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15 de outubro de 2026

Agro Mato Grosso

Produtividade da soja cresce 11,1% a cada avanço nos níveis de manejo do solo

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Pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste (MS) validaram, em condições reais de campo, a eficiência da metodologia Zoneamento Agrícola de Risco Climático – Níveis de Manejo (ZarcNM). Os resultados evidenciam uma relação linear entre a qualidade do manejo do solo e o desempenho produtivo da soja. Para cada nível de avanço no manejo conquistado pelo produtor, observa-se um aumento médio de 11,1% na produtividade relativa da cultura. A metodologia classifica os talhões (unidades de cultivo) em quatro níveis de manejo – NM1 (menor qualidade) a NM4 (maior qualidade).

A pesquisa foi conduzida em um experimento de longa duração instalado há 30 anos no município de Dourados (MS) e analisou 28 safras consecutivas de soja , entre 1998 e 2026. Ao todo, mais de 4,3 mil pontos georreferenciados foram avaliados. Nesses pontos, ao longo dos anos foram registrados valores de análises químicas, da cobertura do solo e da produtividade dos cultivos, o que possibilitou aplicar a classificação dos níveis de manejo (NM) e relacioná-la às produtividades da soja em cada ponto e safra.

O trabalho comprova que o manejo do solo é importante para determinar o sucesso da produção de soja. Áreas onde são adotadas práticas conservacionistas apresentam maior produtividade, enfrentam melhor os períodos de estiagem e são menos vulneráveis a riscos de perdas, o que confirma a relevância da conservação do solo para a sustentabilidade da agricultura.

O pesquisador Júlio Cesar Salton, da Embrapa Agropecuária Oeste, reforça que a forma como o solo é manejado influencia diretamente a capacidade das lavouras de suportar períodos de deficiência hídrica. “Solos bem manejados armazenam mais água, oferecem melhores condições ao desenvolvimento das raízes e tornam a cultura da soja mais resistente às oscilações climáticas”, afirma.

Avaliação de risco climático

Tradicionalmente, o Zarc considera fatores como clima, tipo de solo, época de semeadura e ciclo das cultivares para indicar as janelas de semeadura com menor risco de perdas. A inovação do ZarcNM consiste em acrescentar a qualidade do sistema de manejo do solo adotado pelo agricultor a essa análise. A metodologia classifica os talhões em quatro níveis de manejo, identificados como NM1, NM2, NM3 e NM4.

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O NM1 representa sistemas de menor qualidade, geralmente associados ao preparo convencional, ao monocultivo da soja e à degradação gradual do solo. Já o NM4 corresponde ao nível mais elevado, caracterizado por práticas conservacionistas, como o sistema plantio direto (SPD) e a integração lavoura-pecuária (ILP).

Na prática, quanto maior o nível de manejo, maior a capacidade do solo de funcionar como uma espécie de reservatório natural de água, reduzindo os efeitos provocados pelos veranicos – períodos sem chuvas que ocorrem em plena estação chuvosa, frequentes em Mato Grosso do Sul.

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Lavoura de soja com reduzida cobertura de solo
(Foto: Júlio Cesar Salton)

Modelos de produção

A validação do ZarcNM foi realizada com base em três modelos distintos de produção agrícola. O primeiro correspondeu ao preparo convencional, caracterizado pelo monocultivo da soja e pelo revolvimento constante do solo por meio de gradagens (preparo do solo que ocorre com o uso de grades de discos antes da semeadura).

O segundo envolveu o sistema plantio direto, no qual o solo permanece sem revolvimento e ocorre a rotação de diferentes culturas ao longo dos anos.

O terceiro avaliou a integração lavoura-pecuária, modelo em que a soja é alternada com pastagens, o que promove melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo.

Os pesquisadores analisaram indicadores relacionados a atributos químicos, cobertura do solo, diversidade de culturas e tempo sem revolvimento do solo.

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Avanço no manejo, maior produtividade

A pesquisa mostra que, para cada nível de qualidade do manejo conquistado pelo produtor – por exemplo, transicionar do NM2 para o NM3–, ocorre aumento médio de 11,1% na produtividade relativa. As médias obtidas durante as 28 safras foram expressivas, com produtividade relativa de 44,0% no NM1 ; de 55,1% no NM2; de 66,2% no NM3 ; e de 77,2% no NM4.

Ao longo do período avaliado, a produtividade variou bastante como ocorreu na região de Dourados, com valores, na maioria das vezes, oscilando entre duas e cerca de 90 sacas por hectare, resultado da interação entre a ocorrência de chuvas, o momento e a duração de veranicos e as práticas de manejo do solo.

Nos anos mais favoráveis, algumas áreas ultrapassaram 80 sacas por hectare. Em contraste, durante eventos climáticos extremos, sistemas conduzidos sob preparo convencional chegaram a registrar perda total da produção.

“O estudo comprova que investir na qualidade do manejo significa reduzir riscos, aumentar a estabilidade produtiva e preparar o sistema para enfrentar eventos climáticos adversos”, destaca Salton.

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Lavoura de soja com boa cobertura de solo (Foto: Júlio Cesar Salton)

Seis indicadores

Para enquadrar cada área entre os níveis NM1 e NM4, são utilizados no ZarcNM seis indicadores considerados essenciais para avaliar a qualidade do manejo: o tempo sem revolvimento do solo, a quantidade de cobertura vegetal existente antes da semeadura, a saturação de bases na camada superficial, o teor de cálcio e a saturação por alumínio nas camadas mais profundas e a diversidade de cultivos nos três últimos anos agrícolas.

Segundo os pesquisadores, sistemas baseados em monocultivo tendem a permanecer nos níveis inferiores, enquanto áreas conduzidas com rotação de culturas e integração lavoura-pecuária alcançam mais facilmente os níveis superiores.

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Um dos aspectos destacados pela pesquisa foi a importância da diversidade de culturas. O indicador considera o histórico dos três últimos anos agrícolas, avaliando se houve alternância de espécies vegetais ou predominância de monocultivo. “Essa diversidade favorece a melhoria da estrutura física do solo, aumenta a atividade biológica, amplia a infiltração de água e contribui para a formação de um ambiente mais favorável ao crescimento das raízes. Como consequência, as plantas conseguem explorar camadas mais profundas do perfil do solo, aumentando sua capacidade de suportar períodos de estiagem”, explica Salton.

Os resultados mostram que os maiores benefícios do manejo conservacionista aparecem em anos de déficit hídrico moderado. Nessas condições, áreas classificadas como NM3 e NM4 mantiveram níveis significativamente superiores de produtividade em comparação aos sistemas convencionais.

Mesmo assim, o estudo ressalta que existem limites impostos pelas condições climáticas. “Na região centro-sul de Mato Grosso do Sul, a ocorrência de veranicos frequentes e a baixa capacidade de retenção de água dos solos têm historicamente comprometido o rendimento da cultura, como nas safras 2003/04, quando a precipitação foi bastante reduzida (entre 150 mm e 200 mm), e 2020/21, em que as perdas foram expressivas, com o menor volume de chuva de toda a série de registros (inferior a 100 mm)”, relata o pesquisador Carlos Ricardo Fietz com base em dados históricos do Guia Clima, sistema de monitoramento agroclimático da Embrapa Agropecuária Oeste.

Enquanto áreas conduzidas sob manejo convencional chegaram à produção nula em alguns casos, sistemas conservacionistas conseguiram reduzir parcialmente os prejuízos. “O manejo adequado não elimina completamente os efeitos de uma seca extrema, mas aumenta significativamente a capacidade da lavoura de enfrentar déficits hídricos moderados e minimiza o risco de perdas severas”, ressalta Salton.

Impactos podem alcançar crédito e seguro rural

Além dos benefícios agronômicos, a validação do ZarcNM pode apoiar decisões técnicas e políticas públicas voltadas ao setor agropecuário, pois a metodologia permite identificar o risco climático associado à qualidade do manejo de forma mais precisa. “Isso contribui para o acesso mais justo ao seguro agrícola ao considerar atributos de manejo além da textura da terra. Ao investirem na conservação do solo, os produtores apresentam menor probabilidade de perdas decorrentes da seca”, diz a pesquisadora Michely Tomazi.

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Segundo dados de 2022 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), 80,5% dos sinistros registrados em Mato Grosso do Sul foram relacionados à deficiência hídrica. “O estudo demonstra que práticas como o sistema plantio direto e a integração lavoura-pecuária deixam de ser apenas recomendações técnicas e passam a constituir instrumentos concretos para ampliar a segurança produtiva, econômica e ambiental da soja em Mato Grosso do Sul e em outras regiões produtoras do País”, conclui Salton.

Equipe da pesquisa

A validação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático – Níveis de Manejo (ZarcNM) no experimento em Dourados (MS) foi conduzida pelos pesquisadores Júlio Cesar Salton, Michely Tomazi, Éder Comunello e Carlos Ricardo Fietz, da Embrapa Agropecuária Oeste. Participaram também os bolsistas Rafael Silva Ferreira e Fabrícia da Silva Ramos, do convênio entre a Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento (Faped), a Itaipu Binacional e o centro de pesquisa da Embrapa.

