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22 de agosto de 2026

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Pivetta e Wellington estão empatados com 27% das intenções de votos, diz MT Dados

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Histórico de pesquisas mostra o governador Otaviano Pivetta em melhor cenário de crescimento, enquanto o senador Wellington Fagundes oscilou

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) está empatado com o senador Wellington Fagundes (PL) na disputa pelo governo de Mato Grosso. Pesquisa do MT Dados divulgada nessa sexta-feira (21) mostra ambos com 27% das intenções de voto. 

Segundo o instituo, a diferença entre os dois candidatos está no histórico das últimas três pesquisas levantadas. Otaviano Pivetta cresceu e Wellington Fagundes variou – estava em primeiro, caiu, ficou em segundo e empatou agora. 

Em julho, Pivetta chegou a 25,2% e Wellington registrou 24,3%. Os dois estavam tecnicamente empatados, quando a diferença de percentual entre eles estava dentro da margem de erro. Agora, em agosto, ambos marcam 27%. 

O instituto diz que a pesquisa foi realizada com 3.080 pessoas em 7 regiões de Mato Grosso, que abrangeriam todo o Estado. O levantamento foi feito entre os dias 15 e 20 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança de 95%. 

Além de consolidar o empate nas intenções de voto, Pivetta apresenta indicadores mais favoráveis quando a pesquisa mede rejeição e potencial eleitoral. Segundo o MT Dados, 25% afirmam que votarão com certeza em Pivetta e outros 29% dizem que poderiam votar nele. O potencial de voto do governador chega, assim, a 54%. 

Wellington tem 24% que votariam nele com certeza e 27% que admitem a possibilidade de votar no candidato do PL, totalizando potencial de 51%. 

Na rejeição, a diferença é maior. Enquanto 15% dos entrevistados afirmam que não votariam em Pivetta de jeito nenhum, Wellington é rejeitado por 21%. O senador tem, portanto, seis pontos percentuais a mais de rejeição. 

Cenário de 2º turno 

A disputa permanece equilibrada também na simulação de segundo turno entre os dois. Wellington registra 33% e Pivetta, 32%. A diferença de apenas um ponto está dentro da margem de erro da pesquisa. 

Nesse confronto, 25% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar e 10% optariam por branco ou nulo. 

Os números mostram que, mesmo numa eventual disputa direta, existe uma parcela expressiva do eleitorado ainda disponível aos dois candidatos. 

A pesquisa MT Dados está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) com o número 04390/2026. 

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Operação integrada entre polícias apreende 60 quilos de drogas em caminhão e causa prejuízo de R$ 1,8 milhão a facções

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Abordagem ocorreu nesta sexta-feira (21) em General Carneiro. Motorista transportava tabletes de maconha e pasta base de cocaína escondidos na cabine com destino ao estado de Goiás

Equipes da Polícia Militar de Mato Grosso e de Goiás, além da Polícia Federal, apreenderam 60 quilos de entorpecentes, nesta sexta-feira (21.8), no município de General Carneiro. Na ação, foram apreendidos 30 quilos de maconha e 30 quilos de pasta base de cocaína.

Um homem, de 39 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas. O prejuízo causado às facções criminosas com a apreensão foi avaliado em R$ 1,8 milhão.

A ação ocorreu por volta das 12h50, após o compartilhamento de informações entre as forças de segurança, que abordaram um caminhão-tanque após receberem denúncias de que o veículo estaria sendo utilizado para o transporte de entorpecentes. Na inspeção, os policiais localizaram os tabletes de pasta base de cocaína e maconha, que estavam escondidos na cabine do caminhão.

As drogas estavam distribuídas em caixas de papelão. Questionado pela PM, o suspeito afirmou que recebeu o material na cidade de Campo Verde e que o levaria para o Estado de Goiás, onde receberia um valor em dinheiro pelo transporte dos entorpecentes.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi levado, junto com as drogas apreendidas, para a sede da Polícia Federal de Barra do Garças para registro da ocorrência.

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Agro Mato Grosso

VÍDEO: pescador se distrai e leva mordida de dourado em MT

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Edimar Santos relatou que o peixe causou ferimento em um dos dedos e precisou de um alicate para ajudar a abrir a boca do animal.

O pescador Edimar Santos foi surpreendido pela mordida de um dourado enquanto pescava no Rio Sepotuba, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. As imagens foram registradas por colegas que estavam no barco e o vídeo viralizou nas redes sociais durante a semana (assista abaixo).

Edimar contou que o ocorrido se deu após uma situação de risco em que, ao tentar desviar de uma galhada na correnteza, o grupo conseguiu capturar o peixe com um anzol. Ele também detalhou o momento de descuido que permitiu o ataque enquanto o barco descia o rio.

“Eu estava preocupado com o anzol, para ele não enganchar na minha perna. Quando virei o rosto para jogar o anzol na água, descuidei e acabei colocando a mão no rumo da boca dele”, relatou.

Devido à força da mordida, Edimar contou que foi necessário utilizar um alicate para ajudar a abrir a boca do animal.

“A mordida dele é muito forte. Tivemos que pegar o alicate, colocar na boca dele e abrir para ajudar. Ele fez um buraco no meu dedo bem fundo e chegou a sair bastante sangue”, descreveu.

Rei do Rio

Considerado por muitos como “rei do rio” pelo comportamento agressivo e grande porte, o dourado (Salminus brasiliensis) é encontrado nos rios da Bacia do Prata, como os rios Paraguai e Paraná. O peixe demonstra um comportamento territorial que exige cuidado redobrado no manuseio fora da água.

O dourado é valorizado na pesca esportiva devido à força, resistência e rapidez durante a captura, e se alimenta principalmente de outros peixes. Pode ultrapassar 1 metro de comprimento e pesar até 25kg. A espécie é bastante valorizada na pesca esportiva devido à força, resistência e rapidez durante a captura.

Lei do Transporte Zero

Vale lembrar que o dourado é uma das 12 espécies de peixes com transporte, armazenamento e comercialização proibidos até 2029, de acordo com a Lei do Transporte Zero. O projeto pretende dobrar o turismo de pesca esportiva com previsão de atrair turistas e gerar empregos, segundo o governo.

  • Cachara
  • Caparari
  • Dourado
  • Jaú
  • Matrinchã
  • Pintado/Surubin
  • Piraíba
  • Piraputanga
  • Pirara
  • Pirarucu
  • Trairão
  • Tucunaré

 

🎣 Quem pode pescar?

  • Povos indígenas, originários e quilombolas que tenham a pesca como atividade de subsistência, para comercialização e o transporte de iscas vivas, que deverão ser regulamentados por resolução do Conselho Estadual de Pesca do Estado de Mato Grosso (Cepesca);
  • Profissionais artesanais e a modalidade pesque e solte, desde que atendidas as condições previstas na lei, com exceção do período de defeso da piracema.

*Sob supervisão de Jardes Johnson.

VIDEO:

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Golpes de engenharia social já respondem por 40% dos indícios de fraudes financeiras no país, aponta pesquisa

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No primeiro semestre de 2026, Brasil registrou mais de 3,6 milhões de ocorrências do tipo. Celular é o principal canal usado por criminosos, e o Pix lidera as formas de movimentação ilícita

Golpes baseados em engenharia social respondem por 40% dos indícios de fraudes financeiras registrados no Brasil. A estratégia inclui falsos call centers, criminosos que se passam por funcionários de bancos e até falsas operações policiais para convencer vítimas a fornecer dados ou realizar transferências.

Segundo pesquisa da recente Quod, datatech especializada em inteligência de dados para o mercado de crédito, no primeiro semestre de 2026, foram registrados mais de 9 milhões de indícios de fraude, entre casos suspeitos e confirmados, alta de 10,26% em relação ao segundo semestre de 2025. A engenharia social representou mais de 3,6 milhões dessas ocorrências.

De acordo com a Quod, o celular foi o principal canal usado nos golpes, presente em 78% dos casos. O Pix aparece como meio de movimentação em 85% das ocorrências.
Golpes mais sofisticados

A engenharia social explora a confiança e as emoções da vítima, em vez de depender de uma invasão aos sistemas bancários. Os criminosos criam situações de urgência, medo ou falsa autoridade para induzir decisões rápidas.

No golpe do falso call center, por exemplo, o criminoso afirma ter identificado uma transação suspeita e orienta a vítima a realizar procedimentos para supostamente proteger a conta. Em falsas operações policiais, o golpista usa a autoridade para intimidar o alvo e exigir movimentações financeiras.

Os ataques também podem combinar ligações, WhatsApp, SMS e e-mails durante dias ou semanas antes da tentativa de transferência. A inteligência artificial tornou as abordagens ainda mais convincentes, com clonagem de voz, imagens e produção de documentos falsificados.

Para José Oliveira, diretor de Tecnologia da Certta, empresa de verificação inteligente que unifica soluções antifraude em uma única plataforma, a engenharia social atinge uma camada diferente da segurança tradicional.

“A IA antifraude não foi desenhada para combater engenharia social, ela foi desenhada para combater fraude. São camadas diferentes de um mesmo problema, onde engenharia social ataca a decisão humana, a fraude ataca o sistema, o documento, a identidade”, diz.

Fraude, golpe, cibercrime, telefone celular- Idec aponta fragilidades na segurança de aplicativos de bancos. Foto: rawpixel.com / Chanikarn Thongsupa
Jovens entre 18 e 34 anos representam 49,06% das vítimas. Foto: rawpixel.com / Chanikarn Thongsupa – rawpixel.com / Chanikarn Thongsu
Tecnologia

O combate às fraudes ganhou novos mecanismos em 2026. A Resolução 501 do Banco Central ampliou o compartilhamento de informações sobre indícios de fraude entre instituições financeiras, enquanto o Registro Unificado de Fraudes (Rufra) concentra dados para identificar padrões e apoiar ações preventivas.

As instituições também utilizam inteligência artificial (IA) e biometria comportamental para analisar fatores como dispositivo, horário, localização e histórico de transações.

O avanço nos investimentos em IA, no entanto, não tem impedido o crescimento de golpes com o uso de engenharia social. Para Oliveira, a prevenção precisa acontecer antes do prejuízo.

“Para as instituições, a lógica precisa ser exatamente a inversa, ou seja, usar tecnologia para reconhecer sinais, antecipar riscos e adaptar a proteção antes que a vulnerabilidade se transforme em prejuízo”, adverte Oliveira.

Debate escasso

Segundo levantamento recente da Certta e da Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, apenas 11% das menções relacionadas a golpes e fraudes digitais nas redes tratam de prevenção.

“O debate público é dominado por denúncias e buscas por socorro depois que o prejuízo já aconteceu e o brasileiro ainda confunde segurança cibernética com proteção antifraude”, destaca Oliveira.

“Para o consumidor, a melhor defesa é aliar tecnologia a um comportamento preventivo. Como quase 78% das fraudes ocorrem via aparelho celular e a engenharia social é o principal motivo dos golpes, a regra é desconfiar do senso de urgência”, adverte o diretor de Produtos e Dados da datatech Quod, Danilo Coelho.

Como evitar golpes

Desconfie da urgência: pressão para agir rapidamente é um sinal de alerta;
Confirme pelo canal oficial: desligue e procure o banco diretamente se receber uma ligação suspeita;
Contate o gerente: desconfie de notícias de que o gerente da agência está envolvido em fraudes;
Não compartilhe senhas e códigos: informações de autenticação nunca devem ser fornecidas a terceiros;
Confira o Pix: verifique destinatário e valor antes de confirmar a transferência;
Desconfie de falsas autoridades: uma suposta investigação policial não justifica transferências ou fornecimento de dados;
Evite links suspeitos: não clique em mensagens inesperadas com alertas ou ofertas;
Não empreste sua conta: contas usadas para receber dinheiro de terceiros podem fazer parte de esquemas criminosos;
Use autenticação multifator: mantenha recursos adicionais de segurança ativados nas contas.

Mais vítimas jovens

Os jovens entre 18 e 34 anos representam 49,06% das vítimas, segundo o levantamento da Quod. Pessoas que recebem até dois salários mínimos correspondem a 58% dos atingidos.

Ao todo, 3,1 milhões de pessoas foram vítimas de fraudes no primeiro semestre, e cerca de 799 mil sofreram golpes duas ou mais vezes.

O cenário mostra que, além do investimento em tecnologia, a prevenção depende da capacidade do usuário de reconhecer tentativas de manipulação antes de autorizar uma operação.

“Nunca tome decisões financeiras apressadas durante o expediente de trabalho, período em que os fraudadores aproveitam da distração das vítimas. Não clique em links recebidos por mensagens e não empreste sua conta bancária para receber ou transferir valores de terceiros, pois isso o torna cúmplice e vítima do esquema de ‘contas laranja’”, orienta Coelho.

Datatech especializada em inteligência de dados para o mercado de crédito, a Quod desenvolve soluções baseadas em inteligência artificial e análise de dados para apoiar instituições financeiras e empresas em decisões de crédito, prevenção a fraudes e recuperação de ativos.

A Certta é uma empresa de verificação inteligente que integra, otimiza e desenvolve soluções antifraude para gerar decisões mais seguras. A plataforma da marca permite verificar identidades e documentos, protegendo pessoas e negócios contra golpes.

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