Connect with us
26 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Doenças foliares seguem como um dos principais limitantes da produtividade da soja, com perdas de até 40% – MAIS SOJA

Published

on


A soja é uma das culturas mais relevantes para o agronegócio brasileiro, posicionando o país como líder na produção e exportação do grão. Ao longo do ciclo, a lavoura está sujeita a diferentes desafios fitossanitários, incluindo a incidência de doenças foliares que podem intensificar a desfolha precoce e reduzir o desempenho da cultura e, assim, causar perdas significativas de produtividade e afetar diretamente a rentabilidade do produtor.

“As doenças foliares estão entre os principais desafios para a sojicultura no Brasil e podem comprometer expressivamente o desempenho das plantações. Estudos indicam perdas médias entre 10% e 35%, podendo alcançar até 40% em cenários severos, e até 90% em situações extremas, dependendo das condições climáticas e do manejo adotado”, destaca Andre Godoy, Gerente de Marketing da FMC.

Diante desse cenário, a adoção de estratégias robustas de manejo é fundamental. Mais do que o uso isolado de produtos, o sucesso no controle das doenças está na combinação de fungicidas com diferentes modos de ação, garantindo proteção abrangente e sustentável ao longo de todo o ciclo da cultura.

Com esse objetivo, a FMC, empresa global de ciências para agricultura, apresenta ao mercado a associação entre Onsuva® e Zignal® para o manejo mais eficiente das doenças da soja. O Zignal® se destaca por sua forte ação preventiva, elevada residualidade e resistência à lavagem pela chuva, garantindo proteção contínua mesmo em condições climáticas adversas, posicionando-se como um “superprotetor”. Já o Onsuva® entrega amplo espectro de controle, seletividade e manejo eficiente desde a primeira aplicação, proporcionando mais rendimento e atuando como base sólida do manejo fitossanitário, com consistência no combate ao complexo de doenças.

A combinação dos dois produtos amplia o espectro de controle, fortalece a proteção contra as todas as principais doenças importantes e contribui para a preservação do potencial produtivo da lavoura desde as primeiras aplicações até as fases mais críticas do desenvolvimento.

De acordo com o gerente, a construção de um programa eficiente passa pela integração de soluções complementares. “O produtor precisa adotar uma visão estratégica do manejo, utilizando ferramentas que se complementem. O Onsuva® estabelece a base de controle, enquanto o Zignal® entra como um reforço essencial de proteção, elevando o nível de eficiência do programa como um todo. Essa associação entrega consistência, abrangência e segurança, fatores fundamentais para proteger o potencial produtivo da soja e a rentabilidade do produtor”, afirma.

Sobre a FMC

A FMC Corporation é uma empresa global de ciências agrícolas dedicada a auxiliar produtores rurais na produção de alimentos, rações, fibras e combustíveis para uma população mundial em expansão, adaptando-se a um ambiente em constante mudança. As soluções inovadoras de proteção de cultivos da FMC – incluindo produtos biológicos, nutrição de cultivos, agricultura digital e de precisão – permitem que produtores e consultores agrícolas enfrentem seus maiores desafios econômicos, protegendo o meio ambiente. A FMC está comprometida em descobrir novos ingredientes ativos de herbicidas, inseticidas e fungicidas, formulações de produtos e tecnologias pioneiras que sejam consistentemente melhores para o planeta. Visite fmc.com para saber mais e siga-nos no LinkedIn®.

FMC e o logotipo da FMC, assim como Onsuva®, Zignal®, são marcas comerciais da FMC Corporation ou afiliada. Produtos de uso agrícola. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Sempre leia o rótulo e siga todas as instruções, restrições e precauções de uso do produto.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

Continue Reading

Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Cotações sinalizam recuperação – MAIS SOJA

Published

on


Os preços do arroz em casca avançaram no Rio Grande do Sul, melhorando a relação entre as cotações e os custos de produção. No entanto, segundo o Cepea, as margens calculadas para julho ainda ficaram abaixo das registradas no mesmo período do ano passado.

De acordo com o Centro de Pesquisas, a baixa disponibilidade de matéria-prima e a necessidade de recomposição de estoques pelo setor industrial têm sustentado as cotações no mercado spot. A valorização, contudo, não aumentou a disposição dos produtores para negociar, enquanto as indústrias encontram dificuldades para repassar as altas da matéria-prima ao arroz beneficiado.

Neste contexto, as negociações seguem pontuais, sobretudo diante da diferença entre os valores pretendidos por vendedores e os ofertados por compradores. Segundo pesquisadores do Cepea, outro fator determinante foram as chuvas que dificultaram o transporte do cereal em algumas regiões e passaram a gerar preocupações com o preparo do solo para a safra 2026/27.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

Continue Reading

Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Apesar de negócios seguirem pontuais, cotação sobe – MAIS SOJA

Published

on


Os preços do algodão em pluma registraram alta no mercado brasileiro nos últimos dias, impulsionados pela postura firme dos vendedores e pelos avanços dos preços internacionais.

Segundo o Cepea, compradores com necessidade imediata de matéria-prima demonstram maior disposição para adquirir novos lotes, principalmente de melhor qualidade. Por outro lado, parte desses agentes permanece cautelosa, oferecendo valores menores diante das dificuldades de repasse das valorizações aos produtos manufaturados. De modo geral, a diferença entre os preços pedidos por vendedores e os oferecidos por compradores mantém as negociações pontuais.

O Centro de Pesquisas ressalta que, apesar da alta, os preços no mercado interno passaram a ficar 3% abaixo da paridade de exportação, situação que não era observada desde novembro de 2025.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

Continue Reading

Sustentabilidade

CMN flexibiliza uso de recursos para renegociar dívidas rurais – MAIS SOJA

Published

on


Em vigor desde o fim de julho, a renegociação especial de dívidas dos produtores rurais será facilitada. Nesta segunda-feira (24), o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução que flexibiliza o uso de recursos obrigatórios pelos bancos e cooperativas de crédito para quitar ou reduzir débitos contratados originalmente com outras fontes de financiamento.

A medida está relacionada à renegociação de dívidas rurais autorizada pela Medida Provisória 1.376/2026 e busca resolver uma dificuldade que vinha limitando a atuação das instituições financeiras.

O que mudou

Os bancos são obrigados a destinar uma parcela dos recursos captados em depósitos à vista para determinadas finalidades. Atualmente, 31,5% dos depósitos à vista são destinados ao crédito rural.

Antes da decisão do CMN, esses recursos só poderiam ser usados para renegociar operações que tivessem sido contratadas originalmente com a mesma fonte de recursos. Na prática, isso restringia a quantidade de dívidas que cada instituição financeira conseguia renegociar.

Com a mudança, os recursos obrigatórios poderão ser utilizados para liquidar ou amortizar operações contratadas originalmente com outras fontes. A exceção são as operações vinculadas aos fundos constitucionais.

Dessa forma, um banco passa a ter mais liberdade para usar os recursos obrigatórios disponíveis para ajudar na renegociação de dívidas rurais, mesmo quando o financiamento original não veio daquela mesma fonte.

A regra anterior determinava que as instituições considerassem os saldos das fontes de recursos apurados em 22 de julho. Segundo o Ministério da Fazenda, esse mecanismo dificultava a operacionalização e o controle das renegociações.

Limite de 40%

A flexibilização, porém, tem um limite. Os agentes financeiros poderão usar até 40% da exigibilidade do ano-safra em renegociações.

A exigibilidade é, de forma simplificada, a parcela dos recursos que as instituições financeiras são obrigadas a destinar a determinadas modalidades de crédito.

O teto de 40% foi estabelecido para evitar que os recursos destinados ao crédito rural sejam consumidos em grande parte pelo refinanciamento de dívidas. A intenção é preservar dinheiro também para novos empréstimos aos produtores.

Juros das operações

Poderão ser utilizados recursos direcionados não controlados ou recursos livres não controlados, respeitando as taxas de juros previstas para as renegociações. Os juros ficarão entre 5% e 12% ao ano, conforme o nível de perdas comprovado pelo produtor rural. A taxa, portanto, não será necessariamente a mesma para todos. A situação de cada produtor e a comprovação das perdas influenciarão as condições da renegociação.

Mais bancos

A medida também pode ampliar o número de instituições financeiras capazes de participar da renegociação das dívidas rurais.

Em 14 de agosto, o Ministério da Fazenda distribuiu R$ 25,8 bilhões em limites de equalização entre dez instituições financeiras.

A equalização é um mecanismo usado pelo governo para compensar instituições financeiras pela diferença entre o custo de captação dos recursos e os juros cobrados em determinadas operações.

Com a nova regra, bancos que não receberam limites de equalização naquela distribuição também poderão participar das renegociações usando os recursos obrigatórios.

Quem recebeu menos

A mudança também beneficia instituições que receberam um limite de equalização menor do que o necessário para atender à demanda de seus clientes. Esses bancos poderão usar até 40% das exigibilidades dos recursos obrigatórios para complementar os valores destinados à renegociação.

Na prática, a medida amplia a capacidade das instituições financeiras de atender produtores que buscam reorganizar suas dívidas, sem retirar totalmente os recursos que precisam continuar disponíveis para novos financiamentos rurais.

Efeito esperado

O objetivo central da decisão do CMN é destravar as renegociações de dívidas rurais.

Ao permitir que mais fontes de recursos sejam utilizadas e ao ampliar a quantidade de instituições que podem participar das operações, o governo espera facilitar a repactuação dos débitos.

Ao mesmo tempo, o limite de 40% procura equilibrar os dois objetivos: ajudar produtores endividados a reorganizar suas dívidas e preservar recursos para que o sistema financeiro continue concedendo novos créditos rurais.

Fonte: Agência Brasil



 

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT