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21 de setembro de 2026

Agro Mato Grosso

Alta Floresta amplia rede de pontes de dossel para animais silvestres

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Alta Floresta (MT) instalará oito novas pontes artificiais de dossel durante a segunda etapa do programa Alta Floresta Não Atropela (AFNA), realizada entre os dias 3 e 20 de agosto de 2026. Com a ampliação, o município passará a contar com 15 estruturas destinadas a reconectar fragmentos florestais, permitir o deslocamento seguro de animais arborícolas e reduzir os atropelamentos de fauna nas vias urbanas.

A iniciativa é coordenada pela bióloga Fernanda Abra, do Projeto Reconecta, vencedora do Whitley Award 2024 e reconhecida pela National Geographic Society como National Geographic Explorer. As novas estruturas seguirão o modelo técnico desenvolvido pelo Projeto Reconecta e incorporado às diretrizes nacionais do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

 

Quase 15 mil travessias registradas
As primeiras sete pontes de dossel foram instaladas em Alta Floresta em outubro de 2024. Em 15 meses de monitoramento por câmeras, o programa registrou quase 15 mil travessias de animais silvestres. Seis espécies de primatas já utilizaram as estruturas, entre elas espécies raras e ameaçadas de extinção.

Desde a instalação das pontes, também não foram registrados novos atropelamentos de primatas nas áreas diretamente contempladas pelas estruturas. Os resultados demonstram o potencial dessas passagens para restabelecer a conectividade do dossel e reduzir os riscos enfrentados pela fauna em ambientes urbanos.

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“Os resultados mostram que as pontes não são apenas estruturas experimentais: elas são utilizadas diariamente pelos animais e oferecem uma alternativa segura para o deslocamento entre os fragmentos florestais. Alta Floresta está demonstrando que é possível conciliar desenvolvimento urbano, segurança viária e conservação da biodiversidade”, afirma Fernanda Abra.

“O reconhecimento da National Geographic Society foi um marco para todos nós. Ele permitiu levar Alta Floresta e sua extraordinária biodiversidade a uma audiência global. Quando ciência, poder público, empresas e comunidade trabalham juntos, é possível transformar desafios locais em soluções capazes de inspirar outras cidades”, destaca Fernanda Abra.

 

Oito novas pontes em pontos estratégicos
As novas pontes serão instaladas em quatro vias que concentram registros de incidentes envolvendo animais silvestres:
• quatro na Avenida Teles Pires;
• duas na Rua Raimundo Carlos de Figueiredo;
• uma na Avenida Jaime Veríssimo de Campos;
• uma na Avenida Mato Grosso.

As estruturas utilizarão o sistema conhecido como “3 em 1”, formado por elementos que atendem às diferentes formas de locomoção dos animais: uma ponte com cordas entrecruzadas, uma ponte composta por cabo de aço e cordas trançadas e um cabo superior que auxilia o deslocamento de espécies com cauda preênsil.

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Outra novidade desta etapa é a participação da Energisa na adequação da rede elétrica próxima às travessias. A empresa realizará o rebaixamento das redes e o isolamento dos cabos em dez pontos, incluindo duas pontes já existentes, para diminuir o risco de choques elétricos em animais silvestres.

 

Uma cidade amazônica com seis espécies de primatas
A área urbana e periurbana de Alta Floresta abriga seis espécies de primatas: o macaco-aranha-de-cara-branca (Ateles chamek), o zogue-zogue-de-Alta-Floresta (Plecturocebus grovesi), o sauim-de-Schneider (Mico schneideri), o bugio-ruivo-do-rio-Purus (Alouatta puruensis), o macaco-prego (Sapajus apella) e o macaco-da-noite (Aotus sp.).

Quatro delas estão ameaçadas de extinção em nível global. O zogue-zogue-de-Alta-Floresta é classificado como Criticamente em Perigo e foi descrito pela ciência apenas em 2019. Essa espécie é o animal símbolo de Alta Floresta.
O macaco-aranha-de-cara-preta e o sauim-de-Schneider são classificados como Em Perigo, enquanto o bugio-ruivo-do-rio-Purus é consideradoVulnerável.

Essa diversidade confere a Alta Floresta uma importância singular para a conservação dos primatas amazônicos. Ao mesmo tempo, a expansão urbana e a abertura de vias fragmentam os remanescentes florestais, interrompem as rotas naturais de deslocamento e expõem os animais a atropelamentos, eletrocussões e outros riscos.

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“Ver o zogue-zogue-de-Alta-Floresta, uma espécie que existe apenas na nossa região e que se tornou um símbolo da cidade, utilizando as pontes de dossel é algo emocionante. Cada travessia registrada representa uma oportunidade de sobrevivência para essa espécie criticamente ameaçada e reforça a importância de investirmos em soluções que mantenham a floresta conectada.” – Vitória Da Riva, Fundação Ecológica Cristalino

 

Modelo tornou-se referência nacional
O modelo de ponte de dossel desenvolvido pelo Projeto Reconecta e implementado em Alta Floresta passou a integrar as orientações técnicas nacionais para a mitigação dos impactos das rodovias sobre a fauna.

Em abril de 2026, o DNIT publicou o livro “Segurança Viária e Conservação da Fauna: Medidas de Mitigação para Reduzir Impactos sobre Animais Silvestres em Rodovias Federais Brasileiras”. A publicação apresenta diretrizes e projetos técnicos para diferentes medidas de mitigação, incluindo o modelo de ponte artificial de dossel adotado pelo programa.

Com a instalação das novas estruturas, Alta Floresta consolida-se como município Amazônico pioneiro na aplicação de uma solução brasileira para redução de impactos causados pelas vias e o tráfego sobre a fauna silvestre.

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Parceria entre ciência, poder público e iniciativa privada
A segunda etapa do Alta Floresta Não Atropela é realizada pela Prefeitura de Alta Floresta, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Conselho Municipal de Segurança Pública, pelo Projeto Reconecta, pela Energisa, pela Fazenda Anacã e pela Fundação Ecológica Cristalino.

O projeto conta com recursos e apoio da Whitley Fund for Nature, National Geographic Society, Sounds Right e Smithsonian’s National Zoo and Conservation Biology Institute.

A Prefeitura oferece contrapartidas para a aquisição de postes e cruzetas, disponibilização de caminhão munck e alimentação das equipes. A Fazenda Anacã contribui com hospedagem, alimentação e recursos humanos, enquanto a Fundação Ecológica Cristalino apoia as ações de hospedagem, educação ambiental e divulgação.

 

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Lançamento da segunda etapa
O lançamento oficial da segunda etapa do programa Alta Floresta Não Atropela será realizado no dia 10 de agosto de 2026, às 19h, no Teatro da Praça do Avião, em Alta Floresta.

O evento contará com representantes do poder público, das instituições parceiras e da comunidade local, incluindo o prefeito de Alta Floresta, a secretária municipal de Meio Ambiente, Gercilene Meira, e o diretor municipal de Segurança Pública.

 

Alta Floresta Não Atropela além das pontes

Além das pontes de dossel, o Municipio também mantém um outdoor em local privilegiado da cidade a fim de que a população acompanha a contagem de número de travessias nas pontes da cidade. Essa é uma forma de engajar a população e conhecerem os resultados do projeto.

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O município também adotou 40 placas de sinalização de travessia de fauna especiais utilizando as silhuetas dos animais da cidade, especialmente do Zogue-zogue-de-Alta-Floresta e outros primatas. Também, em 2024 1300 crianças das escolas de Alta Floresta participaram de atividades de educação ambiental para aprender sobre a diversidade dos primatas locais e a respeitá-los. Em 2026, escolas da rede pública de Alta Floresta participarão de atividades lúdicas como confecção de mascaras com as faces dos primatas da cidade, além de participarem de visitas guiadas no Parque Zoobotânico e assistirem a um vídeo documentário sobre a fauna da região de Alta Floresta produzido pelo fotógrafo e cineasta da vida selvagem, João Paulo Krajewski.

Ainda, a equipe do Projeto Reconecta e Professores e alunos da UNEMAT e Universidade Federal de Viçosa farão o 1º Censo de primatas da área urbana de alta Floresta. Será criada uma metodologia unindo censo de transecto a pé com drones termais para detecção dos primatas em quatro fragmentos florestais do município, Fazenda Anacã, Reserva Surucuá, Parque Zoobotânico Leopoldo Linhares Fernandes e Floresta Experimental da UNEMAT. Essa metodologia será replicada ao longo dos próximos anos e servirá de linha base para compreensão da dinâmica populacional das espécies do município.