Bom manejo traz maior subvenção no seguro

O ZarcNM está disponível, em caráter experimental, para a safra de soja nos estados da região Sul e no estado do Mato Grosso do Sul; e, para a segunda safra de milho, no Paraná e em Mato Grosso do Sul. Os agricultores que participarem terão subvenção diferenciada na contratação do seguro agrícola por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Na safra de soja, talhões classificados no NM4 terão subvenção de 40%, enquanto no NM3 a subvenção será de 35% e no NM2, de 30%. Os talhões no NM1 terão a subvenção padrão do programa, de 20%.
Para o milho segunda safra, a subvenção será de 50% para os níveis de manejo 3 e 4, de 45% para NM2 e de 40% para NM1.

Os agricultores que quiserem participar devem buscar os operadores credenciados, que podem ser consultados na página sobre o tema. O primeiro passo é realizar análise de solo.

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Os dados serão inseridos pelo laboratório no Sistema de Informações de Níveis de Manejo (SiNM). Na sequência, o operador de contrato, que pode ser uma seguradora, banco ou cooperativa, irá inserir os dados do produtor e da fazenda e acionará um operador de geoprocessamento para levantamento das demais informações. Com base nos dados, o sistema calcula e classifica o nível de manejo.

Este é o segundo ano que o ZarcNM é testado. Na safra 2025/2026 a experiência piloto foi feita apenas com a cultura da soja, no Paraná. A expectativa é que a iniciativa se expanda gradualmente para outras regiões e outras culturas.

(com Assessoria Embrapa Oeste)

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Agro Mato Grosso

Dia Internacional da Mulher Rural: Mulheres do campo transformam legado para novas gerações

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Aprosoja MT destaca trajetória de mulheres que ajudaram a abrir espaço para novas gerações na agricultura

Mulheres vão e vêm todos os dias nas lavouras do Brasil, pilotando maquinários, analisando o plantio e a colheita, fazendo pagamentos e todos os trabalhos administrativos de uma propriedade. Muitas delas se inspiraram nas mães ou até tiveram que ser as primeiras mulheres da família a comandar toda a empresa, mas tudo foi possível por causa das mulheres corajosas que iniciaram os trabalhos. Neste dia 15 de outubro, se comemora o Dia Internacional da Mulher Rural, e a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) reforça o compromisso com todas as que já foram, que estão trabalhando e as que ainda se tornarão profissionais do campo.

Para ter hoje muitas mulheres inseridas na agricultura, foi preciso que muitas outras tivessem a coragem de iniciar, como contou a delegada do núcleo de Campo Novo do Parecis, Andreia Cervo Stefanello. Ela explicou que, no início, ficou preocupada em cursar Engenharia Agronômica por ser, na época, uma área predominantemente masculina.

“Quando eu decidi fazer a agronomia, eu sempre tive a vontade de ajudar o pai na lavoura. E sempre tive muito medo de como seria uma mulher em um meio tão masculino como a agricultura. E daí eu descobri que a agricultura, ela não tem preferência por masculino ou feminino, ela tem preferência por apaixonados. E quando eu me vi apaixonada pela lavoura, eu consegui entender que a gente, quando gosta de algo, a gente consegue fazer cem por cento”, afirmou.

A história escrita por ela na agricultura não começou há 30 anos, quando se formou, começou antes mesmo de ela nascer. Andreia contou que a família saiu da Itália nos anos de 1800 e, ao chegar ao Brasil, continuaram as atividades na lavoura, assim como já faziam. Foram longos anos vivendo da terra e aprimorando as técnicas, para chegar aos tempos de hoje.

Apaixonada pelo processo do plantio e dos cuidados com a lavoura, Stefanello afirma que fica muito feliz ao ver os resultados de cada decisão que ela toma no escritório se refletindo no campo. Esse esforço também mostra como o papel da mulher está nos mínimos detalhes e no resultado da safra.

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“Você olha um plantio agora, você entende que aquela semente é uma sementinha que você está plantando para colher um fruto que vai representar todo o teu esforço dentro de um período. E quando eu penso nisso, eu penso também em tantas outras mulheres, mulheres que têm suas próprias histórias, próprias famílias, seus próprios desafios. Mulheres que todos os dias elas estão ali, fazendo parte das decisões, dos planejamentos, cuidando, produzindo, ajudando o campo a seguir em frente. Hoje eu olho para tudo isso e eu sei que existe um pouco de muitas mulheres nessa história. E é por causa de cada uma dessas mulheres, aquelas que já vieram e aquelas que ainda virão, que vale a pena continuar”, disse.

O Dia Internacional da Mulher Rural é uma data para relembrar as pioneiras de cada família que foram corajosas em continuar as atividades no campo, para homenagear as que estão atualmente trabalhando no campo e para incentivar que outras meninas e mulheres sigam seus sonhos. Nenhum presente se constrói sem a presença das mulheres do passado.

“Hoje eu olho para tudo isso e eu sei que existe um pouco de muitas mulheres nessa história. E é por causa de cada uma dessas mulheres, aquelas que já vieram e aquelas que ainda virão, que vale a pena continuar”, finalizou Andreia.

Entre gerações, a coragem de ocupar espaços e seguir trabalhando no campo mantém viva uma história construída por muitas mulheres. São trajetórias que ajudam a transformar a agricultura e mostram que, no campo, o futuro também é construído pelas mãos femininas.

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Agro Mato Grosso

Mercado de defensivos para algodão em MT cresce 14% safra 25/26

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Levantamento da Kynetec aponta movimentação recorde de R$ 8,217 bilhões

A movimentação de defensivos agrícolas para algodão registrou recorde na safra 2025/26, atingindo R$ 8,217 bilhões, ante R$ 7,190 bilhões da temporada anterior (+14%). Na moeda americana, em virtude do câmbio, houve alta de 10% no período, de US$ 1,341 bilhão para US$ 1,478 bilhão. Os dados foram divulgados hoje (14/10) no estudo FarmTrak Algodão, da Kynetec.

De acordo com o especialista em pesquisas da empresa, Felipe Lopes Abelha, dois fatores principais tracionaram os agroquímicos no algodão: o número de tratamentos e o custo dos tratamentos. O primeiro passou da média de 95, em 2024/25, para 107, com variação positiva de 13%. Já o preço médio dos tratamentos subiu 21%, de R$ 3.472 para R$ 4.209.

Conforme Abelha, o indicador PAT ou área potencial tratada, correspondente à soma de todos os tratamentos realizados pelos produtores na safra, alcançou a marca de 209,07 milhões de hectares em 2025/26, contra 196,31 milhões de hectares do ciclo passado, uma elevação de 6%.

Inseticidas seguem na liderança

Importância no mercado – segmentos agrupados; Mercado total | algodão 25/26
Importância no mercado – segmentos agrupados; Mercado total | algodão 25/26

Entre as categorias de produtos, destaca o executivo, os inseticidas seguiram na dianteira do mercado. Ocuparam 50% do total ou R$ 4,119 bilhões, salto de 14% na comparação a 2024/25 (R$ 3,606 bilhões). Ganharam ainda 2% em representatividade em área tratada, para 87.657 milhões de hectares.

Segundo Abelha, os inseticidas aplicados visaram, sobretudo, o controle do bicudo do algodoeiro e de lagartas. O bicudo demandou a média de 18 tratamentos por propriedade, ao custo da ordem de R$ 2 bilhões. As lagartas equivaleram a R$ 928 milhões, 15% acima da safra 2024/25 (R$ 795 milhões). “O segmento de lagartas, conhecidas por ‘pragas de sistema’, que provocam impactos desfavoráveis crescentes à produção, está em franca expansão”, salienta Abelha.

Segunda categoria no ranking de agroquímicos do algodão, a dos fungicidas registrou o maior crescimento proporcional, de 19%, para R$ 1,98 bilhão ou 24% do total do mercado, face a R$ 1,617 bilhão de 2024/25. Esse segmento, acrescenta Abelha, recebeu impulso representativo dos chamados produtos ‘premium’.

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Herbicidas, na terceira posição, apresentaram elevação de 6,3%, perfazendo R$ 1,143 bilhão ou 14% do montante total do mercado, ante R$ 1,075 bilhão de 2024/25.

Somados, nematicidas, produtos para tratamento de sementes e outros obtiveram 12% de participação ou R$ 986 milhões.

Estudo representa 97% da área culutivada no país

Segundo a Kynetec, o levantamento FarmTrak Algodão 2025/26 percorreu quase 270 propriedades e teve origem em entrevistas presenciais com produtores em toda a fronteira agrícola da cultura. A cobertura da pesquisa representa 97% da área cultivada no país, de 1,952 milhão de hectares. Das regiões abrangidas, Felipe Abelha destaca a constatação de uma queda de 8% no plantio de algodão no estado de Mato Grosso, de 1,502 milhão de hectares para 1,376 milhão de hectares.

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Agro Mato Grosso

Etanol de milho: MT projeta crescimento de 18,67% na produção

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Projeção indica crescimento de 18,67% na produção estadual; em Lucas do Rio Verde, representantes da indústria e do setor agropecuário conheceram as operações da FS

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Agro MT