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15 de maio de 2026

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Inseticida amplia controle de percevejos e outras pragas da soja

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Foto: Syngenta

O Brasil se prepara para mais uma produção recorde de soja, com previsão de colher 176,1 milhões de toneladas na safra 2025/26. A área plantada também cresceu, passando de cerca de 47,4 milhões para 48,7 milhões de hectares, avanço de 2,8% frente ao ciclo anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Enquanto o cenário nacional aponta expansão, produtores enfrentam desafios regionais importantes. No estado do Paraná, um dos principais produtores de soja no país, a safra se desenvolve sob condições climáticas irregulares.

De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), a cultura enfrenta períodos de estresse hídrico e temperaturas elevadas, principalmente nas fases de floração, frutificação e enchimento de grãos. Esses momentos são decisivos para o potencial produtivo.

Nesse contexto, um manejo eficiente ganha ainda mais relevância, especialmente diante do desafio imposto pelo complexo de percevejos e pragas desfolhadoras ao longo do ciclo da soja. Tecnologias químicas com novos modos de ação surgem como alternativas para ampliar o controle e proteger os componentes de rendimento da cultura.

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Diferentes pragas da soja, mesma solução

Se de um lado a soja é campeã de produtividade, do outro, a cultura é uma das mais suscetíveis ao ataque de pragas e doenças como percevejos, lagartas, ácaros e tripes.

Em anos de maior estresse térmico e hídrico, como o observado em algumas regiões produtoras do Paraná nesta safra, as plantas tendem a ficar mais vulneráveis, enquanto as pragas encontram condições favoráveis para se multiplicarem rapidamente.

Diante dessa diversidade de riscos, o VERDAVIS®, da Syngenta, surge como uma ferramenta importante para compor estratégias de manejo e auxiliar na gestão da resistência.

O inseticida é formulado com lambda-cialotrina e PLINAZOLIN® technology, que incorpora um modo de atuação inédito. Essa combinação proporciona efeito de choque (knockdown), promovendo controle imediato e rápida paralisação da alimentação das pragas, reduzindo os danos às plantas.

Eficácia comprovada no combate a amplo espectro de pragas

Em lavouras com alto nível de infestação, além das perdas diretas na produtividade, as pragas também podem afetar a qualidade dos grãos, reduzindo o valor comercial da safra. Nesse sentido, o produto atua em diferentes estágios de desenvolvimento dos insetos, incluindo ovos, ninfas e adultos, interrompendo o ciclo das pragas na lavoura.

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A tecnologia também inaugura o conceito percevejo-marrom+, com foco no controle do percevejo-marrom (Euschistus heros) e do percevejo barriga-verde, atuando também em um amplo espectro de pragas, como lagartas, tripes e ácaros, por exemplo.

Diante disso, o produtor rural Isaias Zanella, de Tupanci do Sul (RS), comprovou que VERDAVIS® é a solução completa para promover o controle de pragas, tanto na soja quanto no milho. Ele conta que, na última safra, enfrentou infestações de percevejos nas duas culturas, além de outras pragas, como besourinhos, cigarrinhas, tripes e lagartas.

“Na avaliação de custo, verificamos que precisaríamos de vários produtos, mas o VERDAVIS® sozinho me proporcionou esse controle, de forma muito eficiente. Chegamos aos estágios mais avançados da cultura com um bom controle de todas essas pragas”, conta Isaias

Controle sem precedentes

Produzir a céu aberto demanda atenção máxima às condições climáticas. Longos períodos de seca, seguidos de chuva intensa, criam um ambiente favorável para a multiplicação de pragas nas lavouras de soja. Por isso, o manejo dos produtos deve ser realizado de forma eficiente, visando assegurar resultados consistentes no controle de pragas.

Dentro dessa estratégia, as características do VERDAVIS® se destacam justamente pela persistência do produto nas folhas, aliada a características como baixa volatilidade, estabilidade à radiação ultravioleta e menor suscetibilidade à lavagem pela chuva.

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Esses fatores contribuem para um período prolongado de controle, sem registro de fitotoxicidade quando utilizado conforme recomendação. Ao integrar tecnologias com amplo espectro, efeito de choque e residual prolongado, o manejo se torna mais eficiente e contribui para a proteção do potencial produtivo da soja.

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Chapada Diamantina debate processamento da mangaba e ampliação da cadeia produtiva

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A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri-BA) reuniu secretários de Agricultura de 12 municípios da Chapada Diamantina, na quarta-feira (13), em Ibicoara, para discutir estratégias de fortalecimento da cadeia produtiva da mangaba. O foco foi ampliar o aproveitamento econômico do fruto para além da venda in natura, com estímulo ao processamento agroindustrial e à geração de renda no meio rural.

Segundo a Seagri-BA, a proposta é estruturar uma agenda regional voltada à verticalização da produção, com desenvolvimento de produtos como doces, picolés, sorvetes e cerveja artesanal à base de mangaba. A iniciativa foi organizada em parceria com a Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem) e a Prefeitura de Ibicoara.

O diretor de Desenvolvimento da Agricultura da Seagri-BA, Assis Pinheiro Filho, afirmou que o encontro consolida uma articulação construída com os municípios e que a próxima etapa é viabilizar projetos capazes de transformar o potencial produtivo em renda para os trabalhadores.

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A base técnica do debate foi apresentada pelo pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Josué Francisco da Silva Júnior. Na palestra, ele detalhou as particularidades da mangaba nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga. De acordo com o pesquisador, as diferenças de ocorrência e características do fruto em cada ambiente ampliam as possibilidades de uso comercial, nutricional e científico.

