Connect with us
10 de julho de 2026

Business

Pinhão inicia obra de 28,5 km em estrada rural e recebe maquinário

Published

on


O município de Pinhão, no Centro-Sul do Paraná, teve autorizada nesta quinta-feira (21) a pavimentação de 28,5 quilômetros da Estrada Rural São Roque, em contrato de R$ 44 milhões. Segundo a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), trata-se do maior convênio já firmado pela pasta com um município para pavimentação de estrada rural. No mesmo evento, também foram entregues cinco máquinas para manutenção da malha rural, em aporte de R$ 3,8 milhões.

De acordo com a Seab, a obra será executada em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) e fará a ligação entre a região do Distrito de Faxinal dos Coutos e a sede do município. A ordem de serviço foi assinada após a homologação da licitação.

A principal justificativa técnica para o investimento é a melhoria do deslocamento em uma área de produção agropecuária diversificada. Conforme dados da secretaria, Pinhão registrou Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 1 bilhão em 2024, dado mais recente disponível. Entre as atividades citadas estão soja, batata, milho, erva-mate, leite e madeira.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

Além da pavimentação, o município recebeu três caminhões caçamba, uma escavadeira e uma motoniveladora. Os equipamentos devem ser usados na conservação de vias rurais e no atendimento a trechos com necessidade de manutenção, o que pode reduzir interrupções em períodos de chuva e ampliar a capacidade operacional da prefeitura.

As duas frentes integram o programa Estrada Boa, voltado à melhoria do escoamento da produção e das condições de tráfego no meio rural. Em municípios com base produtiva agrícola e pecuária, a qualidade das estradas interfere no custo logístico, no transporte de insumos, no acesso a cooperativas e no envio da produção para armazenagem e comercialização.

O pacote anunciado para Pinhão soma R$ 55,5 milhões em diferentes áreas. Quando incluídos os aportes para saúde e melhorias na Apae, o volume informado pelo governo estadual chega a R$ 70,6 milhões. No entanto, a conexão direta com a atividade agropecuária está concentrada na pavimentação rural e na entrega de maquinário.

A execução da obra e o uso dos equipamentos devem ser acompanhados pela capacidade de reduzir tempo de deslocamento e melhorar a regularidade do transporte no campo. O material divulgado não informa prazo de conclusão da pavimentação nem cronograma detalhado das frentes de serviço.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

O post Pinhão inicia obra de 28,5 km em estrada rural e recebe maquinário apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Safra de soja robusta? USDA divulga projeções para a oleaginosa; confira

Published

on


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve inalteradas as projeções para as safras de soja e milho do Brasil na temporada 2025/26 em seu mais recente relatório mensal de oferta e demanda.

Para a soja, a estimativa permanece em 175 milhões de toneladas, consolidando o Brasil como o maior produtor mundial da oleaginosa. Caso o volume se confirme, a produção representará um novo recorde para o país.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Projeções para o milho

No milho, o USDA também manteve a projeção em 131 milhões de toneladas, sustentada pelas boas perspectivas para a segunda safra, responsável pela maior parte da produção nacional.

Além da produção, o órgão norte-americano preservou as estimativas para as exportações brasileiras dos dois grãos. A expectativa é de que o Brasil continue liderando o comércio global de soja e mantenha posição de destaque nas vendas externas de milho.

O post Safra de soja robusta? USDA divulga projeções para a oleaginosa; confira apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Colher café na hora certa pode aumentar o rendimento e reduzir perdas, revela pesquisa da Ufes

Published

on


Foto: Ufes

Quem trabalha com café sabe que acertar o momento da colheita faz diferença na qualidade da bebida. O que muita gente ainda não imagina é que esse detalhe também pesa — literalmente — no rendimento da lavoura.

Uma pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), publicada recentemente em dois dos mais respeitados periódicos científicos internacionais da área — a Experimental Agriculture, da Cambridge University Press, e a Scientific Reports, do grupo Nature — revela que o momento da colheita pode fazer toda a diferença na rentabilidade da lavoura de café. O estudo mostra que colher frutos antes ou depois do ponto ideal de maturação reduz o peso dos grãos e, consequentemente, o rendimento comercial da produção. Em alguns materiais genéticos avaliados, essas perdas ultrapassaram 60%.

