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25 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Milho fecha em alta em Chicago com preocupações sobre oferta global – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais altos. O mercado foi sustentado pelas preocupações em torno da oferta global do produto. As tensões na região do Mar Negro geraram dúvidas sobre a capacidade da Ucrânia de manter suas exportações com o aumento dos conflitos com a Ucrânia. Na Europa, o serviço de monitoramento de safras MARS reduziu pelo segundo mês consecutivo sua previsão para a produtividade do milho da União Europeia, após o calor e a seca continuarem prejudicando as lavouras. No Brasil, o temor esteve no quadro climático complicado previsto para a produção de grãos em razão do fenômeno El Niño.

Para a safra norte-americana houve indicativo de que a produtividade do cereal fique abaixo da prevista pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Na semana passada a Pro Farmer projetou um rendimento médio do milho dos Estados Unidos em 173,2 bushels por acre, abaixo dos 180,7 bushels por acre previstos pelo USDA.

O recuo do petróleo em Nova York, a valorização do dólar em relação a outras moedas e o desempenho mais fraco na demanda para o cereal estadunidense limitaram os ganhos de serem mais expressivos no pregão.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.296.271 toneladas na semana encerrada no dia 20 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Na semana anterior, haviam atingido 1.944.870 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.338.532 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro de 2025, as inspeções somam 82.281.525 toneladas, contra 65.559.108 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,15 1/2, alta de 7,00 centavos, ou 1,37% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,30 1/4, avanço de 6,75 centavos, ou 1,28% por bushel em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

IMEA: Colheita de algodão em MT atinge 69,5% com ritmo recorde no campo e pressão no mercado – MAIS SOJA

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Na comparação semanal, o preço do caroço subiu 0,42%, alcançando R$ 799,09/t, enquanto o óleo de algodão avançou 1,60%, para R$ 5.259,09/t. Apesar das altas pontuais, ambos acumulam queda na comparação mensal, de 6,70% para o caroço e 1,66% para o óleo, refletindo o avanço da colheita e do beneficiamento da nova safra.

Na comparação com o mesmo período da safra passada, os preços permanecem inferiores, com recuo de 11,73% para o caroço e de 5,61% para o óleo. Esse aumento da oferta ocorre em um momento de demanda enfraquecida por coprodutos, limitando a velocidade de absorção dos novos volumes e mantendo o mercado pressionado no curto prazo. Para o óleo, embora a demanda dos setores alimentício e de biodiesel contribua para dar suporte às cotações, esse fator ainda não foi suficiente para reverter a queda acumulada. Para as próximas semanas, com a continuidade da colheita, a disponibilidade tende a seguir elevada, mantendo a pressão sobre os preços.

Confira os principais destaques do boletim:
  • RETRAÇÃO: o preço da pluma em Mato Grosso registrou queda de 0,22% na última semana, pressionado pelo avanço da colheita, que tem ampliado a oferta da fibra no mercado.
  • AUMENTO: refletindo a valorização na cotação do petróleo, o preço do poliéster exibiu alta de 2,50% ante a semana passada, ficando na média de ¢ US$ 40,35/lb.
  • ELEVAÇÃO: o contrato dez/26 na bolsa de NY apresentou valorização de 3,56% no comparativo semanal, fechando na média de ¢ US$ 87,19/lb.
Até o dia 21/08, a colheita de algodão alcançou 69,52% da área projetada para a safra 25/26.

O avanço semanal de 14,77 p.p. foi o maior registrado na atual safra, refletindo a melhora das condições para a realização das atividades no campo. O ritmo supera em 14,00 p.p. o observado na safra passada, influenciado pela menor área estimada para esta safra e pelas chuvas registradas no mesmo período do ano passado, que impactaram o avanço da colheita.

Dentre as regiões que mais avançaram na semana, Oeste e Centro-Sul lideraram os incrementos, com 20,36 p.p. e 19,14 p.p., respectivamente, favorecidos pelas condições climáticas predominantes marcadas por tempo mais quente e seco no estado. Já a região Noroste apresenta 55,20% da área colhida, com o menor percentual observado devido a ocorrência de chuvas, que atrasaram o início dos trabalhos. Para as próximas semanas, a previsão indica um cenário predominantemente seco e quente em MT, favorecendo o avanço das operações.

