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Agro Mato Grosso

Parceria entre Bayer e Faeg Jovens impulsiona o desenvolvimento de futuros líderes do agronegócio

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Mais de 100 jovens já passaram pela qualificação, que tem como propósito preparar novas gerações para os desafios do setor

 Com o objetivo de fortalecer o protagonismo juvenil no setor agropecuário, com foco na inovação e na sustentabilidade, a Academia de Jovens Líderes do Agro – fruto da parceria entre Bayer e Sistema FAEG-SENAR (GO) – já formou mais de 100 talentos, consolidando o compromisso da companhia com o desenvolvimento e a sucessão de novas gerações e lideranças no agronegócio.
Em sua 5ª edição, a Academia foi além da qualificação profissional, promovendo o desenvolvimento pessoal, o protagonismo e o senso de propósito dos participantes, preparando-os para liderar um agronegócio mais colaborativo, inovador e alinhado às demandas do futuro. A participação no concurso é exclusiva para membros inscritos em grupos do Programa Faeg Jovem. Nesta edição, o programa recebeu mais de 200 inscrições de seus integrantes da rede que reúne cerca de 2.500 membros distribuídos em 195 grupos por todo o estado de Goiás. Após um rigoroso processo seletivo, seis jovens foram selecionados e reconhecidos para a cerimônia realizada na sede da Bayer, em São Paulo.
Para Francila Calica, diretora de Assuntos Agrícolas e Sustentabilidade Latam da Bayer, a iniciativa representa um marco na formação de lideranças rurais em Goiás. “Nosso foco é oferecer aos jovens mais ferramentas para que sejam protagonistas em suas regiões, promovendo mudanças reais no agro e inspirando novas gerações. A parceria com o Sistema FAEG-SENAR (GO) tem sido essencial para ampliar o alcance do programa e aproximar os participantes do mercado”, destaca.
O impacto da academia é visto nos depoimentos de participantes desta edição, como Átila Prado, engenheiro agrônomo de Goiânia e, Lavinia Roma, estudante de Medicina Veterinária do Instituto Federal Goiano. “A Academia me fez entender o propósito das minhas ações, desenvolver relacionamentos interpessoais e sentir gratidão por alcançar algo que eu sempre sonhei. É uma porta aberta para oportunidades ainda maiores”, conta Átila. Lavinia complementa: “A experiência superou todas as expectativas. Aprendi a lidar com desafios, acreditar no meu potencial e perceber que posso contribuir de forma significativa para o agro.”
Segundo Murilo Borges de Almeida, representante técnico de vendas de soja da Bayer e um dos responsáveis pela iniciativa, o programa prioriza o desenvolvimento humano, indo muito além da capacitação técnica. “Queríamos que os jovens aprendessem a comunicar, liderar, resolver problemas e tomar decisões com propósito. O mais importante é transformar cada participante, fortalecendo habilidades essenciais para liderar o agro do futuro”, explica.

 

A cerimônia de reconhecimento da 5ª edição foi realizada na sede da Bayer, em São Paulo, homenageando meses de aprendizado, mentorias e desafios. A expectativa é que estes jovens líderes retornem às suas comunidades como agentes de transformação, aplicando o conhecimento adquirido para impulsionar um agronegócio mais inovador e sustentável, e inspirando uma nova geração de profissionais do campo.

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Agro Mato Grosso

MT lidera 70% do mercado brasileiro em etanol de milho: “Potencial para crescer ainda mais”

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A 3ª Conferência UNEM Datagro reúne setor produtivo em Cuiabá e projeta salto na industrialização, com impacto direto na economia e na segurança energética

Mato Grosso consolidou sua liderança nacional na produção de etanol de milho ao alcançar 5,6 bilhões de litros na safra 2024/2025, volume que representa cerca de 70% de toda a produção brasileira. O avanço, que vem transformando a dinâmica econômica da cadeia do milho no estado, pautou os debates da 3ª Conferência Internacional UNEM Datagro, realizada nesta quinta-feira (16), no Cenarium Rural, em Cuiabá, reunindo empresários, investidores e autoridades em torno de um setor cada vez mais estratégico para a matriz energética e o desenvolvimento regional.

O crescimento do etanol de milho em Mato Grosso ocorre em ritmo acelerado e sustentado por uma estrutura industrial em expansão, com 17 usinas de biocombustíveis  em operação, sendo 9 dedicadas exclusivamente ao milho e 3 no modelo flex (milho e cana de açúcar), e perspectiva de avanço contínuo nos próximos ciclos. Mais do que volume, o movimento representa uma mudança estrutural: o estado deixou de exportar matéria-prima para agregar valor dentro de casa, gerando emprego, renda e arrecadação.

Ao abrir o evento, o governador Otaviano Pivetta fez questão de contextualizar essa virada econômica a partir de 2017, com advento da primeira usina de etanol de milho. Ele também destacou que a industrialização trouxe ganhos diretos para a economia mato-grossense.

“Mato Grosso já é o maior produtor de bioenergia do país e, neste ano, deve esmagar cerca de 20 milhões de toneladas. Isso mostra o tamanho do potencial que ainda temos para crescer. O Estado tem feito a sua parte, com incentivos fiscais e um ambiente seguro para atrair indústrias. Isso amplia as opções para o produtor vender o milho aqui dentro, agrega valor à produção e gera emprego e renda. É assim que transformamos produção em desenvolvimento”, afirmou.

A força do setor também foi destacada pela secretária de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, Mayran Beckman, que apontou o etanol de milho como um dos principais vetores de transformação econômica do estado. Para ela, o protagonismo do Estado não é pontual, mas resultado de um ambiente estruturado para crescer.

“O etanol de milho deixou de ser apenas uma alternativa energética. Hoje ele é um motor de desenvolvimento regional, que integra produção agrícola, indústria e geração de energia limpa. Temos produtividade, matéria-prima e um setor comprometido com inovação. Isso nos coloca em posição de liderança e com capacidade de expandir ainda mais”, completou.

As projeções apresentadas durante a conferência reforçam esse cenário de expansão. A expectativa é que a moagem de milho alcance 26,8 milhões de toneladas na safra 2026/2027, com crescimento superior a 19% em relação ao ciclo anterior, impulsionado pela entrada de novas usinas e pela ampliação da capacidade industrial.

Para o presidente do Conselho da União Nacional do Etanol de Milho (UNEM),  Eduardo Menezes Mota, o momento é de consolidação e preparação para um novo salto do setor, levando em conta o cenário internacional, que tem elevado o papel estratégico dos biocombustíveis.

“Projetamos um crescimento consistente, com aumento da produção e maior integração da cadeia. O etanol de milho já é um caso de sucesso e tende a ganhar ainda mais relevância nos próximos anos. Com a alta do petróleo e as tensões geopolíticas, o etanol passa a ser um escudo para a economia brasileira, garantindo segurança energética e reduzindo a exposição a crises externas”, disse.

O presidente da Datagro, Plínio Nastari, reforçou o impacto econômico da industrialização do milho, destacando a capacidade de multiplicação de valor dentro da cadeia produtiva.

“Quando o grão é industrializado, ele pode aumentar de valor entre 80% e 100%. Isso transforma completamente a economia local e impulsiona outros setores, como a pecuária e a produção de proteína. Não existe competição entre alimento e energia. O que estamos vendo é o contrário: a bioenergia fortalece a produção de alimentos e torna o agro mais eficiente”, afirmou.

Além da produção de biocombustível, o setor também gera subprodutos estratégicos, como DDGS, utilizados na nutrição animal, e contribui para a produção de bioeletricidade, ampliando ainda mais seu impacto na economia brasileira.

 

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Agro Mato Grosso

Governador diz que “bonde digital” não é a opção mais viável para Mato Grosso

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Otaviano Pivetta disse que veículo movido por biocombustível teria mais a ver com as características do Estado no momento

O governador Otaviano Pivetta disse que o Bonde Urbano Digital (BUD) não é a melhor opção no momento para implementar meios de transporte em Cuiabá. O veículo seria mais caro do que o BRT e ainda estaria em fase de teste de qualidade. 

“O preço é altíssimo, três vezes mais caro que as outras soluções. E tem muitas perguntas sem respostas sobre o bonde urbano. Nós não vamos fazer nada [sem garantia]. Já erramos uma vez, erramos feio uma vez [com a troca pelo VLT]. Não podemos errar nem um pouquinho nessa escolha”, disse em entrevista à rádio Capital. 

Pivetta foi o enviado de Mato Grosso a Curitiba, no ano passado, para sondar o modal. Curitiba é a única cidade no Brasil que por hora utiliza o BUD. A operação começou no fim de 2025 e atingiu o nível completo no começo de janeiro deste ano. 

O governador disse que a alternativa mais eficaz para Mato Grosso é um modal que utilize biodiesel como combustível, que já é produzido em larga escala no Estado. Seria a opção mais viável pelo preço e pela renovação de energia. 

“Se eu tivesse que decidir hoje, [escolheria a opção com] biodiesel. É o mais barato, é um combustível que nós produzimos, de baixa emissão [poluente], combustível renovável, é moderno e tem tudo a ver com Mato Grosso”, afirmou. 

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Agro Mato Grosso

Safra de algodão em Mato Grosso avança e preço sobe 4%

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A comercialização da pluma para a safra 2024/25 atingiu 92,10% da produção do ciclo, avanço de 5,04 pontos percentuais ante fevereiro. O preço médio negociado, mês passado, foi de R$ 121,61/@, alta de 4,27% frente ao mês anterior. Para a safra 25/26 foi observado um avanço de 7,03 pontos percentuais, alcançando 65,60% da produção comercializada, a preço médio mensal de R$ 128,54/@, valorização mensal de 5,50%.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) também informou que o movimento nas safras foi sustentado pela alta dos contratos na bolsa de Nova Yorque e pelo cenário geopolítico, com o conflito no Oriente Médio elevando o petróleo e favorecendo a competitividade da pluma frente às fibras sintéticas.

Por fim, a dinâmica dos preços será crucial para definir o ritmo dos negócios nos próximos meses, considerando que o cotonicultor tem se planejado cada vez mais diante do estreitamento de suas margens de rentabilidade.

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