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7 de outubro de 2026

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TRE defere candidatura de Flaviane Ramalho, mas veta nome “Flaviane do Bolsonaro” na urna

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Candidata afirma que expressão nunca buscou indicar parentesco com a família Bolsonaro, mas representar identidade ideológica; sem recorrer da decisão, ela seguirá nas urnas como “Dr.ª Flaviane Ramalho”

 

 

A candidata a deputada estadual por Mato Grosso Flaviane Ramalho, número 30.022, do Partido NOVO, seguirá oficialmente na disputa eleitoral de 2026. A Justiça Eleitoral deferiu seu registro de candidatura, mas não autorizou a utilização do nome de urna “Flaviane do Bolsonaro”, determinando que ela concorra como “Dr.ª Flaviane Ramalho”.

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A discussão judicial ficou restrita ao nome escolhido para aparecer na urna. Na própria decisão, o relator registrou que Flaviane está quite com a Justiça Eleitoral, não possui condenação criminal apontada nos autos e preenche as condições de elegibilidade, não havendo discussão sobre sua possibilidade de disputar a eleição.

Desde o início da controvérsia, a defesa sustentou que “Flaviane do Bolsonaro” jamais foi uma tentativa de aparentar parentesco com Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro ou qualquer integrante da família. Segundo a manifestação apresentada ao TRE-MT, a denominação “não pretende indicar qualquer vínculo sanguíneo ou familiar”, mas traduz uma “identificação política, ideológica e pública”, relacionada aos valores e ao projeto político com os quais a candidata se identifica.

A defesa também ressaltou que a palavra “do” não foi utilizada por acaso. O argumento apresentado foi exatamente o de diferenciar sobrenome de identificação política: Flaviane não pretendia se registrar como “Flaviane Bolsonaro”, mas como “Flaviane do Bolsonaro”, numa referência expressa ao bolsonarismo e a um projeto político e ideológico.

Em outro trecho, a manifestação foi ainda mais objetiva: “‘do Bolsonaro’ significa vinculada ao projeto político Bolsonaro, e não pertencente à família Bolsonaro”. A defesa apresentou ainda publicações, entrevistas, matérias jornalísticas e registros em redes sociais para demonstrar que a identificação vinha sendo utilizada antes do registro formal da candidatura.

O Ministério Público Eleitoral entendeu de maneira diferente. Em seu parecer, conforme registrado na decisão, sustentou inicialmente o indeferimento do registro porque a candidata, após ser intimada, permaneceu defendendo um nome de urna que o órgão considerava incompatível com o artigo 25 da Resolução TSE nº 23.609/2019. De forma subsidiária, o Ministério Público pediu a rejeição de “Flaviane do Bolsonaro” e a adoção de “Dr.ª Flaviane Ramalho”.

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O juiz-relator não acompanhou o Ministério Público na proposta de impedir o registro da candidatura. Entendeu que a discussão sobre o nome da urna não representava falta de condição de elegibilidade nem causa de inelegibilidade e destacou que todos os demais requisitos estavam satisfeitos.

Quanto ao nome, porém, o entendimento judicial foi contrário à candidata.

Na decisão, o relator considerou que “Bolsonaro” não integra o nome civil de Flaviane, que não existe vínculo familiar e que as provas apresentadas não seriam suficientes, na avaliação da Justiça Eleitoral, para demonstrar que “Flaviane do Bolsonaro” já constituía uma identidade pública consolidada. Também foi considerado o fato de a candidata ter concorrido em eleições anteriores utilizando o nome “Dra. Flaviane Ramalho”.

Por essa razão, o magistrado concluiu ser “inviável a homologação do nome de urna ‘FLAVIANE DO BOLSONARO’”.

Ao final, a Justiça Eleitoral indeferiu especificamente o uso de “Flaviane do Bolsonaro”, determinou o registro do nome “Dr.ª Flaviane Ramalho” e, ao mesmo tempo, deferiu integralmente a candidatura de Flaviane ao cargo de deputada estadual pelo NOVO, sob o número 30.022.

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Apesar de discordar da interpretação dada ao caso, Flaviane Ramalho decidiu que não recorrerá da decisão.

Para a candidata, prolongar uma disputa judicial em torno do nome desviaria tempo, energia e recursos de uma campanha que pretende concentrar esforços nas ruas e na apresentação de suas propostas.

Flaviane também afirma que respeita a decisão judicial, embora veja o episódio como mais uma demonstração das limitações impostas à utilização de uma identidade política vinculada ao bolsonarismo.

“Eu poderia recorrer e continuar essa discussão. Mas não vou perder a campanha discutindo meu nome. Todo mundo sabe que sou bolsonarista. Nunca escondi isso e nunca disse que era parente do Bolsonaro. Meu nome na urna muda. Meus princípios não mudam.”

A candidata faz ainda uma comparação provocativa sobre a realidade eleitoral brasileira.

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“Nós vemos candidatos conhecidos como ‘fulano do cachorro-quente’, ‘fulano da escola’, ‘fulano do salão’, ‘fulano da oficina’. Quando se trata de uma identificação ideológica ligada a Bolsonaro, a interpretação é outra. Respeito a decisão, mas o eleitor pode tirar suas próprias conclusões.”

Para Flaviane, entretanto, a discussão termina aí.

Não haverá recurso. Não haverá paralisação da campanha. E não haverá mudança de posicionamento político.

A partir de agora, a candidata seguirá oficialmente como:

Dr.ª Flaviane Ramalho
Deputada Estadual — 30.022 — NOVO

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“Podem determinar como meu nome aparecerá na urna. O que ninguém pode mudar são meus valores, meus princípios e aquilo em que acredito. Continuo bolsonarista, continuo defendendo as mesmas bandeiras e continuarei enfrentando o que precisar ser enfrentado. Agora é rua, trabalho, luta e muita correria por Mato Grosso.”

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Polícia Civil cumpre 55 ordens judiciais contra grupo que alternava esconderijos em MT e Goiás

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Operação Nomad mira alvos em Tangará da Serra, Cuiabá e Goiânia; Justiça autorizou mandados de busca itinerantes para localizar criminosos

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (7.10), a Operação Nomad, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico ilícito de entorpecentes, associação para o tráfico e organização criminosa. Os suspeitos atuavam em Tangará da Serra e região.

Na operação, são cumpridas 55 ordens judiciais, sendo 13 mandados de prisão preventiva, 13 de busca e apreensão, 21 afastamentos de sigilo telefônico e telemático e oito bloqueios e indisponibilidade de contas e valores. As ordens foram deferidas pela Justiça com base em investigações da Delegacia de Tangará da Serra.

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Tangará da Serra e Cuiabá, em Mato Grosso, além de Goiânia (GO), mobilizando mais de 40 policiais. Dois flagrantes foram registrados durante o cumprimento das ordens judiciais.

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A operação é resultado de uma investigação que identificou a atuação estruturada do grupo criminoso e sua dinâmica de constante movimentação entre diferentes imóveis, moradias transitórias, esconderijos e pontos de apoio, utilizados como estratégia para dificultar o monitoramento policial e a localização dos investigados.

A Justiça também autorizou a realização de buscas em caráter itinerante, diante da constante alteração dos locais utilizados pelos investigados, permitindo às equipes policiais o cumprimento das diligências nos imóveis e pontos de apoio vinculados aos alvos, observadas as condições estabelecidas judicialmente.

As prisões e buscas têm como finalidade o cumprimento das determinações judiciais, a apreensão de elementos que podem reforçar a investigação e o aprofundamento das apurações relacionadas à estrutura criminosa investigada.

Nome da operação

A denominação “Nomad” faz referência à característica identificada durante as investigações: a constante mobilidade dos investigados, que alternavam entre diferentes imóveis e pontos de apoio para dificultar a atuação policial. A decisão judicial reconheceu expressamente essa dinâmica e autorizou buscas de caráter itinerante.

