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Câmeras flagram homem colocando fogo em vegetação às margens da MT-251

Polícia Civil identificou veículo utilizado pelo suspeito e encontrou isqueiro dentro do carro
Um homem de 36 anos foi identificado pela Polícia Civil após ser registrado por câmeras de segurança colocando fogo em uma área de vegetação às margens da MT-251, rodovia que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães. O caso ocorreu na região do bairro Jardim Vitória, na Capital.
O incêndio se espalhou pela vegetação e atingiu uma área extensa. A fumaça e as chamas também foram identificadas durante um sobrevoo realizado por uma aeronave do Corpo de Bombeiros Militar na região.
A investigação começou depois que a Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) recebeu denúncias sobre a ocorrência. Os policiais reuniram gravações de câmeras de segurança e imagens divulgadas nas redes sociais e, a partir desse material, conseguiram identificar o modelo e a placa do veículo utilizado pelo suspeito.
Com as informações do automóvel, os investigadores localizaram o endereço do proprietário, morador do Jardim Vitória. A equipe acompanhou a movimentação no local e abordou o homem quando ele retornava para casa.
Durante a vistoria no carro, um isqueiro vermelho foi encontrado próximo ao câmbio. Aos policiais, o suspeito afirmou possuir uma chácara na região e disse que pretendia utilizar o objeto na propriedade.
O homem foi levado para a Dema, onde prestou depoimento e foi autuado pelo crime ambiental de provocar incêndio em mata ou floresta. Ele permaneceu à disposição da Justiça.
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Wanderley Cerqueira veta projeto de lei, do DAE, para Prefeitura destinar recursos para abastecimento de água em Várzea Grande

O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou a inclusão de um projeto de lei que autoriza a Prefeitura a destinar R$ 2 milhões mensais para melhorar o abastecimento de água e o esgotamento sanitário.
O projeto tramita na Câmara Municipal desde abril de 2026 e ainda não foi votado pelos vereadores. Conforme o líder da prefeita Flávia Moretti na Câmara, vereador Rogerinho da Dakar (PSDB), sem a aprovação da proposta, o município fica impedido de enviar recursos para amenizar os problemas relacionados ao abastecimento de água, considerado um dos principais problemas do município.
“É fundamental termos a aprovação deste projeto. São R$ 16 milhões ao todo que irão colaborar com melhorias no abastecimento, destinados à cobertura do déficit operacional e à manutenção da continuidade dos serviços públicos essenciais de abastecimento de água e esgotamento sanitário”, pontua Rogerinho.
Wanderley negou a inclusão da proposta e alegou que o projeto precisa ser mais discutido, mesmo tramitando desde abril deste ano.
“Indefiro este projeto e, na próxima sessão, vamos estudar mais a inclusão deste projeto”, disse.
No projeto de lei, o Município deverá adotar medidas de controle interno e transparência na aplicação dos recursos, assegurando a rastreabilidade das despesas realizadas.
“Os recursos transferidos deverão ser aplicados exclusivamente no custeio operacional dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário, vedada sua utilização para finalidade diversa”, consta na proposta.
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Polícia Civil prende em flagrante homem que provocou incêndio às margens da MT-010 em Cuiabá

Investigação da Delegacia Especializada de Meio Ambiente levou à localização do suspeito; um isqueiro encontrado no veículo foi apreendido
Um homem suspeito de provocar um incêndio criminoso às margens da Rodovia MT-010, na região de Cuiabá, sentido Chapada dos Guimarães foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (25.8), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema).
O suspeito, de 36 anos, foi identificado por meio de imagens de câmeras de segurança e foi autuado em flagrante pelo crime ambiental de provocar incêndio em mata ou floresta.
As investigações iniciaram após os policiais da Dema receberem denúncia, referente a um incêndio registrado pela aeronave do Corpo de Bombeiros Militar nas proximidades no bairro Jardim Vitória, na estrada sentido Chapada dos Guimarães. No local, foram observadas chamas altas e de grande intensidade.
Durante a apuração dos fatos, os policiais analisaram imagens que circularam pelas redes sociais e que auxiliaram na identificação do veículo que teria sido utilizado pelo suspeito no momento em que o fogo foi ateado. Com a identificação do veículo e, após consultas aos sistemas policiais, os investigadores chegaram ao possível suspeito, morador do bairro Jardim Vitória, em Cuiabá.
Em monitoramento do endereço, os policiais localizaram o veículo chegando à residência e realizaram a abordagem do condutor. Durante a busca no interior do automóvel, foi encontrado um isqueiro pequeno, de cor vermelha, próximo ao câmbio. O objeto foi apreendido. Questionado sobre o isqueiro, o suspeito informou aos policiais que possui uma chácara na região da MT-010 e que utilizaria o objeto naquele local.
Diante dos elementos levantados durante a ocorrência, o homem foi encaminhado à Delegacia Especializada de Meio Ambiente, onde após ser interrogado, foi autuado e
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Polícia de MT caça facção refugiada no Complexo do Alemão e bloqueia frota de luxo milionária

Operação ‘Dark Route’ mira criminosos que usavam o Rio de Janeiro como base armada. Justiça sequestrou Porsche e BMWs avaliados em R$ 1,5 milhão
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (25.8), a Operação Dark Route, para o cumprimento de ordens judiciais contra o núcleo de uma facção criminosa, com atuação no eixo Mato Grosso–Rio de Janeiro.
Na operação, são cumpridos nove mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão e cinco sequestros de veículos de luxo, decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).
As medidas buscam atingir um núcleo que atua para garantir proteção a foragidos, manutenção de soldados armados, movimentação financeira, suporte logístico e ocultação patrimonial.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Várzea Grande e Rio de Janeiro (RJ). Entre os alvos, estão especialmente criminosos homiziados em áreas dominadas pela facção no território fluminense e seus braços financeiros, operacionais, logísticos e patrimoniais em Mato Grosso.
Base operacional do RJ
A investigação aponta que o Rio de Janeiro não é utilizado pelos investigados apenas como esconderijo para os integrantes da facção criminosa. Os elementos reunidos indicam que a estrutura instalada no Estado fluminense funcionava como uma base de proteção, comando e articulação, concentrando foragidos da Justiça de Mato Grosso, integrantes da facção denominados “soldados armados” e pessoas responsáveis pelo suporte à liderança.
A base no Rio de Janeiro funcionava como um entreposto operacional, para onde iam foragidos e soldados e de onde eram mantidas conexões com as atividades desenvolvidas em Mato Grosso. Parte dos integrantes estava instalada no Complexo do Alemão.
Fuzis e estrutura armada
As investigações apontaram ainda que o grupo investigado possui capacidade bélica, sendo identificados integrantes portando e efetuando disparos com fuzis de uso restrito, além de registros relacionados à guarda e ao remanejamento de armas e munições.
Levantamentos feitos durante a investigação mostram soldados armados em território dominado pela facção e o manejo de fuzis com referências à facção criminosa e ao apelido da liderança investigada.
Alvo preso após deixar o Complexo do Alemão
Antes da deflagração, um dos alvos teve o mandado de prisão cumprido na quinta-feira, 20 de agosto. O investigado, apontado como um dos auxiliares da liderança, foi localizado e preso com o apoio da Polícia Civil no Rio de Janeiro, após deixar o Complexo do Alemão para frequentar uma academia.
Durante a fase ostensiva da Dark Route, outros dois alvos de prisão foram capturados em Várzea Grande, onde também foi cumprida medida de busca e apreensão contra outro investigado.
Criminoso foragido
O principal alvo da investigação é foragido da Justiça de Mato Grosso e permanece homiziado no Rio de Janeiro, não sendo localizado nesta fase da operação. Entretanto, com as investigações da Operação Dark Route, ele passa a contar com mais um mandado de prisão preventiva em aberto, decorrente dos novos fatos investigados.
A investigação mostra que sua fuga para o Rio de Janeiro não interrompeu sua atuação no crime. Segundo os elementos reunidos, a liderança continuou utilizando áreas dominadas pela facção como ponto de proteção e articulação, mantendo contato com operadores financeiros, soldados armados, familiares e interpostas pessoas.
Frota de luxo
A investigação identificou uma frota de veículos de luxo que circulava entre integrantes do grupo no eixo Rio de Janeiro–Mato Grosso, inclusive com automóveis formalmente registrados em nome de terceiros, embora utilizados por pessoas próximas à liderança.
Os veículos são apontados como instrumentos de deslocamento, logística, ostentação e ocultação patrimonial. A Justiça determinou o sequestro de cinco veículos: um Porsche Boxster GTS, duas BMWs, um Audi A3 e um Volkswagen T-Cross, com valor conjunto estimado em aproximadamente R$ 1,5 milhão.
O sequestro dos veículos integra a estratégia de descapitalização do grupo, buscando retirar não apenas os integrantes de circulação, mas também os bens utilizados para sustentar sua logística e demonstrar poder econômico.
Objetivo da operação
A operação busca desarticular o núcleo criminoso, atuando nas duas pontas da estrutura, localizando e prendendo os foragidos que utilizam o Rio de Janeiro como base de proteção e, simultaneamente, atingindo os braços financeiros, operacionais e patrimoniais que sustentam suas atividades em Mato Grosso.
Com as prisões já realizadas, os mandados ainda em aberto e o sequestro da frota de luxo, a operação busca demonstrar que o refúgio em território dominado por facções criminosas não impede a atuação estatal nem protege o patrimônio e a rede de apoio construída pelos investigados.
Nome da operação
O nome Operação Dark Route faz referência à ligação criminosa estabelecida no eixo Mato Grosso–Rio de Janeiro, utilizada para a circulação de integrantes, recursos financeiros, apoio logístico e da frota de veículos de luxo vinculada ao grupo, conectando criminosos homiziados no território fluminense aos seus braços operacionais, financeiros e patrimoniais em Mato Grosso.
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