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3 de agosto de 2026

Business

Syngenta lança híbrido de milho hiperprecoce mirando importante mercado do sul do Brasil

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Novidade é direcionada à Região Sul, permitindo antecipar a colheita, otimizar a janela de plantio e possibilitando a segunda safra de soja ou feijão

A Nidera Sementes, marca da Syngenta Seeds, anuncia a sua entrada no mercado de híbridos de milho hiperprecoces com o lançamento do Hibrido NS22 PRO4. A novidade combina ciclo rápido com alto potencial produtivo, redefinindo o planejamento agrícola e permitindo aos agricultores acelerarem a rentabilidade da lavoura mais segurança. Outro benefício é a possibilidade de o produtor realizar uma segunda safra de soja, onde o vazio sanitário permitir, ou feijão no mesmo ano de colheita.

 

O lançamento é uma resposta aos gargalos financeiros e climáticos dos produtores na região Sul. “Temos uma corrida direta contra o relógio climático no Sul do Brasil. O desafio não é apenas a falta de chuva no final do ciclo, como no Cerrado, mas também a chegada das geadas precoces no outono”, explica Frederico Barreto, Head Comercial da Syngenta Seeds. “Ou seja, nosso híbrido hiperprecoce é uma ferramenta de mitigação de riscos. Ao permitir que se antecipe a colheita de verão, estamos garantindo a janela de plantio ideal para essa segunda safra de soja ou feijão. Assim, protegemos o investimento do cliente e estabilizamos a rentabilidade do ano agrícola”, afirma.

 

O lançamento atende à demanda do mercado de aumentar a velocidade do cultivo sem abrir mão da performance. “O agro não espera. E o produtor de alto investimento, menos ainda”, afirma Carlos Hentschke, Presidente da Syngenta Seeds no Brasil. “A nova genética foi pensada para quem toma decisões com base em dados, visão de negócio e busca otimizar cada hectare”, complementa.

 

Os diferenciais do NS22 PRO4 são construídos sobre três pilares: hiperprecocidade, alto potencial produtivo e forte arranque inicial. O ciclo acelerado é o grande diferencial, proporcionando segurança na implementação da segunda safra de soja e feijão e permitindo uma colheita antecipada, o que flexibiliza o planejamento e mitiga riscos climáticos.

 

Além disso, o hibrido de milho foi desenvolvido para entregar tetos produtivos elevados, respondendo positivamente a ambientes de alta tecnologia e alto investimento. Tecnicamente, o NS22 PRO4 é um híbrido para finalidade de grãos, com tolerância ao glifosato, e apresenta um pacote sanitário robusto, incluindo tolerância moderada ao complexo de enfezamento e à estria bacteriana (Xanthomonas vasicola), doenças de grande preocupação no Sul.

 

De acordo com Hentschke, o NS22 PRO4 é um divisor de águas para a Nidera e para o produtor que investe em tecnologia. “Não é apenas um híbrido rápido. É uma ferramenta estratégica que completa nosso portfólio e posiciona a marca em um novo segmento de mercado. Com ele, os agricultores podem antecipar sua rentabilidade e planejar sua segunda safra com a segurança que o mercado esperava”, finaliza.

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Business

Plantio de trigo no RS avança pouco com solo úmido após chuvas

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O plantio de trigo no Rio Grande do Sul avançou pouco na semana passada por causa da umidade elevada do solo após as chuvas recentes. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater), 97% da área estimada já foi semeada. A projeção para a safra no Estado está mantida em 814.220 hectares.

A Emater informou que 98% das lavouras de trigo no Estado estão em desenvolvimento vegetativo, enquanto 2% já entraram em floração. O quadro mostra uma safra ainda concentrada nas fases iniciais de desenvolvimento, com parte menor das áreas em estágio mais avançado.

Na primeira metade da semana, as condições meteorológicas foram marcadas por alta umidade, baixa luminosidade, nebulosidade persistente e temperaturas elevadas, em padrão associado ao fenômeno El Niño, conforme a entidade. Esse cenário contribuiu para manter o solo úmido e restringir o avanço das operações de semeadura.

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Na segunda metade do período, as chuvas cessaram, mas o céu permaneceu encoberto, com ocorrência de neblina e manutenção da umidade elevada no solo, principalmente no noroeste gaúcho. Nesse contexto, o ritmo do plantio seguiu lento.

No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos do trigo no Rio Grande do Sul subiu 0,52% na semana, para R$ 69,80, considerando produto com pH padrão 78, segundo a Emater. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, o valor do produto disponível ficou em R$ 78,00 por saca.

Com 97% da área semeada e a projeção mantida em 814.220 hectares, a safra de trigo no Rio Grande do Sul segue com predomínio de lavouras em desenvolvimento vegetativo, enquanto o excesso de umidade ainda reduz o avanço do plantio em parte do Estado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Agro Mato Grosso

Possibilidade de “Super El Niño” acende alerta e exige planejamento para safra 2026/27

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Informação, monitoramento e antecipação são ferramentas para o produtor enfrentar desafios climáticos com segurança, eficiência e previsibilidade

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Agro Mato Grosso

Colheita do milho entra na reta final e já alcança 96,8% da área em MT

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Trabalhos avançam acima do ritmo da safra passada; produção deve atingir recorde de 57 milhões de toneladas, impulsionada por produtividade histórica

A colheita da segunda safra de milho em Mato Grosso entrou na reta final e já alcança 96,77% da área cultivada, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Na última semana de julho, os trabalhos avançaram 6,11 pontos percentuais, mantendo o Estado ligeiramente à frente do ritmo registrado no mesmo período da safra anterior.

Com praticamente todas as regiões em fase de conclusão da colheita, apenas o Sudeste mato-grossense ainda concentra áreas mais expressivas por colher. Segundo a analista do Imea, Milena Bezerra, o encerramento dos trabalhos deve ocorrer nas próximas semanas.

“A colheita do milho de segunda safra já caminha para a reta final aqui em Mato Grosso, com cerca de 97% da área total colhida. De forma geral, os trabalhos seguem ligeiramente acima do observado no mesmo período da safra 2024/25”, afirma.

As regiões Médio-Norte e Norte praticamente concluíram a retirada dos grãos do campo. Já o Sudeste apresenta 85,61% da área colhida, sendo a região que registrou o maior avanço semanal, de 18,02 pontos percentuais, resultado da intensificação das operações em lavouras que atingiram o ponto ideal para a colheita.

Umidade reduz ritmo final – Embora a colheita esteja próxima do fim, a tendência é de redução no ritmo das operações.

De acordo com Milena Bezerra, grande parte das áreas remanescentes está dispersa e muitos produtores preferem aguardar a diminuição da umidade dos grãos antes de concluir a retirada da produção.

“Nessas áreas remanescentes, muitos produtores aguardam a redução da umidade dos grãos para facilitar a armazenagem. Nas próximas semanas, a expectativa é de encerramento da colheita na maior parte do Estado, com exceção da região Sudeste, que deve demandar um pouco mais de tempo”, explica.

Mesmo com essa desaceleração prevista, Mato Grosso mantém vantagem de 0,39 ponto percentual em relação ao desempenho registrado no mesmo período da safra 2024/25.

Safra histórica – Além do avanço da colheita, o Imea mantém a projeção de uma safra recorde em Mato Grosso.

As mais de 800 avaliações de campo realizadas em 82 municípios apontaram produtividade média de 128,64 sacas por hectare, o maior rendimento já registrado no Estado.

O desempenho, aliado à expansão da área cultivada, deverá resultar em uma produção estimada em 57,06 milhões de toneladas, volume 2,92% superior ao da safra anterior.

Segundo o instituto, o resultado é consequência das condições climáticas favoráveis durante praticamente todo o ciclo da cultura, garantindo elevado potencial produtivo nas principais regiões agrícolas.

Liderança nacional – Maior produtor de milho do Brasil, Mato Grosso consolida mais uma vez sua posição de liderança nacional.

A expectativa é que, com a conclusão da colheita nas próximas semanas, o Estado confirme uma das maiores safras de sua história, reforçando sua importância para o abastecimento interno, as exportações e a cadeia de proteína animal, que utiliza o milho como principal insumo para a produção de rações.

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Agro MT