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Colheita de soja avança para reta final no Rio Grande do Sul, aponta Emater

A colheita de soja no Rio Grande do Sul entrou na fase final e já alcança 98% da área cultivada no estado, segundo o mais recente relatório semanal da Emater-RS/Ascar, divulgado nesta quinta-feira (21).
O avanço dos trabalhos foi favorecido pelo predomínio de tempo seco e pela redução da umidade dos grãos, o que também contribuiu para diminuir descontos por umidade nas unidades de recebimento e beneficiamento.
Apesar do avanço da colheita, a safra apresentou forte variabilidade de produtividade entre regiões e até dentro de um mesmo município. De acordo com a Emater-RS, fatores como distribuição irregular das chuvas, características do solo, escolha de cultivares e nível tecnológico empregado influenciaram diretamente o desempenho das lavouras.
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Nas áreas mais afetadas pelo déficit hídrico entre janeiro e fevereiro, especialmente em solos rasos ou arenosos, foram registradas perdas e desenvolvimento irregular das plantas. As produtividades variaram desde áreas com menos de 1.000 kg por hectare até lavouras que superaram 4.000 kg/ha, principalmente em cultivos irrigados e com variedades de ciclo intermediário.
O relatório também destaca diferenças relevantes de desempenho entre materiais genéticos submetidos ao mesmo manejo, reforçando a importância da adaptação das cultivares aos diferentes ambientes de produção.
As áreas ainda não colhidas correspondem, em sua maioria, a lavouras de segundo cultivo ou implantadas fora da janela preferencial de semeadura. Nessas áreas, a produtividade tende a ser menor devido ao potencial produtivo reduzido e ao menor desenvolvimento vegetativo. Parte da produção apresenta grãos de menor calibre, mas com boa uniformidade, sendo destinada à reserva de sementes.
A produtividade média estimada pela Emater-RS/Ascar é de 2.871 kg/ha, em uma área cultivada de 6,62 milhões de hectares no estado.
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Custo da cesta básica dispara e ultrapassa os R$ 900 pela primeira vez na série histórica

Com acréscimo de 1,86% na terceira semana de maio, em comparação à semana anterior, a cesta básica em Cuiabá atingiu o valor de R$ 913,47 e ultrapassou, pela primeira vez na série histórica, a marca de R$ 900. O maior patamar apurado pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) elevou em 9,58% a diferença de preço observada em relação ao mesmo período do ano passado, quando o custo era de R$ 833,59.
O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, enfatizou a alta de preços em produtos que sofrem grande influência climática. “Mesmo com quedas observadas em itens como carne, café, banana e açúcar, as altas concentradas em produtos de maior peso e sensibilidade climática sustentaram o avanço do custo médio da cesta nesta semana.”
É o caso do tomate, que registrou variação semanal positiva de 14,95%, chegando ao preço médio de R$ 13,47/kg. A baixa temperatura registrada nas principais lavouras provoca atrasos na maturação dos frutos, restringe a oferta e pode ocasionar o aumento de preços observado.
A batata também registrou aumento de 9,04%, e a média semanal chegou a R$ 9,10/kg. Segundo análise do IPF-MT, a variação de preço pode estar relacionada também à baixa oferta, consequência do fim da colheita da safra atual e das chuvas observadas em algumas lavouras, que atrasam o processo de colheita do produto.
Outro item que apresentou aumento em decorrência de fatores climáticos foi o feijão, com acréscimo de 2,14%, chegando à média de R$ 8,16/kg. A alta nos custos de produção, em decorrência dos cuidados no armazenamento dos grãos, pode ter resultado em aumento no preço final ao consumidor.
Diante do incremento da oferta à nível global, o café segue em queda pela nona semana consecutiva. Desta vez, a variação negativa observada foi de 1,96%, fazendo com que o pacote de 500 gramas atingisse o preço médio de R$ 29,98, além de ficar 12,11% mais barato em comparação com o mesmo período de 2025.
Wenceslau Júnior reforçou que “a dinâmica das variações observadas nesta semana evidencia a influência das condições climáticas e sazonais sobre a inflação dos alimentos, especialmente entre os produtos in natura e de ciclo agrícola mais sensível.”
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Frio chegou para ficar! Fim de semana será gelado e com temperaturas de 15°C!

A frente fria que derrubou as temperaturas em Mato Grosso segue influenciando o clima neste fim de semana. Em algumas cidades, os termômetros podem marcar até 15°C nas primeiras horas do dia, cenário incomum para os padrões do estado. Apesar disso, a tendência é de elevação gradual das temperaturas a partir de segunda-feira (25).
Em Cuiabá, o clima ameno continua nesta sexta-feira (22), com máxima prevista de 24°C e mínima de 18°C. Durante o sábado e o domingo, o tempo segue mais fresco, mas o calor típico da capital deve voltar aos poucos no início da próxima semana.
Na Chapada dos Guimarães, o frio aparece com ainda mais intensidade. As mínimas podem chegar a 16°C, mantendo o município com aquele clima típico de serra até o começo da semana, quando os termômetros voltam a subir gradativamente.
Cáceres também registra temperaturas baixas para a época do ano. Nesta sexta, a mínima pode atingir 15°C, deixando o amanhecer gelado na região oeste do estado. A previsão aponta aumento nas temperaturas já a partir de segunda-feira.
Em Rondonópolis, no sul mato-grossense, o frio permanece durante todo o fim de semana, com mínimas em torno de 16°C. Já em Sinop, no norte do estado, o clima fica menos rigoroso, com temperaturas mínimas próximas dos 19°C e retorno do sol mais forte no domingo.
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Secretário da Câmara e ex-vereador incita violência contra servidor público de VG

O secretário legislativo da Câmara de Várzea Grande, Samir Japonês (PL), publicou um vídeo à altura do clima turbulento vivido atualmente na política do município. O ex-parlamentar registrou um boletim de ocorrência contra um assessor da prefeita Flávia Moretti (PL), após alegar ter sido ofendido.
Entretanto, após o registro da ocorrência, o vereador acabou elevando o tom e perdeu completamente a razão ao afirmar que o servidor faz uso de medicamentos controlados, além de chamá-lo para uma briga e incentivar a agressão.
“Vamos nós dois pro boxe? Pode ser em qualquer lugar”, disse ex-vereador.
Samir afirmou ainda que, antes das ofensas, teria levado um chute do servidor. No entanto, a acusação ainda não possui comprovação pública.
Antes aliado de Flávia Moretti e hoje crítico frequente da prefeita, o vereador integra o grupo político do presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira, principal antagonista da atual gestão em Várzea Grande.
Veja vídeo!
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