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16 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

Déficit de armazenagem cresce mais que produção e amplia desafio do agro MT

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Brasil colherá safra recorde de 358,6 milhões de toneladas, mas estrutura de silos comporta apenas 65% desse volume; Mato Grosso concentra o maior déficit do país

A produção brasileira de grãos continua batendo recordes, mas a infraestrutura para armazenar essa safra não acompanha o mesmo ritmo de crescimento. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o país deverá colher 358,6 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26, enquanto a capacidade estática de armazenagem alcança apenas 233,8 milhões de toneladas.

O resultado é um déficit de aproximadamente 125 milhões de toneladas, volume que permite armazenar somente 65,2% da produção nacional. O cenário preocupa o setor produtivo, que vê a falta de silos e armazéns se transformar em um dos principais gargalos para a competitividade do agronegócio brasileiro.

INFO armazenagem

O descompasso também se evidencia quando se compara a evolução dos últimos anos. Entre as safras 2019/20 e 2025/26, a produção nacional cresceu 42,9%, passando de 250,9 milhões para 358,6 milhões de toneladas. No mesmo período, a capacidade de armazenagem aumentou apenas 31,6%, saindo de 177,7 milhões para 233,8 milhões de toneladas.

Na avaliação do especialista em infraestrutura para o agronegócio Thales Souza, o problema deixou de ser apenas operacional.

“O Brasil ampliou significativamente sua capacidade de produção, mas a infraestrutura de armazenagem não evoluiu na mesma proporção. Esse desequilíbrio reduz a eficiência da cadeia, limita o potencial de comercialização dos produtores e cooperativas e aumenta os custos ao longo de toda a operação”, afirma.

Pressão na colheita – O déficit torna-se mais evidente durante os períodos de colheita, quando grandes volumes chegam simultaneamente aos armazéns.

Sem capacidade para estocar a produção, muitos produtores acabam sendo obrigados a vender os grãos imediatamente após a colheita, justamente quando a oferta elevada pressiona os preços para baixo.

Além de reduzir o poder de negociação do produtor, a insuficiência de armazenagem provoca impactos diretos na logística. Como boa parte da safra precisa ser transportada ao mesmo tempo, cresce a demanda por caminhões, elevando os custos dos fretes e aumentando a pressão sobre rodovias e terminais de carga.

Dados do Boletim Logístico da Conab mostram que, durante o pico do escoamento da soja, os fretes rodoviários em importantes rotas produtoras de Mato Grosso aumentaram cerca de 10% em apenas um mês, chegando a 25% em alguns corredores de Goiás.

“As consequências não se limitam ao produtor. Quando toda a produção precisa ser transportada simultaneamente, há maior pressão sobre rodovias, caminhões e terminais, elevando custos logísticos que acabam afetando toda a cadeia do agronegócio”, destaca Souza.

Mato Grosso lidera déficit – Maior produtor nacional de grãos e algodão, Mato Grosso também concentra o maior déficit de armazenagem do país.

Segundo o levantamento, faltam aproximadamente 38,4 milhões de toneladas de capacidade estática no Estado, muito acima do segundo colocado, Goiás, que apresenta déficit de 13,8 milhões de toneladas.

Na sequência aparecem Paraná (5 milhões de toneladas), Bahia (4,4 milhões) e Mato Grosso do Sul (4,2 milhões).

Em termos proporcionais, os menores índices de cobertura estão nos estados da nova fronteira agrícola, como Rondônia, Maranhão, Pará e Tocantins, onde a expansão da produção ocorreu mais rapidamente do que os investimentos em infraestrutura.

Investimentos são prioridade – Hoje, os silos metálicos representam 53,3% da capacidade de armazenagem do país. Os armazéns graneleiros respondem por 36,4%, enquanto os convencionais representam 10,3%, segundo o IBGE.

Para reduzir o déficit, Thales Souza defende novos modelos de financiamento capazes de atrair capital privado para ampliar a rede de armazenagem.

A proposta prevê que investidores financiem a construção de novos silos ou a modernização dos existentes, enquanto cooperativas e tradings utilizam a estrutura por meio de contratos de longo prazo. Ao final do contrato, os ativos poderão ser incorporados ao patrimônio das empresas.

