Business
Safra de soja robusta? USDA divulga projeções para a oleaginosa; confira

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve inalteradas as projeções para as safras de soja e milho do Brasil na temporada 2025/26 em seu mais recente relatório mensal de oferta e demanda.
Para a soja, a estimativa permanece em 175 milhões de toneladas, consolidando o Brasil como o maior produtor mundial da oleaginosa. Caso o volume se confirme, a produção representará um novo recorde para o país.
- Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
Projeções para o milho
No milho, o USDA também manteve a projeção em 131 milhões de toneladas, sustentada pelas boas perspectivas para a segunda safra, responsável pela maior parte da produção nacional.
Além da produção, o órgão norte-americano preservou as estimativas para as exportações brasileiras dos dois grãos. A expectativa é de que o Brasil continue liderando o comércio global de soja e mantenha posição de destaque nas vendas externas de milho.
O post Safra de soja robusta? USDA divulga projeções para a oleaginosa; confira apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Colher café na hora certa pode aumentar o rendimento e reduzir perdas, revela pesquisa da Ufes

Quem trabalha com café sabe que acertar o momento da colheita faz diferença na qualidade da bebida. O que muita gente ainda não imagina é que esse detalhe também pesa — literalmente — no rendimento da lavoura.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Uma pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), publicada recentemente em dois dos mais respeitados periódicos científicos internacionais da área — a Experimental Agriculture, da Cambridge University Press, e a Scientific Reports, do grupo Nature — revela que o momento da colheita pode fazer toda a diferença na rentabilidade da lavoura de café. O estudo mostra que colher frutos antes ou depois do ponto ideal de maturação reduz o peso dos grãos e, consequentemente, o rendimento comercial da produção. Em alguns materiais genéticos avaliados, essas perdas ultrapassaram 60%.
O estudo foi conduzido pelo pesquisador Fábio Luiz Partelli e equipe, que acompanharam durante todo o processo de maturação seis genótipos de café Conilon registrados pela Ufes: Pirata, Bamburral, A1, Clementino, Beira Rio 8 e P1.
Ao longo de nove coletas, realizadas a cada 14 dias, os pesquisadores monitoraram o desenvolvimento dos frutos, o acúmulo de matéria seca e o peso dos grãos. O objetivo era responder a uma pergunta simples, mas extremamente importante para o produtor: afinal, quando vale a pena colher?
A resposta veio acompanhada de números que chamam atenção. Nos frutos ainda verdes, os grãos apresentaram menor formação, coloração mais escura e perdas que chegaram a quase 68% em um dos genótipos avaliados. Já quando a colheita ocorreu próximo do ponto ideal de maturação — com aproximadamente 90% dos frutos maduros — os grãos apresentaram maior peso, melhor formação e qualidade comercial superior.
Segundo Fábio Partelli, o produtor não deve olhar apenas para a cor dos frutos, mas também planejar toda a colheita de acordo com o ciclo de maturação de cada material.
“Quando organizamos os genótipos conforme o ciclo de maturação, conseguimos distribuir melhor a mão de obra e as máquinas, reduzindo perdas e aumentando a eficiência da colheita”, explica o pesquisador. A estratégia também evita que parte da lavoura seja colhida ainda verde ou permaneça tempo demais no campo, quando os frutos já começam a perder peso naturalmente.
Outro resultado interessante é que nem todos os genótipos amadurecem no mesmo ritmo. Enquanto materiais como Pirata, A1 e Beira Rio 8 apresentam ciclos mais precoces, o genótipo P1 possui maturação mais tardia. Essa diferença reforça a importância do planejamento da lavoura desde o plantio, permitindo escalonar a colheita e utilizar melhor os recursos disponíveis.
Para Partelli, colher no momento correto representa um ganho silencioso, mas altamente rentável. Não exige novos equipamentos, não aumenta a área plantada e nem depende de insumos extras. Exige, acima de tudo, conhecimento sobre a planta e organização da propriedade.
A pesquisa reforça uma conclusão importante para a cafeicultura moderna: muitas vezes, o maior ganho do produtor não está em produzir mais frutos, mas em transformar uma quantidade maior deles em grãos de qualidade e com maior peso. Afinal, quando o assunto é café, alguns dias podem representar muitos quilos a mais no terreiro — e também mais dinheiro no fim da safra.
O post Colher café na hora certa pode aumentar o rendimento e reduzir perdas, revela pesquisa da Ufes apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Lei reconhece Mara Rosa como Capital Nacional do Açafrão

