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10 de julho de 2026

Business

Parceria leva cafés produzidos por mulheres do Cerrado Mineiro para a China

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A empresa chinesa Donna Jannie firmou parceria com a Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), de Minas Gerais, para importar cafés cultivados por mulheres do programa Elas no Café. A remessa com microlotes especiais deixou o Brasil em 17 de junho e tem chegada prevista a Shanghai em 30 de julho. O embarque reúne quatro lotes produzidos por associadas da cooperativa.

Segundo a Expocacer, o programa Elas no Café reúne 140 mulheres, que representam cerca de 20% do quadro de associados. As cafeicultoras ligadas à iniciativa produzem 534.080 sacas de 60 quilos em uma área de 13.440 hectares.

A gerente de Cafés Especiais da Expocacer, Sandra Moraes, informou que a exportação para a China inclui quatro lotes diferentes produzidos pelas associadas Celia Regina Alves Nunes, da Fazenda Claudio; Mariana Velloso Heitor, da Fazenda Gigante Leal; Sarah Mendes Nascimento, da Fazenda São Pedro de Alcântara; e Vera de Oliveira Nunes Figueiredo, da Fazenda Freitas.

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De acordo com Jian Xueya, empresária à frente da Donna Jannie, a parceria foi estruturada com foco de longo prazo e com intenção de realizar importações mensais. A proposta, segundo ela, é construir um vínculo comercial com a Expocacer para adquirir principalmente cafés produzidos pelas cooperadas do Cerrado Mineiro.

Na operação, os lotes do Elas no Café serão comercializados por meio da marca Lady Coffees. Jian Xueya afirmou que o nome de cada produtora do Cerrado Mineiro será incluído nas embalagens, como forma de valorização do trabalho das cafeicultoras. Após a torra realizada por um parceiro, os cafés também serão distribuídos para cafeterias na China.

Dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) mostram que, em 2025, a China importou 1,123 milhão de sacas de 60 quilos de café do Brasil. O volume representou 2,8% dos embarques totais do produto e colocou o país asiático na 10ª posição entre os principais destinos do café brasileiro no ano.

A parceria entre a empresa chinesa Donna Jannie e a Expocacer abre espaço para a presença de microlotes especiais produzidos por mulheres do Cerrado Mineiro no mercado chinês, em uma operação que reúne cafés de quatro associadas e tem perspectiva de continuidade nas importações.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Business

Mosaic reduz produção de fosfato no Brasil por restrições no fornecimento de enxofre

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A Mosaic anunciou nesta sexta-feira (10) a adoção de medidas para reduzir a produção de fosfato no Brasil em razão de restrições no fornecimento de enxofre, insumo usado na fabricação de fertilizantes. Segundo a empresa, a decisão responde às condições atuais de mercado e não altera o planejamento de longo prazo para o País.

A companhia afirmou que a retomada das operações ainda é incerta e depende de fatores externos, entre eles a estabilização dos preços do enxofre, a normalização das cadeias globais de suprimentos, a reabertura de rotas marítimas internacionais e a evolução do cenário geopolítico.

De acordo com a Mosaic, as medidas foram adotadas com foco em segurança, transparência e redução de impactos para funcionários, fornecedores, clientes e agricultores. A empresa também informou que avalia alternativas para o suprimento de matérias-primas e mantém diálogo com representantes sindicais, parceiros comerciais e autoridades governamentais.

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Nas unidades de Candeias, na Bahia, e Catalão, em Goiás, as atividades já foram interrompidas. A empresa informou ainda que pode haver efeitos no quadro de funcionários, condicionados às negociações com os sindicatos.

Em Palmeirante, no Tocantins, e Sorriso, em Mato Grosso, houve redução na produção. Os complexos de Tapira e Catalão, em Minas Gerais e Goiás, seguem paralisados. Para o complexo de Uberaba, em Minas Gerais, está previsto o início da hibernação em setembro.

No Paraná, o Porto da Fospar, em Paranaguá, opera em regime de normalidade. A fabricação de fertilizantes na unidade deve seguir até o fim de setembro, período estimado para o término dos estoques de ácido sulfúrico. Já a unidade de Cajati, em São Paulo, continua em atividade com o uso de importações de enxofre para atender o setor de nutrição animal.

A redução da produção de fosfato ocorre em diferentes unidades da Mosaic no Brasil, em um cenário de restrições no fornecimento de enxofre e de incerteza sobre a normalização das condições de suprimento.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT acompanha vistoria técnica às obras de duplicação da BR-163

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Comitiva percorreu as principais frentes de trabalho da duplicação da BR-163, acompanhando o andamento das obras e os investimentos na principal rota de escoamento da produção mato-grossense

A Associação dos Produtores de Soja e Milho Mato Grosso (Aprosoja MT) participou, nos dias 8 e 9 de julho, de uma vistoria técnica às obras de duplicação da BR-163, promovida pela concessionária Nova Rota do Oeste. A agenda contou com a presença do presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, que acompanhou de perto o andamento das intervenções e a estrutura utilizada para a execução das obras, além da equipe técnica da Comissão de Logística da entidade.

A programação teve início em Cuiabá, onde a comitiva conheceu o Laboratório de Pavimentos da Nova Rota do Oeste, responsável pelo controle tecnológico dos materiais empregados na rodovia. Na sequência, os participantes visitaram a Torre de Controle de Obras, onde foram apresentados os sistemas de monitoramento, planejamento e gestão das frentes de trabalho ao longo da BR-163.