“Realizar o primeiro censo de primatas da área urbana de Alta Floresta é fundamental para conhecermos melhor o tamanho, a distribuição e a situação dessas populações nos fragmentos florestais do município. Mais do que produzir um retrato deste momento, queremos estabelecer uma linha de base científica e manter o monitoramento ao longo dos próximos anos. Pesquisas de longo prazo são essenciais para identificarmos mudanças populacionais, avaliarmos os efeitos da urbanização e das ações de conservação e orientarmos decisões mais eficazes para garantir a permanência dessas espécies em Alta Floresta”, explica Luan Goebel, pesquisador do Projeto Reconecta que liderará o censo.

 

Sobre o Alta Floresta Não Atropela
Lançado em 2024, o Alta Floresta Não Atropela é um programa pioneiro que reúne ciência, poder público, iniciativa privada e comunidade para reduzir os impactos das vias urbanas sobre a fauna silvestre. Suas ações incluem a instalação e o monitoramento de pontes de dossel, medidas de segurança para a fauna e atividades de educação e sensibilização ambiental.Além das estruturas instaladas em Alta Floresta, o Projeto Reconecta participa da manutenção e do monitoramento de 32 pontes de dossel distribuídas ao longo de 125 quilômetros da BR-174, no trecho que atravessa a Terra Indígena Waimiri Atroari, entre Amazonas e Roraima.

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“O Reconecta e o Programa Alta Floresta Não Atropela transformaram Alta Floresta em uma referência para a conservação da fauna em áreas urbanas da Amazônia. Os resultados demonstram que, com ciência, parceria e planejamento, é possível proteger a biodiversidade e promover o desenvolvimento sustentável.” -– Gercilene Meira Leite, Secretária Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Alta Floresta.

“Para nós, é uma grande honra ter três pontes de dossel instaladas próximas à Fazenda Anacã. As pontes ajudam a manter os animais seguros e, ao mesmo tempo, fortalecem o turismo de natureza, permitindo que visitantes conheçam a extraordinária biodiversidade da região. É um excelente exemplo de como conservação e desenvolvimento econômico podem caminhar juntos.” – Fernão Prado, Fazenda Anacã

 

Serviço
O quê: Lançamento da 2ª fase do Programa Alta Floresta Não Atropela — instalação de 8 novas pontes de dossel
Quando: 10 de agosto de 2026, às 19h
Onde: Teatro da Praça do Avião — Alta Floresta (MT)
Instalação das pontes: 3 a 20 de agosto de 2026
Informações para a imprensa: [Josana Salles – 65-99966-3681
Imagens: Seguem algumas imagens abaixo com as respectivas legendas e créditos.

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Agro Mato Grosso

Entenda por que os combustíveis estão mais caros em Mato Grosso

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Quem abasteceu o carro nas últimas semanas percebeu que os combustíveis ficaram mais caros em Mato Grosso. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo-MT), a alta ocorre em meio à pressão sobre diferentes etapas da cadeia de abastecimento, influenciada pelo preço do petróleo, pelos custos do etanol e por dificuldades no fornecimento de diesel.

Os principais fatores apontados pelo setor são:

  • Disparada do barril de petróleo no mercado internacional, afetando diretamente os custos na origem;
  • Encerramento da safra de cana-de-açúcar no Sudeste, aliado ao aumento do preço do açúcar no mercado externo, o que pressiona os custos do etanol;
  • Aumento do percentual obrigatório de etanol na gasolina A;
  • Redução drástica das importações de óleo diesel, gerando gargalos severos no suprimento nacional.

O movimento também aparece nos dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Entre 13 e 19 de setembro, a média em Cuiabá do litro da gasolina comum chegou a R$ 6,97etanol ficou na média de R$ 4,17 na capital, enquanto o diesel S-10 pode ser encontrado por R$ 7,57.

Mas por que o preço aumenta nas bombas?

1. Alta do petróleo no mercado internacional

Segundo o sindicato, o preço do petróleo é um dos principais componentes da formação dos preços dos combustíveis. Quando as cotações internacionais sobem, os custos de aquisição e importação de derivados também podem aumentar.

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No caso do diesel, a pressão tem sido maior. Segundo dados divulgados pela ANP, o preço do produto avançou na última semana pesquisada para R$ 6,65 na média nacional.

2. Etanol mais caro pressiona a gasolina

Outro fator apontado pelo Sindipetróleo-MT é o preço do etanol. O biocombustível é utilizado na composição da gasolina vendida nos postos e, por isso, alterações no preço do etanol podem influenciar o custo da gasolina.

