Agro Mato Grosso
30 anos de Aerofito: entender o campo é olhar além da próxima safra

Empresa celebra sua trajetória destacando a importância de compreender o produtor, os ciclos do campo e os desafios de cada geração.
A agricultura é uma atividade que recusa respostas simples. Ela não se resume a uma equação de compra e venda de insumos, nem se move apenas pela busca imediata do próximo recorde de colheita. O campo real é feito de variáveis: o clima que muda, a janela que aperta, a sucessão que se aproxima e as decisões de manejo que definem o destino de uma propriedade por gerações. É na compreensão dessa complexidade que a Aerofito baseia sua razão de ser ao completar 30 anos em 2026.

“Acompanhei vinte e duas dessas trinta safras da Aerofito, e o que mais me orgulha é ver que continuamos com os pés no chão, literalmente no chão do produtor. Inovar, para nós, nunca foi sobre modismo, mas sobre dar ao agricultor mais segurança para decidir o futuro da sua propriedade,” Jaqueline Gouveia – Gestão, estratégia e inovação
Mais do que celebrar três décadas de atuação de mercado, a marca consolida sua maturidade comercial através de um olhar atento à realidade do agricultor. A Aerofito entende que o produtor de soja, milho, cana-de-açúcar ou pecuária não busca apenas produtos; ele busca estabilidade e segurança para conduzir seus ciclos. Por isso, a atuação da empresa vai além da recomendação técnica: trata-se de leitura prática do contexto e capacidade de acompanhar quem produz em cada momento de incerteza e de escolha.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/C/2/MWTbKbSZChocEJ2MCPsA/foto-g1-02-1-.png)
Reprodução — Foto: Assessoria
A campanha Ciclos nasce desse entendimento, reflete a filosofia que norteia a marca: a certeza de que a longevidade do agro depende da qualidade das decisões tomadas no presente. Para a Aerofito, falar sobre o futuro da agricultura exige profundidade. A sustentabilidade sai do campo das promessas abstratas e assume o significado de permanência e continuidade.
Trata-se de enxergar a propriedade rural como um legado vivo, onde o planejamento de longo prazo, as escolhas conscientes de manejo e a sucessão familiar caminham juntos. Apoiar os ciclos da terra significa, essencialmente, garantir que o amanhã seja viável, próspero e seguro.
Alinhada a esse propósito, a ação “O Agro Como Ele É” se estabelece como um manifesto de posicionamento. A proposta não é criar uma vitrine idealizada da agricultura, mas trazer a voz e a rotina do produtor para o centro da conversa, mostrando o setor sob a ótica de quem lida diariamente com a complexidade técnica e a responsabilidade da produção.
“Ao longo destes 30 anos de história, contribuímos para a evolução das culturas, das tecnologias e do conhecimento, crescendo ao lado dos agricultores e impulsionando o desenvolvimento da nossa região por meio da produtividade e da competitividade. Seguiremos firmes, construindo novas conquistas e fazendo parte dessa história de sucesso.”
O agro real defendido pela Aerofito é profundamente técnico, consciente e estratégico. É uma atividade que exige resiliência para enfrentar as incertezas e responsabilidade para cuidar do solo e dos recursos que sustentam a vida.
Ao atingir o marco dos 30 anos, a Aerofito não apenas olha para trás com orgulho, mas firma seu compromisso com o que está por vir. A empresa permanece no mercado com um propósito claro: decodificar os ciclos, valorizar o lado humano da produção e caminhar lado a lado com o agricultor safra após safra, construindo uma história baseada na confiança mútua e na perenidade do campo.
Filme O agro como ele é

O Agro como ele é – Ciclos – Aerofito
Agro Mato Grosso
Syngenta Biologicals vem se tornando referência no mercado de biológicos MT

Em todo planejamento de safra, o produtor olha para os custos de insumos, revisa o histórico de pragas e doenças e confere a previsão climática que já sinaliza outro período de estresse hídrico. Em algum momento dessa análise, uma pergunta começa a se impor: o que mais posso fazer para proteger o que eu plantei e melhorar a produtividade e qualidade?
Essa pergunta é a mesma que milhares de produtores no Brasil têm respondido com o uso de biológicos. O uso de bioinsumos no Brasil vem crescendo safra após safra e atingiu 194 milhões de hectares na safra 2025/26, um crescimento de 28% segundo o último levantamento da CropLife.
Quando integrados com estratégia, os produtos biológicos protegem a produtividade e qualidade da safra, controlam pragas, doenças e nematoides e tornam a lavoura mais resiliente ao longo dos ciclos. A questão, então, deixou de ser se vale a pena usar biológicos. Virou outra: quem tem, de fato, o portfólio para cobrir todos os desafios do campo?
Neste conteúdo você vai entender o que diferencia a Syngenta Biologicals no mercado de biológicos: a base científica construída sobre décadas de pesquisa e as quatro categorias de produtos biológicos que transformam os resultados da safra. Continue lendo e descubra por que, quando o assunto é biológico, a escolha mais lógica é também a mais completa!
A ciência traz para o produtor o que a natureza levou milênios para desenvolver
Para compreender por que os biológicos funcionam, é preciso olhar para o que o manejo convencional não consegue replicar: o funcionamento de um agroecossistema vivo.
Um solo em equilíbrio microbiológico disponibiliza nutrientes, controla agentes patogênicos e cria as condições para que a raiz se desenvolva. Uma planta que responde ao estresse climático sem perder produtividade. Uma lavoura com inimigos naturais que controlam pragas, doenças e nematoides. Isso é o campo funcionando como um sistema vivo, e os biológicos são a base que apoia essa fundação.
Porém, o desafio histórico foi transformar esses mecanismos naturais em soluções previsíveis, com desempenho consistente, modo de ação compreendido e replicabilidade. Resolver esse desafio exigiu décadas de pesquisa e foi exatamente sobre essa base científica que a Syngenta Biologicals foi construída.

Syngenta Biologicals: uma empresa construída sobre décadas de ciência
A Syngenta Biologicals foi estruturada em 2024, mas sua trajetória de sucesso no mercado de biológicos começa muito antes. A empresa estruturou suas bases em referências globais do segmento para criar algo que o mercado de biológicos brasileiro ainda não havia visto: um portfólio com profundidade técnica real em cada categoria.
O ponto central dessa construção é a plataforma de tecnologia exclusiva GeaPower®, para selecionar e combinar as melhores matérias-primas que a natureza oferece.
O resultado são produtos biológicos com modo de ação definido, janela de aplicação precisa e desempenho validado em condições reais de lavoura.

Um portfólio completo para todos os desafios do campo
A Syngenta Biologicals tem o portfólio de biológicos mais completo, confiável e inovadores mercado, com presença nas quatro categorias que formam um manejo biológico integral: biocontrole, bioativação, uso eficiente dos nutrientes e nutrição.
Cada categoria responde a um tipo específico de desafio encontrado no campo, e é a combinação delas em um único portfólio, desenvolvido sob a mesma plataforma tecnológica e com o mesmo rigor científico, que torna o manejo do produtor verdadeiramente completo e integrado.
Biocontrole
A linha de biocontrole da Syngenta Biologicals atua na proteção da lavoura contra pragas, doenças e nematoides, a partir da ação de microrganismos benéficos, compostos bioquímicos e semioquímicos.
Eles promovem e contribuem para a resistência sistêmica das plantas e reduzem a pressão de pragas, doenças e nematoides de maneira sustentável.
Bioativadores
A linha de bioativadores da Syngenta Biologicals ativam o metabolismo vegetal, fortalecem o crescimento, melhoram a eficiência da planta e ampliam a tolerância a condições adversas, preparando a planta antes que o estresse aconteça e acelerando sua recuperação quando ele já ocorreu.
Em safras marcadas pela imprevisibilidade climática, são eles que sustentam a consistência produtiva quando o ambiente não coopera.
Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE)
A linha de produtos biológicos com foco na Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE) da Syngenta Biologicals tem como foco a melhoria disponibilidade e a absorção de macro e micronutrientes pelas plantas, ampliando o aproveitamento dos fertilizantes já aplicados.
Antes de colocar mais no solo, é preciso aproveitar o que já está lá e em todo o ambiente, como capturar o nitrogênio que está no ar: essa é a lógica da categoria.
Nutrição
A linha de nutrição da Syngenta Biologicals reúne produtos biológicos voltados para a saúde do solo que estimulam a fixação biológica de nitrogênio, a solubilização e mobilização de nutrientes, como também contribuem para própria atividade dos microrganismos benéficos do solo.
Assim, eles elevam o aproveitamento de todos os investimentos em fertilizantes e insumos ao longo da safra.
A escolha é uma só. É Syngenta Bio. Lógico!
Biocontrole, bioativação, eficiência nutricional e nutrição em um único portfólio, com uma plataforma tecnológica inovadora validada em campo e com suporte especializado em cada fase do ciclo: isso é o que o campo exige. Isso é o que a Syngenta Biologicals entrega, com a confiança Syngenta que todo produtor já conhece.
A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.
Agro Mato Grosso
Mato Grosso supera 239 mil sistemas de energia solar

Estado registrou cerca de 48 mil novas instalações nos últimos 12 meses e ocupa a sexta posição no ranking nacional, segundo levantamento com dados da Aneel.
Mato Grosso ultrapassou a marca de 239 mil sistemas de energia solar em operação e aparece entre os estados brasileiros que mais ampliaram a geração distribuída no último ano. De acordo com levantamento da Solfácil, com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 48 mil novos sistemas foram instalados nos últimos 12 meses, colocando o estado na sexta posição do ranking nacional.
O crescimento acompanha a expansão da energia solar em todo o país. Até maio de 2026, o Brasil contabilizava 4,439 milhões de sistemas de geração distribuída em funcionamento. Somente nos cinco primeiros meses deste ano, foram registradas 297 mil novas conexões, reforçando o avanço da tecnologia entre consumidores que buscam reduzir os gastos com energia elétrica.
Segundo o levantamento, os imóveis residenciais concentram a maior parte das instalações no país. Eles representam 84% de todos os sistemas de geração distribuída, o maior percentual já registrado. Na sequência aparecem os consumidores rurais, com 6%, o setor comercial, com 5%, enquanto os segmentos industrial e de poder público respondem, juntos, pelos 5% restantes.
Para o CEO e fundador da Solfácil, Fabio Carrara, a energia solar já se consolidou como uma alternativa acessível para milhões de brasileiros. Segundo ele, o próximo passo do setor será ampliar o uso de sistemas de armazenamento, como baterias, além de facilitar o acesso ao crédito para que mais famílias e empresas possam investir na geração da própria energia.
Agro Mato Grosso
Pecuária de MT quase dobra produção de carne por hectare em 15 anos com avanço tecnológico

Melhoramento genético, manejo de pastagens e investimentos em nutrição animal elevaram em 90,3% a produtividade da bovinocultura no estado, segundo levantamento da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).
A adoção de novas tecnologias no campo fez a produtividade da pecuária de corte de Mato Grosso crescer 90,3% entre 2010 e 2025. Dados do Anuário Beef Report, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), apontam que a produção passou de 60,66 para 115,42 quilos de carcaça por hectare no período, resultado atribuído a investimentos em genética, manejo de pastagens, nutrição animal e melhorias nos sistemas de produção.
O indicador mede a quantidade de carne produzida por hectare de pastagem e é utilizado para avaliar a eficiência da atividade pecuária. Quanto maior o índice, maior é a produção na mesma área, reduzindo a necessidade de abertura de novas pastagens e aumentando a rentabilidade das propriedades rurais.
Com o resultado, o estado ocupa a quinta colocação no ranking nacional de produtividade, atrás de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rondônia.
Para o presidente da Nelore Mato Grosso e pecuarista em Pontes e Lacerda, Alexandre El Hage, os avanços são resultado de uma evolução consistente da atividade nos últimos anos.
“Nos últimos cinco anos demos uma ‘virada de página’, no melhoramento genético, na nutrição. Então foi um elo evolutivo, tanto na cria, quanto na recria, quanto na engorda. Isso é um marco muito forte na pecuária, mostrando que ainda podemos alcançar mais”, afirma Alexandre.
Segundo o pecuarista Marco Túlio Duarte Soares, de Rondonópolis, a transformação também é percebida na qualidade dos animais destinados ao abate. Ele destaca que a evolução genética e a maior eficiência da produção reduziram a idade dos bovinos abatidos e melhoraram o acabamento das carcaças.
“Os animais que estão sendo entregues hoje são mais jovens e melhores terminados por conta dessa evolução genética e também da eficiência do setor produtivo. Quando a gente olha 10 anos atrás, a gente tinha apenas 13% de animais abatidos com menos de 24 meses e hoje são 45%. O que está sendo colocado nas gôndolas para os consumidores são animais mais jovens, com melhor qualidade, o que é prova do ingresso da tecnologia na pecuária”, ressalta o pecuarista.
O diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade, avalia que os números demonstram que a expansão da produção no estado ocorre por meio da intensificação sustentável da atividade, com melhor aproveitamento das áreas já utilizadas.
“Os pecuaristas mato-grossenses vêm mostrando que é possível produzir mais utilizando melhor os recursos já disponíveis. Esses investimentos permitiram um expressivo ganho de produtividade, fortalecendo a competitividade nos mercados nacional e internacional, reforçando o compromisso do setor com uma produção cada vez mais eficiente”, afirma o diretor.
Agro Mato Grosso22 horas agoTarifaço de Trump: 94% das exportações de MT ficam fora da nova taxação
Business22 horas agoEstudo projeta mais 1,4 milhão de hectares desmatados sem Moratória da Soja
Featured22 horas agoVereadora Michelly Alencar diz que ex-secretário era pressionado por voto na Câmara
Featured22 horas agoTarifaço dos Estados Unidos acende alerta na indústria brasileira e amplia preocupação com impactos sobre exportações e investimentos
Featured23 horas agoAbilio diz que ação judicial não foi para destravar eleição na Mesa Diretora
Sustentabilidade13 horas agoPublicada medida provisória que autoriza a renegociação de dívidas rurais – MAIS SOJA
Business5 horas agoMorre Fausto Pereira Lima, uma das maiores referências da pecuária brasileira
Sustentabilidade4 horas agoCeema: Soja em Chicago volta a superar os US$ 12,00/bushel impulsionada por tensões globais e clima nos EUA – MAIS SOJA


/s2-g1.glbimg.com/OjhHi1zowp_a9hCwfd_Gsh3ILew%3D/600x0/filters%3Aquality%2850%29/https%3A//i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/O/j/OCNDAKSvGXIn1DFxaBYw/150x150px-2-.png)