Fonte: IMEA



 

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Agro Mato Grosso

Syngenta nomeia Silvia Martinuzzo para operações de licenciamento

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Executiva assume liderança de Licensing Operations da área de sementes no Brasil após atuar em planejamento estratégico

A Syngenta nomeou Silvia Andrade Martinuzzo para liderar as operações de licenciamento da área de sementes no Brasil. A executiva assumiu a função após dois anos e sete meses na área de planejamento estratégico da companhia.

Silvia ingressou na Syngenta em maio de 2023. No primeiro cargo, como coordenadora de estratégia para sementes na América Latina, conduziu o planejamento de longo prazo para a região. O trabalho incluiu um horizonte de 15 anos e suporte a processos de fusões, aquisições e colaborações.

Em janeiro de 2024, passou ao planejamento estratégico de sementes no Brasil. Nessa posição, coordenou o plano de cinco anos da operação, a revisão anual de prioridades e a gestão dos objetivos e resultados-chave, os OKRs, usados pela equipe executiva como indicadores de desempenho.

A profissional também acompanhou comitês voltados a ferramentas digitais e sustentabilidade. Atuou como PMO em projetos estratégicos e estudos de novos modelos de negócio.

Antes da Syngenta, Martinuzzo trabalhou no QuintoAndar e na Votorantim Cimentos, com atividades ligadas a inteligência de mercado, estratégia, marketing B2B e planejamento.

Graduada em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo, possui especialização em gestão de projetos pela mesma instituição. Também cursou programas executivos em fusões e aquisições e estratégia de marketing no Insper.

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Sustentabilidade

Fusão® FIX: A solução para fechar o manejo da soja com “chave de ouro” – MAIS SOJA

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A sanidade da lavoura de soja está diretamente relacionada à produtividade e à qualidade dos grãos e/ou sementes produzidos. Embora diferentes estratégias de manejo possam ser adotadas de forma integrada para aumentar a proteção e a sanidade das plantas, os fungicidas ainda representam, em escala comercial, as principais ferramentas utilizadas no manejo e controle das doenças da soja.

Figura 1. Período de ocorrência das principais doenças da soja. Fonte: +Soja.

Em função da maior incidência de doenças durante a fase reprodutiva da cultura (Figura 1), a maior parte das aplicações de fungicidas é posicionada nesse período, especialmente após o fechamento das entrelinhas, priorizando-se o uso de produtos premium, com maior performance e espectro de controle.

Sobretudo, algumas doenças se sobressaem a esse período, com desenvolvimento favorecido ao final do ciclo da soja. As doenças de final de ciclo (DFCs), como são popularmente conhecidas, acometem a cultura principalmente nas fases mais avançadas do desenvolvimento, causando perdas quantitativas e qualitativas na produção. Entre as principais DFCs da soja, destacam-se a mancha-alvo, causada pelo fungo Corynespora cassiicola, e a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi). Embora a ferrugem-asiática seja um dos principais focos do manejo fitossanitário durante a fase reprodutiva, sua ocorrência pode se dar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, inclusive no final do ciclo.

Com potencial para reduzir a produtividade da soja em até 40% no caso da mancha-alvo (Godoy et al., 2023) e até 90% no caso da ferrugem-asiática (Godoy et al., 2024), essas doenças são altamente prejudiciais, especialmente em anos com condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento dos patógenos. Além disso, por serem doenças policíclicas e apresentarem controle complexo, podem ocorrer em mais de um momento ao longo do ciclo da cultura, contribuindo para a manutenção do inóculo e da severidade das doenças até o final do desenvolvimento da soja.

Nesse cenário, especialmente em áreas com histórico de ocorrência dessas doenças, falhas de manejo ou condições ambientais favoráveis à infecção, o uso de fungicidas de alta performance torna-se indispensável para preservar o potencial produtivo da cultura, inclusive em estádios mais avançados do desenvolvimento da soja. Dessa forma, o correto posicionamento de fungicidas no final do ciclo, promovendo um melhor “fechamento” do programa fitossanitário, pode ser determinante para a obtenção de elevadas produtividades.

Contudo, para maximizar a eficácia das aplicações e os resultados produtivos, essas pulverizações devem ser realizadas até o estádio R7 da soja, caracterizado pelo início da maturação fisiológica, fase em que ocorre o máximo acúmulo de matéria seca nos grãos e a interrupção da absorção de água e nutrientes (Tagliapietra et al., 2022). Após esse estádio, aplicações visando efeitos fisiológicos ou produtivos sobre a planta deixam de gerar impacto na produção de grãos ou sementes, uma vez que não há mais conexão funcional entre a planta-mãe e os grãos (Zanon et al., 2018).

Figura 2. Ilustração de planta de soja em estádio R7. Adaptado: Oliveira Junior et al. (2016)

Visando maior assertividade no manejo fitossanitário do final do ciclo da soja, o monitoramento periódico e frequente da lavoura é indispensável. Contudo, além do correto posicionamento das aplicações dentro do limite adequado do período de pulverização, é fundamental atentar para a escolha dos fungicidas, priorizando produtos de alta performance e, preferencialmente, formulações compostas por mais de um princípio ativo. Essa estratégia contribui não apenas para ampliar a eficiência de controle, mas também para o manejo da resistência da ferrugem-asiática e da mancha-alvo aos fungicidas.

No cenário atual, fungicidas com eficácia comprovada para o controle dessas doenças devem ser associados a produtos multissítios nas aplicações de fechamento da soja, favorecendo tanto a manutenção do potencial produtivo da cultura quanto a qualidade dos grãos e sementes produzidos, reduzindo perdas e depreciações causadas por patógenos. Nesse contexto, o Fusão® FIX se destaca por reunir três princípios ativos de diferentes grupos químicos em sua formulação, proporcionando ação rápida, eficiente e abrangente no manejo dessas doenças.

Além de contribuir para um melhor fechamento do programa fitossanitário da soja, o Fusão® FIX apresenta características estratégicas para o manejo da resistência de patógenos a fungicidas. Com elevada sistemicidade e atuação tanto sistêmica quanto de contato, o produto alia alta seletividade à cultura com forte desempenho no controle da ferrugem-asiática e da mancha-alvo (IHARA, s.d.).

A presença de um fungicida multissítio associado a dois fungicidas sítio-específicos confere ao Fusão® FIX um desempenho diferenciado no final do ciclo da soja, especialmente quando posicionado de forma estratégica e preventiva, em alinhamento ao programa fitossanitário da lavoura, sendo portanto, uma solução eficiente e eficaz para o manejo das principais doenças de final de ciclo da soja.



Referências:

GODOY, C. V. et al. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA, Phakopsora pachyrhizi, NA SAFRA 2023/2024: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa Soja, Circular Técnica, n. 206, 2024. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1165843/1/CT-206-Claudia-Godoy.pdf >, acesso em: 21/05/2026.

GODOY, C. V. et al. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA MANCHA-ALVO, Corynespora cassiicola, NA CULTURA DA SOJA, NA SAFRA 2022/2023: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa, circular técnica, 194. Londrina – PR, 2023. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1154756/1/Circ-Tec-194.pdf >, acesso em: 21/05/2026.

IHARA. FUSÃO FIX. IHARA: Agricultura é a nossa vida, s.d. Disponível em: < https://ihara.com.br/produtos/fusao-fix/?utm_source=&utm_medium=&utm_campaign=&utm_content=&gad_source=1&gad_campaignid=21260028180&gbraid=0AAAAACqHsuCIQdzFPGCdquMe4rDQ4NFHe&gclid=CjwKCAjw2rrQBhBuEiwAarLWHU4_K78QFXOtohDvFQQVJ6Csyoh4TVDsmP0DEJeCn7tMAtATiJh0ChoCf_gQAvD_BwE >, acesso em: 21/05/2026.

OLIVEIRA JUNIOR, A et al. ESTÁDIOS FENOLÓGICOS E MARCHA DE ABSORÇÃO DE NUTRIENTES DA SOJA. Embrapa Soja; Fortgreen, 2016. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1047123/estadios-fenologicos-e-marcha-de-absorcao-de-nutrientes-da-soja >, acesso em: 21/05/2026.

TAGLIAPIETRA, E. L. et al. ECOFISIOLOGIA DA SOJA: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 2, 2022.

ZANON, A. J. et al. ECOFISIOLOGIA DA SOJA: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 1, 2018.

Redação: Equipe Mais Soja.

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