Após as visitas técnicas na capital, a caravana seguiu para Nova Mutum. No município, o grupo conheceu as usinas gravimétricas responsáveis pela produção dos insumos utilizados na pavimentação e também visitou a praça de pedágio, onde foram apresentados os processos operacionais e de atendimento aos usuários da rodovia. O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, destacou que a participação da Aprosoja Mato Grosso na vistoria técnica reforça o compromisso da entidade em acompanhar de perto uma obra considerada estratégica para o escoamento da produção agrícola do estado.  Segundo ele, além de integrar o Conselho de Administração da concessionária, a associação busca contribuir para que as intervenções atendam às necessidades do setor produtivo e da sociedade mato-grossense.

“A BR-163 é o principal corredor de escoamento de grãos de Mato Grosso e um dos mais importantes do país. Como integrantes do Conselho de Administração, temos a responsabilidade de acompanhar de perto o andamento das obras e levar as demandas dos produtores rurais. Queremos garantir que esse investimento resulte em uma rodovia de qualidade, com mais segurança, fluidez no tráfego e melhores condições logísticas, beneficiando não apenas o agro, mas toda a população mato-grossense”, ressalta ele.

Lucas Costa Beber também salientou que, além dos ganhos logísticos, a duplicação da BR-163 representa um avanço importante para a segurança viária. De acordo com o presidente da Aprosoja MT, a redução de acidentes é um dos principais benefícios da obra, que deve proporcionar mais proteção aos produtores, motoristas e demais usuários da rodovia.

“A segurança é uma das nossas maiores preocupações. Ao longo dos anos, perdemos amigos, produtores, motoristas e muitos outros cidadãos em acidentes na BR-163. Felizmente, esse cenário vem mudando, e uma rodovia de qualidade é fundamental para preservar vidas. É importante ver que as obras estão sendo executadas com essa preocupação, priorizando a segurança de quem utiliza essa estrada todos os dias”, completou.

No segundo e último dia da vistoria técnica, a comitiva acompanhou outras frentes de trabalho ao longo da BR-163. A programação incluiu uma visita às obras da ponte sobre o Rio Teles Pires, seguida pela vistoria da execução das camadas de sub-base e base da rodovia, etapas fundamentais para a estrutura do pavimento. Nesse trecho, os participantes conheceram um segmento que registra o melhor Índice Internacional de Irregularidade (IRI) do Brasil, indicador utilizado para medir a qualidade do pavimento e o nível de conforto e regularidade da rodovia.

A agenda também passou pelo canteiro de obras localizado no km 767 da BR-163, onde foi apresentado o andamento das atividades e a logística empregada na execução dos serviços. A vistoria foi encerrada com uma visita ao viaduto do km 831, em Sinop, uma das estruturas que integram o projeto de duplicação da rodovia. O diretor-presidente da Nova Rota do Oeste, Luciano Uchôa, ressaltou que a vistoria técnica teve como objetivo apresentar, de forma transparente, todas as etapas envolvidas na execução das obras de duplicação da BR-163, desde a produção dos materiais até a construção das estruturas de maior complexidade.

Segundo ele, a iniciativa permite que representantes da sociedade acompanhem de perto os processos construtivos e os rigorosos controles de qualidade adotados pela concessionária. “Durante esses dois dias de vistoria, mostramos todo o processo de produção e controle de qualidade das camadas de pavimento e, neste segundo dia, apresentamos a maior obra de arte do Trecho Norte, que é a ponte sobre o Rio Teles Pires. Nossa intenção é dar transparência às obras, detalhando cada etapa da execução e os controles de qualidade realizados, para que representantes da sociedade e autoridades possam acompanhar de perto o trabalho que está sendo desenvolvido na duplicação da BR-163”, explica Luciano.

A duplicação da BR-163 representa um dos principais investimentos em infraestrutura de Mato Grosso, contribuindo para aumentar a segurança viária, melhorar o escoamento da produção e garantir mais eficiência à principal rodovia logística do estado.

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Agro Mato Grosso

Bayer capta 3 bilhões de euros com aporte da Apollo

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Gestora terá participação minoritária no negócio de contraceptivos de longa duração

A Bayer firmou acordo com a gestora global Apollo para receber 3 bilhões de euros em capital próprio. A operação busca fortalecer a estrutura de capital do grupo e ampliar sua flexibilidade financeira.

Fundos e afiliadas administrados pela Apollo adquirirão uma participação minoritária, sem poder de controle, em uma nova empresa. A entidade reunirá o negócio de contraceptivos reversíveis de longa duração da Bayer, conhecido pela sigla LARC.

A Bayer manterá a participação majoritária e o controle operacional integral. O investimento não provocará mudanças na estratégia nem nas atividades do negócio. A operação continuará vinculada à divisão farmacêutica e permanecerá consolidada nas demonstrações financeiras do grupo.

Segundo a diretora financeira da Bayer, Judith Hartmann, a transação oferece uma solução de financiamento capaz de preservar o controle sobre uma área central da divisão farmacêutica. Os recursos também apoiarão a gestão de maiores necessidades de liquidez em 2026, relacionadas ao vencimento de títulos e a processos judiciais.

A conclusão da operação deve ocorrer no terceiro trimestre de 2026. O fechamento depende da aprovação de autoridades antitruste e do cumprimento de condições usuais.

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