A Embrapa classifica a mangaba como uma “planta para o futuro”, grupo que reúne frutíferas nativas com potencial ainda pouco explorado. Para a instituição, o fruto pode ser inserido em estratégias de sociobiodiversidade, com aproveitamento alimentar e econômico em comunidades rurais.

Parte desse movimento já ocorre na região. O secretário da Agricultura de Iraquara, Jorge Paulo, relatou que famílias quilombolas do município já obtêm renda com o extrativismo da mangaba, embora o processamento ainda seja reduzido. Em Ibicoara, um dia de campo na comunidade de Cantagalo indicou a presença de áreas nativas com oferta da fruta.

O encaminhamento técnico do encontro aponta para a organização de projetos de agroindustrialização e comercialização regional. A expectativa das entidades participantes é ampliar o valor agregado da mangaba e replicar o modelo em outras culturas nativas da Chapada Diamantina.

Fonte: embrapa.br

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Paraná projeta produção de 31,54 milhões de litros de etanol de milho em 2026

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O Paraná deve produzir 31,54 milhões de litros de etanol de milho em 2026, de acordo com o 20º Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (15). A projeção representa crescimento de 71,1% em relação ao volume anterior e reforça a expansão desse segmento no Estado.

Segundo o Deral, o avanço da produção indica a formação de um novo polo paranaense de etanol de milho. O boletim também mostra comportamento distinto no etanol de cana-de-açúcar. Nesse caso, a estimativa é de 1,18 bilhão de litros em 2026, com retração de 2,2%.

Os dados apontam uma mudança gradual na composição da oferta estadual de biocombustíveis. Embora o etanol de cana siga predominante em volume, o crescimento mais acelerado do etanol de milho sinaliza ampliação da base industrial ligada ao cereal, com potencial de diversificação da matéria-prima usada pelas usinas.

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No mesmo boletim, o Deral atualizou as condições da segunda safra de milho no Paraná. De acordo com o departamento, 96% da área plantada de milho safrinha está em fase de desenvolvimento e segue suscetível a geadas. Os 4% restantes estão em maturação, estágio em que não há risco relacionado ao frio.

O órgão informou que geadas isoladas foram registradas nos últimos dias em regiões mais ao sul do Estado, sem impactos relevantes até o momento. As chuvas em diversas áreas também favoreceram o desenvolvimento das lavouras. Historicamente, segundo o Deral, geadas mais intensas tendem a ocorrer a partir de junho, quando parte maior das lavouras estará em estágios mais avançados.

Para os próximos 15 dias, a previsão climática indica chance de chuvas em parte do Paraná. As temperaturas mínimas devem permanecer acima de 8°C na maior parte das regiões produtoras, o que reduz o risco de geadas no curto prazo.

Com a maior parte do milho safrinha ainda em desenvolvimento, o acompanhamento das condições climáticas nas próximas semanas será determinante para a consolidação da oferta de cereal e para o avanço da cadeia de etanol de milho no Estado, conforme o Deral.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Querência entra na reta final para a Abertura Nacional da Colheita do Milho 2026; inscreva-se

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Os preparativos para a Abertura Nacional da Colheita do Milho 2026 seguem a todo vapor na Estância VN, em Querência, região do Vale do Araguaia em Mato Grosso, no dia 3 de junho. Com as máquinas sendo ligadas ao pôr do sol para colher os primeiros talhões, as perspectivas na propriedade são de uma produtividade entre 170 e 180 sacas de cereal por hectare na atual temporada.

Referência em gestão baseada em capital próprio, investimento em armazenagem e controle rigoroso dos custos, a Estância VN é comandada por Irio Guisolphi, produtor rural catarinense que conduz a atividade com foco na independência financeira e em decisões estratégicas que permitam maior previsibilidade e rentabilidade ao negócio.

“Já faz uns 15, 20 dias que começamos a organizar a fazenda para receber todo mundo no evento. Não podemos esperar para a última hora. Estamos terminando de ajustar os detalhes finais”, conta Irio ao projeto Mais Milho.

Querência Abertura Colheita Milho foto Pedro Silvestre Canal rural mato grosso
Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

O evento integra o projeto Mais Milho, desenvolvido pelo Canal Rural Mato Grosso, afiliada do Canal Rural, em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). O evento tem como tema central “Milho: Inovação e Resiliência – Cultivando o Futuro em Tempos de Desafio”. As inscrições para a Abertura Nacional da Colheita do Milho 2026 já estão abertas. Inscreva-se aqui.

O evento chega em um momento decisivo para o agricultor brasileiro. Um cenário de custos elevados, crédito mais apertado e ao mesmo tempo avanços em tecnologia, genética e eficiência que seguem transformando o milho no protagonista do campo.

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As colheitadeiras para marcar o início da colheita do milho segunda safra serão ligadas ao vivo a partir das 16h30 (horário de Brasília) no Canal Rural. E pela primeira vez, o Brasil vai acompanhar ao vivo a colheita ao pôr-do-sol, com um retrato do campo que não para, do primeiro raio de luz até o último minuto do dia.

Durante o evento estão programados dois painéis que abordam os desafios e as oportunidades de uma das safras mais estratégicas do país. O primeiro painel fala sobre “Crédito e Oportunidades: Superando Desafios e Colhendo Resultados”, enquanto o segundo “Tecnologia e Resiliência no Campo”.

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