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3 de julho de 2026

Business

Inseticida amplia controle de percevejos e outras pragas da soja

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Foto: Syngenta

O Brasil se prepara para mais uma produção recorde de soja, com previsão de colher 176,1 milhões de toneladas na safra 2025/26. A área plantada também cresceu, passando de cerca de 47,4 milhões para 48,7 milhões de hectares, avanço de 2,8% frente ao ciclo anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Enquanto o cenário nacional aponta expansão, produtores enfrentam desafios regionais importantes. No estado do Paraná, um dos principais produtores de soja no país, a safra se desenvolve sob condições climáticas irregulares.

De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), a cultura enfrenta períodos de estresse hídrico e temperaturas elevadas, principalmente nas fases de floração, frutificação e enchimento de grãos. Esses momentos são decisivos para o potencial produtivo.

Nesse contexto, um manejo eficiente ganha ainda mais relevância, especialmente diante do desafio imposto pelo complexo de percevejos e pragas desfolhadoras ao longo do ciclo da soja. Tecnologias químicas com novos modos de ação surgem como alternativas para ampliar o controle e proteger os componentes de rendimento da cultura.

Diferentes pragas da soja, mesma solução

Se de um lado a soja é campeã de produtividade, do outro, a cultura é uma das mais suscetíveis ao ataque de pragas e doenças como percevejos, lagartas, ácaros e tripes.

Em anos de maior estresse térmico e hídrico, como o observado em algumas regiões produtoras do Paraná nesta safra, as plantas tendem a ficar mais vulneráveis, enquanto as pragas encontram condições favoráveis para se multiplicarem rapidamente.

Diante dessa diversidade de riscos, o VERDAVIS®, da Syngenta, surge como uma ferramenta importante para compor estratégias de manejo e auxiliar na gestão da resistência.

O inseticida é formulado com lambda-cialotrina e PLINAZOLIN® technology, que incorpora um modo de atuação inédito. Essa combinação proporciona efeito de choque (knockdown), promovendo controle imediato e rápida paralisação da alimentação das pragas, reduzindo os danos às plantas.

Eficácia comprovada no combate a amplo espectro de pragas

Em lavouras com alto nível de infestação, além das perdas diretas na produtividade, as pragas também podem afetar a qualidade dos grãos, reduzindo o valor comercial da safra. Nesse sentido, o produto atua em diferentes estágios de desenvolvimento dos insetos, incluindo ovos, ninfas e adultos, interrompendo o ciclo das pragas na lavoura.

A tecnologia também inaugura o conceito percevejo-marrom+, com foco no controle do percevejo-marrom (Euschistus heros) e do percevejo barriga-verde, atuando também em um amplo espectro de pragas, como lagartas, tripes e ácaros, por exemplo.

Diante disso, o produtor rural Isaias Zanella, de Tupanci do Sul (RS), comprovou que VERDAVIS® é a solução completa para promover o controle de pragas, tanto na soja quanto no milho. Ele conta que, na última safra, enfrentou infestações de percevejos nas duas culturas, além de outras pragas, como besourinhos, cigarrinhas, tripes e lagartas.

“Na avaliação de custo, verificamos que precisaríamos de vários produtos, mas o VERDAVIS® sozinho me proporcionou esse controle, de forma muito eficiente. Chegamos aos estágios mais avançados da cultura com um bom controle de todas essas pragas”, conta Isaias

Controle sem precedentes

Produzir a céu aberto demanda atenção máxima às condições climáticas. Longos períodos de seca, seguidos de chuva intensa, criam um ambiente favorável para a multiplicação de pragas nas lavouras de soja. Por isso, o manejo dos produtos deve ser realizado de forma eficiente, visando assegurar resultados consistentes no controle de pragas.

Dentro dessa estratégia, as características do VERDAVIS® se destacam justamente pela persistência do produto nas folhas, aliada a características como baixa volatilidade, estabilidade à radiação ultravioleta e menor suscetibilidade à lavagem pela chuva.

Esses fatores contribuem para um período prolongado de controle, sem registro de fitotoxicidade quando utilizado conforme recomendação. Ao integrar tecnologias com amplo espectro, efeito de choque e residual prolongado, o manejo se torna mais eficiente e contribui para a proteção do potencial produtivo da soja.

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Relatório da Amis incorpora dados da Conab sobre milho e trigo no Brasil

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As informações de monitoramento agrícola e de acompanhamento das safras brasileiras elaboradas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) passaram a integrar o relatório divulgado pelo Sistema de Informação do Mercado Agrícola (Amis) na quinta-feira (2). Na edição de julho do Crop Monitor, o documento apontou condições favoráveis para as lavouras de milho e trigo no Brasil até 28 de junho.

O relatório internacional é coordenado pelo Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Geoglam) e reúne observações por satélite, modelagem climática e avaliações técnicas para analisar a produção agrícola em escala mundial.