A operação integra o trabalho permanente de investigação da Delegacia de Tangará da Serra no enfrentamento ao tráfico de drogas e às facções criminosas, atuando de forma integrada para identificar, localizar e responsabilizar os envolvidos.

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Polícia Militar prende quadrilha que roubou carro e exigia Pix de resgate da vítima em Cuiabá

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Policiais militares do 3º Batalhão prenderam, nesta terça-feira (6.10), dois homens e apreenderam três adolescentes suspeitos por roubo, extorção e ameaça contra uma mulher, em Cuiabá. Na ação, as equipes recuperaram o veículo da vítima.

Durante patrulhamento tático na região do Coxipó da Ponte, os policiais militares flagraram quatro suspeitos em um carro modelo Renault Logan, com as mesmas características de um veículo com registro de roubo, no dia anterior. O motorista tentou fugir, sendo abordado em seguida.

Em contato com a vítima, ela reconheceu um dos envolvidos na ação criminosa. Em seguida, os policiais receberam novas informações sobre outro suspeito do roubo, que foi localizado e detido em sua residência.

Durante as buscas, as equipes também apreenderam uma motocicleta que teria sido utilizada pelos suspeitos no roubo. A vítima relatou ainda que, antes da abordagem dos suspeitos, recebeu ligações de dois números diferentes.

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Os criminosos prometeram devolver o veículo e exigiram pagamentos via Pix. A mulher ressaltou que realizou três transferências, totalizando R$ 4,2 mil. Os cinco suspeitos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Harissa, um dos endereços mais desejados da Avenida Fernando Corrêa, chega à reta final com apenas 15 unidades e condições exclusivas

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O Harissa, empreendimento majestoso da São Benedito na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá, chega à reta final de comercialização com 90% das unidades vendidas. Restam apenas 15 apartamentos, que passam a contar com condições especiais de negociação por prazo limitado.

Desde o lançamento, o projeto se destacou por propor apartamentos avarandados e de ambientes amplos, com 3 a 5 suítes, integração entre os espaços, privacidade e áreas pensadas para a convivência da família. Na ocasião, as plantas iam de 165 m² a 497 m², metragens que valorizam a amplitude e permitem diferentes usos, tanto para o dia a dia quanto para receber amigos e familiares.

“Com a obra concluída e 90% das unidades comercializadas, o Harissa vive agora seu último capítulo de vendas. São apenas 15 apartamentos disponíveis. Para essas últimas unidades, oferecemos condições jamais praticadas anteriormente para o empreendimento, em uma ação comercial com prazo limitado”, garante Gilson Porto, diretor de Produtos da São Benedito.

Para quem acompanhou o projeto desde o início ou aguardava o momento certo de comprar, esta é a hora de conhecer as últimas unidades disponíveis e garantir as condições especiais enquanto estiverem vigentes.

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A arquitetura é outro ponto forte. O Harissa tem presença marcante na Avenida Fernando Corrêa, com fachada contemporânea e elementos que remetem às formas da natureza. O grande pórtico, um dos traços mais característicos do projeto, já faz parte da identidade visual do empreendimento. A vista noturna se torna um espetáculo à parte, hipnotizante diante de tamanha beleza.

O mesmo cuidado aparece nas áreas comuns. Todas as áreas compartilhadas do Harissa, incluindo academias e áreas gourmet,são equipadas com requinte, com acabamentos e itens de alto padrão que elevam a experiência de uso. A estrutura de convivência foi planejada para o lazer, o descanso e o encontro, com paisagismo, acessos e espaços coletivos desenhados em conjunto com a arquitetura, criando uma identidade única para o empreendimento.

Completam o conjunto a localização privilegiada e a região com ampla oferta de serviços, comércio, gastronomia, educação e fácil acesso aos diferentes pontos de Cuiabá, incluindo Shopping Center, praça de referência da região e principais avenidas.

 

CENTRAL DE VENDAS: (65) 3627 5555

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