Connect with us
3 de julho de 2026

Sustentabilidade

Exportações de algodão no MT recuaram 27,79% se comparada ao mesmo mês do ciclo anterior – MAIS SOJA

Published

on


A Secex divulgou os dados de exportação de jan/26, que indicaram queda nos volumes após o observado em dez/25. Mato Grosso respondeu por 192,78 mil t embarcadas, recuo de 27,79% em comparação ao mesmo mês do ciclo anterior. No acumulado de ago/25 a jan/26, o estado totalizou 992,73 mil t, retração de 0,42% frente ao mesmo período do ciclo comercial anterior, quando foram registradas 996,87 mil t.

Assim, até dez/25, o volume acumulado permanecia acima do observado no mesmo período do ano anterior, contudo, em jan/26, o acumulado passou a ser menor. Ligado a isso, Vietnã e Paquistão reduziram o ritmo de compra da pluma mato-grossense no ciclo atual, com recuos de 54,74% e 35,90% respectivamente. Apesar da redução, o ciclo atual segue até jul/26, com expectativa de que os embarques do ciclo 2024/25 superem o anterior.

Confira os principais destaques do boletim:

  • PROGRESSO: a semeadura do algodão em MT atingiu 89,91% até a última sexta-feira (06/02), avanço de 22,16 p.p. em relação à semana anterior, o maior desde o início da safra.
  • ALTA: o preço pluma Cepea apresentou elevação de 1,50% no comparativo semanal e ficou precificado a ¢ R$ 353,31/lp.
  • ELEVAÇÃO: o dólar compra Ptax teve alta de 0,33% em relação à última semana, influenciada por expectativas de política monetária nos EUA e menor incerteza geopolítica.
Em fev/26, o Imea divulgou o relatório de comercialização de algodão para Mato Grosso.

De acordo os dados, a comercialização de pluma safra 2025/26 atingiu 54,81% da produção projetada em jan/26, representando um avanço mensal de 8,10 p.p. no comparativo mensal, com destaque aos cotonicultores mais dispostos a negociar a safra futura em meio ao avanço da semeadura no estado. Dessa maneira, quando comparado com o do mesmo período da safra anterior, o percentual se encontra 5,99 p.p. adiantado, movimento pautado pelos preços futuros mais atrativos.

Além disso, o relatório trouxe a primeira divulgação da comercialização para a safra 2026/27, que alcançou 5,35% da produção estimada para o ciclo. Assim, as negociações se encontram 1,96 p.p. adiantadas quando comparadas às do mesmo período da safra 2025/26, ao passo que estão 2,16 p.p. atrás no comparativo com a média dos últimos cinco anos. Por fim, com o cenário de rentabilidade limitado, que deve guiar os produtores indicando maior cautela nas decisões ao longo dos próximos meses.

Fonte: IMEA



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Ceema/Trigo: Recuo das cotações externas contrapõe cenário de alta no mercado nacional – MAIS SOJA

Published

on


A cotação do trigo em Chicago, para o primeiro mês cotado, voltou a ceder abaixo dos US$ 6,00/bushel, registrando, na semana, até US$ 5,85. Posteriormente, o mercado melhorou um pouco, fechando o dia 25/06 (quinta-feira) em US$ 5,91/bushel, contra US$ 6,05 uma semana antes.

Com o anúncio da trégua na guerra entre EUA e Irã, mesmo com a continuidade, em alguns momentos, do fechamento do estreito de Ormuz, o mercado cede. A pressão da colheita no Hemisfério Norte, embora a menor produção nos EUA, vem provocando tais recuos no curto prazo.

Já os embarques semanais de trigo estadunidense foram de 393.150 toneladas, ficando dentro das projeções do mercado. Com isso, o total embarcado no atual ano comercial, iniciado em 1º de junho, supera em 15% o total embarcado no mesmo período do ano anterior.

E aqui no Brasil, com a falta de produto de qualidade superior e o encarecimento das importações devido a desvalorização do Real (R$ 5,18 por dólar na semana), os preços se mantêm em alta. Tanto é verdade que no Rio Grande do Sul e no Paraná o saco do produto girou entre R$ 70,00 e R$ 71,00 nas principais praças dos dois estados maiores produtores do cereal. Além disso, a forte redução de área semeada nesta nova safra, a qual deve superar os 20% no país, adiciona mais um componente na alta dos preços.

