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25 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Preocupações com a safra norte-americana sustentam alta do milho no mercado internacional – MAIS SOJA

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Na última semana, o contrato de milho corrente na CME-Group registrou média de US$ 447,80/bu, alta de 1,48% em relação à semana anterior. A valorização esteve associada às condições climáticas nas regiões produtoras dos EUA, que têm elevado as preocupações quanto ao desenvolvimento das lavouras e ao potencial produtivo da safra.

Nesse cenário, o percentual de áreas classificadas em condições boas e excelentes recuou 14,00 p.p. em relação à temporada passada, para 60,00%, reforçando as incertezas quanto à oferta de milho. Além disso, o crescimento da demanda internacional tem pressionado as projeções de estoques para a temporada, sinalizando menor folga entre oferta e demanda e dando sustentação às cotações na CME-Group. Para as próximas semanas, o mercado deverá acompanhar a evolução das exportações de milho e, principalmente, o desenvolvimento da safra norte-americana, importantes fatores de influência sobre as cotações.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: O Indicador Imea apresentou elevação de 2,92% ante a semana passada, com média de R$ 44,32/sc, reflexo da demanda aquecida pelo cereal no mercado interno.
  • QUEDA: O prêmio do milho em Santos apresentou recuo de 4,03% ante a semana passada, pressionado pela maior disponibilidade do cereal no Brasil, e finalizou a semana em ¢US$ 1,14/bu.
  • AUMENTO: o preço da saca de milho na bolsa Cepea Campinas apresentou valorização de 2,14% na última semana, e finalizou a semana em R$ 67,39/sc.
Em jul/26, o custeio do milho da safra 2026/27 em MT foi estimado em R$ 3.778,76/ha, alta de 0,30%.

Segundo o projeto CPA-MT, essa alta ante jun/26 foi influenciado pelos fertilizantes e corretivos, que subiram 1,14%, para R$ 1.550,19/ha. Em contrapartida, defensivos e sementes recuaram 0,10% e 0,51%, para R$ 912,09/ha e R$ 844,46/ha, respectivamente. O COE e o COT avançaram 0,20% e 0,17%, para R$ 5.504,27/ha e R$ 6.067,89 /ha. Para analisar o ponto de equilíbrio, considerou-se a produtividade média das últimas três safras, de 123,83 sc/ha, visto que o Imea ainda não tem uma estimativa da safra 26/27.

Assim, os P.E foram estimados em R$ 44,45/sc para o COE e R$ 49,00/sc para o COT. Em jul/26, o preço médio negociado da safra 26/27 foi de R$ 46,12/sc, suficiente para cobrir o COE, mas R$ 2,89/sc abaixo do COT. Nesse contexto, apesar da alta anual de 4,67% nos preços do milho frente à safra anterior, o movimento ocorre em ritmo inferior ao avanço de 13,83% no custeio. Esse descompasso entre a evolução dos preços e dos custos limita a recuperação das margens, mantendo o cenário mais apertado para o produtor.

Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Milho fecha em alta em Chicago com preocupações sobre oferta global – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais altos. O mercado foi sustentado pelas preocupações em torno da oferta global do produto. As tensões na região do Mar Negro geraram dúvidas sobre a capacidade da Ucrânia de manter suas exportações com o aumento dos conflitos com a Ucrânia. Na Europa, o serviço de monitoramento de safras MARS reduziu pelo segundo mês consecutivo sua previsão para a produtividade do milho da União Europeia, após o calor e a seca continuarem prejudicando as lavouras. No Brasil, o temor esteve no quadro climático complicado previsto para a produção de grãos em razão do fenômeno El Niño.

Para a safra norte-americana houve indicativo de que a produtividade do cereal fique abaixo da prevista pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Na semana passada a Pro Farmer projetou um rendimento médio do milho dos Estados Unidos em 173,2 bushels por acre, abaixo dos 180,7 bushels por acre previstos pelo USDA.

O recuo do petróleo em Nova York, a valorização do dólar em relação a outras moedas e o desempenho mais fraco na demanda para o cereal estadunidense limitaram os ganhos de serem mais expressivos no pregão.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.296.271 toneladas na semana encerrada no dia 20 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Na semana anterior, haviam atingido 1.944.870 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.338.532 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro de 2025, as inspeções somam 82.281.525 toneladas, contra 65.559.108 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,15 1/2, alta de 7,00 centavos, ou 1,37% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,30 1/4, avanço de 6,75 centavos, ou 1,28% por bushel em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

IMEA: Colheita de algodão em MT atinge 69,5% com ritmo recorde no campo e pressão no mercado – MAIS SOJA

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Na comparação semanal, o preço do caroço subiu 0,42%, alcançando R$ 799,09/t, enquanto o óleo de algodão avançou 1,60%, para R$ 5.259,09/t. Apesar das altas pontuais, ambos acumulam queda na comparação mensal, de 6,70% para o caroço e 1,66% para o óleo, refletindo o avanço da colheita e do beneficiamento da nova safra.

Na comparação com o mesmo período da safra passada, os preços permanecem inferiores, com recuo de 11,73% para o caroço e de 5,61% para o óleo. Esse aumento da oferta ocorre em um momento de demanda enfraquecida por coprodutos, limitando a velocidade de absorção dos novos volumes e mantendo o mercado pressionado no curto prazo. Para o óleo, embora a demanda dos setores alimentício e de biodiesel contribua para dar suporte às cotações, esse fator ainda não foi suficiente para reverter a queda acumulada. Para as próximas semanas, com a continuidade da colheita, a disponibilidade tende a seguir elevada, mantendo a pressão sobre os preços.

Confira os principais destaques do boletim:
  • RETRAÇÃO: o preço da pluma em Mato Grosso registrou queda de 0,22% na última semana, pressionado pelo avanço da colheita, que tem ampliado a oferta da fibra no mercado.
  • AUMENTO: refletindo a valorização na cotação do petróleo, o preço do poliéster exibiu alta de 2,50% ante a semana passada, ficando na média de ¢ US$ 40,35/lb.
  • ELEVAÇÃO: o contrato dez/26 na bolsa de NY apresentou valorização de 3,56% no comparativo semanal, fechando na média de ¢ US$ 87,19/lb.
Até o dia 21/08, a colheita de algodão alcançou 69,52% da área projetada para a safra 25/26.

O avanço semanal de 14,77 p.p. foi o maior registrado na atual safra, refletindo a melhora das condições para a realização das atividades no campo. O ritmo supera em 14,00 p.p. o observado na safra passada, influenciado pela menor área estimada para esta safra e pelas chuvas registradas no mesmo período do ano passado, que impactaram o avanço da colheita.

Dentre as regiões que mais avançaram na semana, Oeste e Centro-Sul lideraram os incrementos, com 20,36 p.p. e 19,14 p.p., respectivamente, favorecidos pelas condições climáticas predominantes marcadas por tempo mais quente e seco no estado. Já a região Noroste apresenta 55,20% da área colhida, com o menor percentual observado devido a ocorrência de chuvas, que atrasaram o início dos trabalhos. Para as próximas semanas, a previsão indica um cenário predominantemente seco e quente em MT, favorecendo o avanço das operações.

Fonte: IMEA



 

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Agro Mato Grosso

Syngenta nomeia Silvia Martinuzzo para operações de licenciamento

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Executiva assume liderança de Licensing Operations da área de sementes no Brasil após atuar em planejamento estratégico

A Syngenta nomeou Silvia Andrade Martinuzzo para liderar as operações de licenciamento da área de sementes no Brasil. A executiva assumiu a função após dois anos e sete meses na área de planejamento estratégico da companhia.

Silvia ingressou na Syngenta em maio de 2023. No primeiro cargo, como coordenadora de estratégia para sementes na América Latina, conduziu o planejamento de longo prazo para a região. O trabalho incluiu um horizonte de 15 anos e suporte a processos de fusões, aquisições e colaborações.

Em janeiro de 2024, passou ao planejamento estratégico de sementes no Brasil. Nessa posição, coordenou o plano de cinco anos da operação, a revisão anual de prioridades e a gestão dos objetivos e resultados-chave, os OKRs, usados pela equipe executiva como indicadores de desempenho.

A profissional também acompanhou comitês voltados a ferramentas digitais e sustentabilidade. Atuou como PMO em projetos estratégicos e estudos de novos modelos de negócio.

Antes da Syngenta, Martinuzzo trabalhou no QuintoAndar e na Votorantim Cimentos, com atividades ligadas a inteligência de mercado, estratégia, marketing B2B e planejamento.

Graduada em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo, possui especialização em gestão de projetos pela mesma instituição. Também cursou programas executivos em fusões e aquisições e estratégia de marketing no Insper.

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Agro MT