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22 de junho de 2026

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Rebanho bovino de Mato Grosso conta com 32,1 milhões de cabeças

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O rebanho bovino mato-grossense conta com pouco mais de 32,1 milhões de cabeças. É o que aponta o mais recente balanço de dados obtidos durante a campanha de atualização do estoque de rebanho, realizado entre maio e junho passado, pelo Governo do Estado, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea).

No total Mato Grosso conta com 32.186.137 animais, sendo a maioria deles concentrada nas regiões norte e oeste. As dez maiores cidades com liderança na pecuária são Cáceres (1.392.407), Vila Bela da Santíssima Trindade (1.045.584), Juara (890.526), Colniza (853.803), Juína (782.968), Alta Floresta (675.385), Pontes e Lacerda (657.725), Nova Bandeirantes (624.172), Porto Esperidião (591.895) e Poconé (581.166).

lJuntas essas cidades concentram ¼ do rebanho estadual, com 8.095.61 bois. Com o quantitativo de pouco mais de 32 milhões de gados, Mato Grosso segue na liderança nacional de rebanho, estando bem à frente do 2º colocado, o Estado do Pará com 25 milhões de bovinos, e o 3º colocado, Goiás com 23 milhões de bois.

Suínos

Dados obtidos durante a campanha de atualização do estoque de rebanho apontam ainda que Mato Grosso possui 1.654.562 suínos tecnificados (criação intensiva), presentes em 109 estabelecimentos rurais concentrados em 26 cidades.

Tapurah, Nova Mutum, Sorriso, Vera e Lucas do Rio Verde são os que mais possuem suínos comerciais.

Aves

Na criação de aves comerciais Mato Grosso conta com um total de 42.488.35 aves. Desse total de pouco mais de 42 milhões, 380.804 são aves de codorna. Todo volume está concentrado em 61 municípios, que reúnem 355 estabelecimentos rurais voltados para a criação de aves.

Nova Mutum, Primavera do Leste, Campo Verde, Sorriso e Lucas do Rio Verde são os cinco municípios que reúnem o maior número de aves comerciais.

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Senadora sai em defesa do Parque Novo Mato Grosso após críticas de Wellington Fagundes

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A senadora Margareth Buzetti (PP) reagiu às declarações do senador Wellington Fagundes (PL) sobre a possibilidade de suspender as obras do Parque Novo Mato Grosso em um eventual governo estadual a partir de 2027. Para ela, projetos financiados com recursos públicos devem ser concluídos independentemente de mudanças na administração.

Ao comentar o assunto, Buzetti saiu em defesa do empreendimento e afirmou que a população da Baixada Cuiabana também tem direito a espaços voltados ao lazer e à convivência. A parlamentar ironizou as críticas ao projeto ao citar parques turísticos frequentados por brasileiros em viagens ao exterior.

“O senador Wellington Fagundes vai para a Disney para levar os netos para o parque. Deixa o povo cuiabano ter o seu parque e ter onde se divertir. Qual é o problema?”, questionou.

A senadora também rebateu a ideia de interromper obras iniciadas por governos anteriores. Segundo ela, cabe aos gestores dar sequência aos projetos em andamento, independentemente de posicionamentos políticos.

“Ele falou em paralisar obras. Eu acho que ele está equivocado. Não se paralisa obra nenhuma, nunca. Assumiu o governo? Siga em frente. Faça, termine o que tem que ser terminado”, afirmou.

Na avaliação da parlamentar, investimentos públicos precisam seguir um planejamento contínuo e não podem ficar sujeitos a disputas eleitorais ou trocas de comando no Executivo.

“Cada um acha que pode fazer o que quer no governo. Não. As coisas têm que ter continuidade”, acrescentou.

Buzetti também comentou a defesa feita pela deputada estadual Janaína Riva de que a obra continue, desde que seja acompanhada por fiscalização rigorosa. Para a senadora, o controle dos gastos é fundamental, mas não deve ser utilizado como argumento para interromper o empreendimento.

“A fiscalização tem que existir. Sempre teve que existir, tem que existir e tem que ser feita. Mas eu paralisar obra? Ele está desinformado. Não é possível”, concluiu.

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Brasil encara Escócia nesta quarta-feira (24) em jogo decisivo pela liderança do Grupo C

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Seleção de Carlo Ancelotti precisa da vitória em Miami para fugir de cruzamentos difíceis no primeiro mata-mata da Copa do Mundo

Depois de vencer o Haiti por 3 a 0 na última sexta-feira (19) com uma atuação convincente no primeiro tempo, a Seleção Brasileira já se prepara para o seu próximo desafio no Mundial. O Brasil voltará a campo na próxima quarta-feira, dia 24 de junho, para enfrentar a Escócia.

O confronto, válido pela terceira e última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, será realizado no Hard Rock Stadium, em Miami, nos Estados Unidos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília).

O duelo contra os escoceses será decisivo para definir o futuro do Brasil no torneio. Atualmente, a equipe comandada por Carlo Ancelotti lidera o Grupo C com 4 pontos, empatada com o Marrocos, mas em vantagem no saldo de gols.

Uma vitória garante a classificação da Seleção Brasileira para as oitavas de final e consolida a liderança da chave, evitando cruzamentos teoricamente mais difíceis na primeira etapa de mata-mata.

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Abiove confirma crescimento do esmagamento de soja em 2026

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A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) atualizou suas projeções para o complexo soja em 2026 e confirmou a tendência de crescimento do processamento doméstico da oleaginosa. O novo levantamento aponta que o esmagamento de soja deverá alcançar 63 milhões de toneladas no próximo ano, representando uma alta de 0,8% em relação à estimativa anterior.

O avanço do processamento industrial reflete a combinação entre uma safra robusta e a demanda crescente por derivados da soja. Com isso, a produção de farelo está estimada em 48,6 milhões de toneladas, enquanto a produção de óleo de soja deve atingir 12,65 milhões de toneladas.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

De acordo com os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira de soja está projetada em 180,25 milhões de toneladas em 2026. As importações devem permanecer em níveis reduzidos, com previsão de entrada de 900 mil toneladas de soja em grão e 125 mil toneladas de óleo de soja.

Segundo a Abiove, o aumento do esmagamento fortalece a agregação de valor à produção agrícola nacional, amplia a oferta de produtos industrializados e contribui para a previsibilidade do abastecimento interno, além de reforçar a competitividade da cadeia produtiva brasileira.

No mercado externo, as exportações de soja em grão estão estimadas em 114,1 milhões de toneladas. Já os embarques de farelo de soja devem alcançar 24,95 milhões de toneladas, crescimento de 0,6% em relação à projeção anterior. As exportações de óleo de soja, por sua vez, estão projetadas em 1,65 milhão de toneladas, avanço de 3,1%.

Em termos de receita, a expectativa é que o complexo soja gere aproximadamente US$ 60 bilhões em exportações ao longo de 2026, consolidando sua posição como um dos principais segmentos do agronegócio brasileiro.

Os números mais recentes também confirmam o ritmo acelerado da atividade industrial. Em abril de 2026, o processamento de soja somou 5,09 milhões de toneladas, volume 0,2% superior ao registrado em março e 6,7% maior que o observado em abril de 2025, considerando o ajuste pelo percentual amostral.

No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o processamento alcançou 18,124 milhões de toneladas, representando crescimento de 10,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O desempenho reforça a capacidade da indústria nacional de absorver a produção recorde e atender à crescente demanda pelos derivados da soja nos mercados interno e externo.

O post Abiove confirma crescimento do esmagamento de soja em 2026 apareceu primeiro em Canal Rural.

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