Dito isso, o plantio da safra de trigo 2026 segue avançando no Brasil e chegava a 75% do total previsto no início da presente semana. De acordo com dados da Conab, o plantio supera a média histórica, que é de 64% neste momento do ano. Até o dia 19/06 o plantio já havia sido concluído em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, seguidos por Goiás (99%), Paraná (84%), Rio Grande do Sul (63%) e Santa Catarina (23,9%). Ao mesmo tempo, a colheita desta safra já começou, com os produtores goianos tendo colhido 25% do total cultivado no estado, porém, o volume corresponde à apenas 0,7% do total brasileiro.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


undefined


FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

Continue Reading

Sustentabilidade

Risco de neve e transbordamentos marcam o início de julho; confira a previsão do tempo

Published

on


Imagem gerado por IA para o Canal Rural

A frente fria continua em atuação na região Sul nesta sexta-feira (3), mantendo o alerta para temporais em importantes áreas produtoras de soja no norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A previsão indica chuvas volumosas, rajadas intensas de vento e possibilidade de queda de granizo.

O maior risco está concentrado no noroeste e norte do Rio Grande do Sul, onde o acumulado de chuva pode provocar transbordamentos de rios. A tendência é de que as precipitações comecem a perder força na metade sul do estado a partir deste sábado (4).

Enquanto isso, as regiões Sudeste e Centro-Oeste seguem sob influência de uma massa de ar seco, mantendo o tempo firme, quente e com baixa umidade. O frio deve avançar para o Sudeste ao longo do fim de semana, mas sem previsão de geadas.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

No Sul, as temperaturas permanecem baixas. Nesta sexta-feira (3), os termômetros podem se aproximar de 0°C em áreas de baixada do Rio Grande do Sul. A nebulosidade reduz o potencial para geadas mais amplas, embora o frio continue intenso.

A massa de ar polar segue influenciando a região Sul e mantém condições favoráveis para geadas, principalmente nas áreas mais elevadas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Também há possibilidade de neve nas serras gaúcha e catarinense.

No restante do país, a chuva permanece concentrada principalmente em Roraima. Segundo a previsão, as maiores mudanças no padrão das precipitações devem ocorrer apenas na segunda quinzena de julho.

O post Risco de neve e transbordamentos marcam o início de julho; confira a previsão do tempo apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Farsul alerta produtores sobre novas diretrizes no Crédito Rural – MAIS SOJA

Published

on


A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) emitiu, por meio de sua Assessoria Jurídica, nesta quarta-feira (01/07/2026), um alerta aos produtores rurais referente à entrada em vigor da Resolução CMN n° 5.314, de 25 de junho de 2026. A normativa altera dispositivos do Manual de Crédito Rural (MCR), especificamente no que se refere às regras para a prorrogação, ou alongamento, das operações de crédito.

O que muda na prática? Com a nova redação do item 2-6-4 do MCR, as instituições financeiras passam a ter autorização, por sua conveniência e decisão, para prorrogar operações de crédito mantendo os encargos financeiros originalmente pactuados. Para que o pedido seja analisado, o mutuário deve comprovar a dificuldade temporária de pagamento, que pode ser motivada por:

  • Dificuldades na comercialização dos produtos;
  • Frustração de safras por fatores adversos;
  • Ocorrências prejudiciais ao desenvolvimento das explorações;
  • Problemas no fluxo de caixa causados pelo impacto acumulado de perdas em safras anteriores devido a eventos climáticos.

Nesses casos, cabe à própria instituição financeira atestar a necessidade da prorrogação e verificar a capacidade de pagamento do produtor.

Orientações da Assessoria Jurídica Embora a alteração amplie a margem de decisão dos bancos na análise dos pedidos administrativos, a Assessoria Jurídica da Farsul destaca pontos cruciais para a classe produtora:

  1. Aplicação: O entendimento da federação é de que a mudança se aplica apenas a contratos firmados a partir desta data, 01/07/2026.
  2. Direito do Produtor: A Farsul reforça que permanecem vigentes os princípios constitucionais e as leis do crédito rural. Segundo o entendimento dos tribunais, caso o produtor comprove os requisitos necessários, o alongamento da dívida é um direito garantido, e não uma mera liberalidade do banco.
  3. Formalização: O produtor deve protocolar o pedido de prorrogação junto à instituição financeira, instruindo-o com documentos que comprovem a incapacidade temporária de pagamento – como laudos técnicos agronômicos – preferencialmente antes do vencimento da parcela ou da operação.

A Farsul ressalta que a medida surge em um cenário de preocupação do setor, marcado por perdas climáticas sucessivas, aumento do endividamento e desafios no acesso ao crédito. A entidade segue à disposição dos produtores para orientações adicionais.

Confira a Nota Técnica na íntegra, clicando aqui.

Fonte: Farsul



 

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT