Connect with us
25 de agosto de 2026

Sustentabilidade

NY tomba no algodão com ajustes técnicos, clima favorável nos EUA e com queda do petróleo – MAIS SOJA

Published

on


A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais baixos nesta quinta-feira.

Os preços atingiram no contrato julho o nível mais baixo em um mês, com NY rompendo para baixo a importantíssima linha de 80 centavos de dólar por libra-peso. Segundo o analista de Safras & Mercado, Gil Barabach, o mercado tinha subido demais, se aproximando da linha de 90 centavos de dólar por libra-peso para julho, ficando esticado demais, sobrecomprado demais, e assim aberto a correções técnicas e realizações de lucros, que vieram.

A queda do petróleo no dia foi aspecto baixista para a pluma, já que torna as fibras sintéticas mais baratas. O cenário nos Estados Unidos para as lavouras também segue pesando sobre os preços. O plantio evolui bem e as indicações são de boas condições climáticas para a safra.

A proximidade da entrada da safra brasileira é mais um ponto baixista para o algodão no mercado internacional.

Tecnicamente, o mercado testou e rompeu para baixo a linha de 80 centavos de dólar, o que acelerou as ordens de venda, levando as cotações ainda mais para baixo.

Os contratos com entrega em julho/2026 fecharam o dia a 77,98 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 3,62 centavos, ou de 4,4%. Dezembro/2026 fechou a 79,73 centavos, perda de 3,23 centavos, ou de 3,9%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

Continue Reading

Sustentabilidade

Negócios da soja melhoram, mas distância entre compradores e vendedores limita negócios

Published

on


Foto: Daniel Popov/Canal Rural

O mercado brasileiro de soja manteve poucos negócios no físico nesta terça-feira (25), apesar das melhores indicações de preços. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os vendedores seguem segurando as ofertas, ampliando o spread em relação aos compradores.

Nos portos, as atenções já se voltam para a janela de setembro e outubro, com agosto praticamente sem espaço e a maior parte das ofertas apresentando pagamento alongado. “A estrutura segue de preços firmes, mas com forte disparidade entre os players”, avalia Silveira.

Na Bolsa de Chicago, a sessão foi volátil, mas com retomada do movimento comprador diante da piora nas condições das lavouras norte americanas e, principalmente, das expectativas de demanda aquecida. Os prêmios seguem em patamares firmes.

Segundo Silveira, a disponibilidade de soja permanece reduzida, enquanto os portos já alcançam 100 milhões de toneladas em compromissos totais de exportação.

No mercado físico, as cotações apresentaram avanços em importantes praças produtoras brasileiras:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 146,50 para R$ 147,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 147,50 para R$ 148,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 143,00 para R$ 144,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 137,00 para R$ 138,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 135,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 137,00 para R$ 138,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 154,00 para R$ 155,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 154,50 para R$ 155,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta consistente na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta terça-feira. Após um início pressionado, o mercado respondeu a fatores fundamentais e se recuperou. A boa demanda chinesa e a piora nas condições das lavouras americanas sustentaram as cotações.

Em relação às compras chinesas, alguns participantes do setor levantaram preocupações de que as novas sanções dos Estados Unidos anunciadas contra os parceiros comerciais do Irã possam posteriormente afetar empresas chinesas e correr o risco de provocar uma retaliação.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 13.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na temporada 2026/27.

As condições das lavouras de soja nos Estados Unidos pioraram na última semana. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), até 23 de agosto, 60% das lavouras estavam em condições boas ou excelentes, ante 61% na semana anterior.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 13,50 centavos de dólar, ou 1,10%, a US$ 12,37 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,52 1/4 por bushel, com elevação de 14,00 centavos de dólar ou 1,13%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,60 ou 0,18% a US$ 329,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,78 centavos de dólar, com ganho de 0,47 centavos ou 0,69%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,1399 para venda e a R$ 5,1379 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1384 e a máxima de R$ 5,1656.

O post Negócios da soja melhoram, mas distância entre compradores e vendedores limita negócios apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Trigo/BR: Avanço da Colheita e Alerta Sanitário nas Principais Regiões – MAIS SOJA

Published

on


Trigo 6,7% colhido. No RS, no Planalto Superior, a maioria das lavouras segue em perfilhamento, enquanto, nas áreas semeadas no início da janela, já há lavouras em final de florescimento e início de enchimento de grãos. As condições meteorológicas recentes favorecem as manchas foliares e as doenças bacterianas, além de comprometer o desenvolvimento das plantas e o seu potencial produtivo.

No PR, as condições climáticas são consideradas favoráveis ao desenvolvimento da cultura, embora a alta umidade, em algumas regiões, tenha provocado a ocorrência de doenças fúngicas. Em SC, de modo geral, o trigo apresenta boas condições. No Meio-Oeste, as lavouras seguem em bom estado, pois a maior radiação solar no início da semana favoreceu o desenvolvimento.

Na Serra e nos Planaltos, predomina o desenvolvimento vegetativo. No Oeste e Extremo Oeste, as lavouras estão mais adiantadas. Em SP, algumas áreas já iniciaram a colheita. Em MG, a colheita segue em boas condições, apesar de redução da produtividade em algumas áreas, devido à brusone que foi favorecida pelo pelo clima desta temporada.

Em GO, a colheita do trigo irrigado avança em ritmo lento. As produtividades apresentam variabilidade, em grande parte, devido à brusone, favorecida pelas chuvas atípicas de junho e julho.

Em MS, a colheita segue em ritmo acelerado, com perda de potencial produtivo em razão da incidência de brusone, principalmente, na região sul e na fronteira. Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab


FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

Continue Reading

Sustentabilidade

Milho 2ª Safra/BR: Com 90,4% Concluído, Lavouras Apresentam Resultados Heterogêneos – MAIS SOJA

Published

on


Milho 2ª Safra: 90,4% colhido. Em MT, a colheita foi finalizada e, mesmo nas áreas de solos arenosos, as produtividades superaram as estimativas iniciais. No PR, a redução das precipitações propiciou uma redução mais rápida da umidade dos grãos e, consequentemente, um avanço na área colhida.

Em MS, a colheita avançou em quase todo o estado, com exceção da região Oeste, onde a colheita foi paralisada devido à falta de espaço para armazenagem. Em GO, a colheita se aproxima da finalização, com produtividades heterogêneas e abaixo das estimativas iniciais em função da irregularidade das precipitações em períodos críticos do desenvolvimento.

Em SP, a colheita avança no estado, principalmente no centro-sul, e já alcança 77% da área semeada. Em MG, o tempo seco e quente favoreceu a perda de umidade dos grãos, favorecendo o avanço da colheita.

No TO, MA e PI, a colheita foi finalizada e as produtividades ficaram abaixo das obtidas na última safra devido à redução das chuvas a partir de meados de abril. Isso impactou, principalmente, as lavouras semeadas fora da janela ideal de cultivo. No PA, o tempo seco favoreceu a secagem natural dos grãos e o avanço da colheita, que alcançou 85% da área cultivada. Ela ainda ocorre nos polos de Santarém e Paragominas, com boas produtividades sendo obtidas e ótima qualidade de grãos.

Fonte: Conab


FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT