seguro.
Segundo Lucchi, a CNA defendia a medida tributária como uma forma de reduzir o custo das apólices para os produtores e pretende discutir o tema com a Frente Parlamentar da Agropecuária.
“Defendíamos essa isenção para ter preços de seguro ao produtor mais baixo. É um ponto que vamos discutir com a FPA, sobre a possível derrubada do veto ligado à tributação do seguro”, afirmou.
Os vetos presidenciais ainda precisam ser analisados pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los.
Lei ainda precisa ser regulamentada
Apesar da sanção, parte das mudanças previstas na nova legislação ainda depende de regulamentação para ser implementada.
De acordo com a CNA, os próximos passos envolvem a publicação de decretos, resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e a criação do estatuto do Fundo de Catástrofe.
Lucchi avalia que essas etapas “podem ter avanços em um futuro breve”.
Agro Mato Grosso
Tempestades devem atingir todas as cidades de MT nos próximos dias, alerta Inmet

Alerta do Inmet prevê ventos de até 60 km/h e possibilidade de queda de granizo.
Mais de 100 municípios de Mato Grosso podem ser atingidos por tempestade segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Entre esta terça-feira (29) e quinta-feira (1°) 108 cidades aparecem na lista com alerta amarelo. Já na sexta (2), as tempestades podem atingir todos os muncípios.
O alerta de perigo potencial para chuva intensa, é válido para os próximos quatro dias. Entre as cidades incluídas no alerta para todos os dias desta semana estão Cuiabá, Tangará da Serra, Sorriso, Rondonópolis, Barra do Garças e Aripuanã.
O aviso prevê chuva de até 50 milímetros por dia, ventos de até 60 km/h e possibilidade de queda de granizo.
Mesmo com a previsão de chuva intensa, o Inmet considera baixo o risco de ocorrências como cortes de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Em Cuiabá, apesar das chuvas, o calor pode continuar até quarta-feira (30), mas menos intenso do que registrado na última segunda-feira, quando a capital bateu 40°C. Entre quarta e quinta-feira (1º), as temperaturas devem variar entre 26°C e 37°C.
☀️Recorde de calor
Nesta segunda-feira (28), Nova Xavantina (MT) registrou a maior temperatura do Brasil em 2026, com 43,3°C, segundo dados do Inmet. O calor intenso não ficou restrito a Mato Grosso. Mais de 50 cidades brasileiras registraram temperaturas iguais ou superiores a 40°C nesta segunda-feira.
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