A Lei 15.464/26 concedeu ao município de Mara Rosa, em Goiás, o título de Capital Nacional do Açafrão. O texto foi sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (10).
A norma tem origem no Projeto de Lei 2522/21, apresentado pelo ex-deputado João Campos (GO). A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal antes da sanção presidencial.
Ao justificar o projeto, João Campos citou dados sobre a cultura do açafrão em Mara Rosa. Segundo as informações apresentadas à época, o município respondia por cerca de 90% da produção goiana e por aproximadamente 30% da produção brasileira.
Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!
Com o reconhecimento em lei, Mara Rosa passa a ter o título nacional associado à produção de açafrão. A medida formaliza, no âmbito federal, a identificação do município com a cultura agrícola mencionada no projeto.
Publicada nesta sexta-feira (10), a Lei 15.464/26 oficializa o título de Capital Nacional do Açafrão para Mara Rosa, município goiano citado no projeto como um dos principais polos da cultura no país.
Fonte: camara.leg.br
O post Lei reconhece Mara Rosa como Capital Nacional do Açafrão apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Mosaic reduz produção de fosfato no Brasil por restrições no fornecimento de enxofre

A Mosaic anunciou nesta sexta-feira (10) a adoção de medidas para reduzir a produção de fosfato no Brasil em razão de restrições no fornecimento de enxofre, insumo usado na fabricação de fertilizantes. Segundo a empresa, a decisão responde às condições atuais de mercado e não altera o planejamento de longo prazo para o País.
A companhia afirmou que a retomada das operações ainda é incerta e depende de fatores externos, entre eles a estabilização dos preços do enxofre, a normalização das cadeias globais de suprimentos, a reabertura de rotas marítimas internacionais e a evolução do cenário geopolítico.
De acordo com a Mosaic, as medidas foram adotadas com foco em segurança, transparência e redução de impactos para funcionários, fornecedores, clientes e agricultores. A empresa também informou que avalia alternativas para o suprimento de matérias-primas e mantém diálogo com representantes sindicais, parceiros comerciais e autoridades governamentais.
Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!
Nas unidades de Candeias, na Bahia, e Catalão, em Goiás, as atividades já foram interrompidas. A empresa informou ainda que pode haver efeitos no quadro de funcionários, condicionados às negociações com os sindicatos.
Em Palmeirante, no Tocantins, e Sorriso, em Mato Grosso, houve redução na produção. Os complexos de Tapira e Catalão, em Minas Gerais e Goiás, seguem paralisados. Para o complexo de Uberaba, em Minas Gerais, está previsto o início da hibernação em setembro.
No Paraná, o Porto da Fospar, em Paranaguá, opera em regime de normalidade. A fabricação de fertilizantes na unidade deve seguir até o fim de setembro, período estimado para o término dos estoques de ácido sulfúrico. Já a unidade de Cajati, em São Paulo, continua em atividade com o uso de importações de enxofre para atender o setor de nutrição animal.
A redução da produção de fosfato ocorre em diferentes unidades da Mosaic no Brasil, em um cenário de restrições no fornecimento de enxofre e de incerteza sobre a normalização das condições de suprimento.
Fonte: Estadão Conteúdo
O post Mosaic reduz produção de fosfato no Brasil por restrições no fornecimento de enxofre apareceu primeiro em Canal Rural.
Featured23 horas agoCâmara Temática reúne especialistas para discutir acesso ao canabidiol em Mato Grosso
Featured24 horas agoMotociclista sem CNH é preso com revólver escondido em bolsa no guidão da moto
Sustentabilidade7 horas agoTrigo sobe forte em Chicago com preocupações sobre safra europeia e expectativa de estoques menores nos EUA – MAIS SOJA
Sustentabilidade8 horas agoExcesso de umidade trava avanço da semeadura do trigo no RS, aponta Emater/RS-Ascar – MAIS SOJA
Sustentabilidade9 horas agoManejo do percevejo-marrom: monitoramento, danos e a importância de um bom produto de choque e residual – MAIS SOJA
Business9 horas agoSafra 2024/25 de algodão em pluma soma mais de 1,9 milhão de toneladas exportadas
Agro Mato Grosso7 horas agoBayer capta 3 bilhões de euros com aporte da Apollo
Agro Mato Grosso6 horas agoAprosoja MT participa de reunião para mitigação dos impactos do fenômeno El Niño
