Na leitura sobre o Brasil, a edição de julho classificou como favoráveis as condições do milho segunda safra, com destaque para a região Centro-Oeste. O trigo também apareceu com avaliação favorável, com foco nas lavouras do Sul do país. No documento, a classificação favorável é usada para descrever condições próximas à média.

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Segundo a Conab, as análises apresentadas no relatório convergem com os boletins recentes produzidos pela companhia para o acompanhamento das safras nacionais. A inclusão desses dados em uma publicação de alcance internacional amplia a presença das informações sistematizadas pela estatal em avaliações voltadas ao mercado agrícola global.

O relatório da Amis também traz projeções climáticas sobre a possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026 e no início de 2027, com eventuais influências sobre precipitações e temperatura. Além do cenário brasileiro, o documento reúne informações sobre o desenvolvimento do trigo e do milho nas principais regiões produtoras dos cinco continentes.

A edição de julho do Crop Monitor da Amis incorporou os dados da Conab e manteve avaliação favorável para o milho segunda safra no Centro-Oeste e para o trigo no Sul, em um monitoramento internacional voltado às condições das lavouras e ao ambiente climático global.

Fonte: gov.br

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Rio Grande do Sul terá fim de semana seco e volta da chuva na próxima semana

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O Rio Grande do Sul deve ter tempo mais seco ao longo do fim de semana, antes da volta da instabilidade nos próximos dias. Segundo o Boletim Integrado Agrometeorológico 27/2026, a chuva deve retornar entre segunda-feira (6) e terça-feira (7) em praticamente todo o estado, com os maiores volumes previstos para a metade Norte.

O boletim foi elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Para sexta-feira (3), a previsão indica declínio das temperaturas e possibilidade de geada em diversas regiões do estado. Também há chance de rajadas de vento nas regiões litorâneas e em áreas adjacentes.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

No sábado (4), e até a manhã de domingo (5), a frente fria que ingressou no estado a partir da quinta-feira anterior deixa de influenciar o tempo no território gaúcho. Com isso, não há previsão de chuva significativa na maior parte das regiões.

Ao final de domingo (5), uma nova frente fria deve se aproximar do estado, favorecendo a volta da instabilidade. Na segunda-feira (6) e na terça-feira (7), a previsão é de chuva em todas as regiões, com maiores acumulados novamente concentrados na metade Norte.

Na quarta-feira (8), o sistema perde força e se afasta, reduzindo sua influência sobre o estado. A previsão indica apenas chuva isolada.

Ao longo da semana, os acumulados de precipitação devem variar entre zero e 50 milímetros, com pontos isolados podendo superar esse volume.

Atualizado semanalmente, o boletim agrometeorológico reúne informações sobre o tempo e acompanha a situação de diferentes culturas e criações de animais no Rio Grande do Sul.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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Inmet prevê maior demanda hídrica nas lavouras em julho

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê temperaturas acima da média histórica ao longo de julho em grande parte do Brasil, com maior intensidade na porção Centro-Norte do território nacional. Segundo o instituto, o cenário eleva a demanda hídrica das culturas agrícolas e pode reduzir o armazenamento de água no solo, com efeitos sobre lavouras em desenvolvimento, pastagens e sistemas produtivos mais dependentes das precipitações.

De acordo com o Inmet, o quadro climático terá efeitos distintos conforme a cultura e a região. No Centro-Oeste, grande parte das lavouras de milho segunda safra e algodão está na fase final do ciclo produtivo, período em que o tempo seco favorece a maturação.

Para o algodão, o instituto afirma que as temperaturas mais elevadas favorecem a abertura dos capulhos, reduzem a incidência de doenças associadas ao excesso de umidade e ampliam as janelas operacionais de colheita. No oeste do Estado da Bahia, a previsão também tende a beneficiar a fase final do ciclo da cultura e o avanço da colheita.

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Em outra direção, o Inmet indica maior necessidade de atenção ao manejo hídrico nas lavouras de feijão terceira safra na Região Nordeste e nos cultivos irrigados da Região Sudeste. Segundo o instituto, os efeitos do calor podem comprometer o florescimento e o enchimento de grãos do feijão terceira safra.

Em áreas dos Estados de Mato Grosso e Goiás, o tempo seco tende a reduzir os níveis de armazenamento de água no solo. Já na Região Sul, o prognóstico aponta volumes de chuva próximos ou acima da média climatológica na maior parte do período, condição que, segundo o Inmet, favorece o desenvolvimento das culturas de inverno pela adequada disponibilidade hídrica.

Ao mesmo tempo, o instituto destaca que, nas culturas de inverno da região Sul, a combinação de umidade e temperaturas elevadas favorece a ocorrência de doenças fúngicas.

O cenário projetado pelo Inmet para julho combina aquecimento acima da média em grande parte do País com efeitos distintos entre regiões e culturas, exigindo atenção ao manejo hídrico, ao desenvolvimento das lavouras e às condições fitossanitárias no campo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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