Desde 1º de agosto, a gasolina comercializada no país passou a ter 32% de etanol na mistura, contra 30% anteriormente. Em setembro, o governo autorizou o início dos testes para aumentar a mistura de etanol na gasolina comum, chegando a 35%

O sindicato também aponta o encerramento da safra de cana-de-açúcar no Sudeste e a valorização do açúcar no mercado externo como fatores que pressionam os custos do etanol.

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3. Diesel e dificuldades de abastecimento

O Sindipetróleo-MT afirmou ainda que houve redução nas importações de óleo diesel, provocando dificuldades no suprimento e restrições no atendimento de pedidos às distribuidoras.

🔎 O diesel é especialmente importante para Mato Grosso, onde é utilizado em larga escala no transporte de cargas e nas atividades do agronegócio.

4. Quem define o preço na bomba?

preço pago pelo consumidor não é formado apenas pelo valor cobrado pelo produtor ou importador. A cadeia envolve diferentes etapas, como produção ou importação, refino, distribuição, transporte e revenda.

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O Sindipetróleo-MT apontou que os postos não são responsáveis pela formação dos preços e atuam como o último elo da cadeia, repassando os custos recebidos das distribuidoras.

5. O que diz o Sindipetróleo-MT?

Em nota divulgada nesta semana, o sindicato afirmou que os aumentos recebidos pelos postos são consequência de fatores que ocorrem antes da chegada do combustível à revenda.

A entidade também criticou cobranças direcionadas exclusivamente aos postos durante o período eleitoral e defendeu que eventuais fiscalizações sobre a formação de preços alcancem todos os elos da cadeia.

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Agro Mato Grosso

MT responde por 15,6% do Valor Bruto da Produção Agropecuária do país

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Estimativa do Mapa aponta VBP de R$ 218,2 bilhões para Mato Grosso; soja, milho e pecuária estão entre os principais componentes do resultado nacional

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Resistência de Diabrotica virgifera reduz eficácia do refúgio no milho Bt

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Estudo aponta herança não recessiva da resistência a Gpp34/Tpp35Ab1 e custos de aptidão na praga

A resistência de Diabrotica virgifera virgifera ao milho Bt que expressa as proteínas Gpp34/Tpp35Ab1 é herdada de forma não recessiva. Segundo os autores, isso provavelmente reduz a capacidade da estratégia de refúgio de retardar a evolução da resistência e aumenta o risco de que ela ocorra. Pesquisadores da Iowa State University e do USDA-ARS avaliaram duas linhagens de laboratório, DBQ e WAT, derivadas de populações de campo com resistência evoluída e comparadas com uma linhagem suscetível de fundo genético semelhante.

Os valores de dominância genética (h) foram de 0,76 na DBQ e de 0,72 na WAT. Em ambas as linhagens, os heterozigotos sobreviveram no milho Bt significativamente mais que os suscetíveis, embora menos que no milho não Bt. A WAT apresentou resistência completa, sem diferença significativa de sobrevivência entre milho Bt e não Bt, enquanto a DBQ apresentou resistência incompleta. As razões de resistência foram de 124 para a WAT e de 38 para a DBQ.

O trabalho também identificou custos de aptidão associados à resistência, medidos em milho não Bt e em indivíduos homozigotos resistentes. Os percentuais abaixo são reduções relativas em comparação com a linhagem suscetível. Na DBQ, as fêmeas produziram 44,4% menos ovos viáveis (efeito significativo, mas de margem estreita: P = 0,044 em teste unicaudal), e nenhum outro custo foi detectado.

Na WAT, a sobrevivência até a fase adulta foi 17,1% menor, o desenvolvimento durou 2,81% mais e a largura da cápsula cefálica (indicador de tamanho corporal) foi 0,81% menor. Esses custos podem contrabalançar em parte o efeito da herança não recessiva, ao selecionar contra os alelos de resistência na ausência de pressão do milho Bt. Os autores ressalvam, porém, que os custos, sozinhos, podem não garantir um atraso duradouro da resistência sem refúgios maiores e manejo integrado.

Para reduzir o risco de evolução da resistência, os autores apontam refúgios maiores e abordagens de manejo mais diversificadas. Em locais onde a resistência a Gpp34/Tpp35Ab1 ainda não está amplamente disseminada, a rotação de culturas e o plantio de milho não Bt também podem aumentar a proporção de insetos suscetíveis na população e retardar a evolução da resistência (doi 10.1002/ps.71301).

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Agro MT