“O desafio não é apenas construir mais silos, mas criar mecanismos que viabilizem esses investimentos. Estruturas que aproximam capital privado e operadores do agronegócio permitem acelerar a expansão da armazenagem, fortalecem toda a cadeia e criam benefícios tanto para quem produz quanto para quem investe”, conclui o especialista.

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Agro Mato Grosso

Caminhoneiro morre após carreta carregada com algodão tombar na BR-364 em Jangada I MT

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Um caminhoneiro morreu após a carreta que conduzia sair da pista e tombar em uma das faixa da BR-364, na manhã deste sábado (15), em Jangada, a 82 km de Cuiabá. O acidente ocorreu no km 464 da rodovia. A vítima foi identificada como Jeferson Baia da Silva de 25 anos, natural de Curitiba (PR).

Segundo a Nova Rota do Oeste, a concessionária foi acionada às 6h51 para atender a ocorrência. Uma equipe de resgate foi enviada ao local e constatou a morte do condutor ainda no local. (video abaixo)

A carreta transportava algodão, e a carga apresentou um princípio de incêndio após o tombamento. Um caminhão-pipa da concessionária e equipes do Corpo de Bombeiros foram acionados para controlar as chamas.

Segundo a Nova Rota do Oeste, o trânsito segue normalmente no trecho.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os procedimentos necessários. As circunstâncias do acidente devem ser investigadas.

VIDEO:

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Agro Mato Grosso

Piloto relata ter visto 4 óvnis em formação triangular durante sobrevoo em MT

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👽 Óvnis são extraterrestres?

O pesquisador da Ufologia Ataíde Ferreira da Silva Neto afirmou que a maior parte dos especialistas não diz e nem afirma que discos voadores são categoricamente extraterrestres, porém, todo os aspectos e vestígios levam a pensar que tais objetos são conduzidos por inteligências não conhecidas.

“São Objetos Voadores Não Identificados com movimentações que não se encaixam a explicações conhecidas, descartando: fenômenos atmosférico, balões meteorológicos, drones ou quaisquer veículos terrestre conhecido, enfim… são acontecimentos desconhecidos aos padrões explicáveis terrestre”, explicou.

🔎 Ufólogo: especialista em ufologia, estudo dos objetos voadores não identificados.

Ele explica ainda que, por não haver uma base explicativa, os indícios faz com que ufólogos explanem a possibilidade de inteligência não terrestre.

O que são os registros da FAB?

A Força Aérea Brasileira (FAB) diz que documentos, vídeos, fotografias e relatos de óvnis transferidos para o Arquivo Nacional são de domínio público. A FAB ainda afirma que “não realiza estudos e análises acerca do tema, apenas cataloga as informações prestadas por terceiros e as remete, periodicamente, ao Arquivo Nacional”.

“O Comando da Aeronáutica recebe, registra, cataloga e encaminha as ocorrências para aquele órgão, onde serão disponibilizadas para consulta”, diz a FAB.

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Trabalhador morre após perder controle de trator em fazenda MT

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Um homem identificado pelas iniciais C.S morreu ao ser arremessado do trator que conduzia na tarde dessa quinta-feira (13), em uma propriedade rural na região de Nova Marilândia (392 km a médio-norte de Cuiabá).

Conforme o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada às 14h11 para atender um chamado de acidente de trabalho.

No local, testemunhas relataram que a vítima conduzia um trator que puxava uma caçamba com uma pequena quantidade de terra quando teria perdido o controle do veículo e batido em uma cerca.

Com o impacto, a vítima foi arremessada e caiu desmaiada. Uma ambulância foi acionada e constatou a morte dele ainda no local. De acordo com pessoas que conheciam a vítima, ele vinha apresentando episódios de desmaio nos últimos meses.

Por isso, foi levantada a possibilidade de que um desses episódios tenha contribuído para a perda de controle do veículo. A informação, porém, será investigada.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia e posteriormente liberado para procedimentos fúnebres.

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