O estudo foi conduzido pelo pesquisador Fábio Luiz Partelli e equipe, que acompanharam durante todo o processo de maturação seis genótipos de café Conilon registrados pela Ufes: Pirata, Bamburral, A1, Clementino, Beira Rio 8 e P1.

Ao longo de nove coletas, realizadas a cada 14 dias, os pesquisadores monitoraram o desenvolvimento dos frutos, o acúmulo de matéria seca e o peso dos grãos. O objetivo era responder a uma pergunta simples, mas extremamente importante para o produtor: afinal, quando vale a pena colher?

A resposta veio acompanhada de números que chamam atenção. Nos frutos ainda verdes, os grãos apresentaram menor formação, coloração mais escura e perdas que chegaram a quase 68% em um dos genótipos avaliados. Já quando a colheita ocorreu próximo do ponto ideal de maturação — com aproximadamente 90% dos frutos maduros — os grãos apresentaram maior peso, melhor formação e qualidade comercial superior.

Segundo Fábio Partelli, o produtor não deve olhar apenas para a cor dos frutos, mas também planejar toda a colheita de acordo com o ciclo de maturação de cada material.

“Quando organizamos os genótipos conforme o ciclo de maturação, conseguimos distribuir melhor a mão de obra e as máquinas, reduzindo perdas e aumentando a eficiência da colheita”, explica o pesquisador. A estratégia também evita que parte da lavoura seja colhida ainda verde ou permaneça tempo demais no campo, quando os frutos já começam a perder peso naturalmente.

Outro resultado interessante é que nem todos os genótipos amadurecem no mesmo ritmo. Enquanto materiais como Pirata, A1 e Beira Rio 8 apresentam ciclos mais precoces, o genótipo P1 possui maturação mais tardia. Essa diferença reforça a importância do planejamento da lavoura desde o plantio, permitindo escalonar a colheita e utilizar melhor os recursos disponíveis.

Para Partelli, colher no momento correto representa um ganho silencioso, mas altamente rentável. Não exige novos equipamentos, não aumenta a área plantada e nem depende de insumos extras. Exige, acima de tudo, conhecimento sobre a planta e organização da propriedade.

A pesquisa reforça uma conclusão importante para a cafeicultura moderna: muitas vezes, o maior ganho do produtor não está em produzir mais frutos, mas em transformar uma quantidade maior deles em grãos de qualidade e com maior peso. Afinal, quando o assunto é café, alguns dias podem representar muitos quilos a mais no terreiro — e também mais dinheiro no fim da safra.

O post Colher café na hora certa pode aumentar o rendimento e reduzir perdas, revela pesquisa da Ufes apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Lei reconhece Mara Rosa como Capital Nacional do Açafrão

Published

on


A Lei 15.464/26 concedeu ao município de Mara Rosa, em Goiás, o título de Capital Nacional do Açafrão. O texto foi sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (10).

A norma tem origem no Projeto de Lei 2522/21, apresentado pelo ex-deputado João Campos (GO). A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal antes da sanção presidencial.

Ao justificar o projeto, João Campos citou dados sobre a cultura do açafrão em Mara Rosa. Segundo as informações apresentadas à época, o município respondia por cerca de 90% da produção goiana e por aproximadamente 30% da produção brasileira.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

Com o reconhecimento em lei, Mara Rosa passa a ter o título nacional associado à produção de açafrão. A medida formaliza, no âmbito federal, a identificação do município com a cultura agrícola mencionada no projeto.

Publicada nesta sexta-feira (10), a Lei 15.464/26 oficializa o título de Capital Nacional do Açafrão para Mara Rosa, município goiano citado no projeto como um dos principais polos da cultura no país.

Fonte: camara.leg.br

O post Lei reconhece Mara Rosa como Capital Nacional do Açafrão apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT