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10 de julho de 2026

Sustentabilidade

Doenças foliares seguem como um dos principais limitantes da produtividade da soja, com perdas de até 40% – MAIS SOJA

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A soja é uma das culturas mais relevantes para o agronegócio brasileiro, posicionando o país como líder na produção e exportação do grão. Ao longo do ciclo, a lavoura está sujeita a diferentes desafios fitossanitários, incluindo a incidência de doenças foliares que podem intensificar a desfolha precoce e reduzir o desempenho da cultura e, assim, causar perdas significativas de produtividade e afetar diretamente a rentabilidade do produtor.

“As doenças foliares estão entre os principais desafios para a sojicultura no Brasil e podem comprometer expressivamente o desempenho das plantações. Estudos indicam perdas médias entre 10% e 35%, podendo alcançar até 40% em cenários severos, e até 90% em situações extremas, dependendo das condições climáticas e do manejo adotado”, destaca Andre Godoy, Gerente de Marketing da FMC.

Diante desse cenário, a adoção de estratégias robustas de manejo é fundamental. Mais do que o uso isolado de produtos, o sucesso no controle das doenças está na combinação de fungicidas com diferentes modos de ação, garantindo proteção abrangente e sustentável ao longo de todo o ciclo da cultura.

Com esse objetivo, a FMC, empresa global de ciências para agricultura, apresenta ao mercado a associação entre Onsuva® e Zignal® para o manejo mais eficiente das doenças da soja. O Zignal® se destaca por sua forte ação preventiva, elevada residualidade e resistência à lavagem pela chuva, garantindo proteção contínua mesmo em condições climáticas adversas, posicionando-se como um “superprotetor”. Já o Onsuva® entrega amplo espectro de controle, seletividade e manejo eficiente desde a primeira aplicação, proporcionando mais rendimento e atuando como base sólida do manejo fitossanitário, com consistência no combate ao complexo de doenças.

A combinação dos dois produtos amplia o espectro de controle, fortalece a proteção contra as todas as principais doenças importantes e contribui para a preservação do potencial produtivo da lavoura desde as primeiras aplicações até as fases mais críticas do desenvolvimento.

De acordo com o gerente, a construção de um programa eficiente passa pela integração de soluções complementares. “O produtor precisa adotar uma visão estratégica do manejo, utilizando ferramentas que se complementem. O Onsuva® estabelece a base de controle, enquanto o Zignal® entra como um reforço essencial de proteção, elevando o nível de eficiência do programa como um todo. Essa associação entrega consistência, abrangência e segurança, fatores fundamentais para proteger o potencial produtivo da soja e a rentabilidade do produtor”, afirma.

Sobre a FMC

A FMC Corporation é uma empresa global de ciências agrícolas dedicada a auxiliar produtores rurais na produção de alimentos, rações, fibras e combustíveis para uma população mundial em expansão, adaptando-se a um ambiente em constante mudança. As soluções inovadoras de proteção de cultivos da FMC – incluindo produtos biológicos, nutrição de cultivos, agricultura digital e de precisão – permitem que produtores e consultores agrícolas enfrentem seus maiores desafios econômicos, protegendo o meio ambiente. A FMC está comprometida em descobrir novos ingredientes ativos de herbicidas, inseticidas e fungicidas, formulações de produtos e tecnologias pioneiras que sejam consistentemente melhores para o planeta. Visite fmc.com para saber mais e siga-nos no LinkedIn®.

FMC e o logotipo da FMC, assim como Onsuva®, Zignal®, são marcas comerciais da FMC Corporation ou afiliada. Produtos de uso agrícola. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Sempre leia o rótulo e siga todas as instruções, restrições e precauções de uso do produto.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

‘Mais do que evitar multas, precisamos evitar a ferrugem nas lavouras’, diz presidente da Aprosoja GO

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Foto: Divulgação/Aiba

O vazio sanitário da soja está oficialmente em vigor em Goiás e segue até 24 de setembro. Durante esse período, é proibida a manutenção de plantas vivas de soja nas propriedades rurais. A medida tem como principal objetivo interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais severas da cultura.

Além de reduzir a sobrevivência do fungo entre uma safra e outra, o vazio sanitário contribui para retardar o aparecimento da doença nas lavouras da próxima temporada. Com isso, os produtores tendem a realizar menos aplicações de fungicidas, reduzindo os custos de produção e diminuindo o risco de o patógeno desenvolver resistência aos produtos utilizados no controle.

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Segundo o presidente da Aprosoja Goiás, Clodoaldo Calegari, a importância da medida vai muito além da fiscalização do cumprimento das normas. “O vazio sanitário é fundamental porque atrasa a entrada do fungo nas lavouras, reduz a pressão para o surgimento de resistência aos fungicidas e diminui o número de aplicações necessárias. O resultado é uma lavoura mais saudável e maior produtividade”, explica.

Calegari também faz um alerta para a safra 2025/2026. De acordo com ele, as chuvas registradas de forma atípica durante o mês de junho, em praticamente todo o estado de Goiás, criaram condições favoráveis para a sobrevivência do fungo, reforçando a necessidade de cumprimento rigoroso do vazio sanitário por todos os produtores.

“O que isso pode provocar? Essas áreas podem apresentar um novo fluxo de plantas voluntárias de soja, que servem de hospedeiras para o fungo. Por isso, é preciso redobrar a atenção. Mais do que evitar multas, precisamos evitar que a patologia cause prejuízos expressivos na próxima safra. Essa é uma ferramenta essencial para o manejo da ferrugem asiática e deve ser respeitado e aplicado por todos”, conclui.

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Sustentabilidade

Excesso de umidade trava avanço da semeadura do trigo no RS, aponta Emater/RS-Ascar – MAIS SOJA

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A semeadura de trigo evoluiu pouco no período em razão da elevada umidade do solo, alcançando em média 87% da área prevista no Estado. A implantação se encontra próxima da conclusão na maior parte das regiões e deverá ser concluída, assim que as condições de solo permitirem. A atividade deve se estender por mais tempo nas áreas de maior altitude, onde o zoneamento de semeadura indica plantios até o final de julho.

As lavouras apresentam estabelecimento e estandes adequados e desenvolvimento compatível com a época de cultivo. Predominam os estádios de desenvolvimento vegetativo
inicial e perfilhamento, e as áreas implantadas mais precocemente iniciaram o alongamento
do colmo.

As temperaturas baixas e as geadas de fraca intensidade favoreceram o perfilhamento, sem causar danos expressivos. Porém, a elevada nebulosidade e a reduzida disponibilidade de radiação solar limitaram temporariamente o crescimento vegetativo. Nas regiões de maior incidência pluviométrica, houve encharcamento, perdas localizadas de solo e necessidade pontual de replantio em áreas com drenagem deficiente. O excesso de umidade, além de dificultar a evolução da semeadura, restringiu a execução de operações de manejo, especialmente das aplicações de herbicidas e de fertilizantes nitrogenados em cobertura. A elevada umidade do dossel também aumentou o potencial de incidência de doenças foliares, intensificando o monitoramento fitossanitário das lavouras. A área projetada pela Emater/RS-Ascar para Safra 2026 é de 814.220 hectares, e a produtividade média de 2.701 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o plantio está próximo da conclusão na Fronteira Oeste. Em São Borja, 90% dos 18.000 hectares previstos foram implantados; aproximadamente 30% das lavouras semeadas no início da janela do ZARC se encontram em fase de alongamento do colmo. As geadas, registradas no período, não provocaram danos relevantes. Em São Gabriel, as precipitações intensas e localizadas ocasionaram necessidade de replantio em áreas de relevo plano e drenagem naturalmente lenta. Na Campanha, os produtores de Aceguá ainda não iniciaram a semeadura em razão do excesso de umidade do solo. Em Caçapava do Sul, a operação foi concluída.

Na de Caxias do Sul, a semeadura ficou praticamente estagnada durante o período, uma vez que o excesso de precipitações manteve elevada a umidade do solo, impedindo o avanço das operações de implantação nas áreas aptas ao cultivo.

Na de Ijuí, a semeadura atingiu 95% da área projetada, avançando apenas em municípios próximos a Cruz Alta, onde as condições de menor umidade permitiram a realização dos trabalhos. Nos demais municípios, a conclusão depende da melhoria das condições de trafegabilidade do solo. A baixa luminosidade reduziu o ritmo de crescimento das plantas, sem comprometer seu desenvolvimento. Após as precipitações, a umidade do solo favoreceu a realização da adubação nitrogenada em cobertura nas lavouras em início de perfilhamento.

Na de Passo Fundo, foi concluído o plantio, e os cultivos se encontram entre os estágios de germinação e desenvolvimento vegetativo. A baixa insolação retardou temporariamente o crescimento das plantas, embora as demais condições ambientais estejam favoráveis ao desenvolvimento da cultura.

Na de Pelotas, a semeadura alcança aproximadamente 70%, devendo ser concluída até a primeira quinzena de julho, conforme o calendário regional de implantação. Na de Santa Maria, o plantio alcança 85%. Em Tupanciretã, principal município produtor regional, os 10.900 hectares projetados foram implantados. As condições meteorológicas restringiram as aplicações de herbicidas para controle de plantas indesejáveis. Na de Santa Rosa, 91% da área foi plantada. Na Região das Missões, o avanço está inferior ao observado no mesmo período da safra anterior, que era de 94% em 2025, atingindo 86%.

O atraso se concentra nas áreas de baixada, onde o excesso de umidade dificultou a implantação. As lavouras apresentam bom estabelecimento e estandes satisfatórios. Foram observadas perdas localizadas de solo após as chuvas. Parte dos produtores ainda avalia as dosagens de adubação nitrogenada em cobertura devido ao elevado custo dos fertilizantes e à possibilidade de ocorrência de precipitações durante a floração, fator que poderá limitar o potencial produtivo e a qualidade dos grãos, gerando desperdício de recursos.

Na de Soledade, a semeadura não evoluiu em decorrência das precipitações, e a área plantada chegou a 90% da prevista. As lavouras apresentam excelente estabelecimento, estandes uniformes e desenvolvimento vegetativo inicial satisfatório e estão distribuídas entre as fases de germinação e emergência (15%) e desenvolvimento vegetativo inicial (85%).

A elevada umidade relativa do ar favoreceu a incidência de manchas foliares, exigindo monitoramento fitossanitário constante. O excesso de umidade dificultou o acesso às lavouras, mas não há atraso significativo na realização dos tratos culturais. Nas áreas de maior altitude, a semeadura ainda pode ser realizada até o final de julho.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RSAscar no Estado, reduziu 0,11%, passando de R$ 69,67 para R$ 69,59.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Manejo do percevejo-marrom: monitoramento, danos e a importância de um bom produto de choque e residual – MAIS SOJA

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Considerada uma das principais pragas da soja, o percevejo-marrom, Euschistus heros, destaca-se pelo elevado potencial de causar danos quantitativos e qualitativos à produção, comprometendo tanto a produtividade da cultura quanto a qualidade fisiológica e sanitária das sementes produzidas. Amplamente disseminada em sistemas agrícolas voltados à produção de grãos, essa praga não se restringe à soja, podendo também atacar outras espécies agrícola e outras espécies vegetais.

O percevejo-marrom apresenta grande capacidade de sobrevivência em plantas daninhas como Euphorbia heterophylla, Conyza spp. e Acanthospermum hispidum, que atuam como hospedeiras alternativas e funcionam como “ponte verde”, favorecendo a manutenção e sobrevivência da praga durante os períodos de entressafra (IRAC, s.d.).

Figura 1. Percevejo-marrom (Euschistus heros) adulto.

Conforme observado por Scopel (2012) dependendo da densidade populacional da praga e estádio em que ataca a cultura, as perdas de produtividade podem ser substanciais. Sob a infestação de 1 percevejo/m, as perdas de produtividade em soja podem chegar a 5,9% enquanto para densidades superiores (4 percevejos/m), a redução de produtividade pode chegar a 17,4%. Com relação a qualidade das sementes, germinação e vigor são os atributos fisiológicos mais afetados pelo ataque dos percevejos, o que reforça a necessidade de intensificar o manejo da praga, especialmente em áreas destinadas a produção de sementes.

O período de enchimento de grãos, especialmente entre os estádios R5.1 e R5.3, representa a fase de maior sensibilidade da soja ao ataque de percevejos. De modo geral, a colonização da lavoura pelo percevejo inicia-se a partir de R1, enquanto o início da reprodução ocorre entre R2 e R3 (Embrapa, 2021). Na ausência de um manejo eficiente, a população da praga tende a aumentar progressivamente ao longo do ciclo da cultura, atingindo maiores densidades próximas ao estádio R7, conforme observado por Sangiovo & Basso (2021).

Figura 2. Período crítico da ocorrência de percevejos em soja.

Embora a praga não represente perdas significativas durante a fase vegetativa da soja, quanto mais cedo ocorre a infestação da lavoura, maiores são os danos quantitativos. De forma inversa, quando mais tarde ocorre a infestação, maiores são os danos qualitativos à produção (figura 3).

Figura 3. Proporção de danos quantitativos e qualitativos às plantas de soja em função do momento de ataque por percevejos.
Imagem: Henrique Pozebon

Considerando a elevada importância econômica do percevejo-marrom, e os prejuízos causados à cultura da soja, a adoção de medidas eficientes de manejo ao longo da safra é fundamental para garantir o controle adequado da praga. No entanto, devido ao seu curto ciclo de desenvolvimento e à elevada capacidade de reinfestação das lavouras, o posicionamento assertivo de medidas de controle apenas no início da infestação nem sempre é suficiente para assegurar a eficiência do manejo. Em muitas situações, “explosões” populacionais podem ocorrer ao longo do ciclo da soja, tanto antes quanto após o período de maior sensibilidade da cultura ao ataque de percevejos, exigindo monitoramento contínuo e reforçando a necessidade de estratégias integradas de manejo.

Figura 4. Duração em dias das fases de desenvolvimento do percevejo-marrom (Euschistus heros).
Fonte: IRAC-BR

Nesse sentido, o monitoramento frequente da área de produção é indispensável para um manejo estratégico e assertivo do percevejo-marrom. A partir dessas medidas, é possível definir a necessidade de controle, com critérios técnicos e eficientes, garantindo um melhor aproveitamento dos recursos e reduzindo as perdas na produtividade e qualidade dos grãos e/ou sementes produzidas.

Tecnicamente, recomenda-se que o controle químico do percevejo-marrom seja realizado ao observar durante o período de formação de legumes e enchimento de grãos, níveis de ação de 2 percevejos/m para lavouras destinadas a produção de grãos e 1 percevejo/m para lavouras voltadas a produção de sementes (Seixas et al., 2020).

Além do momento de controle quanto ao estádio de desenvolvimento da soja e níveis de infestação do percevejo-marrom, é importante destacar que o horário de pulverização assim como o inseticida utilizado apresentam relação direta com a eficiência no controle da praga. Estudos demonstram que os melhores índices de controle do percevejo-marrom são observados quando as pulverizações de inseticidas são realizadas durante o início da manhã (IRAC-BR, s.d.).

Considerando o posicionamento dos inseticidas no manejo do percevejo-marrom, é fundamental atentar para a eficácia dos produtos, bem como para seu efeito de choque e período residual. O efeito de choque está diretamente relacionado ao rápido controle de insetos presentes na lavoura, após entrarem em contato com o inseticida; enquanto a ação residual, a depender do ingrediente ativo, permite o controle dos insetos durante os dias seguintes da aplicação do produto, seja por ingestão ou contato. Produtos com maior residual tendem a ampliar o período de proteção da cultura, favorecendo o manejo populacional da praga e contribuindo para o planejamento operacional das aplicações.

Com essas características, o ZEUS, desenvolvido pela IHARA, torna-se uma ferramenta estratégica no manejo do percevejo-marrom, especialmente em cenários de elevada pressão populacional da praga. Com ação de contato, translaminar e sistêmica, o inseticida apresenta elevada eficiência no controle de insetos adultos, além de contribuir para a supressão populacional ao longo do ciclo da cultura. Sua ação de contato e ingestão promove rápida paralisação da alimentação, seguida da morte dos insetos, além de apresentar efeito residual prolongado, contribuindo para a mortalidade de ninfas e adultos dos percevejos.

Além da elevada eficácia, o residual prolongado do ZEUS amplia o período de proteção da lavoura, reduzindo o risco de reinfestações em curto intervalo de tempo e proporcionando maior flexibilidade operacional para o posicionamento das aplicações. Dessa forma, o uso do ZEUS representa uma importante ferramenta dentro do manejo integrado de percevejos na soja, contribuindo para a manutenção do potencial produtivo da cultura e da qualidade dos grãos e sementes, proporcionando uma proteção nunca vista no combate aos percevejos.


 

Referências:

EMBRAPA. COMO MANEJAR PERCEVEJOS NA CULTURA DA SOJA. Embrapa, News, 2021. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/busca-de-noticias/-/noticia/63509003/como-manejar-percevejos-na-cultura-da-soja#:~:text=O%20percevejo%20verde%2Dpequeno%20%C3%A9,dos%20gr%C3%A3os%20e%20o%20rendimento. >, acesso em: 13/05/2026.

IRAC. MANEJO DA RESISTÊNICA DO PERCEVEJO-MARROM A INSETICIDAS. Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas Brasil, s.d. Disponível em: < https://www.irac-br.org/_files/ugd/6c1e70_23289b96aa09446f8e8a4091352aecaf.pdf >, acesso em: 13/05/2026.

IRAC. MANEJO DA RESISTÊNICA DO PERCEVEJO-MARROM A INSETICIDAS. Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas Brasil. Disponível em: < https://www.irac-br.org/_files/ugd/6c1e70_23289b96aa09446f8e8a4091352aecaf.pdf >, acesso em: 13/05/2026.

IRAC. PERCEVEJO-MARROM: Euschistus heros. Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas: Brasil, s.d. Disponível em: < https://www.irac-br.org/euschistus-heros >, acesso em: 13/05/2026.

SANGIOVO, M. J. R.; BASSO, C. J. ÉPOCA DE SEMEADURA E SUA INFLUÊNICA SOBRE A FLUTUAÇÃO DE PERCEVEJOS NA SOJA. Rev. Terra & Cult., Londrina, v. 37, n. 72, 2021. Disponível em: < https://mail.sumarios.org/artigo/%C3%A9pocas-de-semeadura-e-sua-influ%C3%AAncia-sobre-flutua%C3%A7%C3%A3o-de-percevejos-na-soja >, acesso em: 13/05/2026.

SCOPEL, W. DANOS DO PERCEVEJO MARROM Euschistus heros (F.) (HEMIPTERA: PENTATOMIDAE) EM SOJA. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da UPF, 2012. Disponível em: < https://repositorio.upf.br/server/api/core/bitstreams/675c33fd-5970-438c-bf74-16aa88100858/content >, acesso em: 13/05/2026.

SEIXAS, C. D. S. et al. MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS. Embrapa Soja, Sistemas de Produção, n.17, Tecnologias de produção de soja, cap. 9, 2020. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/223209/1/SP-17-2020-online-1.pdf >, acesso em: 13/05/2026.

Redação: Equipe Mais Soja.

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