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1 de julho de 2026

Agro Mato Grosso

Parceria entre Bayer e Faeg Jovens impulsiona o desenvolvimento de futuros líderes do agronegócio

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Mais de 100 jovens já passaram pela qualificação, que tem como propósito preparar novas gerações para os desafios do setor

 Com o objetivo de fortalecer o protagonismo juvenil no setor agropecuário, com foco na inovação e na sustentabilidade, a Academia de Jovens Líderes do Agro – fruto da parceria entre Bayer e Sistema FAEG-SENAR (GO) – já formou mais de 100 talentos, consolidando o compromisso da companhia com o desenvolvimento e a sucessão de novas gerações e lideranças no agronegócio.
Em sua 5ª edição, a Academia foi além da qualificação profissional, promovendo o desenvolvimento pessoal, o protagonismo e o senso de propósito dos participantes, preparando-os para liderar um agronegócio mais colaborativo, inovador e alinhado às demandas do futuro. A participação no concurso é exclusiva para membros inscritos em grupos do Programa Faeg Jovem. Nesta edição, o programa recebeu mais de 200 inscrições de seus integrantes da rede que reúne cerca de 2.500 membros distribuídos em 195 grupos por todo o estado de Goiás. Após um rigoroso processo seletivo, seis jovens foram selecionados e reconhecidos para a cerimônia realizada na sede da Bayer, em São Paulo.
Para Francila Calica, diretora de Assuntos Agrícolas e Sustentabilidade Latam da Bayer, a iniciativa representa um marco na formação de lideranças rurais em Goiás. “Nosso foco é oferecer aos jovens mais ferramentas para que sejam protagonistas em suas regiões, promovendo mudanças reais no agro e inspirando novas gerações. A parceria com o Sistema FAEG-SENAR (GO) tem sido essencial para ampliar o alcance do programa e aproximar os participantes do mercado”, destaca.
O impacto da academia é visto nos depoimentos de participantes desta edição, como Átila Prado, engenheiro agrônomo de Goiânia e, Lavinia Roma, estudante de Medicina Veterinária do Instituto Federal Goiano. “A Academia me fez entender o propósito das minhas ações, desenvolver relacionamentos interpessoais e sentir gratidão por alcançar algo que eu sempre sonhei. É uma porta aberta para oportunidades ainda maiores”, conta Átila. Lavinia complementa: “A experiência superou todas as expectativas. Aprendi a lidar com desafios, acreditar no meu potencial e perceber que posso contribuir de forma significativa para o agro.”
Segundo Murilo Borges de Almeida, representante técnico de vendas de soja da Bayer e um dos responsáveis pela iniciativa, o programa prioriza o desenvolvimento humano, indo muito além da capacitação técnica. “Queríamos que os jovens aprendessem a comunicar, liderar, resolver problemas e tomar decisões com propósito. O mais importante é transformar cada participante, fortalecendo habilidades essenciais para liderar o agro do futuro”, explica.

 

A cerimônia de reconhecimento da 5ª edição foi realizada na sede da Bayer, em São Paulo, homenageando meses de aprendizado, mentorias e desafios. A expectativa é que estes jovens líderes retornem às suas comunidades como agentes de transformação, aplicando o conhecimento adquirido para impulsionar um agronegócio mais inovador e sustentável, e inspirando uma nova geração de profissionais do campo.

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT aprofunda conhecimento sobre logística em visitas técnicas a terminais portuários

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Segundo dia do módulo no estado de São Paulo levou os produtores para conhecer a FIPS, TGG e Santos Brasil

A programação do quarto e último módulo da Academia de Liderança da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) teve continuidade nesta terça-feira (30.06) com uma série de visitas técnicas voltadas à compreensão da logística que conecta a produção agrícola brasileira aos mercados internacionais.

Após conhecerem, no primeiro dia, a estrutura do Porto de Santos e sua importância para o comércio exterior, os cerca de 30 produtores rurais participantes da formação seguiram para o município de Guarujá (SP), onde acompanharam de perto o funcionamento da Ferrovia Interna do Porto de Santos (FIPS) e do Terminal de Granéis do Guarujá (TGG). No período da tarde, a programação prosseguiu com uma visita ao Porto Santos Brasil.

As atividades fazem parte do módulo dedicado à logística, desenvolvido para proporcionar aos participantes uma visão prática dos principais elos da cadeia de transporte e exportação da produção agrícola. A proposta é aproximar os produtores da infraestrutura responsável por garantir o escoamento dos grãos produzidos em Mato Grosso até os mercados consumidores.

Durante a visita à Ferrovia Interna do Porto de Santos (FIPS), os participantes conheceram o funcionamento da malha ferroviária que atende o complexo portuário e observaram como a integração entre os diferentes modais contribui para tornar mais eficiente a movimentação de cargas. A estrutura desempenha papel estratégico na redução do fluxo de caminhões, na otimização das operações portuárias e no aumento da competitividade da logística nacional.

Na sequência, o grupo visitou o Terminal de Granéis do Guarujá (TGG), onde acompanhou as operações de recebimento, armazenagem e movimentação de granéis sólidos destinados à exportação. A visita permitiu compreender como a eficiência operacional dos terminais influencia diretamente a agilidade no embarque das cargas e a competitividade do agronegócio brasileiro.

O produtor rural associado ao núcleo da Aprosoja MT em Tangará da Serra, Eduardo Pasa, destacou a importância de conhecer de perto toda a estrutura logística responsável pelo escoamento da produção agrícola.

“Estamos no quarto módulo da Academia de Liderança da Aprosoja MT e tivemos a oportunidade de conhecer de perto a logística ferroviária, hidroviária e parte da logística rodoviária que integra o Porto de Santos. É muito importante entender como os grãos produzidos em Mato Grosso chegam até aqui e seguem para exportação. Tem sido uma experiência muito enriquecedora, porque conseguimos visualizar todo o processo, desde a chegada das cargas até o embarque nos navios. Conhecer essa estrutura nos ajuda a compreender a dimensão da logística que sustenta o agronegócio brasileiro”, destaca.

No período da tarde, os acadêmicos conheceram a estrutura do Porto Santos Brasil, um dos principais terminais de contêineres da América Latina. Durante a visita técnica, os participantes acompanharam a dinâmica das operações portuárias, os processos de movimentação de cargas e as tecnologias empregadas para aumentar a eficiência e a segurança das operações.

A programação também apresentou aos produtores informações sobre os investimentos realizados em infraestrutura, inovação e ampliação da capacidade operacional, demonstrando como a modernização dos terminais contribui para fortalecer a logística nacional e atender à crescente demanda do comércio exterior.

O diretor de desenvolvimento de projetos estratégicos do Santos Brasil, Bruno Stupello, ressaltou a importância da aproximação entre o setor portuário e os produtores rurais, destacando o papel da logística para garantir eficiência e competitividade às exportações brasileiras.

“É muito importante receber produtores, exportadores e demais representantes da cadeia produtiva no terminal portuário. Muitas vezes, eles acompanham apenas a realidade das propriedades rurais ou das indústrias e não conhecem a dimensão das operações realizadas dentro de um porto. Essas visitas permitem mostrar como funciona o terminal, quais são nossas responsabilidades, os investimentos realizados para ampliar a capacidade operacional e os projetos que estão sendo desenvolvidos para atender, cada vez melhor, a demanda das cargas que chegam ao país e seguem para os mercados internacionais.”

O módulo de logística da Academia de Liderança busca ampliar a visão dos produtores sobre os desafios enfrentados além das porteiras das propriedades rurais. Ao conhecerem de perto estruturas ferroviárias, terminais de armazenagem e instalações portuárias, os participantes compreendem que a competitividade do agronegócio depende de uma cadeia logística integrada, eficiente e capaz de reduzir custos, aumentar a agilidade no transporte e garantir que a produção brasileira chegue aos mercados internacionais com qualidade e segurança.

A programação da Academia de Liderança segue ao longo da semana com novas visitas técnicas e atividades voltadas ao fortalecimento da formação dos produtores rurais, consolidando os conhecimentos adquiridos sobre um dos temas mais estratégicos para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.

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Agro Mato Grosso

Fungo benéfico transforma “perfume” do milho e ajuda a combater praga sem agrotóxicos

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Pesquisadores da Embrapa descobriram uma forma inteligente e natural de proteger as lavouras de milho: basta aplicar um fungo benéfico nas folhas da planta para mudar o cheiro que ela libera. Essa nova “fragrância” atrai uma vespa pequena que elimina os ovos do percevejo-barriga-verde — uma das pragas que mais causam prejuízos ao milho e a outras culturas importantes para a economia do Brasil.

Com esse mecanismo, a própria natureza ajuda a controlar o inseto, reduzindo a necessidade de usar defensivos químicos.

Os danos causados pelo percevejo-barriga-verde são maiores em áreas que usam o Sistema Plantio Direto, com a rotação entre soja e milho. Depois da colheita da soja, o inseto migra e vai se alimentar das plantas de milho ainda jovens, nas duas primeiras semanas após a germinação. Esse ataque logo no início do desenvolvimento pode comprometer o crescimento da lavoura e causar perdas de até 30% na produção.

Para resolver essa questão sem depender só de produtos químicos, a equipe da pesquisadora Maria Carolina Blassioli Moraes trabalhou por cinco anos. A estratégia une duas soluções naturais: o uso do fungo Beauveria bassiana e a ação da vespinha Telenomus podisi, que ataca os ovos da praga. Os resultados já foram publicados em revista científica internacional.

Como funciona essa solução?

Os estudos começaram com uma linhagem específica do fungo, chamada CG 1105, guardada no banco de microrganismos da Embrapa. No início, a ideia era só aplicá-lo para matar diretamente o percevejo. Mas os testes revelaram um efeito ainda mais interessante: o fungo mudou a forma como a planta se comunica por meio de seus odores.

Cinco dias depois de aplicado, o fungo se instalou de forma saudável no milho e alterou sua composição de substâncias que geram o cheiro. Ele aumentou bastante a produção de uma substância chamada salicilato de metila — conhecida por atrair inimigos naturais de pragas — e diminuiu a emissão de outro composto, de aroma mais doce.

Esse novo “cheiro” funciona como um aviso: ele chama a vespinha Telenomus podisi, que percebe a mudança e vai até a região onde está a praga. A vespa deposita seus próprios ovos dentro dos ovos do percevejo, impedindo que novos insetos nasçam. Assim, a população da praga é controlada de forma sustentável.

Em breve, testes direto na lavoura

Até agora, todos os experimentos foram feitos em condições controladas de laboratório. Mas a intenção é levar os testes para as lavouras nos próximos meses. Se os resultados forem tão bons quanto os obtidos em ambiente fechado, os produtores terão à disposição um método novo e eficiente de Manejo Integrado de Pragas.

Essa técnica reúne diferentes formas de controle natural, trabalhando em conjunto para proteger a cultura, reduzir custos e diminuir o impacto no meio ambiente.

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Agro Mato Grosso

FICO avança com mais de 55% das obras concluídas, aponta ANTT

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A Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), uma das principais obras de infraestrutura do país, segue em ritmo acelerado e já tem mais da metade do trecho inicial concluído. O empreendimento passa por Mato Grosso e, ao longo dos próximos anos, deve chegar até Lucas do Rio Verde, município estratégico para o agronegócio estadual.

Na última quinta-feira (25/6), o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Theo Sampaio, fez uma visita técnica para conferir de perto o andamento dos trabalhos. Ele foi acompanhado pelo superintendente interino de Transporte Ferroviário da agência, Fernando Feitosa, além de representantes do governo e da concessionária responsável pela execução.

A comitiva percorreu o trecho chamado FICO 1, que tem 364 km e liga Mara Rosa, em Goiás, a Água Boa, no interior de Mato Grosso. Esse trecho faz parte de um projeto maior, com extensão total de 888 km, tocado pela Vale S.A.

Até o momento, a obra já registra 55,38% de avanço físico e 51,55% de avanço financeiro. Do investimento total estimado em R$ 10,7 bilhões, mais de R$ 5,1 bilhões já foram contratados.

Durante a visita, a equipe pôde ver de perto as frentes de trabalho, incluindo terraplenagem, construção de pontes e viadutos, e a instalação dos trilhos. Já são mais de 200 km de trilhos recebidos, além da fabricação de 158 mil dormentes e de uma equipe com mais de 200 profissionais atuando exclusivamente na montagem da via. Os próprios representantes da ANTT percorreram parte do trecho já preparado a bordo de uma locomotiva da concessionária.

Mais eficiência para o agronegócio mato-grossense

Para o diretor Guilherme Theo Sampaio, a ferrovia é um projeto estratégico que vai transformar a logística do Centro-Oeste. “A FICO representa a integração da nossa região ao Norte e ao Sul do país. Isso significa mais desenvolvimento, custos menores e mais sustentabilidade. É o Brasil nos trilhos, conectando áreas produtoras e gerando oportunidades para todos”, afirmou.

Com a conclusão prevista para os próximos anos, a ferrovia vai se conectar à malha nacional, especialmente à Ferrovia Norte-Sul. Para Mato Grosso, os ganhos são diretos:

  • Redução dos custos de transporte de grãos, fertilizantes e insumos;
  • Maior capacidade de escoamento da produção;
  • Menor dependência do transporte por rodovias;
  • Impulso ao crescimento econômico das cidades atendidas.

Além de chegar a Água Boa, o trajeto da FICO segue avançando em direção a outras regiões produtoras do estado, com a previsão de alcançar também Lucas do Rio Verde — um dos principais polos agropecuários de Mato Grosso.

A ANTT segue acompanhando de forma contínua todas as etapas da obra, garantindo que o cronograma e as regras do contrato sejam cumpridos.

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